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Popular Content

Showing content with the highest reputation since 07/12/20 in all areas

  1. 3 points
    Jorge Soto

    Filmes Sessão da Tarde

    nestes tempos covidianos de quarentena e eventualmente sem o que fazer, ando fuxicando novos softwares de edicão pras minha atividades e me deu na louca de fazer uma paródia de 1 min de um crássico de sessão da tarde.... a ver se adivinham, enjoy...🤣 testefim.mp4
  2. 2 points
    lembrando também que esse filme foi produzido pela Touchstone Pictures..subsidiária da Disney😁, dirigido pelo Spock, Leonard Nimoy... Ah, e que esse filme deu polemica na época porque numa cena aparece um suposto fantasma, treta que até apareceu no Fantastico, e que no final era um cartaz de papelao esquecido no cenário..🤣
  3. 2 points
    Jailcante

    Tron 3 - (dir. Garth Davis)

    Tron 3 confirmado. Estrelado pelo Jared Leto e dirigido por Garth Davis. Edit: Tinham colocado que seria pro Disney+, mas corrigiram. Disney vai fazer o filme, mas não diretamente pro Disney+.
  4. 2 points
    Big One

    Liga da Justiça (HBO MAX, 2021)

    Animal..não tem como não se arrepiar tocando um tema desses!!!
  5. 2 points
    Scatman

    Liga da Justiça (HBO MAX, 2021)

    A Warner Games é publisher dos jogos Mortal Kombat e pode ser que o estúdio Rocksteady anuncie algum novo game do Batman (ou outro personagem da DC) no evento, por isso a ligação. Expectativa alta com especulações sobre um game da Corte das Corujas no Universo Arkham dos games.
  6. 2 points
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    "Cidade Pássaro", com título internacional, "Shine Your Eyes", é um filme brasileiro que competiu em Berlim 2020, na Mostra Panorama, e foi bem recebido por lá. Pudera, é um ótimo filme, muito melhor do que eu pensava. O diretor Matias Mariani, e um time de muitos roteiristas que incluem sua esposa Júlia Murat, fizeram uma história muito inteligente, e muito original, filmado sem o miserabilismo tradicional do nosso cinema, mesmo se passando no castigado centro velho da capital paulista ( Há até uma cena na belíssima Sala São Paulo). Conseguiu também tocar em pontos colaterais, como a ocupação de imóveis abandonados, a pouca mas importante assistência ao imigrante, bem como na falta de cultura linguística do brasileiro. A história: Um nigeriano vem ao Brasil procurar o irmão mais velho que desapareceu, logo descobre que ele contava mentiras, alardeando sucesso, para a família se tranquilizar por lá. Na busca pelos passos do irmão, descobre outras pessoas que se relacionaram com ele, e também descobre o lado mais duro da cosmopolita São Paulo, bem como seu histórico de receber imigrantes do mundo todo. O filme é falado mais em Igbo (uma das línguas da Nigéria) do que em português, mas há muito espaço para o inglês, chinês, e também até húngaro. Tudo para mostrar essa faceta multicultural da cidade. Ademais, o roteiro consegue, às vezes de forma bem sucedida, às vezes não, aliar a ancestralidade africana com a matemática e a tecnologia - áreas de interesse do irmão desaparecido. Mas o melhor lado da história pra mim é o relacionamento amoroso formado por tabela, entre o protagonista vivido de forma excelente pelo nigeriano O.C. Ukeje e a atriz brasileira Indira Nascimento. Gostei muito. É uma pena que o filme, acredito, não tenha 50% de português para se qualificar na disputa para ser o candidato a Melhor Filme Internacional.
  7. 2 points
    Jorge Soto

    Mulan (Live Action)

    Magina
  8. 2 points
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Do mestre japonês Masahiro Shinoda, vi esse "Sob as Cerejeiras em Flor", filme de 1975. Um ladrão abrigado nas montanhas ataca uma comitiva na floresta de cerejeiras (que, dizem, sua floração tem o poder de enloquecer as pessoas) e sequestra uma mulher, tomando-a como esposa. Mal sabe ele o que lhe aguarda. A mulher é vaidosa, mimada, e terrivelmente sádica, fazendo-o pagar todos os pecados. É pena que depois da metade, o filme dê uma mudada de escopo. A linha principal - de um casal pérfido que efetivamente se merece - é muito melhor do que a segunda parte, quando o casal sai da floresta e vai para a cidade, bem como seu ingresso na comitiva de ladrões. A natureza é perigosa.
  9. 1 point
    Jailcante

