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Sexualidade


Dook
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Tendo em vista que o outro tópico foi apagado, abro outro para discutirmos a questão da sexualidade. Bom senso e respeito são bem vindos e todo mundo gosta. Divergências de posições deverão ser toleradas. Primeiro mané que escrever "homofóbico", "heterofóbico" ou "qualquer-outra-coisa-fóbico" aqui em relação a uma posição de outro forista, vou reportar no ato, belê?

 

Vamos começar discutindo uma possível tendência que já vinha sendo alardeada pela ala conservadora (leia-se, religiosa):

 

 

[e-News] Nos EUA, os Pedófilos exigem os mesmos direitos dos Homoafetivos


Usando as mesmas táticas que na defesa ”gay”, pedófilos começam a querer um status similar argumentando que o “desejo por crianças” é uma orientação sexual um pouco diferente do que a dos heterossexuais e homossexuais.

Os adversários de costumes gays há muito tempo afirmaram que, uma vez aceito o reconhecimento da homossexualidade como um mero “estilo de vida” ou orientação sexual diferente, logicamente, nada mais seria proibido. Partidários dos gays ofendidos, por tal posição, afirmaram que isso nunca iria acontecer. Mas psiquiatras estão começando a elaborar uma nova definição de pedofilia, como foi feito para a homossexualidade há vários anos.

Em 1973, a American Psychiatric (AAP) Associação desclassificou a homossexualidade da sua lista de transtornos mentais. Um grupo de psiquiatras com B4U-Act (ver estes links) realizou recentemente um simpósio propondo uma nova definição de pedofilia no Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais do PAA.

A B4U-Act chama pedófilos de “pessoas atraídas por menores.” O site da organização afirma que seu objetivo é “ajudar os profissionais de saúde mental a aprenderem mais sobre a atração por menores e considerar os efeitos de normalização, o estigma e o medo.”

Em 1998, a AAP emitiu um relatório afirmando que “o potencial negativo do sexo adulto-criança foi exagerada e que a maioria dos homens e mulheres relataram nenhum efeito sexual negativo através de experiências de abuso sexual na infância. “

A Pedofilia já recebeu um estatuto de proteção pelo governo federal. The Matthew Shepard e James Byrd, Jr. Act busca prevenir os crimes de ódio listando a “orientação sexual” como uma classe protegida, apesar do “termo” não ter sido bem definido até o momento.

Os republicanos têm tentado adicionar uma emenda especificando que “a pedofilia não é considerada como uma orientação” e a alteração foi, porém, rejeitada pelos democratas. Republicano Alcee Hastings explicou que qualquer modo de vida sexual diferente deve ser protegido por lei. “Esta lei refere-se a nossa determinação para acabar com a violência baseada no preconceito e garantir que todos os americanos, independentemente de raça, cor, religião, origem, sexo, orientação sexual, identidade de gênero ou deficiência ou todos esses não devem viver com medo de quem ele são. Exorto os meus colegas a votarem a favor dessa regra.”

A Casa Branca apoiou a lei, dizendo que “no fundo, não é apenas sobre as nossas leis, trata-se de quem somos como indivíduos. Isso se relaciona com o valor que damos – se aceitarmos as nossas diferenças em vez de permitir que eles se tornem uma fonte de animosidade. “

No início deste ano, dois psicólogos canadenses disseram que a pedofilia é uma orientação sexual, assim como a homossexualidade ou heterossexualidade.

Van Gijseghem, psicólogo e ex-professor da Universidade de Montreal, disse aos membros do Parlamento, “Os pedófilos não são simplesmente pessoas que cometem um pequeno delito de tempos em tempos, mas é atormentado por o que equivale a um orientação sexual exatamente como outro indivíduo pode estar sofrendo sua heterossexualidade ou até mesmo a homossexualidade. “

Ele continua: “Os verdadeiros pedófilos têm preferência exclusiva por crianças, o que é o mesmo que ter uma orientação sexual. Você não pode mudar a orientação sexual da pessoa. Ele pode, no entanto, ficar sóbrio. “

