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NoraEnfyl

Ennio Morricone

Qual trilha é a melhor??  

17 members have voted

  1. 1. Qual trilha é a melhor??

    • Kill Bill vol 2
      0
    • A Missão
      1
    • Cinema Paradiso
      2
    • Malena
      0
    • O Mal, O Bom e o Feio
      13
    • Era Uma Vez no Oeste
      10
    • Era Uma Vez na América
      1
    • Zorba, O Grego
      0
    • Por Um Punhado de Dólares
      0
    • Por Uns Dólares A Mais
      0
    • A Batalha de Argélia
      0
    • Outra... comente, por favor.
      2


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Eu já rodei a net atrás de informação sobre os ingressos e não encontrei nada. Mora na Paraíba, mas juro que não perco este concerto.

 

Falando em sua melhor trilha minha preferida é a canção "Ecstasy of Gold" de Três Homens em Conflito.

 

Ops: meu avatar nem esconde a origem do meu filme favorito.06
MERI BRASIL2007-04-18 14:47:00

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Man With Harmonica' date=' de Era uma Vez no Oeste. Só aquela cena do Frank colocando a gaita entre os dentes do Harmonica, quando a música toca inteira, já supera qualquer coisa parecida que eu tenha visto no cinema.16

[/quote']

 

Realmente, a combinação da direção de Leone com a música de Morricone gera coisas absolutamente incríveis. Além da cena que citou, também há a corrida no cemitério em busca da cova ao som de L'estasi dell'Oro, em Três Homens em Conflito. A sensação de assistir a isso é praticamente indescritível. 16

 

Eu acho essa cena a mais perfeita combinação entre cena e música da história do cinema!

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O Dook vai chorar ao ler isso...0406

 

Ennio Morricone faz concerto antológico no Rio

Reunindo

clássicos famosos que compôs para o cinema em suítes e blocos

temáticos, compositor italiano exibiu no Municipal toda sua

versatilidade

Lauro Lisboa Garcia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Divulgação

732007050712541215morriconed.jpg

Ennio Morricone, durante concerto no Teatro Municipal, no Rio

 

 

 

 

 

RIO

- Era positivamente previsível. Ennio Morricone em pessoa, regendo seus

clássicos para o cinema ao vivo, num Teatro Municipal tão cheio de

gente e expectativa quanto o palco, coberto por um coro de 90 vozes e

uma orquestra de 95 músicos, protagonizou uma noite antológica sábado

no Rio. Com quase duas horas de duração, o concerto reuniu temas

famosos de Morricone para filmes como Os Intocáveis e Cinema Paradiso, que abriram respectivamente o primeiro e o segundo atos do programa.

O

maestro e compositor italiano, de 79 anos, tem um estilo discreto de

reger e estruturar o roteiro, com passagens sutis de um tema para

outro. Nos ensaios (foram sete desde quarta-feira) já tinha deixado

claro que não é de muitas palavras e que seu grau de exigência é alto

como convém à grandeza de sua obra, embora não pareça intimidador. Fora

uma bronca ou outra por causa de uma nota dissonante, o entendimento

com os músicos contribuiu para a fluência do concerto. Para tanto,

Morricone conta com um eficiente staff de colaboradores, entre eles os

preparadores do coro e da Orquestra Petrobrás Sinfônica, que ganhou

elogios dele nos bastidores.

Em conversa com o Estado,

o regente Steffano Cucci, que veio dias antes para preparar o Coro

Sinfônico do Rio de Janeiro, também elogiou o trabalho do colega

brasileiro Julio Moretzsohn: "Não tive muita dificuldade em trabalhar

com eles porque são ótimos cantores, afinados e muito atentos. Além

disso, têm um estilo muito similar ao dos vocalistas italianos, por

serem cantores líricos", disse.