    A Hora do Pesadelo

    Vídeo interessante. Uma série de perguntas e respostas sobre a série (em inglês): Uma pergunta interessante que ele faz aí é 'como o Freddy é derrotado de forma diferente em cada filme'? E a resposta que ele dá, até faz sentido (nem tanto, mas ok, é plausível). É que o Freddy também obedece as regras do "sonhador" e cada sonhador ali no final tem pensa em algo diferente pra derrotá-lo. No primeiro filme, Nancy recebe a informação de que a força dele vem do medo (Glen fala pra ela sobre algo que leu em um livro), e assim ela retira a força dele ao demonstrar que não tem medo. No quarto filme, Alice lembra das regras do "Mestre do Sonhos" e aí aplica pra vencer ele. E etc. Outra coisa é sobre a morte da babá no Novo Pesadelo. Ela não estaria dormindo ali, só o menino, então como o Freddy conseguiria pegar ela? Ali ele diz que esse filme não é o Freddy em si, e sim, um monstro que simularia o Freddy. E as regras de como ele age, o filme não deixa claro. Ele simularia o Freddy, mas não 100%. (Por causa desse vídeo até refleti mais sobre a série. Depois posto aqui, quando tiver um tempinho)
  10. 1 point
    Questão

    Patrulha do Destino (Série)