Quando perguntado se ele comparou os pedófilos e homossexuais, Van Gijseghem respondeu: “Se, por exemplo, vivemos em uma sociedade onde a heterossexualidade foi proscrita ou proibido e você disse que você deve fazer uma terapia para mudar sua orientação sexual, você provavelmente diria que ele é um pouco louco. Em outras palavras, você não precisa aceitar a todos. Eu uso essa analogia para dizer que na verdade os pedófilos não podem mudar sua orientação sexual. “

Dr. Quinsey, professor emérito de psicologia da Universidade de Queen em Kingston Ontário, chegou a acordo com Van Gijseghem. Quinsey disse pedófilos têm interesses sexuais são com as crianças e, “não há nenhuma evidência de que esse tipo de preferência pode ser mudado por meio de tratamento ou qualquer outra coisa. “

Em julho, a Harvard Medical Publications disse. “Pedofilia é uma orientação sexual que não deve mudar. O tratamento visa tornar alguém capaz de resistir a agir em seu apetite sexual. “

Linda Harvey da Missão América, disse que o impulso para a igualdade de direitos para os pedófilos se tornará cada vez mais comum à medida que grupos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros = lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) continuam suas reivindicações. “É tudo parte de um plano para estimular a sexualidade das crianças mais jovens para convencê-los de que a amizade normal é realmente uma atração sexual. “

Milton Diamond, professor da Universidade do Havaí e diretor do Pacific Center for Sex and Society, afirmou que a pornografia infantil pode ser benéfica para a sociedade, porque “os criminosos sexuais usam a pornografia infantil como um substituto do sexo pedófilo. “

O Diamond é um instituto distinto para San Francisco de “Advanced Study of Human Sexuality speaker”. Este instituto foi abertamente defendeu a revogação da proibição de homossexuais nas forças armadas. Foi estabelecido em seu site uma lista de “direitos sexuais básicos”, que inclui “o direito de se envolver em atos sexuais ou atividades de qualquer natureza, se é que não envolvem atos sem consentimento, violência, coação, coerção ou engano.” Outra lei é “viver sem perseguição, a discriminação social e intervenção no comportamento sexual do pessoal “e” liberdade sexual de pensamento, fantasia ou desejo.” A organização também disse que ninguém deve ser “prejudicados por causa de sua idade. “

Leis sobre criminosos sexuais para proteger as crianças foram desafiadas em vários estados, incluindo Califórnia, Geórgia e Iowa. Agressores sexuais afirmam que as leis que os impedem de viver perto de escolas ou parques são injustas porque os penaliza para a vida toda.


 

Fonte Original(em francês): http://direct.cd/2013/04/29/etats-unis-les-pedophiles-reclament-les-memes-droits-les-homosexuels.html

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"...Usando as mesmas táticas que na defesa ”gay”, pedófilos começam a querer um status similar argumentando que o “desejo por crianças” é uma orientação sexual um pouco diferente do que a dos heterossexuais e homossexuais..."
 

"...afirmou que a pornografia infantil pode ser benéfica para a sociedade..."

 

A gente morre e não vê de tudo...aff!

 

 

Sempre tive dúvidas se Homossexualismo seria doença, orientação sexual,  whatever, mas como ficaria as crianças vitimas desse crime ?
Ninguém seria punido pq legalmente o cara poderia até ter a cara de pau de se julgar perseguido pela sua "orientação sexual"...aff! :o

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Sem comentários. Como pesquisadores podem comparar uma coisa tão estúpida?

 

O comportamento homossexual (e não o desejo) envolve sexo entre indivíduos adultos, conscientes e em busca de prazer e amor. É uma atração como qualquer outra que envolve um ATO como qualquer outro CONSENSUAL.

 

O comportamento pedófilo (e não o desejo) envolve sexo entre indivíduos de formação psicológica completamente diferente, díspare. Um indivíduo maduro e outro completamente inocente ou sem a personalidade formada. É um crime por ter como elemento chave a indução pelo adulto pedófilo e, quando não tem, parte de um indivíduo completamente sem real consciência do ato que está cometendo.

