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Nacka

O Que Você Anda Vendo e Comentando?

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Alma-Curta metragem de animação que no inicio parece ser gracioso mas tem um final sinistro.È bem interessante como em dois minutos nos envolve em um clima cute para quebrar esse ritmo nos minutos finais e "montar" um clima claustrofobico.Recomendo.10/10.

 

I'm Here-Bola dentro dessa animação de  Spike Jonze.Estetica soberba,historia simples mas bem inspirada.Adorei.10/10.

 

 

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Revisto:

 

Spider Man 3 (Sam Raimi, 2007)

 

Esse é bem fraco, uma bagunça

generalizada. Tem uma cambada de vilões e, como se isso não fosse

suficiente para embolar tudo, o Raimi faz algumas escolhas bem idiotas,

como o Parker Emo. Nem as cenas de ação chegam sequer perto no vível do

segundo, este sim um grande filme.

 

 

 

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Tropa de Elite 2

 

Um dos filmes mais

comentados desta semana, acabou de estreiar no cinema. Está melhor

filmado, uma direção explêndida. É o tipo do filme que te prende do

início ao fim. Há quem diga que o sucesso do segundo seria devido ao

primeiro, por conta da curiosidade, mas o filme faz juz ao seu recorde

de bilheterias ultrapassando fácil Se eu fosse você 2.

 

Sinopse retirada do site http://www.seucinema.com

 

"No filme Tropa de Elite 2, aos 40 anos de idade,

Nascimento não trabalha mais no BOPE. Em Tropa de Elite 2, ele atua na

Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro e descobre que o problema de

violência urbana é mais complexo do que imaginava. Confira o trailer do

filme mais comentado do país Tropa de Elite 2."

 

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Sexy Killer

Divertida comedia de humor negro vinda da terra de Cervantes, q com criatividade, mto gore e situacoes ridiculas lembra os primeiros filmes do Peter Jackson misturados aos atuais do Rodriguez.. O q pensar de uma mistura de filme de serial killer com zumbis? E ainda mais se a serial killer for uma patricinha q tem um poodle chamado Jason?06  Esteticamente bem bacana com trocentas homenagens (ou seriam plagios descarados?) aos filmes slasher dos 80 q qq fa ira identificar. Se busca algo cerebral, passe longe.. 9-10

 

 

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Jorge Soto2010-10-14 17:12:33

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Tropa de Elite 2 -9/10.Um soco no estomago!Sobra pra todo mundo inclusive para o publico que,por sofrer com a insegurança e violencia cotidiana intensa,idolatra o capitão Nascimento.Só deixou a desejar no universo particular dos personagens,como a relação do Capitão com seu filho.

 

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Revisto:

 

Spider Man 3 (Sam Raimi' date=' 2007)

 

Esse é bem fraco, uma bagunça

generalizada. Tem uma cambada de vilões e, como se isso não fosse

suficiente para embolar tudo, o Raimi faz algumas escolhas bem idiotas,

como o Parker Emo. Nem as cenas de ação chegam sequer perto no vível do

segundo, este sim um grande filme.

 

 

[/quote']

 

Concordo..porém tem um cena memorável..que eh a primeira vez que o homem de areia se transforma em tal...muito foda essa cena...

 

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14-1711036247T.jpg

Ascensor para o Cadafalso (Ascenseur pour L'échafaud)

 

Grande parte dos amantes da sétima arte sabe que o cinema francês passou por um período extremamente conturbado, durante e após o término da Segunda Guerra Mundial. No entanto, o que se encontrava em um péssimo estado, conseguiu se reerguer de forma magistral. Em meados da década de 60, jovens críticos de uma revista, se organizaram para mudar a concepção do cinema francês, que desagradava os conterrâneos. Eis que surge a Nouvelle Vague francesa, um dos principais movimentos do cinema mundial. Os grandes pioneiros: Jean-Luc Godard, Claude Chabrol, François Truffaut, entre outros, produziram grandes obras, que buscavam a fuga dos aspectos do cinema comercial. No entanto, como toda obra, temos os protagonistas e os coadjuvantes. Bem menos reconhecido que os realizadores supracitados, temos Louis Malle, um diretor que produziu o seu primeiro filme no ano de 1958, chamado "Ascensor para o Cadafalso". De fato, sua estreia passou bem despercebida, comparada com o alvoroço causado pelos primeiros filmes de Godard e Truffaut, "Acossado" e "Os Incompreendidos", respectivamente.

