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silva

Stanley Kubrick

Qual vcs escolhem?  

85 members have voted

  1. 1. Qual vcs escolhem?

    • Laranja Mecânica
      32
    • O Iluminado
      11
    • Dr. Strangelove
      6
    • Nascido Para Matar
      4
    • Spartacus
      0
    • Lolita
      4
    • 2001 - Uma Odisséia no Espaço
      39
    • O Grande Golpe
      1
    • Glória Feita de Sangue
      4
    • A Morte Passou por Perto
      0
    • De Olhos Bem Fechados (?)
      13
    • Outro?? Comente, sim?
      3


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Mas não acha que estabelecer um conceito de "assinatura Kubrick" e exigi-la nos filmes do cara é o mesmo que impor limites e pré-requisitos?

 

 

Seria se eu deixasse de gostar por causa disso.

 

De qualquer forma, gosto de enxergar o autor dentro das obras, é um prazer extra.

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Taxi Driver é 100% 70's e é uma das coisas menos datadas que conheço.

 

Sem querer ser radical e já sendo' date=' não acho que comentário político seja decisivo nisso.
[/quote'] Mas ninguem disse que comentarios politicos são ou deixam de ser decisivos para dizer se um filme é datado ou não.

 

 Mas achei que você tivesse apontado NASCIDO PARA MATAR como datado devido ao comentario politico do filme.

 

 Mas comentarios politicos a parte, continuo achando NASCIDO PARA MATAR um filme super atual, que poderia ter sido gravado ontem (Se Kubrick não estivesse morto, é claro06).

 

 Então elabore. Pq acha que NASCIDO PARA MATAR é datado?

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Taxi Driver é 100% 70's e é uma das coisas menos datadas que conheço.

 

Sem querer ser radical e já sendo' date=' não acho que comentário político seja decisivo nisso.
[/quote'] Mas ninguem disse que comentarios politicos são ou deixam de ser decisivos para dizer se um filme é datado ou não.

 

 Mas achei que você tivesse apontado NASCIDO PARA MATAR como datado devido ao comentario politico do filme.

 

 Mas comentarios politicos a parte, continuo achando NASCIDO PARA MATAR um filme super atual, que poderia ter sido gravado ontem (Se Kubrick não estivesse morto, é claro06).

 

 Então elabore. Pq acha que NASCIDO PARA MATAR é datado?

 

 

Ué, vc não leu que eu acho datado pq, de fato, eu não disse isso. 06

 

Falei foi desse "poderia ter sido gravado ontem factor" que vc levantou agora, e que não concordo. Logicamente isso é totalmente subjetivo, ainda mais do que o lance do toque de autor.

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No climax' date=' que é minha cena predileta, não vejo a assinatura. "I'm in a world of shit" é outro grande momento que não tem nada a ver com a minha idéia de Kubrick.

Outra coisa que diferencia dos outros clássicos dele (e isso já extrapola o lance de ser ou não autoral) é que Full Metal parece ser um típico produto da sua época, um filme feito a X aos atrás. Mas isso acontece muito em função da temática, acho.[/quote']

 

Parei no "minha idéia de Kubrick"... É a prostituição da subjetividade...

 

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No climax' date=' que é minha cena predileta, não vejo a assinatura. "I'm in a world of shit" é outro grande momento que não tem nada a ver com a minha idéia de Kubrick.

Outra coisa que diferencia dos outros clássicos dele (e isso já extrapola o lance de ser ou não autoral) é que Full Metal parece ser um típico produto da sua época, um filme feito a X aos atrás. Mas isso acontece muito em função da temática, acho.[/quote']

Parei no "minha idéia de Kubrick"... É a prostituição da subjetividade...

 

Ou seja, existe uma maneira correta de ver um filme. É o assassinato da subjetividade. 06

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De fato, o filme tem CENAS bastante Kubrick. Mas falta aquele CLIMA Kubrick, aquela coisa SUBJETIVA (e que por isso mesmo não sei descrever com palavras) que só ele conseguia te passar.