 

Se o desejo pedófilo em POTENCIAL envolve a possibilidade de CRIME pela indução de menores, para mim não há a menor dúvida de que não há equiparação e nem nunca terá.

 

E não, em NENHUM momento, os direitos conquistados pelos homossexuais são sequer questionáveis por atitudes absurdas como essas.

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É estúpida de acordo com o conceito que se tem hoje de pedofilia... Há 30/40 anos atrás dizia-se a mesma coisa sobre os "direitos" dos homossexuais. O conceito mudou, mudou a abordagem dele e tudo o que veio daí em diante foi questão de tempo. 

 

Sem comentários. Como pesquisadores podem comparar uma coisa tão estúpida?

 

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É estúpida de acordo com o conceito que se tem hoje de pedofilia... Há 30/40 anos atrás dizia-se a mesma coisa sobre os "direitos" dos homossexuais. O conceito mudou, mudou a abordagem dele e tudo o que veio daí em diante foi questão de tempo. 

 

Não mesmo. A ideia por detrás do homossexualismo é questão de aceitação de algo que não promove prejuízo psicológico a nenhum dos indivíduos ENVOLVIDOS, que comungam da mesma vontade e desejo. Não há razão LÓGICA nem base de fundamento para coibir e discriminar dois indivíduos adultos conscientes que se envolvem em uma relação que lhes traz prazer e amor, isso é puro preconceito da sociedade (eu tenho consciência que não gosto de vários comportamentos homossexuais, mas isso em nenhuma instância me faz sequer pensar em questionar a situação SOCIAL de tais indivíduos coibindo os comportamentos que me causam desconforto -  seria o mesmo que eu impusesse que ninguém comesse mais abobrinha porque eu não gosto). Os direitos dos homossexuais estão sendo conquistados por justiça, um conserto por algo que não tem fundamento para a coerção que tais indivíduos sofrem.

 

Esse caso aí não tem a menor comparação. Existem BASES extremamente poderosas que demonstram claramente a diferença dos fundamentos dos dois casos. Aqui há o envolvimento de um indivíduo sem maturidade psicológica e física, indução de um dos indivíduos por violar o corpo do outro sem que esse último tenha consciência real do que está fazendo (a gravidez poderia ser uma consequência terrível do ato, dentre inúmeros outros prejuízos mentais) e muitos outros problemas, inclusive a temeridade justificável de pais com crianças pequenas cujos filhos podem ser abusados. Não DÁ pra comparar, é incrivelmente estúpido tentar, esses caras viajaram feio.

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Não mesmo. A ideia por detrás do homossexualismo é questão de aceitação de algo que não promove prejuízo psicológico a nenhum dos indivíduos ENVOLVIDOS, que comungam da mesma vontade e desejo. Não há razão LÓGICA nem base de fundamento para coibir e discriminar dois indivíduos adultos conscientes que se envolvem em uma relação que lhes traz prazer e amor, isso é puro preconceito da sociedade (eu tenho consciência que não gosto de vários comportamentos homossexuais, mas isso em nenhuma instância me faz sequer pensar em questionar a situação SOCIAL de tais indivíduos coibindo os comportamentos que me causam desconforto -  seria o mesmo que eu impusesse que ninguém comesse mais abobrinha porque eu não gosto). Os direitos dos homossexuais estão sendo conquistados por justiça, um conserto por algo que não tem fundamento para a coerção que tais indivíduos sofrem.

 

Esse caso aí não tem a menor comparação. Existem BASES extremamente poderosas que demonstram claramente a diferença dos fundamentos dos dois casos. Aqui há o envolvimento de um indivíduo sem maturidade psicológica e física, indução de um dos indivíduos por violar o corpo do outro sem que esse último tenha consciência real do que está fazendo (a gravidez poderia ser uma consequência terrível do ato, dentre inúmeros outros prejuízos mentais) e muitos outros problemas, inclusive a temeridade justificável de pais com crianças pequenas cujos filhos podem ser abusados. Não DÁ pra comparar, é incrivelmente estúpido tentar, esses caras viajaram feio.