    Visto a 2ª temporada de PATRULHA DO DESTINO Segue abaixo minha humilde resenha, a qual não é possível fazer sem dar alguns spoilers da 1ª Temporada, então, fica o aviso. Na trama, algum tempo se passou desde que a Patrulha do Destino conseguiu derrotar o perverso Sr. Ninguém; mas agora eles devem lidar com as consequências das revelações feitas durante o confronto, onde a equipe descobriu que o seu querido mentor; Niles Caulder, vulgo o Chefe (Timothy Dalton) deliberadamente provocou os acidentes que lhes deu poderes e os transformou em párias (excetuando o Ciborgue (Joivan Wade) que foi mesmo um acidente). Os motivos de Caulder para destruir as vidas dessas pessoas envolviam a busca pelo prolongamento da vida, que o cientista desejava para poder proteger a sua filha, a jovem Dorothy (Abigail Shapiro), uma garota com o corpo e mentalidade de uma criança de doze anos, (embora já tenha mais de cem anos de idade), com a habilidade de dar vida aos seus amigos imaginários. Enquanto enfrentam novos e bizarros inimigos, e tentam acertar as contas com o seu passado e decidir que tipo de heróis eles são, os membros da Patrulha precisam encontrar uma forma de perdoar Niles, e proteger não só Dorothy do mundo, mas o mundo dela, pois um poderoso demónio conhecido como o Candelabro está preso na imaginação da garota, apenas esperando o momento certo de se libertar e devastar o Planeta Terra. Tendo surgido como um Spin-Off da fraca TITÃS, PATRULHA DO DESTINO foi uma das grandes surpresas de 2019, trazendo uma série de super heróis bastante divertida e madura, que abordava temas complexos como o abuso sexual; preconceito; auto aceitação; os tons cinzentos da moralidade; entre outros, tratando-os de forma bastante adulta, mas sem com isso abrir mão da natureza insana; colorida; e muitas vezes ridiculamente surreal das histórias de super herói, inclusive rindo com gosto de muitas das convenções do subgénero, sem transformar este humor em cinismo exagerado. Sendo, na minha opinião, uma das melhores coisas produzidas pela DC nos últimos anos, as expectativas para a segunda temporada eram muito grandes, não só pela altíssima qualidade da temporada de estreia, mas pela curiosidade de saber como o show iria lidar com a ausência do brilhante vilão vivido por Alan Tudyk, que deu grande parte da identidade da temporada anterior pelas quebras da quarta parede. Pois bem, a segunda temporada finalmente chegou, sendo lançada tanto pela DC Universe Online quanto pela HBO Max (o que indica o fim iminente do primeiro serviço, na minha opinião), e com a nova temporada, chega também a duvida se a série conseguiu manter as suas principais qualidades. A resposta é um grande e sonoro sim, embora seja uma experiência sensivelmente diferente (e mais sombria) do que o primeiro ano. A relação de pais e filhos surge como a grande temática da temporada, com cada um dos personagens principais lidando com as marcas que tais relações deixaram em suas vidas. Cliff; o Homem Robô (Brendan Fraser) e Larry; o Homem Negativo (Matt Boomer) tentam reestabelecer os laços com os filhos dos quais se afastaram após as tragédias que mudaram as suas vidas. Rita; a Mulher Elástica (April Bowlby) precisa lidar com um trauma envolvendo a sua mãe manipuladora; o Ciborgue deve lidar com a culpa de quase ter matado o pai na temporada anterior após ser enganado pelo Sr. Ninguém, e nem precisamos falar de Crazy Jane (Diane Guerrero), cujos fantasmas do abuso paterno que sofreu na infância voltam constantemente para assombra-la. E claro, temos a relação de Niles e Dorothy, onde a superproteção do primeiro em impedir que a filha cresça para proteger a garota (e o resto do mundo) do Candelabro possivelmente tenha deixado a menina mais vulnerável á criatura. Uma das grandes diferenças desta temporada em relação a anterior é a forma como o arco central da temporada é trabalhado. Diferente da primeira temporada, onde a equipe tinha um objetivo claro, que era resgatar Niles das garras do Sr. Ninguém, e todas as tramas se ligavam direta ou indiretamente com este objetivo; a ameaça do Candelabro, embora sempre presente, assume um caráter mais periférico. De fato, a própria ausência do vilão de Tudyk dá uma cara diferente a temporada, já que a sua narração metalinguística e sarcástica muitas vezes suavizava alguns dos momentos mais sombrios da história, e essa válvula já não está mais aqui. Com isso, não quero dizer que a série abandonou o seu bom humor característico e nem a sua insanidade quadrinhesca, pois ela ainda é um daqueles poucos programas que consegue transitar com elegância do drama genuíno para a comédia hilariante e vice versa. Mas decididamente temos uma temporada mais intimista e menos preocupada em rir do género, o que acho uma decisão acertada, pois do contrário seria uma piada repetida. Esta segunda temporada continua o ótimo trabalho de desenvolvimento de seus protagonistas iniciado na temporada anterior. O Homem Robô continua sendo o coração da equipe, e um dos grandes alívios cómicos da série, devido a otima dublagem de Frasier e trabalho corporal de Riley Shanahan. A jornada de Cliff Steele neste ano é tragicômica, e se há momentos em que o personagem nos faz gargalhar, como o momento em que suas pernas param de funcionar no meio da estrada, e ele é obrigado a gravar video-selfs para um garoto que passava para poder usar o telefone, em outros ele nos deixara realmente emocionados, como uma conversa franca que ele tem com Dorothy no episódio seis após a menina passar por uma triste experiência. Além disso, a relação de rancor sempre regada a muitos palavrões que ele desenvolve com o Chefe acaba sendo outro destaque. Ainda na linha do tragicômico, April Bowlby volta a se destacar como Rita Farr, entregando uma atuação onde o exagero dos gestos da personagem como uma típica diva dos anos 50 mascaram as suas inseguranças. A Mulher Elástica surge muito mais confiante aqui, e com um controle bem maior de seus poderes, e tem uma jornada inicialmente interessante onde busca se firmar como uma super heroína. Entretanto, o arco acaba sendo um pouco atrapalhado quando a personagem também passa a lidar com o medo de sua carreira como atriz não ter sido merecida ao fazer uma descoberta sobre a mãe, e passa então a tentar se provar como artista, dois aspectos do conflito da personagem que acabam não sendo muito bem articulados, embora talvez seja injusto julgar por razões que explorarei mais a frente. Se na primeira temporada, a jornada de Larry Trainor envolvia a aceitação não só da sua sexualidade, mas da entidade com a qual agora dividia o corpo, neste ano, o Homem Negativo precisava ter a coragem de se aproximar daqueles que deixou para trás. Diferente de Cliff, que só recentemente descobriu que a filha sobreviveu ao acidente que destruiu o seu corpo, Larry sempre soube onde os seus filhos estavam, e onde encontra-los, o que faz com que ele lide com uma dose extra de culpa. E é interessante que ao compararmos a jornada do Homem Robô com a do Homem Negativo, percebermos que enquanto Cliff volta para a vida da filha em um momento de renovação, já que a jovem está grávida e prestes a se casar, Larry volta a vida do filho mais velho em um momento de perda, após o filho mais novo cometer suicídio, apontando o arco mais sombrio atravessado