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Piratas do Caribe 3: No fim do mundo


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Como já suspeitava, o filme está muito longe do original... fraco, cansativo, exagerado.

 

- Jack esquizofrênico. Como em HA3, esse exemplar de Piratas também tem suas cenas constrangedoras... os vários Jacks no deserto, os mini Jacks, o Jack sem cérebro... trash... não gostei. Parece que foi uma artimanha para termos mais Sparrow em cena. Posso vislumbrar os altos executivos tendo brilhantes idéias: "Hei, as pessoas querem ver Jack Sparrow! Não seria o máximo ele contracenar com ele mesmo? Já imaginaram vários Jacks em cena?"07

 

- Cingapura. PQP. Que porre. E pior, nada do que acontece envolvendo Cingapura e seus personagens trazem de fato alguma coisa relevante para a trama. Horas preciosas desperdiçadas.

 

- Samba do crioulo doido. A trama do filme fez algum sentido? Ou pior, era pra fazer sentido? É tudo muito confuso... mal definido, quase jogado de qualquer forma.

 

- Calypso. Outra coisa constrangedora. E de certa forma não acrescentou muito à trama também. Que diferença faria se não tivesse aquele redemoinho no final? Milhões a menos no orçamento e menos emoção? Poderiam fazer isso sem a Calypso. Fora que a cena dela ficando gigante é de uma tosqueira sem sentido.

 

- Davey Jones. Desperdício. Parecia interessante no segundo filme e nesse foi rebaixado a coadjuvante.

 

Enfim, o filme até que diverte, tem umas cenas empolgantes e tal, mas estou com a mesma opinião do REF: o filme poderia ser mais "fun" se aproximando do original.
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Piratas do Caribe 3: Mais fotos (e tem Keith Richards tocando violão) Veja Keith Richards dando uma palhinha no violão 19/03/2007 Mais fotos de Piratas do Caribe - No fim do Mundo (Pirat

Meio que detestei esse, lutei pra chegar no final, bem ruin por sinal Até o carisma e a graça do personagem do Depp não me agradaram muito aqui, um pena porque a trilogia começou tão bem...Beckin2

Como já suspeitava' date=' o filme está muito longe do original... fraco, cansativo, exagerado.

 

- Jack esquizofrênico. Como em HA3, esse exemplar de Piratas também tem suas cenas constrangedoras... os vários Jacks no deserto, os mini Jacks, o Jack sem cérebro... trash... não gostei. Parece que foi uma artimanha para termos mais Sparrow em cena. Posso vislumbrar os altos executivos tendo brilhantes idéias: "Hei, as pessoas querem ver Jack Sparrow! Não seria o máximo ele contracenar com ele mesmo? Já imaginaram vários Jacks em cena?"07

 

- Cingapura. PQP. Que porre. E pior, nada do que acontece envolvendo Cingapura e seus personagens trazem de fato alguma coisa relevante para a trama. Horas preciosas desperdiçadas.

 

- Samba do crioulo doido. A trama do filme fez algum sentido? Ou pior, era pra fazer sentido? É tudo muito confuso... mal definido, quase jogado de qualquer forma.

 

- Calypso. Outra coisa constrangedora. E de certa forma não acrescentou muito à trama também. Que diferença faria se não tivesse aquele redemoinho no final? Milhões a menos no orçamento e menos emoção? Poderiam fazer isso sem a Calypso. Fora que a cena dela ficando gigante é de uma tosqueira sem sentido.

 

- Davey Jones. Desperdício. Parecia interessante no segundo filme e nesse foi rebaixado a coadjuvante.

 

Enfim, o filme até que diverte, tem umas cenas empolgantes e tal, mas estou com a mesma opinião do REF: o filme poderia ser mais "fun" se aproximando do original.
[/quote']

 

 Errr... Onde eu assino, mesmo?? 05
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Finalmente assisti. Mesmo sendo o mais fraco da trilogia (na minha opinião), ainda assim é um ótimo filme! Apesar de todas as falhas, esse filme se redime na melhor seqüência de ação de toda a trilogia: a batalha final no redemoinho.<?:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

 

Nota: 8,0 * * * *

_______________________________________________

 

Contém SPOILERS – Só leia quem já viu o filme:

 

Cadê a cena do Jack vestindo uma armadura chinesa? 17 Pena ter ficado de fora.

