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Forum Cinema em Cena

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caro pablo;

devo parabeniza-lo pela postura isenta e imparcial. se as acusações que vc levanta são verídicas, trata-se de fato muito triste para sua profissão (e faz bem vc em denunciar, já que na defesa da classe não pode haver fisioliogismos, pois cada mau profissional encoberto é um ponto negativo para toda a classe). mas cuidado com as generalizações. mesmo participantes antigos de seu forum interpretam mal as mensagens aqui postadas (eu mesmo fui alvo de equívocos, mas o acusador, de forma coerente e honesta, se retratou).

logo, não alcunhe de burros aqueles que se limitam a externar suas opiniões (mesmo sem qualquer embasamento, do tipo "mas eu gostei do filme").

não há opiniões estúpidas. mesmo as manifestações mais simplórias  são importantes (quer porque demonstram a opinião da comunidade por amostragem, quer porque reforçam os argumentos dos que as refutam).

ademais, por mais técnico e isento que se queira ser, sempre deixaremos nossas opiniões pessoais nas análises. faz parte do ser humano.

fica aqui uma reflexão: se vc desse uma estrela a um filme e tivesse 50 respostas iguais no forum (do tipo "mas eu gostei e daria cinco estrelas", sem qualquer argumentação), vc se sentiria seguro sobre sua crítica? não pensaria em rever sua opinião? será que tantos (mesmo sem externar argumentos) podem estar errados?

em tempo: que diabos é REF? 

 

 

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Interessante... comigo não tem essa história de se acho o filme ruim e vejo 50 pessoas falando bem eu teria que me sentir 'inseguro' sobre minhas opiniões... Eu teria que rever o que penso sobre Armageddon, Bad Boys, Crash, etc, etc. E vice-versa... Se acho um filme bom e 50 pessoas me vêm falar mal dele, não me sentirei menos seguro sobre o que achei dele.

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REF: Rubens Edwald Filho, ou melhor 07.gif

 

 

 

Quanto ao seu argumento, achei certo até determinado ponto. O que achei q vc se enganou foi nas suas perguntas. Vc tava falando muito bem que toda opinião é válida, então, na minha opinião, o fato seria que mesmo que o Pablo odeie um filme e 50 pessoas gostem dele, não é dever dele, de forma alguma, mudar sua opinião. Tampouco de seus leitores. Uma opinião é algo pessoal e não está certa ou errada. Como o Scofield disse, basta ela ser coerente. O resto vem de cada pessoa.

 

 

 

Foi o caso de "Crash - no limite" ele amou o filme, mas a maioria das pessoas presentes no fórum (incluindo eu) o achou fraco. Foi dever dele mudar sua opinião? Não. A opinião é algo pessoal e o modo que o filme toca a gente é diferente em cada pessoa. Por isso, é difícil ver todo mundo gostando do mesmo filme. Não é impossível, mas é improbabilíssimo. [email protected] 11:23:39

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Eu realmente tenho notado sua participação desde a fundação do site mesmo ... 03

 

OWNED. 06

 

E Pana-Man, eu não me lembro de ter visto algum xingamento em algum crítica do Paulo. E eu leio várias, drugue. Daria pra ser mais específico, já que, nessa do 300 ele nem precisaria ter se explicado, já que fanzóides em geral são imbecís (em relação a obra) mesmo e tal.

 

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"Fico um pouco decepcionado. Gostava muito do Pablo até uns dois anos atrás. Agora fico um pouco triste, de ver em suas críticas apenas agressões gratuítas, xingamentos, tanto para o público quanto para produtos roteiristas e diretores. Espero só que um dia o velho Pablo volte. Mas a gente sabe que é normal em 90% das pessoas esse tipo de transformação por causa do sucesso. Uma pena.

Na minha opinião também não vale uma comparação entre o Cinema em Cena e o Omelete. O Omelete como eles própriam se intutilam é um veícula de cultura pop. Enquanto o Cinema em Cena é mais engajado na arte. Então não tem pq comparar."

 

PRA MIM PANAVISION DISSE TUDO
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Agora, na crítica do 300 vc escreveu umas coisas que não dá pra entender.

Toda aquela "machesa" que voce disse fazia parte da cultura, o que inclui "dar risada" quando quando em situações dificeis para afastar o medo. Até sacrificar quem nascia com deformidade fazia parte da cultura. Aquela sociedade era muito restrita e fechada. A escravidão existia, não com tanta intensidade. Como isso pode ser criticável se fiel aos eventos reais??