 

Concordo com você na parte da pedofilia. Porém toda a sua argumentação parte de uma premissa que tenho dúvidas se é verdadeira. Qual a base para afirmar que a relação homossexual, ainda que haja vontade e desejo de ambas as partes, não causa prejuízo psicológico para os envolvidos? 

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Existe prejuízo psicológico em toda relação não consensual... Seja Heterossexual, Homo, Pan, Trans, Tchu, Tcha...

 

Uma criança não pode consentir sobre algo que ela não entende perfeitamente e que a "viola" de forma extremamente invasiva...

Assim como é crime necrofilia, zoofilia, estupro, etc e tal e onde exista alguém que é coagido à ter relações sem o consentimento... Pacientes em coma também...

Não se trata somente de prejuízo psicológico, além dele há o físico.

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Uai,simplesmente porque a ideia de consenso em conjunto com prazer e amor não suscitam essa hipótese. Eles simplesmente optariam por não fazer se achassem que causaria qualquer prejuízo. Entenda, não há COERÇÃO aqui.

 

Num primeiro momento parece que a idéia de consenso não suscita essa hipótese. Parece... Tem idéia de quantos psicólogos reportam atendimento a homossexuais com sérios problemas emocionais por causa da sua orientação sexual sendo que muitas vezes os problemas não são oriundos da discriminação externa? Minha mãe é psicóloga e a cada semana há uma história nova de algum colega com quem ela conversou sobre o assunto. 

 

Quanto à questão de não optarem se achassem que causa prejuízo, isso me parece uma baita de uma contradição. Fosse assim, o homossexual simplesmente optaria por desenvolver outra orientação sexual tendo em vista o enorme preconceito e discriminação que sofre hoje na sociedade. 

 

E ninguém está falando de coerção. A criança por sua imaturidade é facilmente convencida a se submeter a isso. Não vejo isso como coerção. 

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Scofield e Saga resumiram a questão. Há um artigo muito bom (em inglês) que traz um apanhado de pesquisas médicas e estatísticas a respeito da questão:

 

http://psychology.ucdavis.edu/rainbow/html/facts_molestation.html

 

Elencando muito brevemente os pontos:

 

- Não há relação entre homossexualidade e pedofilia.

 

- Nem todo abuso de crianças (e por criança o texto se refere a pessoas sem idade legal para consentir um relacionamento com um adulto) significa pedofilia.

 

- Pedofilia é uma condição mediante a qual a pessoa sente atração sexual por indivíduos de sexualidade não formada (ou seja, o cara de 19 anos que transa com uma guria de 17 comete, legalmente falando, um abuso, mas não é pedófilo).

 

- Existe ainda o termo hebefilia, que designa a preferência sexual por pessoas após o início da puberdade, mas ainda no que, frequentemente, chamamos de "pré-adolescência". Não está no artigo citado, mas existe ainda a efebofilia, que designa a preferência sexual por adolescentes mais velhos (não há uma idade exata, pois maturidade varia de caso a caso, mas pensem em 15 ou 16 anos como o ponto de mudança). Essas três condições fazem parte de um grupo maior, chamado cronofilia, que abrange todas as preferências sexuais baseadas em biotipos atrelados a idade.

 

- Em 1970, 70% dos entrevistados em uma pesquisa americana disseram crer que "homossexuais se envolvem com crianças" (simplificação minha). Em 1999, apenas 19% dos homens e 10% das mulheres heterossexuais disseram acreditar que a maioria dos homens gays molestam crianças; apenas 9% dos homens e 6% das mulheres heterossexuais acreditam que a maioria das lésbicas molestam crianças. É muito em números absolutos, mas é uma diminuição grande, o que favorece a esperança.

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Num primeiro momento parece que a idéia de consenso não suscita essa hipótese. Parece... Tem idéia de quantos psicólogos reportam atendimento a homossexuais com sérios problemas emocionais por causa da sua orientação sexual sendo que muitas vezes os problemas não são oriundos da discriminação externa? Minha mãe é psicóloga e a cada semana há uma história nova de algum colega com quem ela conversou sobre o assunto. 