por Trainor, que tem que finalmente enfrentar o preconceito que sempre temeu. O Ciborgue, entretanto, acaba soando um pouco deslocado nesta temporada, com a trama envolvendo o seu romance com a misteriosa Roni, uma ex militar que o herói conhece em um grupo de apoio, sendo bem desinteressante, e completamente solto em tom ou tema do resto da temporada. O que é uma pena, pois quando o Victor Stone de Joivan Wade aparece ao lado da Patrulha, gera alguns dos momentos mais divertidos da temporada, como o sonho de Cliff e a fantasia de Rita, que parodiam STARSKY E HUTCH e OS VINGADORES (Não os da Marvel), onde ambos se vêem combatendo o crime ao lado de Stone como heróis. Essas montagens não só são muito divertidas, como dizem muito da forma como os membros da Patrulha vêem o Ciborgue, um exemplo a ser seguido, ainda que de sua própria maneira, este super herói tradicional seja tão danificado quanto os seus colegas "Freaks". A Crazy Jane de Diane Guerrero merece o seu próprio parágrafo, afinal, tem um núcleo inteiro de personalidades só pra ela. Se na primeira temporada, o funcionamento das 63 personalidades de Jane eram um mistério, explorado apenas no ótimo "Jane Patrol", na segunda temporada, o Underground, como é chamado o espaço mental onde vivem as personalidades na mente da garota, torna-se um cenário recorrente. Inicialmente temi que essa maior presença do Underground pudesse baratear o mistério em torno da personagem, mas felizmente foi um dos núcleos melhor trabalhados da história, tornando o Underground um mundo ainda mais rico e instigante. O arco de Jane envolve uma crise de identidade literal, já que as personalidades restantes passam a questionar a capacidade de Jane como a personalidade primaria, já que ela basicamente vive pondo a vida da "garota"(como chamam Kay a personalidade original) em risco ao arrastá-las para enfrentar meta humanos psicóticos e demônos extradimensionais ao lado da Patrulha. Apesar de tudo, incluindo a traição de Niles Caulder, a Patrulha do Destino é uma família para Jane tanto quanto as personalidades do Underground, que a ajuda a crescer e se curar. Mas o que é a cura para a garota que um dia já foi Kay Challis? Jane ama Kay (preservada na forma de uma criança em sua mente), mas a cura não significaria o seu desaparecimento? Não só Guerrero tem a chance de apresentar grandes momentos ao longo dos nove episódios (com destaque para uma dolorosa cena na finale que mostra o nascimento de Jane como a nova primária após o desaparecimento de Miranda, a primária original) como as outras personalidades de Jane vividas por diferentes atrizes no Underground também tem a chance de ir um pouco mais além dos tipos básicos que representam. Fechando o núcleo principal, Timothy Dalton tem uma participação maior nesta temporada, tendo a oportunidade de mostrar mais facetas de seu Niles Caulder. Este é um homem que está disposto a fazer qualquer coisa para proteger a sua filha, e se ele tiver que trair novamente toda a sua equipe para isso, não tenha dúvida de que ele o fará. Paradoxalmente, isso não significa que Caulder veja essas pessoas como peças, ele realmente se importa com elas, e sente remorso por tudo o que fez a cada um deles. O episódio em que a equipe enfrenta o sádico Red Jack, um serial killer dimensional que se alimenta da dor de suas vítimas é muito ilustrativo ao inserir um vilão que admira Niles por toda a dor que ele causou. Caulder é pragmático (excetuando quando se trata da filha) o que o leva a ser cruel se assim achar necessário, mas ele não gosta da crueldade, o que o torna um personagem deliciosamente imprevisível, ainda que a sua relação com Dorothy revele uma faceta mais afável e vulnerável. Finalmente, Dorothy, a personagem que move a temporada, é vivida de forma graciosa pela estreante Abigail Shapiro, que constrói um arco de amadurecimento bastante comovente, tendo algumas cenas realmente tocantes. Tecnicamente, a série se sai muito bem. Os amigos imaginários de Dorothy, criados através de um CGI econômico, mas bem empregado são convincentes, e com um design muito interessante. O vilão Candelabro é muito bem adaptado visualmente, parecendo realmente ter saído do pesadelo de uma criança, como uma criatura feita de cera derretida incandescente, encaixando-se bem no humilde CGI da série. E se a maquiagem do Ciborgue ainda pode incomodar alguns, o trabalho feito em Dorothy e no vilão Red Jack são dignos de nota ao criar maquiagens convincentes, mas que não limitam a expressão facial dos atores. A direção de arte e de fotografia da série são outro destaque, vide as passagens no Underground (sempre muito bonitas visualmente) ou em cenários mais fantásticos, como a Lua; o covil do Red Jack, ou a boate do Dr. Tyme. As cenas de ação são relativamente poucas nesta temporada, mas são bem executadas quando surgem, cumprindo a sua função sem passar vergonha, mas sem se destacar também. Ainda que mais intimista, o novo ano continua tão louco como antes. Além de novos vilões, como o citado Doutor Tyme (cujo visual abraça sem vergonha alguma o ridículo e o psicodélico dos quadrinhos dos anos 50 e 60, gerando inclusive uma reviravolta bizarra) e Red Jack (que proporciona uma bem vinda pitada de Body Horror), temos o surgimento de novos personagens, como os SeXMen, uma equipe do pentágono obviamente inspirada nos Caça Fantasmas, que tem como especialidade resolver casos paranormais sexuais, o Sombrio Sr. Evans, um demónio sexual que força a aliança da Patrulha do Destino com os SexMen; os Scant, uma praga que emburrece as pessoas se alimentando de suas más ideias, entre outras excentricidades. Além disso, temos o retorno de alguns personagens conhecidos como o mago Willoughby Kipling (Mark Shepard), Flex Mentallo (Devan Chandler Long), e Danny: A Rua, agora transformado em Danny: O Tijolo após os eventos da ultima temporada, entre outros. Infelizmente, devido a pandemia, o ultimo episódio não pode ser gravado, e a temporada se encerra com nove ao invés de dez episódios. Assim, embora entregue uma jornada muito divertida, onde nenhum episódio parece sobrar, o arco de muitos personagens soa inconclusivo após o ultimo episódio, e ainda que os arcos de personagens como os de Cliff, Jane, e principalmente Niles e Dorothy encontrem algum tipo de fechamento, as histórias de Rita, Larry e do Ciborgue sentem-se terrivelmente incompletas, não sendo justo emitir uma opinião, já que este não foi o planejado (Embora não acredite que este ultimo episódio poderia melhorar muito o fraco plot de Ciborgue e Roni). A temporada também se fecha com não um, mas dois grandes Cliffhangers, deixando todos os membros da Patrullha do Destino em uma situação desesperadora. Será uma longa espera até a 3ª temporada (supondo que haja uma, já que a série ainda não foi renovada). Apesar de sofrer um pouco com a ausência do Sr. Ninguém (algo que muitas séries passam após apresentar vilões fortes em suas temporadas de estreia), a 2ª temporada de PATRULHA DO DESTINO continua sendo um excelente exemplar de televisão e um grande exemplar de uma série de super heróis, que consegue ser intímista e dramática, e ainda abraçar os mais ridículos conceitos sem vergonha de rir de si mesma.
  11. 1 point
    Eu nem jogo video-game e fiquei empolgado com isso aí.
  12. 1 point
    Jailcante

