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Popular Content

Showing content with the highest reputation since 01/20/19 in Posts

  1. 3 points
    primo

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    tem spoiler Fui assistir ao filme na última sexta e fiquei muito satisfeito, apesar das ressalvas! Como boa parte de tudo já foi dita aqui, vou citar aspectos mais particulares da experiência. Por isso, pode soar estranho. Nova York é paixão antiga, e a atmosfera vendida em “Taxi driver” povoa minhas principais referências. Gosto muito mesmo. Mas tenho junto o desejo pela manutenção daquela originalidade que Gotham e Metropolis alcançaram nessas tantas décadas de suor dos artistas. Ver as torres gêmeas no cartaz do Reeve é quase uma dor. Por isso, foi infeliz nostalgia ver o trio de funcionários receber o carimbo “Wall Street” no texto. Porém, relembro: isso é coisa minha. O filme é muito bom. A patroa teve que escutar de mim um sussurrante “a vizinha e ele nunca estiveram juntos, então...” interrompido pela frustração de ver o diretor desenhar isso depois. Esse é um exemplo das ressalvas. Há momentos em que o Todd Philips escorrega na casca pisada pelo Nolan, mas o visual e o clima cinemão podem maquiar o tombo. É aquela banana da confusão entre a boa didática e o didatismo. Quando isso veio na primeira sequência, bateu a má vontade, mas, passou. Refiro-me ao líder dos garotos dizendo “Ele é fraco” enquanto chuta o protagonista e a outros momentos da primeira metade. Talvez eu estivesse cobrando demais? Não sei. Em outro ponto, um mascarado na TV vem me dizer que o alvo da revolta é o sistema. Sério? O problema do didatismo é que tira o foco da construção real de uma “explicação”. Sim, é preciso contextualizar em um filme assim. Na minha opinião, mesmo que o foco seja o Fleck, faltou mais cuidado (um pouco) nos fatos que geraram a revolta popular. Um exemplo bom seria a mídia citar a autodefesa no trem. O espectador sabia, mas achei que faltou vender para o cidadão (e a gente assistir vender) a postura escrota de três caras ricos. Na falta disso, essa escalada teve pitadas leves de roteirismo facilmente evitáveis. Coringa é um filme que me conduziu. Foi forte pra mim. Fleck entrou ao vivo na TV, e meu coração disparou lembrando "Tróia" e o temor pelo inevitável destino de Hulk Bana contra o Brad Pitt. A comédia é muito bem executada. Destaque para o beijo na convidada e o anão tentando abrir a porta. Alguém citou que o anão está nos quadrinhos, inclusive. O que não vi citarem foi a relação entre a escada e o Ledger. A cena mais emblemática do ator antes do Coringa é descendo os degraus da arquibancada enquanto canta e dança “Can't take my eyes off you” após deslizar pelo poste (o pequeno Bruce é quem desliza agora, bela homenagem ao antigo Batman). Durante o trailer, pensei: imagina se o diretor coloca o Coringa para ser perseguido por policiais exatamente ao descer as escadas, a exemplo do que ocorre no estádio em “Dez coisas que eu odeio em você”... E ele fez! Coincidência? Talvez. Outros dois paralelos: ele consegue escapar malandramente escorregadio, e temos exatamente dois policiais o perseguindo, um gordo e um magro. Por falar em “não conseguir tirar os olhos de você”, Ledger e Phoenix conseguem tirar um dos olhos de seu desafeto com itens de escritório (um lápis lá, e uma tesoura aqui). A primeira bala no De Niro gera também um reflexo interessante com o atirador. Enquanto vemos de longe a mancha vermelha no olho atingido, um losango, a câmera mostra na exata sequência apenas um dos olhos do Coringa, manchado em mesmo formato pela maquiagem azul. Afinal, temos no Phoenix o espelho do que De Niro foi em “O rei da comédia”. Também não vi citarem que os seguidores do Coringa o retiram desacordado da viatura com trejeitos de médicos em um parto. Essa foi mais óbvia, mas achei bem legal.
  2. 2 points
    Pelo menos, se tivesse a Batgirl pra falar que é ela + a 'equipe Aves de Rapina', mas nem isso. É ela sozinha, arranjando umas coadjuvantes de uma equipe random que não vão ofuscá-la.
  3. 2 points
    Jailcante

    Os Vingadores 4: End Game

    E se o público atual se "infantilizou", não seria necessariamente por causa dos filmes atuais de super-heróis, afinal uma "criança de 50 anos", ele tem 50 anos, então esse processo de infantilização já vem de longa data, com filme mais antigos e coisas mais antigas também. E tem muita coisa a mais em cima disso, TV e internet por exemplo, essa briga de egos que rola em rede sociais, gente que, de repente, passou a ser relevante por falar bobeiras, e etc. Sou de acreditar que influencia vem de tudo, não só de uma fonte. Jogar tudo nas costas desses filmes é até simplório.
  4. 2 points
    Questão

    Doutor Sono (Mike Flanagan)