 

 

 

Vou tentar fazer uma analogia: My Name is Nobody é uma homenagem ao Leone, acho que ele até produziu o filme, mas não "fez" a película. Resultado: diversas cenas BEM Sérgio Leone, mas o resultado final do filme - apesar de muito bom - não é o de um Sérgio Leone original.

 

 

 

Foi com essa sensação que fiquei após assistir o Nascido Para Matar - embora neste caso trate-se mesmo de um Kubrick original.

 

 

 

É uma impressão pessoal minha, não uma verdade matemática.

 

 

 

 

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 ROLEX' date=' concordo com vc, acho 2001 um filme bem cansativo, embora realmente goste dele. Estranhamente adoro o começo na pré historia (que muitos consideram um dos trechos mais cansativos do filme) e claro, o confronto final com Hal.[/quote']

 

 

 

Questão, o que você entendeu do final do filme? [cuidado, SPOILER, quem não sabe o final pare de ler aqui!]

 

 

 

Para mim - que sempre gostei de astronomia - parece-me que em Júpiter ele entra num wormhole e sai em um ponto indefinido do Universo, onde termina sua vida. Mas o que quer dizer exatamente ele voltando bebê? (falei uma vez com uma pessoa que tinha lido o livro e no livro constaria que ela o próprio David voltando naquela bolha).

 

 

 

Pude entender (creio) toda a carga filosófica do monolito, da ferramenta, etc., mas essa parte de ele voltando bebê me passou batida...

 

 

 

Seria uma analogia ao espírito desencarnar e encarnar novamente? Algo como "por mais longe que se vá, se recomeça daqui novamente"?

 

 

 

 

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 SPOILERS A FRENTE

 

 Já eu vejo aquilo como um reinicio de ciclo HCLEMENTE. Bowman vai até os confins da galaxia, temos a visão do idoso, e depois o personagem "renasce" para começar tudo de novo, sendo todo aquele avanço, aquela jornada, de certa forma inutil, já que sempre se volta ao ponto de partida. Ou seja, ele não é diferente dos primatas do começo do filme.

 

 Por outro lado, a teoria que o DOOK postou acima é muito valida tambem.

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 Visto BARRY LYNDON

 

220px-Barry_Lyndon_A.jpg

 

 A trama acompanha a saga do aventureiro irlandês Redmond Barry (Rian O'Neil), cubrindo varias etapas de sua vida, desde a sua participação na Guerra Dos Sete Anos, até sua entrada na aristocracia após seu casamento com Lady Lyndon (Marisa Berenson).

 

 Apesar do longo tempo de duração (são pouco mais de três horas de filme), BARRY LYNDON é um filme épico que mantem sempre um otimo ritmo, mantendo sempre o expectador interessado na historia, coisa dificil neste subgenero na minha opinião. No geral gostei bastante do filme, mas ainda não entendo por que Kubrick se utilizou da narração, já que na maior parte do tempo ela soa intrusiva e desnecessaria. 
Questão2011-01-04 15:46:55

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 SPOILERS A FRENTE

 

 

 

 Já eu vejo aquilo como um reinicio de ciclo HCLEMENTE. Bowman vai até os confins da galaxia' date=' temos a visão do idoso, e depois o personagem "renasce" para começar tudo de novo, sendo todo aquele avanço, aquela jornada, de certa forma inutil, já que sempre se volta ao ponto de partida. Ou seja, ele não é diferente dos primatas do começo do filme.

 

 

 

 Por outro lado, a teoria que o DOOK postou acima é muito valida tambem.
[/quote']

 

 

 

Pois é, foi o que eu pude imaginar também...

 

 

 

Algo como, não há milagre, para evoluir a Humanidade vai ter que passar por todos os degraus, não adianta ir até uma civilização mais avançada, trazer os conhecimentos de bandeja e pluft, avançamos 50 anos em 5.