    Liga da Justiça (HBO MAX, 2021)

    Quero acreditar que esse seja um bom sinal de que WB já tá preparando aquele pé na bunda básico...
  13. 1 point
    Pelos rumores deve ser a algo tipo Esquadrão vs Liga... o Bats parece que ameaça soltar os podres do Cadmus, daí a Amanda solta sua equipe pra dar corretivo neles, apesar da visível diferença de poder de combate deles.
  14. 1 point
    com cabeça... a prêmio. rs opção dois, Questão! depois de tanta treta, creio que é hora de muito pouco alarde, com o Cavill surpreendendo ao invés da Warner criar expectativa. Boto fé de acertarem o tom, o público "civil" comprar a idéia e, a partir daí, querer realmente ver um novo filme.
  15. 1 point
    Pelo menos desta vez sugere que seja com cabeça..😎
  16. 1 point
  17. 1 point
    Jailcante

    Tom & Jerry (05/03/2021)

    Melhor assim. Já cansei de bichinho digital (só perdoo o Sonic porque ele sempre foi digital hehe).
  18. 1 point
    Jailcante

    Pinóquio (dir. Robert Zemeckis)

    Live Action da Disney lives... Tom Hanks cotado pra Geppetto:
  19. 1 point
    Jorge Soto

    Novos Mutantes (2020)