    Visto DOUTOR SONO Na trama, trinta anos após os eventos no Hotel Overlook, Danny Torrance (Ewan McGregor) se tornou um alcoólatra. Após um terrível incidente, Danny passa a buscar a sobriedade, e alguns anos depois, parece encontrar a paz, trabalhando como enfermeiro em uma clínica para pacientes terminais, usando a sua "iluminação" para ajudar os pacientes a fazerem a passagem. Mas Quando Danny conhece Abra Stone (Kyliegh Curran), uma pré adolescente com as mesmas habilidades que ele, que está sendo perseguida por um grupo de vampiros energéticos conhecido como o Verdadeiro Nó, que se alimentam dos iluminados, Danny deve enfrentar os seus traumas para proteger Abra. Venho acompanhando a carreira de Mike Flanagan com curiosidade desde o seu primeiro filme, ABSENTIA. Trazendo na maioria das vezes personagens definidos por traumas do passado, e uma preferência por narrativa dividida em camadas temporais e sensoriais, a filmografia de Flanagan evoluiu de filme para filme, até alcançar um nome do gênero para se prestar atenção com HUSH: A MORTE OUVE, e atingir a excelência com a minissérie da Netflix A MALDIÇÃO DA RESIDÊNCIA HILL. Mas foi em 2017, quando dirigiu também para a Netflix o thriller JOGO PERIGOSO, uma adaptação bastante complexa de um romance de Stephen King, que Flanagan ganhou a chance de enfrentar o seu maior desafio até o momento; dirigir a adaptação de DOUTOR SONO, sequência do clássico O ILUMINADO. O desafio maior não era apenas dirigir a sequência tardia de um clássico do cinema dirigido por um mestre como Stanley Kubrick, mas promover uma reconciliação entre a atmosfera mais niilista e desesperaçosa que Kubrick imprimiu em sua adaptação de O ILUMINADO (notoriamente odiada por Stephen King) com a sequência literária escrita por King que ia contra muito daquilo que foi estabelecido pelo famoso diretor na película de 1980. Era um grande sinuca de bico, mas apesar de alguns percalços, Flanagan se mostrou a altura do desafio, entregando uma sequência que respeita e honra o clássico de Kubrick, mas que também resgata muito dos elementos emocionais que eram caros a King, para construir a sua própria história. Primeiramente, deve-se dizer que diferente de sequências que retomam clássicos, como STAR WARS: O DESPERTAR DA FORÇA e JURASSIC WORLD, DOUTOR SONO não é uma continuação que se baseia na nostalgia, ao apresentar uma narrativa de natureza muito diferente do filme original (o que também ocorria com suas contrapartes literárias), ao usar o terror mais como um motor para o drama, do que propriamente torna-lo o cerne da narrativa. O roteiro de Flanagan trabalha com calma a sua história, inicialmente nos apresentando um prólogo que mostra como foram os primeiros meses de Wendy Torrance e o pequeno Danny (Alex Essoe e Roger Dale Floyd) após a tragédia do Overlook, e como o menino aprendeu a lidar com os fantasmas que o perseguiam com a ajuda do espírito de Dick Halloran (Carl Lumbly). Depois desse prólogo, Flanagan desenvolve todo o seu 1º ato em três narrativas paralelas, que acompanham a decadência e recuperação de Danny; a descoberta dos poderes da pequena Abra, que desenvolve desde pequena uma conexão com Torrance; e por fim o recrutamento de Andy Cascavel (Emily Alyn Lynd) para o verdadeiro Nó por sua enigmática líder, Rose: A Cartola (Rebecca Fergunson). Esse 1º ato é competente em construir o universo do filme, ao mesmo tempo em que desenvolve o trio principal formado por Danny, Abra e Rose, até que essas três histórias se cruzam ao fim do 1º ato em uma sequência angustiante que traz a participação especial de Jacob Tremblay. Na direção, Flanagan demonstra uma direção elegante, que consegue manter a própria identidade em sequências mais oníricas, como aquelas que trazem um duelo mental entre Abra e Rose, mas que também referência Kubrick (especialmente nas sequências envolvendo Danny) sem com isso soar uma condução esquizofrenica. De fato, muitas das reconstituições dos planos de Kubrick feitos por Flanagan surgem extremamente interessantes justamente por não serem gratuitos, e sim funcionarem como uma inversão do que foi visto no primeiro filme, como aquela onde acompanhamos uma entrevista de emprego de Danny, tal como o seu pai anos antes, ou aquela que traz Danny sentado em um bar durante o 3º ato da narrativa. Além disso, apesar de possuir duas horas e meia de duração, o diretor conduz um ritmo muito bom para a narrativa, mesmo durante as passagens mais tranquilas, já que constrói com habilidade uma atmosfera densa e melancólica, que nunca nos permite assumir que os personagens estão seguros. DOUTOR SONO também se beneficia de ter um elenco extremamente competente, que compreende muito bem os seus personagens. Ewan McGregor dá uma vulnerabilidade tocante para Danny, ao retrata-lo como um homem não só assombrado por seus traumas de infância (e os fantasmas literais que ele carrega em sua mente) mas por seus próprios erros na vida adulta. A jovem Kyilegh Curran também concede muito carisma e veracidade a Abra Stone, retratando a garota como estando compreensivelmente deslumbrada com a extensão cada vez maior de seus poderes, e até desenvolvendo certa arrogância a partir de certo ponto, mas sem nunca tornar-se antipática (como ocorria com a sua contraparte literária). Mas quem rouba mesmo a cena é Rebecca Fergunson ao fazer de Rose uma vilã sedutora e cruel, que não apenas lidera, mas tem o respeito de seus seguidores, pelos quais ela tem uma relação genuína de afeto. E é curioso observar que ainda que diferente da maioria dos filmes do gênero, onde o vilão tem o domínio da situação até o 3º ato, Rose e seu grupo são muitas vezes surpreendidos por Danny e Abra (que se torna cada vez mais poderosa), a ameaça em torno da personagem nunca é esvaziada, o que credito muito mais ao trabalho de Ferguson do que ao próprio roteiro. No elenco de apoio, destaca-se a presença de Carl Lumbly como Dick Halloran, que consegue replicar os trejeitos que Scatman Crothers deu ao personagem em 1980, mas que consegue tornar o personagem seu ao dar a Halloran uma autoridade que não estava presente no filme original, devido a sua nova condição. Na parte técnica, destaca-se o trabalho de direção de arte, que não apenas reproduz com extrema competência os clássicos cenários do Hotel Overlook no climax da narrativa, mas concede personalidade aos principais ambientes da trama; reparem por exemplo como o quarto de Danny permanece um ambiente vazio e sombrio, mesmo depois de anos vivendo no lugar, denunciando a desconexão do personagem com o lugar onde vide, ou como o quarto de Abra é decorado com bonecas de super heroínas e guerreiras de mangá, refletindo não só a personalidade combativa da garota, que diferente de Danny aprecia os poderes de sua iluminação, mas suas figuras culturais de referência. Ainda é importante citar o trabalho dos Irmãos Newton na trilha sonora, que trabalharam em todos os projetos do diretor desde OUIJA: A ORIGEM DO MAL, que criam aqui uma trilha bastante funcional, que é eficiente sem chamar a atenção demais para si mesmo, além de darem uma bela repaginada para o clássico tema de O ILUMINADO feito por Wendy Carlos E Rachel Elking em 1980 Apesar de muitos acertos, o filme também dá as suas derrapadas. O filme utiliza a personagem de Andy Cascavel para nos dar o contexto do funcionamento do Verdadeiro Nó, o que é uma manobra didática, mas feita de forma natural, mas a personagem perde completamente a importância após o 1º ato, denunciando assim a sua função mecânica para o enredo. E se o climax no Hotel Overlook traz um arrepio na espinha dos fãs do filme de 1980, e traz vários momentos recompensadores (discordo daqueles que apontam que é puro fan service) é inegável que em seus minutos finais, que trazem o desfecho, esse 3º ato não apenas perde o foco da história que estava contando, como ai sim, nesses minutos finais entrega um fan service ao livro O ILUMINADO que narrativamente não faz muito sentido, o que por acontecer justamente na conclusão, acaba tendo um peso maior para o publico. Apesar desses deslizes, o saldo final de DOUTOR SONO ainda é muito positivo. Flanagan conseguiu ser extremamente respeitoso e reverente ao clássico de Kubrick, ao mesmo tempo em que inseriu muito da carga emocional que King sentiu falta no primeiro filme (e que vem do próprio trabalho de Flanagan como diretor, para quem conhece os seus filmes). Não vai ser um clássico como O ILUMINADO, e nem é tão aterrorizante quanto ele, mas não precisa ser. O filme é sim, uma continuação orgânica, que tem a coragem de seguir o próprio caminho (mas sem temer olhar para o passado) com personagens carismáticos, em uma obra que consegue apelar para a emoção do público. No fim, para um projeto que tinha muita chance de dar errado, Flanagan mandou muito bem, renovando o meu interesse por seus projetos futuros.
  5. 2 points
    primo