 

O lance da pólvora molhada no final do filme pra mim não foi furo. Gibbs deixou bem claro para que todos tivessem cuidado em não molhá-la.

 

Furo foi o macaquinho Jack sentir frio no pólo, já que ele é um morto-vivo. 09 A cena dele como bala de canhão foi hilária. 06

 

Os múltiplos Jacks no filme não me incomodaram, mas a Calypso gigante achei ridícula e desnecessária.

 

Ao contrário do que a maioria disse, eu achei que Sao Feng cumpriu bem o seu papel na trama e permaneceu na história o tempo que foi necessário.

 

O que me incomodou foi a participação pífia do Almirante Norrington e a forma banal como ele foi descartado da trama.

 

Também me incomodou a forma extremamente preguiçosa e simplista como o Kraken foi descartado.

 

OBS: Esclarecendo o que andaram discutindo: Beckett cita claramente que ordenou a Davy Jones que se livrasse da criatura. 

 

A participação de Keith Richards foi genial! Maior e melhor do que eu esperava. Achei que ele iria fazer uma aparição relâmpago, no estilo Stan Lee nos filmes da Marvel. E o cara leva jeito pra atuar. Muito legal o vozerão dele.

 

No filme temos um Jack-Aranha, que por várias vezes se pendura em cordas, se balança e cai em pé com graciosidade em superfícies estreitas e limitadas. Ele já havia demonstrado essa habilidade no primeiro filme, <?:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" />em Port Royal.

 

Barbossa casando Will e Elizabeth em meio a batalha ficou meio ridículo e forçado.

 

Mas achei maravilhoso o desfecho da história do casal. Fugiu do óbvio (“felizes para sempre”) e para mim (graças a filtragem de spoilers), foi uma surpresa o destino de Will como capitão do Holandês Voador.

 

Por falar nisso, não imaginei que a cena pós-créditos fosse ter tanta importância. Esperava algo bobinho como a do cachorro em O Baú da Morte.

 

Achei lindíssima a cena final de Lorde Beckett, descendo as escadas entre os estilhaços do navio (apesar do cara ter o corpo fechado, já que nenhum o atingiu).

 

O principal pecado do filme é o fato dele não ser tão divertido quanto os anteriores. Esse é o filme menos engraçado e com menos ação da trilogia (excetuando a batalha final, é claro).

 

E apesar de ser o filme onde Jack mais aparece (em tempo e em quantidade), paradoxalmente é o filme onde ele tem menos “presença” em cena. Elenão está tão espirituoso, bêbado e engraçado como nos outros filmes.

 

Mas o filme se redime completamente na fantástica batalha final e no inspirado gancho para a quarta aventura (a bússola apontando pro rum foi hilário! 06).

 

Que venha Piratas do Caribe - A Fonte da Juventude.  03

____________________________________

 

- A Maldição do Pérola Negra – nota: 10,0

- O Baú da Morte – nota: 9,0

- No Fim do Mundo – nota: 8,0

........................................................................

Alexander_Bell2007-05-31 15:17:37
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Forçado ou não tbm não gostei muito da cena. Will e Elizabeth já haviam passado por situações bem piores e mesmo assim é 5 minutos antes de ser apunhalado que ele resolve a pedir em casamento pq "talvez não haja outra oportunidade".09

 

Não vi a cena após os créditos, o cinema em que eu vi parou o filme durante os créditos.07 O que acontece na cena?

 

 

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Forçado ou não tbm não gostei muito da cena. Will e Elizabeth já haviam passado por situações bem piores e mesmo assim é 5 minutos antes de ser apunhalado que ele resolve a pedir em casamento pq "talvez não haja outra oportunidade".09

Não vi a cena após os créditos' date=' o cinema em que eu vi parou o filme durante os créditos.07 O que acontece na cena?
[/quote']

 

SPOILER - CENA PÓS-CRÉDITOS

 

...