 

"Ascensor para o Cadafalso" não é apenas um noir que funciona muito bem, mas é, também, um dos filmes que mais faz relação com as características peculiares da Nouvelle Vague francesa. As lentes da câmera de Malle estão focadas nos jovens. Os mesmos têm atitudes impensadas, e em momento algum, temem as consequências. Tudo na vida de um jovem é mais divertido, quando ele corre algum tipo de risco. Viver loucamente, desafiar os limites, e sempre experimentar coisas novas. É com base nessa questão, que, "Ascensor para o Cadafalso" retrata, por meio dos personagens mais novos, a ousadia dos pioneiros do movimento supracitado. Belíssima relação com a Nouvelle Vague. Pode ter passado despercebido, mas, sem dúvida alguma, "Ascensor para o Cadafalso" é um filme sensacional, que não se restringe apenas aos requisitos básicos do gênero.

 

A premissa consiste num possível plano perfeito, elaborado por um casal - Jeanne Moreau e Maurice Ronet - que visa matar o dono de uma empresa. No entanto, o que havia sido planejado com muita precaução, acaba dando errado, quando dois jovens - Georges Poujouly e Yori Bertin - acabam atrapalhando uma das etapas do plano. O que seria um crime perfeito, acaba virando uma confusão indescritível. Resta agora saber as proporções que essa intervenção causou, e, obviamente, quem vai receber a culpa por todo esse alvoroço. O elenco agrada pelas atuações, dando destaque para a interpretação de Jeanne Moreau com os seus belíssimos diálogos. Em certos takes, a atriz caminha pelas ruas, ao som de uma ótima trilha sonora, sendo uma das grandes cenas marcantes da produção.

 

Louis Malle dirige, com precisão, os estragos do efeito dominó presente no filme, resultando num produto tão bom quanto os outros que surgiriam, anos depois. O roteiro não falha, e todas as cenas são muito bem organizadas, entregando, de pouco em pouco, as pistas para os personagens. Como sabemos, muitos filmes entregam a resposta para o espectador, desde o começo, entretanto, isso não faz com que a atmosfera noir seja prejudicada, muito pelo contrário. O espectador, que segue de cúmplice, acaba sendo surpreendido com o belo desfecho, mesmo achando que sempre esteve no controle da produção. Justamente nesses momentos, que percebemos o trabalho consciente do diretor. Louis Malle desliza a câmera com perfeição, sempre encontrando os melhores enquadramentos. Estreante? Definitivamente, não parece.

 

Para acompanhar o desenvolvimento da trama, somos presenteados com um agradável banquete visual e sonoro. Henri Decaë entrega uma belíssima fotografia para o filme. Nos takes noturnos, notamos a beleza dos ambientes urbanos, principalmente nas longas avenidas que costumam aparecer em boa parte dos filmes da Nouvelle Vague. São ambientes típicos, que realçam a formosura do país. Antes de falar sobre o próximo aspecto, gostaria de deixar bem claro que prefiro apreciar mais a fotografia, do que a trilha sonora. No entanto, temos Miles Davis cuidando desse quesíto, ou seja, o trabalho vai além das expectativas. São poucos os filmes que conseguem balancear tão bem a imagem e o som. "Ascensor para o Cadafalso" não foi feito sem ambição, de forma alguma. Agradável em tudo.

 

A fase decadente do cinema francês foi superada pelos jovens cineastas. Louis Malle pode não ter recebido o mesmo crédito que os outros realizadores supracitados, entretanto, um estreante que dirige um filme como "Ascensor para o Cadafalso", definitivamente, merece o nosso respeito.

 

Nota: 8

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Visto:

 

Toy Story 3 (Lee Unkrich, 2010)

 

Assim como os dois primeiros,

esse também é brilhante. Sei lá, considero os três virtualmente

perfeitos, mas acho que esse é o melhor, especialmente pelos últimos 30

minutos, inicialmente alucinantes e de escorrer muitas lágrimas mais

para o fim. OP.

 

Revisto:

 

Hancock (Peter Berg, 2008)

 

Acho esse bem interessante. É um filme

de super-herói que fica cambaleando entre filme de ação, comédia e

drama. Geralmente isso dá merda, mas nesse caso resultou em algo que

gostei, moderadamente, é verdade. Nota técnica: a mixagem de som deste

filme é horrível. Não me lembro de um filme novo soar tão ruim.