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    eu até entendo quem defenda isso, de que a "regra" foi essa entre o público, mas... como contribuição aqui à nossa análise do panorama geral... eu acredito que não. Acredito, com base no que eu captei na época, que o público (em sua maioria) esperava um filme simplesmente mais redondo em termos de história. Ainda que isso "comprometesse" algumas das boas características estéticas e narrativas do Snyder.
  6. 2 points
    Jailcante

    S.H.I.E.L.D. (a série)

    Mas o cancelamento está sendo feito bem antes da 7ª temporada sair, então vão concluir mesmo o seriado. Última temporada deve vir pra fechar tudo. Porque deixariam aberto? Só se o cancelamento fosse feito agora no meio da 6ª temporada.
  7. 2 points
    Gustavo Adler

    O Rei Leão (Jon Favreau)

    Que massa, pow, senti uma energia foda aqui nessas fotos
  8. 2 points
    O enorme sucesso dos dois filmes de “Invocação do Mal” foi mais do que o bastante para que se estabelecesse um “universo expandido” dessa saga de suspense, a qual conta agora com a recém finalizada (será?) trilogia de Annabelle, a demoníaca boneca que já havia conquistado aquele pequeno capiroto que existe dentro de todos nós. Porém, esse “Annabelle 3: De Volta Para Casa” (2019) empalidece e cai no genérico, se comparado em especial ao segundo filme do seu próprio segmento... Cronologicamente, a história começa após o primeiro “Invocação”, quando os demonologistas Ed Warren (Patrick Wilson) e Lorraine Warren (Vera Farmiga) tentam manter a boneca Annabelle trancada em seu porão... até que um grupo de jovens acaba liberando sua maldição mais uma vez. De novidade, temos novos espíritos que nenhum de nós pediu (mais filmes derivados em vista?), e que não assustam tanto quanto os já apresentados anteriormente. E o casal, ironicamente, sai de cena bem antes de a história começar a ficar medíocre... O diretor Gary Dauberman inicia a narrativa de forma acertada em seu diferencial, com um tom sutil e quase intimista, em que somos gradativamente apresentados às jovens que são as verdadeiras protagonistas da vez: Judy Warren (Mckenna Grace), Mary Ellen (Madison Iseman) e Katie Sarife (Daniela Rios). Além de serem personagens divertidas, elas são o ponto central da união entre o velho suspense de “casa assombrada” e questões sobre amadurecimento durante uma situação de terror claustrofóbico. Porém, a partir de determinado momento, Dauberman começa a “empilhar” suas ininterruptas sequências de terror, algo que não apenas muda o tom do filme, como também consegue transformá-lo num barulhento circo – e sim, esse “espetáculo” provoca risos, em meio a uns sustos bem bacanas. Há certa habilidade técnica do diretor, como em algumas empolgantes cenas que usam bons jogos de reflexo ou iluminação. Mas, seus acertos não tiram o nosso desprazer de ver até as protagonistas tomando algumas decisões previsíveis e estúpidas... Com erros e acertos, “Annabelle 3: De Volta Para Casa” não é um filme ruim... tampouco bom. Ainda existe apreço dos produtores pelo suspense que destaca o elemento humano, logo esse “universo invocado” ainda não está totalmente gasto. Mesmo assim, há uma pergunta esperta que foi colocada aos Warren no início desse filme: “será que não é melhor destruir a boneca de uma vez?”. E a resposta deles diz tudo sobre a demanda comercial que ainda existe por essa franquia: “se destruir, o efeito é pior”. Pois então, a “Invocação da Grana” continua... Nota: 5
  9. 2 points
    esta aqui o rick vai curtir? Christian Bale é o Batman mais fatal, diz pesquisa Em 2019, o Batman comemora 80 anos. Por conta da data, a Vanquis liderou um levantamento sobre os números do herói nos cinemas. A pesquisa quis saber qual é o Batman mais fatal, o mais preparado, o mais eficiente e o mais violento. Cada ator que usou o uniforme do herói foi analisado. Adam West, intérprete do herói em filme de 1966, aparece como o mais eficiente. O Batman do ator prendeu quatro vilões em 104 minutos, um recorde. Christian Bale também entra na categoria, já que foram sete prisões em três filmes. No entanto, o Batman da trilogia de O Cavaleiro das Trevas se destaca em outro quesito. Em Batman Begins foram 25 mortes, sendo o maior número para um único filme. Enquanto isso, o último Batman, o de Ben Affleck, é o mais violento. Um exemplo é que em Batman vs Superman: A Origem da Justiça, o herói dá um soco a cada três minutos. No total, derrota 48 capangas no filme. Se unir os dois filmes (também esteve em Liga da Justiça) em que participou, o Batman de Ben Affleck se torna o mais fatal. Foram 39 assassinatos. Os únicos que não tiram vidas são os heróis de Val Kilmer e George Clooney. Por fim, Adam West aparece novamente como o Batman mais preparado. No filme de 1966, o Homem-Morcego usa 11 dispositivos e quatro batmóveis. O próximo Batman dos cinemas será Robert Pattinson. O ator estreará na função em The Batman, filme de Matt Reeves, que tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.
  10. 2 points
    Jorge Soto