 

ps: se quiserem confirmar é só ver no wikipédia e no you tube já colocaram um documentário feito pelo History Channel, só não vou por o link pq to sem saco.

 

E outra! Alguem mais aqui achou Theron feio? E Leonidas gatíssimo?... Esse é um tipo de comentário que um outro crítico famoso costuma fazer, péssimo por sinal. Não vou nem dizer quem, mas tem uns críticos meio homoeróticos por aí que acham o filme bom pq tal ator é bonito! Isso não é do seu feitio.

 

Da próxima vez o diretor deve passar por cima de fatos históricos e fazer um filme politicamente correto? O que acham? Assim como nas universidades, poderia haver quota racial! Dentre os espartanos poderiam haver negros, asíaticos, albinos, pardos lutando juntos! Imagine só! Ou quem sabe feios? (se isso for de relevância, aliais, se isso sequer pode ser analisado).

 

Quanto ao comentário que vc fez sobre os reais números acho que há alguma pertinência. No entanto, ficou latente que os gregos estavam em maior numero que os espartanos. Não precisava ficar explícito até pq não foram eles que morreram no final.

 

Agora, achar Xerxes um cara legal?! Perae! O cara invade sua casa, ameaça fazer sua mulher e seus filhos de escravo e manda vc se submeter e vc ainda acha o cara legal?? O que foi isso??

 

A sub trama com a Gorgo teve nada a ver msm não, eu concordo.

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Jacques-Louis_David_004.jpg Se vc achou que o filme tem caráter homoerótico vc deve achar essa pintura supergay! Pintado em 1814.

 

ps: o único momento em que achei um comentário homoerótico foi na fala do rodrigo santoro: "não é do chicote que eles temem"

 

ps2: Tive que postar aki pois o tópico 300 virou bagunça e só há brigas inúteis.

 
Ricardo S.2007-04-12 00:05:12
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Bom... se fosse um filme qualquer eu demoraria a sacar... Mas aí é 300' date=' adaptação de gibi, e o mistério durou pouco... Fazer o quê? Trata-se de uma adaptação de HQ cheia de hype caindo nas graças de FÃZÓIDES (isso mesmo, FÃZÓIDES puros e simples) que se prestam ao (des)serviço de resenharem qualquer coisa que seja.

 

Enfim, minha ira com o site em questão (podemos falar o nome dele aqui? Hehehehehe) começou quando do lançamento de Batman Begins eles em uma matéria específica, DETONARAM o Tim Burton por causa não somente de seus excelentes filmes do morcego (IMO), mas por causa de suas idéias para o então novo filme do Superman, ignorando que o diretor possui uma visão bem específica sobre os assuntos que filma e que cada filme seu é uma visão particular e singular do assunto retratado.  Arte, no sentido mais amplo da palavra e não somente um veículo para levar ao orgasmo zilhões de fãzóides que mal conseguem sacar que a linguagem de HQ é completamente diferente da linguagem cinematográfica.

 

Sinceramente, a ferocidade dos ataques me surpreendeu, pois até então achei que o site sempre analisava as coisas na sua (de forma canhestra, mas ainda assim na sua). Depois dessa, tudo ficou claro para mim: trata-se de um bando de fãzóides que a) são 'afobados e inexperientes' (eu diria incapazes mesmo) como bem colocou a Scarlet; B) babam ovo para qualquer adaptação que siga o 'manualzinho-de-fãzóide-para-levar-HQs-para-o-cinema', ou seja, o veículo a que me referi acima...

 

 
[/quote']

Concordo com tudo. E olha que nao foi so o Omelete que desceu o cacete nos Batmans do Tim Burton. Aquele sitezinho mequetrefe que eh constituido de "arqueiros" tambem merece destaque. Argumentos frageis sobre os filmes de Burton com vocabulario de crianca de terceira serie. Para nao parecerem idiotas, apelam para o velho argumento de que o Jack Nicholson eh a unica coisa que presta no filme (sem contar que eles rebaixaram tanto os filmes que os colocaram no patamar dos longas do Joel Schummacher). Acho que ate o Omelete pegou mais leve.