 

 

 

Acho isso compatível com o que o Dook falou, ao voltar ele traz consigo conhecimentos, aprendizados, que serão lentamente desenvolvidos...

 

 

 

será que é por aí?

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Tinha de postar meu top do meu diretor favorito:

 

 

 

 

 

TOP KUBRIK

 

1)     2001: Uma Odisséia No Espaço – 10

 

2)     Laranja Mecânica – 10

 

3)     Dr. Fantástico - 10

 

4)     O Iluminado - 10

 

5)     Glória Feita de Sangue – 9,5

 

6)      Lolita - 8,5

 

 

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Os filmes do Kubrick já me agradaram bem mais. Ainda adoro O Iluminado' date=' coisa de top 5 de todos os tempos, e De Olhos Bem Fechados não fica muito atrás... Mas outros, como Laranja Mecânica e 2001... sei lá, despencaram. Nada de muito errado com eles, ou que eu possa indicar "putz, baita defeito isso aqui", é que atualmente eles tão indo meio contra com minha preferência quanto ao cinema.

 

 

 

mais ou menos assim, metaforicamente os filmes são perfeitos, possuem uma irônia e charme que fica impossível desgostar (e realmente não desgosto), a elegância dele em criar cenas e cenários continua lá, são visualmente fantásticos e etc... mas putz, toda cena criada parece ser totalmente impessoal, não sobra espaço pra tentativa de um vinculo mais subjetivo, é como em 2001: a caneta jogada pra cima, significa tal coisa; daí muda pra outra cena: os homens diante do monolito, incapazes de entender algo, siginifica isso... ou laranja mecânica: o alex recebendo comida na boca do politico, significa aquilo... enfim, por aí. não existe espaço pra uma interpretação muito pessoal, parece tudo um pouco mecânico. Não que isso seja necessariamente um problema (e que não seja proposital), é uma forma de se filmar, de se transmitir e etc, mas é algo que fez eu me afastar um pouco.

 

 

 

É mais ou menos como se legendassem cada cena, que ao em vez de transmitirem sentimentos, transmitissem conceitos, ou algo assim (não sei se conceito é bem a palavra), mas enfim. Sei lá, O Iluminado e De Olhos Bem Fechados ainda continuam comigo muito forte, mas esses empalideceram um pouco.

 

 

 

 

 

mas dr. fantástico e barry lyndon gostaria de rever.
[/quote']

 

 

 

Laranja mecânica eu também nem acho tudo isso, mas 2001 eu acho sensacional. Entra fácil fácil em um top 5 dele.

 

 

 

By the way, heresias à parte, acho que já vi todos os Kubricks a que tenho interesse. Só falta Spartacus, O Grande Golpe e A Morte Passou por Perto (e outros 3 com nomes em inglês não traduzidos que eu nunca ouvi falar em toda a minha vida), e esses não tenho tanto interesse.

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No dia do aniversário do mestre..."A Life in Pictures" do blog do Roger Ebert no SunTimes..vídeo em youtube vale pena..

 

http://blogs.suntimes.com/ebert/directors/stanley-kubricks-life-in-pictu.html

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Stanley Kubrick: His life in pictures

 

 

 

Stanley-Kubrick-preparing-the-deleted-pie-throwing-scene-for-Dr.-Strangelove.jpg

 

 

 

 

Big One2011-07-26 20:55:01

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 Visto A MORTE PASSOU POR PERTO

 

 19872035.jpg

 

  Na trama, Davy Gordon (Jamie Smith) é um boxeador decadente que salva a moça do apartamento vizinho (Gloria Price) do ataque do chefe obcecado (Frank Silvera). Davy logo começa a se envolver com a tal moça, mas isso provoca a ira do chefe obcecado, o que coloca a vida do casal em perigo.

 

 A MORTE PASSOU POR PERTO é o Kubrick mais fraco que ví até então. Este Noir foi dirigido em começo de carreira por Kubrick com orçamento minimo, e que para poder realiza-lo, teve que acumular funções. Kubrick não só dirige o filme, mas tambem escreve, produz, fotografa, monta e edita o som. Um trabalho realmente herculeo, que pode ter afetado a qualidade final do filme.