    Mulher Maravilha 1984

    Seriema recebendo a visita de crianças com doenças terminais no set.. “Um dos meus dias favoritos no set foi quando todas essas crianças MARAVILHOSAS e suas famílias da organização Light of Hope chegaram por lá. Eu estava tão animada por passar o dia com/conhecer cada um deles pessoalmente e ouvir suas histórias. Esta organização trabalha há 18 anos apoiando, acompanhando e ajudando crianças com câncer e suas famílias. É operado por centenas de voluntários dedicados e oferece uma série de serviços para crianças doentes e suas famílias: incluindo realização de desejos, dias de férias familiares/em grupo, aniversários de sonhos em hospitais, oficinas profissionais para crianças hospitalizadas, apoio financeiro para famílias e assistência com o remédio adequado que eles podem não conseguir. Por favor, veja o link na minha bio para ver como você pode ajudar essas lindas famílias.”
  11. 2 points
    Jailcante

    Os Vingadores 4: End Game

    Daqui a uma semana, nesse mesmo horário devo estar assim, porque vou ver o filme a noite:
  12. 2 points
    primo

    O Rei Leão (Jon Favreau)

    eita
  13. 2 points
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Minha vez de ver "A Mula", alegada última atuação do Clint Eastwood. Narrativa clássica; começo, meio e fim; boa história; boas atuações; gostei muito. É comovente vê-lo baqueado em cena. E incrível pensar que atuou, dirigiu e produziu esse filme. De quebra, seu cinema, meio silencioso, está aí para nos dizer, que há muitas pessoas deslocadas na América. Por deslocadas: sem dinheiro, sem aposentadoria, amedrontadas pelo avanço tecnológico de um simples telefone, ouvindo canções que se perderam no tempo... A América dessa geração morreu há muito, a geração, em si, ainda não. Um filme que é melhor do que aparenta.
  14. 2 points
    conan

    Toy Story 4 (Pixar)

    Legal, mas não entendi qual é do novo filme, para onde ele quer caminhar ou falar algo novo
  15. 2 points
    Tais Cristina

    Shazam (2019)

    Zachary Levi mandou muito bem ao falar do hate contra a Capitã Marvel: “Há pessoas por aí fazendo reviews e posts completamente inflamatórias, difamatórias e fictícias sobre a ‘Capitã Marvel’ da Brie Larson, tentando colocar ‘Shazam!’ contra esse filme, dizendo que vão nos apoiar, mas não eles, por conta de coisas que eles mesmos estão inventando […]. Eu descobri sobre isso ontem à noite, e para qualquer um aí que acha que está me fazendo um favor, ou fazendo um favor a ‘Shazam!’ e à Warner Bros: vocês não estão. Vocês não estão ajudando nada nem ninguém. Não há competição. Só porque o Shazam se chamava Capitão Marvel há muitos anos, não significa que, de algum jeito, Brie ou ‘Capitã Marvel’ estão contra nós. Claro, são filmes que estarão nos cinemas em períodos similares – e a ironia desses períodos é interessante, com certeza -, mas não há conspiração, gente. Qualquer um aí que acha que precisa tomar um lado e brigar está completamente enganado e eu só espero que vocês se acalmem. Se vocês querem gostar de um filme, ótimo. Se querem gostar dos dois, melhor ainda. Mas falar mal já é bem baixo-nível, para mim. Agora, mentir sobre isso para descreditar ou difamar alguém é algo ainda mais ‘fundo-do-poço’.”
  16. 2 points
    Jorge Soto

    Os Vingadores 4: End Game

    falando no Bandeiroso..?? Serena Williams pode ter entregado uma das mortes do filme Não é exatamente a fonte da ande os fãs esperariam um spoiler de Vingadores: Ultimato, mas a tenista Serena Williams pode ter entregado um spoiler de uma das mortes no filme. Em um vídeo compartilhado em seu perfil oficial do Instagram, Williams gravou sua passagem pelo Oscar 2019, onde o ator Chris Evans estava presente. No áudio, é possível ouvir a tenista falando “fiquei tão triste quando ele morreu naquele filme, Vingadores” . Obviamente, Vingadores: Ultimato não foi lançado ainda, mas versões prévias do filme podem ter sido exibidas para outros membros da indústria. Leve como especulação, ou até mesmo o fato de Williams ter se confundido. kkkkkkkkkkkkkkkk a treta ta lançada? Dave Bautista odeia ser comparado com The Rock e John Cena: “Eu sou um ator” Dave Bautista, assim como Dwayne ‘The Rock’ Johnson e John Cena, começou sua carreira no mundo da luta, mas para ele é aí que as semelhanças com as outras duas estrelas terminam. Isso porque, em entrevista ao jornal The Tampa Bay, nesta terça-feira, dia 26, ele deixa claro que odeia ser comparado com Cena e The Rock por um simples motivo: ele está em um patamar acima deles. Ele explica: “Não me compare com o The Rock ou Cena. Todo mundo faz isso. Esses dois caras são lutadores que se tornaram estrelas de cinema. Já eu, eu sou outra coisa…Eu era um lutador, agora eu sou um ator”. “The Rock era, de certa forma, uma estrela de cinema antes mesmo de ser uma estrela de cinema. Há algo sobre ele que é realmente especial. Eu nunca tiraria esse mérito dele”, disse Bautista ao Tampa Bay Times. “Eu o considero um ótimo ator? É claro que não.” Eu quero bons papéis. Eu não me importo com Velozes e Furiosos ou com Bumblebee. Esse não é o tipo de estrelato que eu quero. Eu estarei em Duna, quero trabalhar com Denis Villeneuve, quero trabalhar com Sam Mendes e Jodie Foster, quero trabalhar com os vencedores do Oscar, tenho orgulho de ser um ator, quero esse respeito, credibilidade e educação.” Vale lembrar que The Rock ficou famoso com a franquia Velozes e Furiosos e John Cena com Bumblebee. Dave Bautista interpreta Drax em Guardiões da Galáxia.
  17. 2 points
    Eu não concordo com isso (de que histórias do personagem nesse estilo perderiam força com ele sendo mais jovem). O LONGO DIA DAS BRUXAS é praticamente uma referência para histórias do morcegão nesse estilo, e tem justamente um Batman mais jovem de trinta e poucos anos ainda se estabelecendo. Mas é questão de opinião.
  18. 2 points
    Quanto ao vídeo do Omelete, com relação ao Robert Pattinson, podem me xingar mas eu concordo com eles. A grande maioria só tá reclamando de ele talvez ser o Batman por causa da saga Merdúsculo. Mas, gente, tem ANOS que ele fez esses filmes aí do vampiro, pelamordedeus, ele já nem tá mais nessa vibe faz tempo. Fora que a atuação dele vem melhorado ao longo dos anos. E olha que não sou fã dele, é uma verdade. De começo, também achei um absurdo pensar nele como Bruce Wayne, mas daí lembrei de um certo ator que fez Brokeback Mountain e 10 Coisas Que Eu Odeio Em Você (sim, estou falando de Heath Ledger), quando foi escolhido pra interpretar o Coringa e geral reclamava. Geral falou bosta, falava que ele seria um "Coringa viado" (por causa do Brokeback Mountain), entre outras coisas. Daí, bem... o resto nem precisamos falar sobre ele, que foi simplesmente o MELHOR CORINGA DE TODOS OS TEMPOS e é referência no personagem até hoje. O mesmo vale pro Chris Evans quando ele iria interpretar o Capitão América pela primeira vez, lembro que vi muita gente reclamando, antes e, agora, falou em Capitão América, falou em Chris Evans. Sei lá, bicho, acho que, caso ele seja realmente o escolhido para ser o Batman, deveríamos ver o filme, primeiro, pra depois falar alguma coisa. Julgar antes de ver não ajuda em nada. Só acho.
  19. 2 points
    Gustavo Adler