    O marketing jura que vai pras telonas em agosto.. eu duvido pois a situação de pandemia é ainda incerta nos States. Outra, já mandaram Mulan pro streaming... portanto é questão de tempo pra anunciarem o mesmo. O diretor frisou que iria pros cinemas por questões contratuais, mas sempre existem precedentes... até lá
  20. 1 point
    James Gunn certeiro ao responder a um fã se o filme teve interferência do estúdio. Gunn falou que o filme é 100% dele e teve 0 interferência do estúdio. Ótimo, assim já corta o mal pela raiz. Pra fā não ficar inventando moda. Gunn acresbtou que teremos um amostra no DC FanDome.
  21. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    "N`um vou nem falar nada!!!"" F I N A L M E N T E !!! GENTE... Era o grande filme do Maior de Todos (essa perífrase que uso antes de escrever Ingmar Bergman) que me faltava ver. "Face a Face", 1976. Estou ainda aplaudindo de pé (dentro da cabeça). Porque muitos bons diretores podem fazer um parque dos dinossauros, mostrar uma guerra nas estrelas, recontar a história de um reinado, filmar de trás pra frente, adaptar Shakespeare com modernismos, mostrar a corrupção policial, ou fazer graça com nossos defeitos, mas só um, só um, conseguiu filmar a mente humana. Se ao longo de sua imensa filmografia já sabíamos disso, quando você chega em "Face a Face", você se desmente, não, "foi agora", foi nesse filme que ele conseguiu filmar a mente humana. Que isso! Mas ele filmou a vida mental de uma determinada personagem, uma mulher, e para isso era necessário a melhor atriz possível, e talvez até mesmo a melhor atriz do mundo. Gente...o que a Liv Ullmann faz nesse filme!!!? O que é isso? Como essa mulher não tem pelo menos um Oscar Honorário, atingidos os 81 anos? Há pelo menos três cenas de arrancar a tampa da cabeça de tão maravilhosas. Há uma cena de choro histérico que é pra lá de impressionante. Ela ganhou, na época, Nova York, Los Angeles, a National Board of Review, mas perdeu o Oscar para Faye Dunaway. Explicado. A Academia da época não iria assistir a esse filme denso, reflexivo, com legenda... Outra questão: Originalmente é um telefilme sueco (assim como o magistral "Cenas de um Casamento"), com cerca 200 minutos, mas só chega a nós atualmente a cópia cortada. Bergman tem requinte mesmo na modéstia financeira. Sua perícia das coisas prosaicas do dia a dia, como um arabesco do papel-parede, ou portas, faz elas ganharem uma quarta dimensão. É Freud se cineasta fosse. É Deus se cineasta fosse.
  22. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    "Os Gritos do Silêncio"/ The killing Fields, de 1984, é outro filme que nunca é exibido e eu não sei a razão. Embora goste muito mais da primeira parte, a segunda é a que fica marcada na memória do espectador pela tragicidade das cenas. Haing S.N Nagor levou o Oscar de Coadjuvante, em sua estreia no cinema, mas na verdade é um coprotagonista, já que a segunda parte do filme é toda dele. Adoro o Sam Waterston - que figura serena e doce - merecida indicação a Melhor Ator. Aliás, deveria ser mais reconhecido. O filme politicamente é bem equilibrado. Mostra a intervenção americana no então neutro Camboja, durante a Guerra do Vietnã, bem como mostra os horrores do regime comunista do Khmer Vermelho - não a ponto de igualar os horrores descritos no excelente documentário "A Imagem que Falta", de 2013, também indicado ao Oscar. Os horrores dos campos de morte da segunda parte são contrapostos também a um certo horror mercadológico, com aquele país asiático inundado de caixas de Coca-Cola ou do uísque do andarilho, disputando espaço com a suntuosidade de seus templos. Primeiro Oscar de Fotografia do Chris Menges. Mestre.
  23. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Encerrando o sábado com os "cancelados" do cinema, fui com o gênio Woody Allen, e seu "Crimes e Pecados", de 1989. Sem dúvida, um dos grandes filmes dele. Tudo é redondo, tudo flui. Embora ele mesmo tenha confessado não ter ficado tão satisfeito com a parte de comédia desse filme, e em "Match Point", segundo o próprio, ele tenha conseguido fazer um "Crimes e Pecados" só com drama. Engraçado, que a filmografia continua, e depois ele trabalharia o tema ainda em "O Homem Irracional", de 2015, por exemplo. Bem como dividiria a comédia e o drama, de maneira formal, no subestimado "Melinda e Melinda", de 2004. A inveja é um dos temas principais desse filme. Um pecado que está relacionado com o olhar, daí estarmos diante de um personagem oftamologista e outro diretor de cinema. Mas a inveja é um pecado, não é um crime. Contudo, quem será "punido" será o pecador, não o criminoso. É a ironia dramática desse roteiro fabuloso (indicado ao Oscar), desse diretor fabuloso (indicado ao Oscar), com um ator fabuloso (Martin Landau, indicado ao Oscar, que iria se superar depois estupendamente em "Ed Wood"). Deus também, lá do alto, só "olha", ou, dependendo, pune. No final, dá-se o encontro entre esses dois personagens, bebendo uísque, celebrando a derrota e a vitória de serem quem são, sob a sombra trágica do fotógrafo bergmaniano Sven Nykvist. Talvez o ranking mais difícil de se fazer. Meu ranking Woody Allen é assim: 1) Manhattan; 2) Annie Hall; 3) Match Point; 4) Zelig/ A Era do Rádio/ A Rosa Púrpura do Cairo; 5) Desconstruindo Harry/Todos Dizem Eu Te Amo/ Um Misterioso Assassinato em Manhattan Não dá pra escolher!
  24. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Vocês sabem, sou bem fã do cinema do Kim Ki-duk, já vi quase todos. Mas faltava esse "Endereço Desconhecido", do começo de sua carreira, 2001, que abriu o Festival de Veneza na época. É um filme bem trágico a respeito de três jovens que, mesmo tantas décadas depois, ainda padecem das consequencias da Guerra da Coreia. A presença americana ainda está lá, na forma de uma base militar. A cidadezinha ao redor convive com a tropa que ronda com um discurso de promoção da paz; alguns moradores tentam arranhar o inglês na expectativa de um dia viajarem; veteranos nacionalistas se amarguram com o passado enquanto treinam o Tiro ao Arco; uma ex-prostituta que teve um caso com um soldado americano envia-lhe cartas que voltam com o selo de "Endereço Desconhecido"; o filho dela é um mestiço, um asiático afrodescendente, que sofre racismo; uma mocinha apaixona-se por um soldado americano viciado em LSD... E por aí vai..É um amplo painel de personagens, sempre a trabalhar criticamente a ideia do militarismo estrangeiro na província coreana. Quem diria que esse Kim ki-duk politizado iria atravessar posteriormente uma fase mística-contemplativa, até voltar, mais recentemente, amarrando as duas pontas da vida, aos filmes mais politizados?!... Voltando ao filme em si, a primeira hora é detestável, muito difícil de acompanhar, pois envolve tortura de cachoros em várias cenas. Mesmo com o aviso inicial nos créditos que nenhum animal sofreu, pra mim passou do ponto. A segunda hora - quando os cachorros se vingam - é muito melhor. E, ademais, os conflitos humanos também já estão mais estabelecidos. Como sói acontece, o final dos filmes dele é excelente, e aqui não fica por menos. Meu ranking Kim Ki-duk, contudo, permanece inalterado: 1) Pietá; 2) A Rede; 3) Primavera, Verão, Outono, Inverno...e Primavera; 4) O Arco; 5) Dente por Dente.
  25. 1 point
    Big One

    Obituários (in memoriam)

    Que belo currículo. The Commitments é um dos meus filmes preferidos.
  26. 1 point
    SergioB.

    Oscar 2021: Previsões

    Detesto a maioria, gosto apenas de "Green Book" e "Mãe" (mas não para maiores prêmios).
  27. 1 point
    Cir-El

    Liga da Justiça (HBO MAX, 2021)

    O Snyder não é o tipo de diretor que economiza nas gravações....rsrs...Há rumores de que ele havia gravado 6 horas. Antes dele sair o corte estava em 214 minutos (3h56), informação do próprio Snyder.
  28. 1 point
    Jorge Soto