 

O manualzinho-de fanzoide-para-levar-HQs [ou qualquer outra porcaria "pop" cultuada pelos nerds de plantao] -para-cinema eh adotado por quase todo nerd sem nocao que adora pagar uma de critico de cinema. Vamos pegar o exemplo recente do (fraco) 300. Os dialogos pavorosos, que funcionam apenas na HQ, foram mantidos no filme e a fidelidade ao material de Miller eh tanta que o diretor parece esquecer de que cinema e HQ sao duas artes diferentes. Mas os fanzoides pouco importam para isso e idolatram o filme como se fosse algo revolucionario (como o Pablo ja disse na critica) e "bem loco". Uma pena.

 

Interessante... comigo não tem essa história de se acho o filme ruim e vejo 50 pessoas falando bem eu teria que me sentir 'inseguro' sobre minhas opiniões... Eu teria que rever o que penso sobre Armageddon' date=' Bad Boys, Crash, etc, etc. E vice-versa... Se acho um filme bom e 50 pessoas me vêm falar mal dele, não me sentirei menos seguro sobre o que achei dele. [/quote']

Eu penso da mesma forma que voce. Mas me sinto curioso de rever um filme idolatrado por todos mas que eu achei bem comunzinho.
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Tópico Fixo Flood e Medidas

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Inveja não...


Fico um pouco decepcionado. Gostava muito do Pablo até uns dois anos atrás. Agora fico um pouco triste' date=' de ver em suas críticas apenas agressões gratuítas, xingamentos, tanto para o público quanto para produtos roteiristas e diretores. Espero só que um dia o velho Pablo volte. Mas a gente sabe que é normal em 90% das pessoas esse tipo de transformação por causa do sucesso. Uma pena.

Na minha opinião também não vale uma comparação entre o Cinema em Cena e o Omelete. O Omelete como eles própriam se intutilam é um veícula de cultura pop. Enquanto o Cinema em Cena é mais engajado na arte. Então não tem pq comparar.[/quote']

 

Não acredito que o fórum valorize mais um cinema reflexivo em contra posição ao entretenimento, eu diria que no site tanto como no fórum do “Cinema Em Cena” ele é bem equilibrado. Não existe um gueto de segregação como aponta. Temos ótimas críticas do Pablo e seus leitores para filmes do Lars Von Trier como do Gore Verbinski.

Plutão Orco2007-04-13 16:32:26
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Da próxima vez o diretor deve passar por cima de fatos históricos e fazer um filme politicamente correto? O que acham? Assim como nas universidades' date=' poderia haver quota racial! Dentre os espartanos poderiam haver negros, asíaticos, albinos, pardos lutando juntos! Imagine só! Ou quem sabe feios? (se isso for de relevância, aliais, se isso sequer pode ser analisado).

 

 
[/quote']

 

Por que não? Kenneth Branagh fez “Hamlet”, “Muito Barulho Por Nada” com indivíduos asiáticos e negros. E nem pro isto reduziu a qualidade de seus filmes.

<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

No filme não têm negros, asiáticos e nem deveria historicamente. Mas têm indivíduos germanizados em uma região que na antiguidade praticamente não tinha contato com estes povos. Isto você não nota ou não estranha.

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Sabia que na europa já foi lançada uma Edição da Bíblia politicamente correta?...... Em todas as passagens que trazia "homem" foi colocado "homem/ mulher".

 

Não será a visão mais igualitária que temos hoje em dia que irá desfazer as diferenças de outrora. Aquela sociedade era super restrita. Não adianta negar ou mascarar a história com outros fatos, ainda que politicamente corretos.

 

Aliais, bem melhor que não se faça assim para que não nos esqueçamos das atrocidades cometidas em nome de fanatismos.

 

Não entendi o que vc quer dizer com "germanizados". Dê uma pesquisada no wikipédia para saber as características daquele povo, eu já li.

 

É perfeitamente compreensível que um povo totalmente militarizado em que as crianças são treinadas para guerra desde os 7 anos de idade tenha os indivíduos homens bem desenvolvidos fisicamente.

 

Eu só não entendi como que essas coisas que citei viraram uma crítica negativa! Ainda mais quando se trata de um fato dentro do filme que foi fiel a realidade.