    Nós, Dir: Jordan Peele

    Porra Parece que o filme vai abordar a temática da versão ruim nossa como nosso próprio terror. E pelo que eu senti, parece que vai ser mais além, que não necessariamente é ruim por ser má, malévola, mas sim que as versões ruins são aquelas que poderiamos ser se fossemos entregues as traças, sem o reconhecimento e a oportunidade de explorar o melhor de nós, apenas tendo como chance de sobrevivência nossa própria degradação. Eu tive essa sensação em algumas cenas, como a da versão ruim da personagem da Lupita Nyong'o não parecer exatamente ruim, mas sim uma mulher perdida, em sofrimento, e em estado desumanisável, contrastando com a personagem da versão boa, bem resoluta, segura de si e exalando sua serenidade. Pareceu também que a versão da meninha ruim pareceu uma menina inquieta e bastante indissiplinada, angustiada. E engraçado é que parece que a versão do menino parece procurar conversar com o menino real, como que representando o momento de autodescobrimento, em que as duas versões se apresentando sugere que o desenrolar daquele período da vida dos garotos pode tanto levar pra versão boa como pra má.
  20. 1 point
  21. 1 point
    Scatman

    Liga da Justiça (2017) #2

    O diretor aprovou a venda oficial de mercadorias da sua versão de Liga da Justiça, que agora está sendo chamada de “Zack Snyder’s Justice League”. Só uma pergunta: Snyder pode vender material com "Liga da Justiça" no nome? Uma coisa é publicar imagens de uma trabalho dele na rede social, outra coisa é aferir lucro... TAlvez a WB/DC veja que isso não vai vender quase nada que nem se preocupa em acionar o jurídico...
  22. 1 point
    Sobre o filme em si: Eu gostei muito, mas não sou muito chegado em filme de mafia então não consigo colocar um valor maior pro filme. Desculpe. Preferi bem mais a parte final do filme que o começo. Acho que tudo começa a engrenar melhor quando chega o Roffa (no fim, a história é dele mesmo, mostrar mais ele e o que rolou com ele, seriam os pontos mais importantes aqui). O rejuvenescimento do DeNiro acho que não funcionou muito bem (pra mim) porque ele continuou velho o filme todo (não basta a cara, mas o corpo e toda uma movimentação que ele não tem mais, acabam entregando a idade - e a gente já viu ele jovem muitas vezes e ele não era exatamente assim, isso atrapalha). Considero que esse efeito é bom pra cenas rápidas, num filme todo, ainda não rola (e gasta-se muito dinheiro pra uma coisa que chamar um ator mais jovem ficaria bem melhor). Enfim, fora isso não teria mais nada a reclamar, mas, como disse, não é um gênero que é muito a minha praia, aí não conseguiria me animar muito mesmo. Só pra constar: Sou meio torto mesmo no gênero, já que de máfia do Scorsese prefiro Cassino do que Bons Companheiros, por exemplo. (Como era pro NetFlix, acharia melhor se Scorsa tivesse colocado como minissérie, talvez. Saiu um dado que só 18% dos que deram play no filme, chegaram até o final do filme. Povo no NetFlix tá mais acostumado com série/minisséries mesmo. Filme de mais de 3 horas deve ser uma eternidade pra maioria que assina o serviço - mas pensando com os botões aqui SPOILERS: Talvez cena inicial deveria ser o assassinato do Hoffa, assim as pessoas ficariam mais curiosas pra saber que o filme iria mostrar isso, a resolução desse grande mistério, e aí ficariam no filme pra saber o que rolou até chegar naquele ponto. Com o marketing focando mais no personagem do DeNiro, as pessoas podem achar que é só mais um filme de máfia, e se a pessoa não tem muito interesse no assunto, iria abandonar mesmo se achasse que o filme não traz nada mais além disso).
  23. 1 point
    na boa, não duvido o retorno deste mito como plot twist definitivo..😂
  24. 1 point
    Big One

    Adão Negro (22/12/2021)

    O anúncio.
  25. 1 point
    primo

    The Batman (Matt Reeves - 25/06/2021)

    The Batman | Matt Reeves confirma Andy Serkis como Alfred Pennyworth Diretor confirmou em suas redes sociais os rumores Andy Serkis será Alfred Pennyworth em "The Batman". O diretor Matt Reeves usou suas redes sociais para confirmar a escalação do ator como o fiel mordomo de Bruce Wayne. "E lá vem o Alfred!", ele escreveu, junto a um gif do ator.
  26. 1 point
    Jailcante