Temas

 

Os temas em que o coro atuou no concerto foram os que causaram maior comoção: o popular Três Homens em Conflito (Il Buono, il Brutto e il Cattivo), Abolição (de Queimada), Here´s to You (de Sacco & Vanzetti) e o espetacular On Earth as it Is in Heaven

(de A Missão), repetido no último dos três bises. A voz da soprano

Suzana Rigacci intrigou a platéia ao surgir em off num excerto de

Maddalena, para depois expor toda sua exuberância no emocionante tema

de Era Uma Vez no Oeste. Além de Suzana, Morricone trouxe um grupo

formado por Nanni Civitenga (baixo), Rocco Zifarelli (guitarras

elétrica e acústica), Vicenzo Restuccia (bateria), Ludovico Fulci

(teclado) e Gilda Buttá (piano). O conjunto fez um expressivo

contraponto pop ao padrão classicista predominante.

Dividido

em blocos temáticos, o roteiro deu uma panorâmica representativa da

atuação de Morricone, não apenas pela diversidade estilística de suas

composições e arranjos, mas pela ausência de qualquer arbitrariedade

quanto aos gêneros cinematográficos. Até porque, como disse o próprio

compositor, ele muitas vezes criou trilhas sonoras sem ter nem sequer

como parâmetro a sinopse do filme. Isto só reforça o conceito evidente

de que sua música, apesar de muitos temas estarem intrinsecamente

associados a determinadas cenas, é um organismo que se distingue pela

qualidade inerente - seja popular ou erudita, ligada ao cinema de arte,

político, de ação ou entretenimento.

O primeiro bloco, A Vida e a Lenda, abriu com o tema forte dos Intocáveis, para depois deslizar à magnitude do quase silêncio com Era Uma Vez na América, retomando a intensidade em A Lenda do Pianista do Mar.

O bloco seguinte, intitulado Folhas Soltas, foi o mais pop, com o

conjunto revelando um suingue a que os cariocas estão familiarizados,

pela proximidade com o samba-jazz em Metti Una Sera a Cena, e

encerrando com um quase rock em Maddalena.

 

 

Ponto alto

 

O tema de Cinema Paradiso

ficou solto no roteiro, mais como uma concessão ao público brasileiro,

mas nem por isso menos bonito. Mais adiante o conjunto voltaria a se

destacar pelo approach eletrônico e com sutis efeitos e solo de

guitarra no bloco O Cinema do Comprometimento, reunindo temas marcantes como o de Investigação sobre um Cidadão acima de Qualquer Suspeita, Pecados de Guerra e Queimada.

 

Mas

os momentos de pico, estrategicamente situados no encerramento de cada

ato, foram os blocos dedicados à Modernidade do Mito no Cinema de

Sergio Leone, que fechou com a belíssima Giù la Testa (de Quando Explode a Vingança), e o Cinema Trágico, Lírico e Épico, com destaque para a suíte de A Missão, incluindo um dos temas mais profundamente belos de Morricone, Gabriel´s Oboe. Inesquecível.

A

figura mitológica do mais clássico dos compositores para cinema foi

reduzida à de um "tropicalista italiano" no discurso do ministro

Gilberto Gil, que não compareceu ao concerto alegando doença,

encarregando a tarefa ao ator José Wilker. Motivo de riso e

perplexidade geral, o interminável pronunciamento extrapolou o

suportável, agravado pelo tom arrogantemente alto da voz de Wilker. Fez

por merecer o princípio de vaia que tomou da platéia. Mas não vamos

desperdiçar tempo e espaço com comentários sobre a intenção de polêmica

implícita no discurso. A música de Morricone dispensa essas farofadas.

 

 

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Talvez Ennio Morricone seja o maior colaborador para cinema ainda vivo , temos Martin Scorsesse , mas que infelizmente não mantém sua grandiosidade como antes .

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Ressucitando o tópico.  Recentemente reví ORCA- A BALEIA ASSASSINA, e só a trilha sonora já vale o filme. Simplesmente linda! 16 

 

O Morricone é com certeza um dos melhores compositores q já passaram pelo cinema. Nem comentarei as trilhas q ele compôs para os filmes do Leone, né? Simplesmente fodasticas.
Questão2010-02-04 12:09:32

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