 

Quanto à questão de não optarem se achassem que causa prejuízo, isso me parece uma baita de uma contradição. Fosse assim, o homossexual simplesmente optaria por desenvolver outra orientação sexual tendo em vista o enorme preconceito e discriminação que sofre hoje na sociedade. 

 

E ninguém está falando de coerção. A criança por sua imaturidade é facilmente convencida a se submeter a isso. Não vejo isso como coerção. 

 

Faço ideia. Mas também tenho a ideia de que todos esses sentimentos apresentam, indubitavelmente, relação com o meio em que os indivíduos estão inseridos. Não tem como fugir. Todos os aspectos sociais (inclusão em grupos, ambientes de trabalho, meio familiar, etc) requerem determinadas normas comportamentais. A maior parte dos conflitos (senão todos) estão vinculados diretamente a perspectivas sociais do que é considerado correto ou incorreto.  Então, aceitar o que o indivíduo É, seu desejo sexual e a impossibilidade de corresponder ao "socialmente mais benéfico" ou com desejos internos (por exemplo, para um indivíduo homossexual do sexo mascuino que se comporte como tal não há possibilidade de filhos DELE, somente adoção e ponto final) se tornam fontes inequívocas de conflitos. Só que estes pontos são de conflito de problemas inerentes às circunstâncias. Por exemplo (sic)...nunca serei um indivíduo BRANCO e tenho que lidar com isso, embora não seja o ideal dos parâmetros sociais estéticos e de domínio econômico/cultural. Tudo que disse aqui se refere à orientação sexual. Esta não se escolhe, se É.

 

Aí vem o problema...estamos confundindo terrivelmente orientação sexual com comportamento sexual. Eu não escolho ter atração por mulheres (que, por um acaso, é o socialmente aceitável), mas só me relaciono com uma se houver N fatores que conjuguem com esse comportamento. Aí saímos da esfera da orientação para entrar na comportamental.

Entenda: a escolha por desempenhar um papel na conquista, no sexo, na união estável ou qualquer outra relação de proximidade com outras pessoas não é a mim inerente, é uma ESCOLHA. Qualquer escolha nesse sentido envolve algum risco. 

Se eu me envolvo com uma mulher estou fazendo uma escolha pela possibilidade de ter meus desejos sexuais, afetivos e psicológicos satisfeitos em dada instância, MAS corro o risco de ser abandonado ou rejeitado. Esse tipo de "prejuízo"  não decorre de minha orientação sexual, mas da VIDA. Não é o que discutimos aqui.

 

Assim, fica claro que o homossexual NÃO pode escolher sua atração, sua orientação, mas PODE escolher seu COMPORTAMENTO, se quer ou não se relacionar (ainda mais com os problemas sociais que isso implica por ser considerado uma infração à norma geral) ou (agora dentro do meio) se decepcionar ou ser feliz, por ser um humano como os outros e,  portanto, sujeito aos mesmos tipos de relações humanas e escolhas. Portanto, não há que se comparar as duas coisas.

 

O problema do pedófilo é que a orientação não é passível de escolha, mas o COMPORTAMENTO SIM. E, SE o indivíduo fizer a escolha por este último o dano social é enorme, abismal - o que justifica a temeridade, enquanto no caso do homossexual é completamente irrelevante de modo REAL, o problema é simplesmente cultural e de convívio com as diferenças.

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OBS: Dook, não quero que se esqueça de que não sou um indivíduo religioso (e acho que a religião mudaria um pouco meu modo de lidar com a coisa por partir de alguns princípios diferentes), então analiso as coisas sempre de forma mais...sei lá, seca. Por outro lado, o post acima seria o que considero ideal com relação ao comportamento da sociedade com relação aos homossexuais, mas eu mesmo apresento VÁRIAS falhas de comportamento que contradizem o que falei, hahaha.

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Falo de prejuízos emocionais intrínsecos à pessoa e não necessariamente ao relacionamento... No caso da esposa alcóolatra, ciumenta, marido que abusa, etc, são fatores externos à pessoa, porém intrínsecos ao relacionamento.

 

Bom, o fato é que por ora não estamos discutindo prós e contras do relacionamento homossexual, mas o avanço da idéia de que a pedofilia é uma orientação sexual como qualquer outra.