    Oscar 2020: Previsões

    Assisti ontem e é realmente ótimo. Começa meio cômico, meio leve, mas depois dá uns giro de 360, e fica tudo bem frenético na segunda metade de filme. (Perigo é os americanos inventarem de remekear e sair uma boshta)
  27. 1 point
    Jailcante

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    "Não é só com a Marvel" News: Martin Scorsese diz que quase dirigiu filme do Coringa, mas não tinha tempo e nem interesse em "desenvolvimento de personagem de HQ":
  28. 1 point
    Scatman

    Watchmen - série de TV

    Você assistiu quantos episódios? As partes em negrito acima não estão no primeiro não, se forem spoilers melhor avisar outros que venham aqui no tópico antes, se teorias tuas são um bom palpite! Eu vou assistir hoje o segundo episódio na HBO e considero que a série tem um ótimo potencial, pena se ela se perder. Não sabia que seriam só 9 episódios mas gostei da novidade,melhor algo memorável com menos "barrigas" de roteiro mesmo.
  29. 1 point
    Jorge Soto

    Rambo V: Last Blood (2019)

    Arnoldão desejando sucesso pro filme do amigo Sly, mas lembrando de quem é o maior... afirmando que sua faca em Predator é maior que a que o herói usa..kkkkk...adoro esses molecões medindo o tamanho do próprio pingulim em público..😂 esta critica detonou..bem se nem o último filme vi no cinema quanto mais este...🙄 Crítica | Rambo: Até o Fim Filme encerra a saga de John Rambo com trama ultrapassada e escassez de ação. 1,5/5 Quase quarenta anos após a estreia de Rambo: Programado para Matar, a franquia chega a uma suposta conclusão com Rambo: Até o Fim. Prometendo diferenciar-se, em parte, das três sequências anteriores, repletas de tiroteios explosivos, era de se esperar uma volta às origens, espelhando aspectos do original de Ted Kotcheff. No entanto, aqui isso se confunde como uma ida ao genérico, apostando num imaginário limitado que não dá conta de explorar os conflitos e traumas que o personagem carrega consigo e, por conta disso, tornando-o apenas em mais um brucutu vingativo qualquer interpretado por Sylvester Stallone. Assim como o quarto capítulo, Rambo: Até o Fim busca exaltar o heroísmo de seu protagonista através de efeito de comparação com cenas de violência exploratórias, aqui sofridas por sua protegida Gabriela (Yvette Monreal) nas mãos dos vilões que a sequestram. Na pior tradição de um cinema de vingança, com cenas repetitivas de violência física e abuso sexual direcionados às mulheres, o roteiro do próprio Stallone com Matthew Cirulnick mais parece emular um capítulo perdido da série Desejo de Matar, em que a catarse final da retribuição é associada ao volume de violência sofrida pelos entes queridos. Se Busca Implacável aliviava tais aspectos equivocados com um ritmo acelerado e distribuindo melhor suas lutas, este ainda mostra que quer brincar no mesmo playground de Logan e Gran Torino, mas sem a mesma sensibilidade e boas atuações para sustentar o drama. Muito tempo é passado com seu protagonista em posição passiva enquanto Gabriela é reduzida a alvo de inúmeras violências. Além disso, o desfile de estereótipos, principalmente dos mexicanos, sugere quão duvidosas são as intenções da “fita”, termo coerente já que poderia ser facilmente lançada no mercado home-video décadas atrás. Só boas cenas de ação podem salvar. Infelizmente, com exceção de uma luta com martelos, toda pancadaria que se faça notar está reservada aos últimos minutos de Rambo: Até o Fim, como um gozo rápido, e não aquele alongado que se espera. Porém nem o breve clímax no rancho armado de Rambo atinge seu potencial sob a fraca direção de Adrian Grunberg (do muito superior Plano de Fuga), que utiliza de uma decupagem frenética e picotada de planos, certas vezes remetendo ao infame Olivier Megaton, que em Busca Implacável 3 teve sua graça alcançada ao costurar uma dezena de planos de Liam Neeson pulando uma única cerca. Dito isso, Grunberg consegue encontrar a intensidade certa no gore das últimas mortes. Fica a dúvida: por quê não fazer deste um filme de uma locação só? Se três quartos da trama são conduzidos em linhas tão genéricas, com heróis, vilões e vítimas simplórios, nada de seu miolo é necessário para vender as motivações de John Rambo em sua vingança contra o cartel. Deixando de aprender com a simplicidade de John Wick, e obviamente sem a mesma capacidade de sustentar longos cenários de ação, Stallone e Cirulnick não veem que seus atos inicial e final eram tudo que Até o Fim necessitava para engrenar. A exemplo de Duro de Matar ou mesmo Esqueceram de Mim, o rancho poderia sediar um jogo ainda sangrento, mas muito mais tenso e metódico de gato e rato. Resta a impressão de que o personagem não foi o único que se perdeu neste ensopado de convenções. Rambo: Até o Fim é um caro exemplo da importância de saber o seu lugar. Os três longas anteriores, apesar de um tanto grosseiros, abraçavam a violência sem cérebro sem tentar legitimá-la a todo momento. Na tentativa de tornar-se sério no retrato desta violência, sem sacrificar o gore exagerado no final, o filme cria um paradoxo consigo mesmo e só acentua seu retrocesso. Ou seja, seus últimos instantes devem soar deslocados aos espectadores, isso se já não estiverem completamente entediados pela escassez de ação que os precede. Ao que parece, Stallone quer tanto conquistar o título de último herói de ação, como se atestasse que “não se fazem mais filmes como este”, que deixa de notar que esta espécie de fita apenas evoluiu, com uma variedade de cineastas e protagonistas talentosos que hoje são mais contemplados pelo mercado home-video do que nas telonas. Se Rambo: Até o Fim almejava ser um canto de cisne para este tipo de herói de ação nos cinemas, poderia pelo menos ter olhado para a frente e reprogramá-lo para os novos tempos. Infelizmente, o que poderia ser o triunfo final de John Rambo é apenas seu último e entediante lamento.
  30. 1 point
    jocosa pq esperavam um filme padrão marvel. E não era essa pegada. De novo, o filme tem seus defeitos, mas tinha personalidade, coisa que a grande maioria dos filmes puraí não tem. O filme teria um outro apelo na primeira assistida tbm, se por exemplo, o filme solo do aquaman e MM tivessem já acontecido. A galera, o grande público, reclama pq quer filme dentro de uma fórmula. A experiência com um filme depende muito da expectativa individual e do conhecimento prévio, envolvimento, que se tem com aquele universo. Posso ser surpreendido com o ineditismo, relativo, como foi com matrix, com Neo, uma espécie de herói moderno, por exemplo, mas alguns tbm acham uma merda por não compreenderem aquele universo ou estarem tão envolvidos na rotina de suas vidas com aquela mensagem.
  31. 1 point
    Tensor