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Give Me Liberty é uma boa comédia negra indie que tem duas partes bem definidas. A primeira é um agoniante road movie que não te dá um minuto de respiro diante dos perrengues consecutivos do jovem motorista atrás de seus passageiros (pessoas incapacitadas), e a segunda é mais o drama surreal propriamente dito. O melhor é a primeira parte pois a segunda é mais do mesmo, e creio que a despeito das boas intenções do diretor em tratar de forma humana os esquecidos do sonho americano, a edição caótica depõe contra a película. 8-10 Looks That Kill é um romancezinho teen bobinho e bonitinho, porém sincero. É daqueles indies de aceitação de diferenças, quem vê cara não vê coração, etc e tal.. mas o plot do moleque "lindo de morrer" é seu grande diferencial, fora a narrativa meio fabulesca, estilo Edward Mãos-de-Tesoura. As atuações são razoáveis dentro do possível e sua duração é enxutérrima, sem enrolações. Resumindo, uma boa matinê que cumpre seu propósito de entreter, pra ver, apreciar e esquecer. O hilária personagem da chinesa do intercâmbio merecia filme próprio, chega a ter mais presença em tela que o casal principal. 8,5-10
  29. 1 point
    Big One

    Emmy Awards 2020

    Better Call Saul deveria receber mais indicações. Principalmente a Rhea Seehorn para atriz.
  30. 1 point
    Questão

    Obituários (in memoriam)

    Isso mesmo. Ele viveu o papel em dois filmes, o A HORA DO PESADELO original e em GUERREIROS DOS SONHOS (Dois dos melhores da série), e depois viveu a si próprio em O NOVO PESADELO
  31. 1 point
    Jailcante

    Liga da Justiça (HBO MAX, 2021)

    Com 3h30min, acho que Snyder vai colocar tudo que ele fotografou na vida nesse filme. hehehe Acho que a gente vai ter até uns 30 min de imagens dos bastidores da filmagem durante créditos finais. Mas acho honesto da parte dele. Louvável. Porque colocaram coisas que o Richard Lester filmou no 'DonnerCut' do Superman II, e achei isso trapaça...
  32. 1 point
    Fui na maior expectativa conferir os pintos, @Jorge Soto, mas, que decepção, um monte de "salgado congelado"... Tô zoando!! 😂 Concordo com você, várias cenas foram muito dispensáveis nesse filme. "El Principe", de Sebastián Muñoz, ganhou o Prêmio Queer no Festival de Veneza em 2019, mostrando a chamada homossexualidade situacional, de dentro de uma prisão, no Chile dos anos 1970. A meu ver, conformou-se a uma narrativa clássica, com tudo que já vimos nesse subgênero de prisão: violência, sujeira, dominação, violação de direitos humanos... Não vi nada de especial. A diferença é realmente o pavilhão ser gay. Mas, se for assim, prefiro reler o fabuloso "Diário de um Ladrão", de Jean Genet, sujando o mundo, nas suas palavras, de "sangue, suor, e esperma".
  33. 1 point
    Tahar

    Qual Livro Você Está Lendo?

    Bom, do lado esquerdo na primeira prateleira com livros, estão os que estou lendo agora e os da direita que serve de alguma forma para consulta. O que acharam? Obs: to demorando demais pra ler Tolkien
  34. 1 point
    primo

    Liga da Justiça (HBO MAX, 2021)

    o cartaz do evento
  35. 1 point
    Nobory

    Hancock

    O filme é bem incompleto, ele consegue pegar uma foda e interessante e transformar nisso, poderia ter desenvolvido muito a trama, mas perde tempo com uma Trama mal desenvolvida que fica boba, e ainda perde tempo com o pseudoRomance com uma personagem, que quando você assiste você pensa: Caguei pra isso", as lutas deles são legalzinhas ? São, é Bobo É, e isso só filme divertidinho do primeiro ao segundo ato e depois e só.
  36. 1 point
    Scatman

    Flashpoint (202?)

    Sim, um dos Batman de algum dos universos sendo o cara que está manipulando as viagens no tempo do Flash e o confronta no final...não é o roteiro de Flashpoint, eu sei, mas acharia melhor do que utilizar como vilão o Flash Reverso de cara...
  37. 1 point
    Revi "Train to Busan" ontem à noite na Netflix, e não deveria, custei a dormir. É a expectativa para ver o segundo filme. A colossal Maquiagem e a Montagem acelerada são o que mais me chamam a atenção. Tenho horror àquela cena da estação, com os homens segundo a porta, tentando fechá-la, e o vidro se espatifando...
  38. 1 point
    Jailcante

    Liga da Justiça (HBO MAX, 2021)

    Uma lógica totalmente esquisita desse filme: 'Não podemos enfrentar ele sozinhos, temos que trazer o Superman de voltados mortos!' Aí, trouxeram. Depois: 'Temos que ir lá enfrentar ele sozinhos, porque o sabe-se lá onde está o Superman agora. Ninguém tem o telefone dele aí, não?' hehehehehe
  39. 1 point
    Jorge Soto