 

 Não que A MORTE PASSOU POR PERTO seja um filme ruim, mas Kubrick aqui ainda não desenvolveu as assinaturas que o tornariam famoso. Funciona como diversão descompromissada, embora os personagens não sejam muito cativantes. O maior mérito do filme acaba sendo a muito bem pensada fotografia noir, fazendo um jogo inteligente de luz e sombras.

 

 Valeu16
Questão2012-04-19 20:37:43

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07/08/2012 - 21h00

Filme perdido de Stanley Kubrick será lançado em blu-ray em outubro

 

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RODRIGO SALEM

DE SÃO PAULO

Stanley Kubrick (1928-1999) não era um diretor fácil desde o início da carreira. Seu primeiro filme, "Medo e Desejo", de 1953, foi financiado pelo pai e por um tio farmacêutico, mas, insatisfeito com o trabalho, o cineasta renegou a obra e impediu que fosse lançada em DVD ou VHS.

Mas, quase 60 anos depois, o longa sobre quatro soldados que precisam encontrar seu batalhão após um acidente será lançado em blu-ray e DVD em outubro. A restauração e transposição digital ficou sob responsabilidade da Biblioteca do Congresso americano, que possui uma das duas únicas cópias existentes do filme no mundo.

A fonte da cópia é o negativo original de "Medo e Desejo", descoberto no fim dos anos 80 em Porto Rico e adquirido pelo órgão do governo em 1993. Apesar de Kubrick ter proibido a reprodução da obra, a Kodak, na época, tinha uma regra de sempre reproduzir uma cópia do negativo para seus arquivos em Nova York.

Os responsáveis pelo legado de Kubrick permitem acessos individuais ao filme conservado, mas não deixam que o filme saia do prédio.

Apenas com 24 anos na época, Kubrick já dava trabalho à equipe técnica --demitiu o técnico de som, adicionou o som após as filmagens-- e tinha imensa auto-crítica que resultou na negação do filme.

"As ideias que eu queria colocar eram boas, mas não tínhamos a experiência para incorporá-las dramaticamente", disse ao crítico e amigo Alexander Walker. Cópias piratas sempre estiveram vagando pela internet, mas sem a qualidade proposta pela coleção do Congresso. Reprodução 12220993.jpeg Capa de "Medo e Desejo", filme perdido de Stanley Kubrick

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 Visto GLÓRIA FEITA DE SANGUE

 

 GL%25C3%2593RIA+FEITA+DE+SANGUE.jpg

 

 

  Na trama, durante a 1ª Guerra Mundial, um pelotão francês são ordenados a realizar um ataque sem chance de êxito á um território alemão. Quando recuam para sobreviver, é ordenado que três soldados sejam levados a corte marcial por covardia, sob pena de morte caso sejam julgados culpados. Mas o Coronel Dax (Kirk Douglas) fara tudo que estiver ao seu alcance para livrar seus homens desta pena injusta.

 

 GLORIA FEITA DE SANGUE é um bom trabalho de Stanley Kubrick, que versa sobre os interesses políticos e pessoais que envolvem uma guerra. A cena de abertura, que mostra uma conversa em uma luxuosa sala entre o comandante Mireau (George MacReady) e o General Broulard (Adolphe Menjou) já mostra o teor do filme. Broulard requisita que seu subordinado tome as colinas sob domínio alemão, o que Mireau julga ser impossível. Mas o Comandante logo muda de ideia assim que o general acena com uma promoção. Esta é só uma das varias amostras que o filme dá sob a corrupção e falta de ética no exército.

 

 O filme tem as assinaturas clássicas de Kubrick, que aqui, já começa a desenvolver aquela câmera elegante e única que o tornariam famoso. GLORIA FEITA DE SANGUE não é o melhor filme do mestre, mas é um filme anti guerra bastante competente, e tem uma conclusão pra lá de poética, mostrando uma bela possibilidade de caminho para encontrar a paz. Com certeza vale a conferida.