 

...

 

Mostra 10 anos depois, Elizabeth e o filho no alto de uma praia olhando o pôr-do-sol no horizonte, quando surge o Holandês Voador e Will olhando pra eles.

 
Alexander_Bell2007-05-31 20:57:36
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e aquele discurso da Elizabeth para eles irem para a batalha me lembrou daquele do Aragorn (só faltava começar a gritar "Death! Death! Death!".

 

Não me agradou esse discurso da Keira também. Bem forçadinho tipo "Ò' date=' com o suor dos nosos rostos venceremos a batalha07". Na segunda assistida, me pareceu ainda mais deslocado. Não é nem culpa da atriz, que nesse filme está bem, o roteiro é que exagerou no lirismo...

 

 

Não achei a cena do casamento forçada ou indigesta como alguns comentaram. Assim que Will se "casa" com Elizabeth, vai correndo atrás do baú, isto é, fica claro que ele já havia se decidido por apunhalar o coração e destruir o Jones para libertar o pai, estando pronto pra pagar por isso. Não há nada de errado com a cena, portanto...ele não sabia o que iria acontecer depois e o casamento coube perfeitamente ali. A cena do beijo é linda e tremendamente blockbuster-style. Achei foda quando o Jack disse "Crueldade é uma questão de perspectiva" e o Jones, dando uma de Frankie, responde "Ah é?" e crava a espada no Bloom. O Jack queria ser capitão do Flying por motivos óbvios: imortalidade, controle do mar e posse do navio mais temido das águas. A expressão do Depp quando o Will "morre" é indescritível, uma coisa que só ele mesmo poderia ter feito. Jack retoma o final do primeiro filme, quando é salvo da forca por Will. Ele estava devendo uma pro cara e pagou na hora certa. Gostei dessas retomadas do roteiro. Foi uma maneira interessante de unir elementos dispersos na história...10

 

 

Discordo também dos REFs da vida, criticando o  filme por assumir uma atmosfera mais obscurantista. Quando Explode a Vingança é um dos filmes mais tristes que já vi e nem por isso deixa de lado as gags clássicas, as piadas satíricas e os combates memoráveis. PdC3 tem muito humor, mas ainda assim está envolto na idéia da extinção dos piratas. "o mundo continua o mesmo. Há apenas menos nele." Porra...isso é puro Leone! Morte do Oeste = Morte da pirataria.16

 

OBS: Esclarecendo o que andaram discutindo: Beckett cita claramente que ordenou a Davy Jones que se livrasse da criatura. 

 

Não, não, Alexander...fui assistir pela segunda vez e prestei bastante atenção a essa cena. O Beckett diz que ELE deu cabo do mascote do Jones. tenho certeza disso. Reveja.03
Scarlet Rose2007-05-31 21:09:18
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Mesmo sendo fãzóide, acho que a isabela está certa...é ruim, mas é bom.0806

 

Yo Ho Ho e um pote de ouro

O terceiro Piratas do Caribe já chega destinado
a confirmar que essa é uma idéia que só dá certo.
O mistério é: por quê' date=' exatamente?

fio_assinatura.gif
Isabela Boscov

 

Divulgação
cinema1.jpg

Depp, Bloom e outros marujos de ocasião: defeitos que, juntos, parecem somar uma qualidade