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Lola Pater é um bom filme que trata de aceitação do transexualismo, paternidade, luto e abandono de forma cativante. Não inventa roda alguma, mas a forma até meio original de contar uma estória de reencontro entre pai e filho em embalagem LGTB que é muito interessante. Os atores estão muito bem em seus papéis, principalmente a título do filme, e ofusca facilmente o ator que faz o filho. A duração enxuta, sem enrolação, conta a favor. Os detales socio-economicos africano-europeus são apenas bônus do simplório enredo. 8,5-10 Gundala é um curioso, porém eficiente, filme de super-heróis indonésio com muita açâo e porradaria. O herói é um misto de Thor com Raio Negro (e até Super Choque) que combate a criminalidade e blábláblá. Sim, ja se viu isto trocentas vezes mas aqui eles colocam elementos folclóricos asiáticos e muita, mas muita pancadaria de qualidade (The Raid) que o diferencia dos ianques. É uma producão pequena porém bem feitinha dentro de suas próprias limitações, que tem pretensões de expandir universo e virar franquia se tiver bom retorno de bilheteria. 8,5-10
  40. 1 point
    Jailcante

    Filmes Sessão da Tarde

    heheheheh Ri demais da meia furada e o gato olhando. hehehe
  41. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Sim, exatamente, era o CGI da época.
  42. 1 point
    Jorge Soto

    Filmes Sessão da Tarde

    Valeu Big e Serjao.. 😂esse é o gato da patroa, o Fidel (@fidelgato10), e não podia ficar de fora. Daí como tem um pittbull no clipe original coloquei ele😁
  43. 1 point
    Big One

    Filmes Sessão da Tarde

    KKkkk;...muito bom....
  44. 1 point
    Big One

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Legal..vou ver....curto esses filmes...
  45. 1 point
    Hmmm. Resta saber como vão atualizar a história do Sitio, e torna-lo atraente para as crianças de hoje. E de quebra, como vão tratar alguns dos elementos problemáticos da obra original. Curioso se vão fazer uma história contemporânea, ou mais atemporal, como é o caso do filme da Turma da Monica
  46. 1 point
    Questão

    Colheita Maldita (Prequel)

    De fato, tem cara de reboot mesmo. Se esse prequel der certo, não duvido que façam um remake servindo de sequência
  47. 1 point
    Como será o verme de areia do Villeneuve? Art by Alex Jay Brady #Dune
  48. 1 point
    Em entrevista à Variety, a atriz Elizabeth Debicki, que irá estrelar o aguardado ‘Tenet’ ao lado de Robert Pattinson e John David Washington, falou um pouco sobre a produção do longa-metragem – elogiando a ética e o profissionalismo do diretor Christopher Nolan. “Ele tem essa habilidade de fazer um filme que envolve conjecturas complexas e, do mesmo jeito, se torna divertido e acessível. É como se fosse o set de filmagens de um filme independente, por causa da precisão – Chris trabalha muito rápido; tempo e energia são investidos em todas as coisas certas. Não há nada supérfluo. Foi humilde e colaborativo e definitivamente me fez uma atriz mais forte – e uma pessoa também”. FONTE: CINEPOP
  49. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    A Disney lança uma carta que embaralha o jogo das premiações: o fantástico "Hamilton", a obra consagrada da Broadway, de autoria de Lin-Manuel Miranda. Musical estupendo, brilhante, delicioso, importante, fantástico, não faltam adjetivos... São quase 3 horas de queixo caído com tamanho talento! Mas será isso um filme? Com um adendo, um filme para o Oscar? As generosas regrais atuais parecem indicar que a produção será elegível, mas não acho que o corpo da Academia vai comprar esse entendimento. Porque, para mim, é apenas, sem desmerecer, "teatro filmado", ou um show gravado. Ademais, vemos os intestinos do teatro: plateia aplaudindo, microfones, luzes, há um intervalo de 1 minuto ou seja, não há disfarce. É uma peça. Uma peça filmada. O lance é que é das coisas mais lindas já feitas, e, se for elegível, como parece que é, vai ser engraçado ver "Hamilton" ganhar 11 Tonys e também algum Oscar. Assistam!
  50. 1 point
    Big One

    Filmes Sessão da Tarde

    As 7 Faces do Dr. Lao 1964 ‧ Fantasia/Faroeste ‧ 1h 43m Clássico da Sessão da Tarde, eu adorava este filme e ontem me lembrei dele e fui correndo baixar pra poder revê-lo. Continua bom, ela já era "velho" quando eu vi na primeira vez, afinal ele é de 1964. Como diz acima, mistura fantasia e faroeste, num faroeste que já tinha carros. O filme tem aquela cara de matinê, tem humor, tem uma galhofas, mas nada que atrapalhe. Numa cidade do Arizona, um cara muito rico, que por acaso chama-se Stark, kkk. O Sr Stark, tenta comprar todas as casas da cidade alegando que vai "ajudar" as pessoas. Enquanto a votação não acontece, chega na cidade um chinês montando de um burro com um aquário (com um blowfish). JUnto ele trouxe um circo, pequeno por fora e grande por dentro, com várias atrações peculiares, tais como a Medusa (dava muito medo e continua bem feito), Merlin (sim ele), deus Pan (mitologia grega), uma serpente gigante, Apolônio um homem cego que prevê o futuro e o abominável homem das neves. Com isso várias pessoas encontram seus temores, verdades e até alegrias nesses personagens.

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