 

 TOP KUBRICK

 

 1) O ILUMINADO

 

 2) LARANJA MECÂNICA

 

 3) NASCIDO PARA MATAR

 

 4) BARRY LYNDON

 

 5) 2001: UMA ODISSEIA NO ESPAÇO

 

 6) GLORIA FEITA DE SANGUE

 

 7) DE OLHOS BEM FECHADOS

 

 8) A MORTE PASSOU POR PERTO

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Visto DR. FANTÁSTICO

 

 dr+fantastico.jpg

 

 

  Na trama, o mundo se vê a beira de uma guerra nuclear, quando o insano general Jack Ripper (Sterling Hayden) envia um grupo de aviões armados com bombas nucleares em um ataque contra a União Soviética. Enquanto o Capitão Mandrake (Peter Sellers) tenta extrair de Ripper o código que fará os aviões retornarem antes do ataque, o presidente dos Estados Unidos  Merkin Muffley (Também Sellers) reune-se com seus conselheiros para tentar evitar o holocausto nuclear.

 

  Filmado em 1964, DR. FANTÁSTICO é uma comédia militarista, que recheada de humor negro, zomba a Guerra Fria quando esta se encontrava em seu auge. Embora tenha Peter Sellers a frente do elenco, ator que ficou famoso por participar de filmes centrados em comédias físicas, a maior parte da graça deste filme de Kubrick se encontra mesmo em seu texto irônico, salpicado de duplo sentido, embora a comédia física seja muito bem empregada em momentos pontuais, como na cena em que o General Turgidnson (George C. Scott) e o embaixador da União Soviética (Peter Bull) chegam as vias de fato, ou nos trejeitos do Dr. Strangelove (outra vez Sellers) que remetem diretamente ao passado nazista do personagem.

 

 O roteiro baseado no livro de Peter George, e escrito pelo próprio Stanley Kubrick, com a ajuda de Terry Southern, está cheio de tiradas inteligentes, começando pelos nomes dos personagens, que ironizam suas naturezas, desde casos mais óbvios, como no caso do General Ripper, até os não tão óbvios assim, como é o caso do Dr. Strangelove, que pra mim referência o bizarro entusiasmo do cientista quando o assunto são armas nucleares.

 

  Como dito antes, o filme não só faz uma acida critica a corrida nuclear e a Guerra Fria em sí, como também guarda momentos para criticas menores, como o estímulo excessivo de agressividade dos militares, ironizada tanto na parte narrativa através da desconfiança do General Turgidson em relação aos comunistas, como na parte visual, com toques sutis mas inteligentes, como por exemplo, o chapéu de caubói utilizado pelo Major Kong (Slim Pickens) que comanda um dos aviões armados com bombas nucleares.

 

 Na parte técnica, o filme possui a competência habitual que permeia praticamente todos os filmes de Kubrick. As sequências passadas na Sala de Guerra são particularmente inspiradas no que diz respeito a fotografia e enquadramento, especialmente durante o hilariante discurso final do Dr. Srangelove.

 

 Enfim, DR. FANTÁSTICO é um ótimo filme, e uma inteligente comédia política. Confesso que esperava um pouquinho mais do filme, mas ainda assim, vale muito a conferida.

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Meu diretor preferido...Na minha opinião é o melhor que ja pisou nessa terra.Fotografia extraordinária,temas profundos.música revolucionária,inovador em todos os aspectos... e por ai vai... É só assistir e analizar os filmes dele.Todos tem fotografia extraordinária,barry lindon nem se fala...cada cena é uma obra de arte.Cenas estilizadas,handycam preciso,planos inusitados,Uso de música nem se fala... Mestre da sétima arte... Posso ser suspeito ja que amo de paixão o Kubrick... Mas que é um excelente diretor não se pode negar

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