 

Quando é contrário é ruim, quando é fiel tb é! Não há coerência.
Ricardo S.2007-04-13 23:14:58
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Do blog:

 

 

 

 

O objetivo da crítica cinematográfica' date=' ao meu ver, é promover o enriquecimento do leitor através de uma visão mais embasada sobre o filme discutido - mesmo que o leitor em questão discorde do texto em si. Assim, nunca me importei com as discordâncias; isto faz parte da natureza do debate e é desejável. O que me irrita são ofensas pessoais - e não porque me "atinjam", mas porque não tenho mesmo paciência para gente burra (e se alguém tem que apelar para ofensas em vez de argumentar, é porque não tem muitos neurônios funcionais).Da mesma forma, chego a ter vontade de rir quando alguém deixa um comentário do tipo "Pois eu gostei do filme!" (ou "Não gostei do filme!") depois de ler um texto. Ora, depois de ler em torno de 1000 a 1300 palavras com argumentos, isto é o máximo que a pessoa tem a dizer? Então por que deixar um comentário? Se discordou do que escrevi, há duas opções: 1) Ignorar; ou 2) Contra-argumentar. Simplesmente dizer que discordou é sinal de preguiça mental.Finalmente, sempre fico espantado com os analfabetos funcionais. No caso do texto sobre "300", recebi diversos emails de pessoas ofendidas porque as chamei de "imbecis" por terem gostado do filme.Hein? Relembremos o parágrafo em questão:"Dito isso, não há absolutamente nada de revolucionário na realização de 300, ao contrário do que vários imbecis andam propagando por aí depois de comprarem esta tese dos publicitários da Warner. Infelizmente, nos dias de hoje, quando qualquer um pode se apresentar como “crítico de cinema” e publicar seus textos em sites voltados para a “cultura pop” (eufemismo para “qualquer coisa que possa nos render dinheiro”), os estúdios têm conseguido cada vez mais transformar estes espaços em verdadeiras extensões de seus departamentos de marketing – e já se foi o tempo em que podíamos acreditar na célebre frase de Pauline Kael: “Nas Artes, a única fonte confiável de informações é o Crítico. O resto é publicidade”. Pois o fato é que, do ponto de vista técnico, 300 usa basicamente a mesma tecnologia já utilizada em obras como Casshern, Immortel (ad vitam), Capitão Sky e o Mundo de Amanhã e, é claro, Sin City (também de Frank Miller). A diferença é que, enquanto estes dois últimos empregavam os cenários digitais como homenagem às cinesséries do passado e ao noir, respectivamente, este 300 investe em uma estilização de videoclipe (o que não é necessariamente ruim), mergulhando seu universo em tons dessaturados que oscilam entre o cinza e o sépia. Fora isso, no entanto, Zack Snyder não consegue alcançar a fluidez visual dos filmes anteriores, já que, provavelmente inibido pelo bluescreen, praticamente se limita a manter sua câmera na altura dos olhos e quase sempre diretamente perpendicular à ação, o que o obriga a criar inúmeros planos nos quais vemos os personagens em contraluz – o que, apesar de belo, eventualmente pode se tornar monótono."Uma coisa que me irrita tremendamente na profissão é, de fato, ver indivíduos que apresentam suas "análises" como algo embasado quando, na realidade, são opiniões obviamente compradas pelas distribuidoras. E não digam que não é perfeitamente possível perceber a "coincidência" de um (ou dois ou três) site que, depois de meses ganhando passagens aéreas, estadas internacionais e presentinhos, solta textos alardeando o filme em questão como "revolucionário". (Superman e 300, revolucionários? Então tá.)Dizer que isto é "inveja" da minha parte é, ao mesmo tempo, uma estupidez e uma ofensa. Estupidez porque isto vai contra tudo que sempre preguei publicamente nestes quase 10 anos de Cinema em Cena. E ofensa porque parte do pressuposto de que eu tenho raiva por não receber suborno. Levo minha profissão extremamente a sério. Vocês verão, no Cinema em Cena, promoções de dezenas de filmes fechadas com as distribuidoras. E com bastante freqüência perceberão que aqueles mesmos filmes ganharam críticas de 1 ou 2 estrelas. As distribuidoras brasileiras já sabem que fechar promoções com o Cinema em Cena (e sempre temos 3 ou 4 no ar) não implica em ganhar favores ou elogios - e aceitam isso. Por quê? Porque entendem que precisam divulgar seus projetos para nosso imenso público e sabem que nossa ética profissional é rigorosíssima - assim, nem tentam qualquer tipo de abordagem que sabem que será rechaçada.Já outros sites já deixaram bem claro que estão abertos a suborno. Pior para seus leitores e para a profissão, pois acabam manchando todos os demais.O trabalho do departamento de marketing de um estúdio ou distribuidora é garantir divulgação para seus filmes - de preferência, artigos positivos. O problema não reside ali; estão fazendo apenas o que são pagos para fazer. O problema é do lado de "cá", daqueles que se prostituem por viagens ou presentes. Isto, eu garanto, jamais acontecerá no Cinema em Cena. Jamais.Dito isso, se eu tivesse chamado quem gostou de "300" de imbecil, isto também se aplicaria a mim, já que dei 4 estrelas para o filme. Detesto analfabetos funcionais.
[/quote']