 

Segue mais uma notícia estarrecedora:

 

 

Tribunal reconhece Associação de Pedófilos sob argumento de “liberdade de expressão”

Decisão da corte holandesa gera polêmica

 

Um Tribunal de recursos aprovou a existência de uma associação de pedófilos. No ano passado, após o julgamento em primeira instância, foi proibido de existir, pois seria uma ameaça para a sociedade.

 

A decisão controversa ocorreu na Holanda, onde a Associação Martijn, defensora do sexo consensual entre crianças e adultos, recebeu permissão para retomar suas funções. Agora, o Tribunal de apelação de Arnhem, Leeuwarden, decidiu que embora o trabalho da associação seja “contrário à ordem pública, não há uma ameaça de desintegração da sociedade”.

 

A vitória foi conseguida após os advogados do presidente da associação Martijn Uittenbogaard apelarem da decisão judicial que ordenou a dissolução do grupo de pedófilos em junho de 2012. A principal alegação é a “liberdade de expressão”. Entre as acusações contra a associação estão os antecedentes criminais de alguns de seus membros por abuso sexual. Porém, o juiz entendeu que eles nunca haviam cometido o crime tipificado como “pedofilia”.

 

Fundada em 1982, a associação Martijn afirma lutar pela aceitação do sexo consentido entre adultos e crianças, mas é  contrária a qualquer tipo de abuso sexual.  Trata-se da segunda maior associação do tipo no mundo, após a NAMBLA. Até 1994 fez parte da Associação Internacional de Gays e Lésbicas. A entidade propõe um código ético baseado em quatro regras que deveriam ser levadas em conta em todas as interações com menores:

  • Consentimento, tanto da criança quanto do adulto.
  • Abertura para os pais da criança.
  • Liberdade para a criança de se retirar da relação em qualquer momento.
  • Harmonia com o desenvolvimento da criança.

Mesmo assim, sabe-se que o ex-presidente da entidade, Ad van den Berg, foi condenado em 2011 a três anos de prisão, por posse de fotografias, filmes e revistas de pornografia infantil.  O atual presidente da associação comemorou pelo Twitter , dizendo apenas “felizmente ainda existem juízes sábios”. Embora tenham ocorrido muitos protestos pela decisão, não cabe mais recurso. Com informações de ACI Digital. 

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PQP !!!

 

 


...

  • Consentimento, tanto da criança quanto do adulto.
  • Abertura para os pais da criança.
    ...

Se esquecem de que uma criança pode ser sugestionada, seduzida, ludibriada, que não tem maturidade p/ decidir algo assim.

Abertura p/ os pais, tipo o que ? Eles permitirem ou não ?

 

A existência de uma associação assim já é uma aberração, mas nomear sábio  tal juiz ... aff!

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Essas alegações estúpidas que ocorrem acobertadas por um suposto direito garantido pela democracia me fazem questionar radicalmente o conceito e limitação do modelo. Para mim, existem casos (como esse e o do neonazismo) que geram aberrações inaceitáveis em qualquer contexto. Foda-se a livre expressão quando há um gritante risco social.

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Chega ao fim casamento "express" de Daniela Mercury e Malu Verçosa
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Foto: Arte sobre Reprodução/Instagram: Metropress
Com a mesma intensidade com que tornou pública a sua união com a jornalista Malu Verçosa, a cantora Daniela Mercury pôs um fim à relação que parecia uma eterna Lua de Mel. Malu já saiu da casa da Rainha do Axé, e o clima entre elas não é dos melhores. Vizinhos testemunharam o desentendimento e relataram que foi algo digno de novela mexicana.

Daniela e Malu assumiram a relação no dia 03 de abril deste ano, quando, em viagem à Europa, publicaram fotos românticas e declarações de amor nas redes sociais. De lá pra cá, tudo eram flores. Fotos e pedidos de casamento eram uma constante na imprensa nacional. 

Daniela Mercury parece servir de inspiração para suas músicas. "Sou perecível ao tempo, vivo por um segundo. Perdoa, meu amor, esse nobre vagabundo".
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