Com 1,7 bilhão de dólares já acumulados na bilheteria, a franquia Piratas do Caribe, adaptada de um brinquedo da Disney, tem lugar de honra no ranking das idéias pelas quais ninguém dava nada – até a platéia decidir o contrário. (Outro exemplo notório: Star Wars, que todos os amigos de George Lucas, à exceção de Steven Spielberg, acharam ridículo.) O mistério, no caso, é o que exatamente constitui o apelo dessa idéia. A parte inaugural da série, A Maldição do Pérola Negra, era uma aventura muito simpática, que, como bônus, demonstrou que Johnny Depp não precisa ser outra coisa que não Johnny Depp para se tornar viável numa superprodução. A continuação, O Baú da Morte, transformava tudo o que o primeiro filme tinha de atraente em pretexto para o exagero – mais música, mais ação, mais maneirismos, mais mais. Agora, o derradeiro (pelo menos até segunda ordem) capítulo da trilogia, No Fim do Mundo (Pirates of the Caribbean: at World's End, Estados Unidos, 2007), desde sexta-feira em cartaz no país, tenta restabelecer algum equilíbrio entre esses extremos. Tenta, mas sem muita convicção. Geoffrey Rush volta como o divertido Capitão Barbossa, o que é muito bom, e o par romântico formado por Orlando Bloom e Keira Knightley ganha pelo menos uma cena que justifique sua presença. Em compensação, ótimos coadjuvantes, como Lee Arenberg, Mackenzie Crook (a dupla de marinheiros dada a ponderações filosóficas) e Naomie Harris (a feiticeira Tia Dalma), padecem aqui um subaproveitamento criminoso. As cenas de ação são mais variadas que as de O Baú da Morte; por outro lado, as reviravoltas são tantas, e tão sem propósito, que a certa altura nem vale mais a pena tentar acompanhar a história. Sobretudo, No Fim do Mundo é longo – longo como um filme de Fassbinder, mas com enredo suficiente para não mais do que um episódio de seriado.

Piratas do Caribe, enfim, é uma idéia bem repartida entre prós e contras – algo que sua renda extraordinária nem de longe reflete. O que a franquia provavelmente traduz à perfeição é a sintonia peculiar que o produtor Jerry Bruckheimer tem com seu público-alvo. O senso comum dita que filmes compridos, confusos e calcados em gêneros largamente tidos como superados, como o capa-e-espada, são punidos na bilheteria. Bruckheimer, porém, se mostra um mestre em dosar defeitos de forma que eles ganhem a aparência de qualidade. É, enfim, um verdadeiro alquimista: transmuta os cobres do espectador em ouro – para si. [/quote']

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Sobretudo' date=' No Fim do Mundo é longo – longo como um filme de Fassbinder, mas com enredo suficiente para não mais do que um episódio de seriado. [/quote']

 

 

 

Perfeito. Tirando os adendos depreciativos sobre Star Wars que soam pedantes como tudo que ela escreve sobre a saga, a crítica traduz bem PC3 e este trecho aí então...é uma pérola.

 

 

 

 

 

 

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"Piratas do Caribe: No Fim do Mundo" lidera mas "Shrek Terceiro" fez bonito

 

O

Feriado de Memorial Day nos EUA fez muita gente conferir os novos

filmes nos cinemas. "Piratas do Caribe: No Fim do Mundo", da Disney,

mais longo e dividindo parte da crítica, faturou US$ 112, 5 milhões no

fim de semana. Como o filme estreou na noite de quinta, o filme já

teria faturado integralmente US$ 126, 5 milhões. "Shrek Terceiro" da

PDI/DreamWorks fez um belo segundo lugar faturando US$ 51 milhões,

totalizando US$ 201,3 milhões. "Homem Aranha 3" foi para a terceira

posição com US$ 13,7 milhões, totalizando US$ 303,3 milhões - o

primeiro filme do ano a ultrapassar a barreira dos $ 300 milhões.

 

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- Calypso. Outra coisa constrangedora. E de certa forma não acrescentou muito à trama também. Que diferença faria se não tivesse aquele redemoinho no final? Milhões a menos no orçamento e menos emoção? Poderiam fazer isso sem a Calypso. Fora que a cena dela ficando gigante é de uma tosqueira sem sentido.

 

 

 

Eu gostei da batalha no redemoinho, mas acho que o filme ganharia muito mais com uma intensa batalha naval com todos os piratas participando e a frota naval Britânica. Os dois lado assistindo aquele embate, foi ridículo sem propósito tanto quanto a própria Calipso.

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Quem ai acha que não seria muito mais interessante no lugar do redemoinho uma luta dos Piratas da Confraria contra a Armada Britânica?  Seria bem melhor na minha opinião.

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