 

 

 

Se "300" é ou não revolucionário, isso é um assunto discutível. Chamar as pessoas que consideram "300" revolucionário de "imbecis" é algo ofensivo, sinto muito. E eu sou uma das pessoas que acha que o filme tem aspectos revolucionários, como o estilo da direção de Zack Snyder. Se discorda de mim, discorde, mas não me chame de imbecil.

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Sabia que na europa já foi lançada uma Edição da Bíblia politicamente correta?...... Em todas as passagens que trazia "homem" foi colocado "homem/ mulher".

 

Não será a visão mais igualitária que temos hoje em dia que irá desfazer as diferenças de outrora. Aquela sociedade era super restrita. Não adianta negar ou mascarar a história com outros fatos' date=' ainda que politicamente corretos.

 

Aliais, bem melhor que não se faça assim para que não nos esqueçamos das atrocidades cometidas em nome de fanatismos.

 

Não entendi o que vc quer dizer com "germanizados". Dê uma pesquisada no wikipédia para saber as características daquele povo, eu já li.

 

É perfeitamente compreensível que um povo totalmente militarizado em que as crianças são treinadas para guerra desde os 7 anos de idade tenha os indivíduos homens bem desenvolvidos fisicamente.

 

Eu só não entendi como que essas coisas que citei viraram uma crítica negativa! Ainda mais quando se trata de um fato dentro do filme que foi fiel a realidade.

 

Quando é contrário é ruim, quando é fiel tb é! Não há coerência.
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Bem eu não ia tocar neste assunto, mas já que tocou na ferida os filmes épicos e bíblicos adoram colocar personagens germanizados. Isto quer dizer com caracteres germânicos, olhos claros, pele bastante alva e cabelos claros. Ao mencionar Tácito, o mesmo ao relatar os custumes do povo germânico em sua obra “Germânia”, deixava claro que até então os povos do mediterrâneo, que compreendem gregos, romanos, tarsianos, minóicos, egípcios, israelitas e filisteus têm uma aparência <?:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" />em comum. Na sua grande maioria são dotados de cabelos e olhos castanhos, que normalmente são escuros e estatura baixa. O oposto da fisionomia dos povos do norte, das terras e dos mares do norte. Isto se deve ao isolamento geográfico, desde as expensas florestas da Alemanha e o rio Don (Atual Danúbio) e até mesmo o relevo dos Alpes se torna uma barreira para o contato direto com estas civilizações.

<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

O estranhamento é tão chocante pelos costumes como pela aparência. Normalmente, em uma sociedade germânica escrita pelo historiador Romano, a castidade, fidelidade e monogamia é o pilar mor dos relacionamentos e hoje é perfeitamente assimilado pela nossa sociedade. Isto é totalmente incoerente nos filmes, já que existem ciúmes o valor por determinada pessoa e clara nos filmes Épicos e Bíblicos. Uma vez que era comum doar a esposa pro uma noite para o amigo, coisa que era absurda na sociedade germânica. A idéia deste ciúme se deve a seu modo de vida autônomo e individualista. Também Tácito e outros historiadores descrevem o quanto era incomum a aparência deste povo, altos, muito alvos, e com olhos e cabelos claros. Isto deixa claro o contraste do fenótipo encontrado ate então nas regiões do mar Mediterrâneo e contato com outros povos.

 

P.S.: Gosto de consultar a Wikipédia, mas não me rendo a ela exclusivamente. Afinal, qualquer informação que se preze para ter mais credibilidade deve ter mais de uma fonte.

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Muito bem, vc já leu e copiou o texto só não correlacionou com o filme.

ps: Faltou vc ver o documentário do History channel (ja ta no tube) que eu mencionei e ler a Barsa para entender mais do assunto. No wikipédia está tudo correto e bem mais sintetizado. Duvidar da credibilidade do wikipédia é coisa de quem não tem argumento.

 

 
Ricardo S.2007-04-16 11:41:19
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