    Oscar 2020: Previsões

    Triste demais que Bacurau não vai representar. Assisti ontem e é uma das maiores obras-primas do cinema contemporâneo. É simplesmente maravilhoso.
  32. 1 point
  33. 1 point
    Gustavo Adler

    Invocação do Mal 3

    Mas ai é que está, a coisa perde a estranheza a partir do momento que você decifra que: a) não existe nada sobrenatural (portanto, nada que fuja as leis da natureza e que possa lhe infligir mal sem que você "antevenha" o perigo e b) todo e qualquer estranheza vem da mente, e não dos fatos, enquanto os fatos não são explicados, ou desconhecidos, há a sensação de estranheza. E ai o ponto a) liga-se com o ponto b), se você já sabe que não existe sobrenatural, a estranheza deixa de ser algum perigo fora dos fenomenos físicos e que você esteja desarmado, resultando no que me faz justamente gostar mais da tensão do que de aparições, que enquanto tensão, enquanto vultos e sugestões, a ameaça permanece na estranheza, e assim fica na sugestão. Portanto, minha estranheza deixa de ser do que eu vejo, mas passa a ser o tipo de perigo que pode me sugerir. E acredite, quando vejo um filme sugestivo e não demonstrativo, eu passo a interpretar o perigo como a existencia de deus a partir do momento que acreditamos que ele existe (ou seja, nesse caso, a existencia da assombração, na nossa cabeça, a partir do momento que acreditamos nela. Traduzindo, o fato pode não existir de fato, mas a crença nele faz com que de fato, as pessoas passem a se comportar como se tivessem sido assombradas, passem a esquecer as coisas e ouvir barulhos e ser de fato de assombrações, de, no fim, no ápice do surto psicótico, a pessoa pode sim ficar tomada pela ideia de uma entidade lhe enfligindo mal. É uma auto explicação que eu dou para mim, me colocando naquelas cenas de filmes que sugerem, porque eu passo a me ver a sem querer me convencendo da existencia desse fenomeno e isso me tomando por completo). Quanto a crença, sim, o ateísmo é a crença da não existencia de que deus ou qualquer forças além das explicações que são possíveis de ser feitas com base nos fenomenos do universo, ou pelo menos, que o universo já pode se explicar sozinho, e, portanto, não precisa da crença em deus (é uma crença do mesmo jeito). P.S: Agora percebi que quando falei da questão do ateísmo e sua relação com minha falta de medo pra ver monstros, parecia que eu tava fazendo alusão ao ateismo em geral, e dando a entender que ateus não irão temer caras feias. Na verdade, eu quis dar uma possível explicação do porque essas aparições em filmes não me assustam mais, que eu acho que, em mim, tem a ver com minha fé na não existencia dessas coisas. Mas é uma coisa que eu percebo em mim, não que atrelo ao fato de eu ser ateu, necessariamente. Pra comparação, filmes de terror que me assustavam antes de ser ateu eram ligados justamente a espiritos, possuição, casas assombradas e tal, justamente porque eu era ligado nisso e adorava esse tipo de perspectiva (e a creditava). PORÉM, mesmo filmes desse tipo tinham que ser sugestivos (porque na minha cabeça, se eu visse uma pessoa morta, eu simplesmente falaria com ela, ou se eu visse o diabo, eu simplesmente zombaria dele e dizia "cade, não pode me fazer nada otário". Mas já essas entidades estando ocultas e trabalhando de forma que eu não os veja e não os antevenha, me dava o medo de que eles pudessem me fazer mal sem eu perceber que eles estavam agindo em mim, ou especificamente aonde eles estavam me atacando,e ai, quando a assombração aparecia, era apenas o ponto final, que ela vinha sem explicação, após eu ter comprado a ideia de que há algo tenebroso pra além da minha imaginação) Eu concordo com tudo com relação a tecnicidade da cena, foi bem feita e foi feita pra atingir esse climax, foi honesta, mas ainda assim foi pior do que não mostrar a freira. Pra mim teria se tornado uma puta sequencia ameaçadora se o climax fosse o resultado psicológico perdubador do vacuo da presença materializada da freira, e sim ela agindo de forma a derrubar o psicologico da medium. Pra mim, a cena terminaria muito melhor se a sombra fosse pra o quadro e ficasse ali aquele quadro encarando a personagem da medium sem que o espectador tivesse a certeza que aquela imagem no quadro era a aparição ou o quadro, mas que o diretor conseguisse bolar alguma ameaça real resultando disso, como: a sombra vai até o quadro, a medium fica encarando o quadro por longo tempo, a imagem ficasse presa no quadro, encarando-o por tanto tempo que gerasse quase que uma claustrofobia do ambiente fechado escuro e tenebroso e dai acontecesse algo dúbio que pusesse a vida da mulher em risco. As aparições hoje em dia, se não forem amarradas por um clima sugestivo muuuuito bem feito, me tira da imersão do filme, completamente. Mas ai é que está, concordo com tudo, mas a imgem pode ser sugestiva,, e não física. Você pode vislumbrar uma imagem de horror só através de sugestões ou pode ver a imagem de horror, e eu acho que filmes que mais me tocam trabalham mais na primeira linha.
  34. 1 point
    Jailcante

    Slasher

    Vi que já estreou. Mas fui ver isso no domingo, quando não tinha mais tempo pra ver. Devo ver no próximo fds.
  35. 1 point
    Jorge Soto