 

 

 

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7 Dias 

Filmaço francês q trata do batido tema da “vingança com as próprias mãos” de forma realista-documental. Casal de cirurgiões numa cidadezinha interiorana tem vida desmoronada qdo a filhinha é estuprada e assassinada. Mas logo q o pedófilo é preso o pai não tem duvidas: seqüestra o dito cujo e promete torturá-lo (usando seus conhecimentos de medicina) durante 7 dias, manda-lo desta pra melhor e depois se entregar. O filme podia resbalar nos tradicionais policiais do Bronson-Eastwood, mas o q temos é um drama-policial de deixar qq Jigsaw corado de inveja. Pra assistir com nervos de aço. 10/10

 

 

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Comer-Rezar-e-Amar.jpg

 

Não é exatamente ruim não, mas também não chega a ser bom. Todas as cenas que eu gostei no filme se devem à Julia Roberts, que veste o personagem como uma segunda pele. Ela está ótima, ótima mesmo, fazendo um trabalho bem suave, intuitivo, no estilo que eu gosto. O oposto dessa leva de interpretações milimetricamente estudadas que estão fazendo nesses últimos anos, algumas delas só pra ganhar prêmios mesmo.

 

Edit: o português do Javier Bardem carece de legendas pra ser entendido.

 

 
Alexei2010-10-15 08:39:16

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7 Dias 

Filmaço francês q trata do batido tema da “vingança com as próprias mãos” de forma realista-documental. Casal de cirurgiões numa cidadezinha interiorana tem vida desmoronada qdo a filhinha é estuprada e assassinada. Mas logo q o pedófilo é preso o pai não tem duvidas: seqüestra o dito cujo e promete torturá-lo (usando seus conhecimentos de medicina) durante 7 dias' date=' manda-lo desta pra melhor e depois se entregar. O filme podia resbalar nos tradicionais policiais do Bronson-Eastwood, mas o q temos é um drama-policial de deixar qq Jigsaw corado de inveja. Pra assistir com nervos de aço. 10/10

 

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Mesmíssimo mote de " Law Abiding Citizen " ... só que com menos sangue

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É a refilmagem de um filme do Romero' date=' sobre uma pequena cidade cujos habitantes são acometidos de ataques violentos de loucura e sobre a desastrada intervenção das instituições públicas quando isso acontece.

 

 

 

Não vi o original, mas gostei desse, que tem a Radha Mitchell - sempre excelente - e um ator chamado Timothy Olyphant (que fez O Apanhador de Sonhos). Do meio pro final, o filme vira um pesadelo à luz do dia, com a desesperança fustigando os personagens o tempo todo.

 

[/quote']

 

 

 

 

 

<FONT size=2 face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esse cara foi o vilão de "Duro de Matar 4.0" e ele fez aquele filme que não vi do anti-herói que tem um símbolo na testa, é careca... qual é o nome.... Hitman....

 

 

 

Hitman, exatamente.

 

 

 

E o Olyphant tb está no seriado Justified, sobre o qual postei hoje, por coincidência. É um cara que tem me surpreendido pela capacidade de colocar sutileza nas expressões faciais.

 

 

 

Alias, tenho que ver as duas versões de The Crazies.

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7 Dias 

Filmaço francês q trata do batido tema da “vingança com as próprias mãos” de forma realista-documental. Casal de cirurgiões numa cidadezinha interiorana tem vida desmoronada qdo a filhinha é estuprada e assassinada. Mas logo q o pedófilo é preso o pai não tem duvidas: seqüestra o dito cujo e promete torturá-lo (usando seus conhecimentos de medicina) durante 7 dias' date=' manda-lo desta pra melhor e depois se entregar. O filme podia resbalar nos tradicionais policiais do Bronson-Eastwood, mas o q temos é um drama-policial de deixar qq Jigsaw corado de inveja. Pra assistir com nervos de aço. 10/10[/quote']

 

Mesmíssimo mote de " Law Abiding Citizen " ... só que com menos sangue

 

... e ao que parece, BEM MAIS CORAJOSO. Finalzinho vagabundo daquele Law Abiding viu. O pior é que o filme até a metade vinha bacana.

 

Esse 7 Dias se eu não me engano, esse tem uma refilmagem americana não? Eu tava até pra baixar...

 

 

 

 
Sall2010-10-15 20:01:29

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Ah, esqueci de comentar que outro dia vi o filme Legião, com o Paul Bettany. Pelos comentários, até esperava coisa pior, mas é bem frustrante como o filme mal e mal arranha as questões que propõe tratar e os personagens são descartáveis.