    John Wick: Parabellum

    essa é por @Jailcante que curte essas paradas
  36. 1 point
    Tensor

    Homem-Aranha: Longe de Casa

    Se essa do Camaleão se confirmar ta começando a se montar o sexteto sinistro pra um possível fim de trilogia: Abutre, Escorpião, Mysterio, Camaleão - espaço vago - e Octopus ou Norman pra liderar o ataque.
  37. 1 point
    Gustavo Adler

    Invocação do Mal 3

    o 2 acho que pecou por ficar muito na aparição de monstro (a assombração da freira e tal), perdeu a sutileza do terror sugestionado
  38. 1 point
    Gust84

    Filmes para aprender inglês

    Acho que o melhor a indicar são séries. Friends, how i met your mother, big bang theory, são simples de entender e ótimas pra treinar. No caso de filmes, acho que as animações, são as que possuem um inglês mais limpo pra que possamos entender, e também acho mais fácil!
  39. 1 point
    John David Washington, de Infiltrado na Klan, estrelará novo filme de Nolan Diferentemente do que afirmavam os rumores, longa não deve ter tom semelhante a Intriga Internacional O diretor Christopher Nolan escolheu o ator John David Washington, o protagonista de Infiltrado na Klan, para estrelar seu novo longa, de acordo com fontes da Variety. Diferentemente do que afirmavam os rumores, as fontes do site dizem que longa não é um thriller romântico com tom semelhante a Intriga Internacional. Sem dar muitos detalhes, os relatos apenas definem a produção como inovadora e um blockbuster de ação. Com o roteiro do longa já pronto, a Warner Bros. marcou sua estreia para 18 de julho de 2020, época semelhante aos demais lançamentos do cineasta.
  40. 1 point
    Big One

    Capitã Marvel

    Crítica da nossa colega forista @Liv A.
  41. 1 point
    meu, ficou muito bom!? Topher Grace faz incrível trailer com cenas de todos os filmes da franquia O ator Topher Grace atacou novamente com um dos seus projetos de edição. Dessa vez, o famoso usou um final de semana para fazer um trailer com as cenas dos dez longas de Star Wars. Confira abaixo. O trailer tem cinco minutos. Como conta Topher Grace, a sua esposa viajou e o ator aproveitou para fazer a brincadeira. Desde 2012 o ator estuda a arte da edição. Esses projetos já renderam, por exemplo, um filme prólogo de Star Wars de 85 minutos, resumindo os três longas lançados oficialmente pela franquia entre o final da década de 90 e o início dos anos 2000.
  42. 1 point
    Tirando o Clonney e o Val Kilmer tivemos bons Batmans... o Keaton, Bale e Affleck...tomara que o próximo seja bom também...
  43. 1 point
    Jorge Soto

    Velozes e Furiosos - Hobbs & Shaw

    fim das filmagens “O último homem em pé.HOBBS & SHAW está oficialmente encerrado.Esse foi facilmente o filme mais desafiador que eu já produzi e estrelei, entretanto, baseado nas reações insanas dos fãs que “quebraram a internet” com nosso primeiro trailer – esse filme também está caminhando para se tornar o mais recompensador.Um ENORME salve para o meu irmão e homem que confiou em mim e em nossa química, “apostando todas as suas fichas nisso” para fazer algo incrível e divertido para os fãs.Meu parceiro Jason Statham.Ele é um talento nato e um bastardo durão de pura felicidade que eu me orgulho de ter feito rir tanto durante as gravações que ele mal podia falar, eu sempre vou me lembrar com uma alegria maligna.Finalmente, um dos melhores pilotos de helicóptero do mundo, Fred North demonstrando aqui nosso comprometimento extremo em entregar nosso melhor para nosso público mundial.”
  44. 1 point
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Este então é o filme ruim? Porque eu AMEI!! Capítulo final, capítulo primeiro, quem imaginaria o meio? O sucesso de "Split" possibilitou mais um capítulo. Parabéns ao Shyamalan, que é antes de tudo um criador. Hoje em dia, com a necessidade da indústria por mais super-heróis, mais criaturas se proliferam, mas os criadores de fato continuam muito poucos. O uso de flashbacks de "Corpo Fechado" (já tão distante) me deixaram emocionado como cinéfilo. Deu tanta legitimidade, tanta emoção; graças ao efeito "máquina no tempo" fui parar de volta em um cineminha do Rio de Janeiro às três da tarde do ano 2000...A trilha sonora de West Dylan Thordson é maravilhosa também! Agora, gente, show absoluto de James McAvoy - deem um Oscar pra esse homem!!! Os outros personagens - reconheço - ficaram meio escanteados. Mas nada que tire o poder da história. Acrescento que Sarah Paulson e Anna Taylor-Joy também estão excelentes. O Pablo achou repetitivo o trabalho de convencer novamente os personagens de suas personalidades, mas isso é mau-humor, um pouco de azedume da parte dele. Não desagrada, pois serviu para relembrar as pessoas, dado que há um hiato de 19 anos com relação ao primeiro filme. Ninguém é obrigado a se lembrar dos dilemas. O desfecho de "Glass" compensa tudo. Eu quase bati palma na última cena.
  45. 1 point
    Big One

    Avatar 2 - James Cameron

    Então eles usaram Aloita como laboratório para fazer Avatar? O vizual de Alita está bem crível, bem como as cenas de ação. Se Avatar elevar isso para outro patamra teremos um filme ultra realista onde o primeiro Avatar vai parecer um desenho dos Smurfs.
  46. 1 point
    SergioB.

    Oscar 2019 - Previsões

    Me pegou de surpresa também. Todo mundo esperava "A Star is Born" ou "Roma". Mas, amigo @Tensor, não sei se você já viu o filme, e se, falta arte, sobra "fun". É uma delícia de assistir.
  47. 1 point
    Questão

    The Punisher (Netflix/Série)

    Trailer completo legendado
  48. 1 point
    silva

    Qual a Melhor HQ Que Você Já Leu?

    A Piada Mortal na cabeça, com V de Vingança e "O Dia em que Gwen Stacy Morreu", do Homem - Aranha logo atrás.
  49. 1 point
    clark

    O Melhor Batman/Bruce Wayne

    Também gostei muito do Batman de Keaton!E falo mais...de todos é o que tem mais estilo! Agora no geral Batman/Bruce é realmente o Bale!
  50. 1 point
    Scarlet Rose

    O Melhor Batman/Bruce Wayne

    Bale, sem sombra de dúvida.

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