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O  Último Exorcismo
“Filme” regular q se vale da atual onda dos falsos-documentarios. Se “Cloverfield”  e “Bruxa de Blair”  tratavam de monstros, “[REC]”  de zumbis e “Atividade Paranormal”  de assombração, este aqui se volta pra temática do “ Sai, capeta!”.  Na “trama”, equipe de TV auxiliada por pastor  (mix de Pde Quevedo e “Mister M” q desvenda exorcistas charlatães)  acabam nos cafundós da Lousiana num caso de suposta posessão demoníaca. Mas o q descobrem vai alem da compreensão deles. Vale pela elucidação interessante dos métodos utilizados por padres picaretas e uma impressionante sessão de exorcismo, e só! O impacto “cagante” da produção acaba se diluindo pela forma exaustiva (e desgastada) com q os falsos-documentarios vem aparecendo um atrás do outro. Último exorcismo? ?? Até parece.. 7-10

 

o-ultimo-exorcismo-poster.jpg

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Ah' date=' esqueci de comentar que outro dia vi o filme Legião, com o Paul Bettany. Pelos comentários, até esperava coisa pior, mas é bem frustrante como o filme mal e mal arranha as questões que propõe tratar e os personagens são descartáveis.[/quote']

Assisti ontem este filme, e tive até uma impressão pior. Sinceramente, se o futuro depende da criança (WTF) gostaria de pelo menos saber o motivo. E que Gabriel mais fraco hein!

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Sintel (Sintel, Holanda, 2010, Dir.: Colin Levy) - 8/10

 

sintel_poster.jpg

 

Sintel é a clássica personagem da literatura RPGística: infere-se que ela viva de andar num mundo fantástico-medieval, procurando fazer alguma coisa e achando que "está causando". Isso muda quando ela vê um dragão pequeno com uma asa quebrada. O bichinho é batizado de Scales. A moça cria uma enorme afeição por ele, cuidando e educando-o. Mas, quando um dragão maior arrebata o animalzinho, Sintel sente-se na obrigação de resgatá-lo.

 

Esse curta em 3D, da terra do Verhoeven, consegue muito em pouco tempo. A fotografia e a trilha sonora são muito, muito boas. O final é, literalmente, uma surpresa, não pelo que acontece, mas pela explosão de sentimentos que carrega.

 

Para quem se interessou em assisti-lo, o filme pode ser visto no YouTube (legendado em português) aqui:

Agente Smith2010-10-17 02:06:06

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RAZÃO E SENSIBILIDADE

 

Por trás das normas sociais e de toda aquela "polidez" há uma torrente de tensões e sentimentos conflitantes que tornam o filme tão empolgante quanto uma boa fita de ação.

 

8/10

 

O de Ang Lee, né? Não conheço outro.

 

Concordo com você. E dou nota máxima. É um filme sobre emoções numa sociedade que os reprime demais, por causa das regras de decoro e educação. E sobre duas formas contrastantes de vivenciar os sentimentos. Eu sou apaixonada por Elinor e Marianne, e só consigo imaginá-las como sendo Emma Thompson e Kate Winslet 06. É tão lindo ela cantando Weep You No More Sad Fountains, numa das minhas cenas preferidas. A gente vê claramente o encantamento que toma conta do Coronel Brandon e entende o que o atraiu, sem que nenhuma palavra seja dita a respeito.

 

 

 

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É tão lindo ela cantando Weep You No More Sad Fountains' date=' numa das minhas cenas preferidas. A gente vê claramente o encantamento que toma conta do Coronel Brandon e entende o que o atraiu, sem que nenhuma palavra seja dita a respeito.

 

 

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Também considero essa cena um dos pontos altos. Os cortes no momento certo e os olhares dizem muito. E Alan Rickman, que voz distinta e elegância - torci o tempo inteiro para que o personagem dele se desse bem.

 

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Sintel (Sintel' date=' Holanda, 2010, Dir.: Colin Levy) - 8/10

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Sintel é também interessante por ser mais um "open movie" (semelhante ao conceito de software livre).

Isso que dizer que todos os arquivos de produção são disponíveis e você pode alterar a animação do jeito que quiser e republicá-la.

Basta ter um (super) computador para renderizar e saber usar o software Blender 3D (alternativa livre ao Maya usado pela Pixar).

 

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