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Forum Cinema em Cena

Drive,Nicolas Winding Refn


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Trailer sensacional de Drive!

Este filme tem violência, carros possantes e Christina Hendricks. Forte abraço.

Estão vendo essa moça da imagem abaixo, amigos? Sim, é a minha e só minha Christina Hendricks. Ela sozinha já seria motivo para vermos qualquer filme safado que viessem a colocá-la, tornando-o automaticamente um filme foda.

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Mas felizmente Drive, a julgar pelo trailer, já seria sagaz mesmo com qualquer outra no lugar da Chris.

Ryan Gosling faz o papel de um rapazote de LA que trabalha de dublê durante o dia e piloto de fuga para assaltos à mão armada à noite. Ele pensava ser um lobo solitário, mas se vê apaixonado pela sua vizinha Irene (Carey Mulligan), uma frágil garota mãe solteira.

Quando um roubo dá errado e as coisas saem do controle, Driver se vê numa situação onde precisa peitar a gangue de marginais, mas os gangsters não querem apenas o dinheiro guardado no porta-malas de seu carro, mas também caçar Irene e seu filho. É aí que o garoto precisa chutar bundas.

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Drive, o filme que deu ao dinamarquês Nicolas Winding Refn (Bronson, O Guerreiro Silencioso) o prêmio de melhor diretor no Festival de Cannes, ganhou durante a Comic-Con o seu trailer. A estilosa prévia justifica os elogios -  trailer abaixo:

Suspense de ação da melhor qualidade, e mais uma atauação marcante do Ryan que e geralmente muito bom
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  • 2 weeks later...
  • 2 months later...

por Tullio Dias

drive_ver5_xlg.jpgUma notícia curiosa chamou a atenção nesse final de semana. Segundo o blog The Playlist,  Sarah Deming, uma norte-americana, iniciou um processo contra os distribuidores de Drive, o elogiado filme do cineasta Nicolas Winding Refn, e contra o cinema em que o filme foi exibido.

Depois de ver o trailer, Deming achava que o filme seria parecido com a franquia Velozes e Furiosos e ficou irritada quando se deparou com uma trama dramática, o que motivou à acusação de que ela teria sido vítima de propaganda enganosa. Como se não bastasse a reação bizarra da espectadora, ela ainda afirma que o filme é racista e promove a difamação dos judeus.

A distribuidora FilmDistrict não se pronunciou sobre o assunto, enquanto um porta-voz do cinema Emagine afirmou que trata-se de um processo sem importância e que não resultará em nada.

Drive ainda não tem previsão de estreia nos cinemas brasileiros, mas é uma das atrações do Festival do Rio, que acontece na capital fluminense até o próximo dia 18.

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Drive | Crítica

Ryan Gosling é o Herói Americano, com direito à versão moderna da palha de trigo no canto da boca

"Você provou ser um herói de verdade e um ser humano de verdade", diz a canção do College, "A Real Hero", que encerra Drive, o filme que deu ao dinamarquês Nicolas Winding Refn (Bronson, O Guerreiro Silencioso) o prêmio de melhor diretor no Festival de Cannes. Herói, sem dúvida. Já ser humano...

Ryan Gosling interpreta em Drive menos um "ser humano de verdade" do que um ideal de herói, um action figure no sentido mais literal do termo. Em inglês, drive não significa apenas dirigir, quer dizer também impulso, motivação. O personagem de Gosling é uma figura movida pela ação - e o seu lugar de pertencimento, portanto, não seria outro senão aquele cinema que desde sempre gestou heróis que "fazem o que precisa ser feito", o americano.

Refn presta uma homenagem ao imaginário hollywoodiano da forma mais direta possível: elegendo um dublê como protagonista, uma garçonete de diner como donzela e um mafioso judeu como vilão. São não apenas emblemas do cinema americano, como também se portam como tal: a donzela cria um filho sozinha, o mafioso coleciona facas e o dublê veste camisas e jaquetas de brim. Pra ser mais típico, o herói só precisaria da palha de trigo no canto da boca, como um John Wayne. Na falta da palha, o dublê se contenta com palitos de dente. E o seu cavalo é o do Ford Mustang.

É um dublê sem nome, obviamente, como se exige de um Modelo de Herói. Na trama, entre trabalhos em Hollywood e em uma oficina mecânica, ele ocasionalmente serve de motorista de fuga para quem contratar seus serviços. Não questiona a encomenda, "faz o que precisa ser feito". Mas quando decide ajudar o marido (Oscar Isaac) da sua vizinha (Carey Mulligan) em um assalto suspeito, o dublê se envolve num esquema que foge à sua moral e ao seu controle.

Tudo em Drive funciona em função da imagem do herói, mostrar como ela se transforma em decorrência da ação. Então temos efeitos de fusão (o rosto de Gosling sobreposto a Los Angeles, aos carros), de luz (ora a silheta e a sombra, ora a luz dos faróis na altura dos olhos) e de câmera (o plano de Gosling com o rosto ensanguentado, saindo de cena, recuando à escuridão, é superteatral).

É evidente o talento do dinamarquês para filmar Gosling sempre pensando numa iconografia (o ator aparece com frequência, por exemplo, nos cantos do Scope, o que reforça o seu caráter de justiceiro solitário), e o galã reage bem a essa proposta por ser, antes de mais nada, uma figura altamente fotogênica, que se presta à idealização.

Drive é fetiche puro, enfim. Essa é a sua intenção e também a sua limitação. Dá facilmente para defendê-lo (Refn conseguiu criar um herói de presença e de impacto, e a Steady Clothing vai vender a jaqueta do escorpião como água) e dá também para recusá-lo (Quentin Tarantino e Robert Rodriguez fizeram homenagens iconográficas parecidas em À Prova de Morte e Machete de um jeito mais divertido e menos poser). Independente do julgamento, Drive merece ser visto.

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País de Origem:

Estados Unidos  

Gênero:  

Ação

Duração:

100 min

 

Site Oficial:

http://drive.mgfilm.hr/

por Renato Silveira


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A Imagem Filmes finalmente anunciou a previsão de estreia de Drive nos cinemas brasileiros: 6 de janeiro de 2012, segundo o Filme B.


O filme de Nicolas Winding Refn, estrelado por Ryan Gosling, foi exibido no Festival do Rio este mês e teve boa repercussão entre público e crítica, repetindo as reações obtidas nos festivais internacionais por onde o longa passou. 


Por se tratar de uma previsão de estreia, a data brasileira pode sofrer alterações. Quanto ao título nacional, a Imagem ainda não se pronunciou se manterá "Drive" mesmo ou se irá acrescentar um subtítulo. 


O crítico do Cinema em Cena, Pablo Villaça, conferiu Drive no Festival do Rio. Leia a resenha.



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  • 2 months later...

Bá, ninguém comentou o filme ainda. Vamos lá, então.

 

 

 

Quem espera um filme de ação recebe o que queria antes dos créditos iniciais aparecerem. A cena de abertura, tensa, com direto a perseguição e algumas manobras (de carro e de câmera) pode não ser explosiva como as da franquia Velozes e Furiosos, mas certamente é construída com esmero.

 

 

 

Depois disso, vem um filme sutil, tenso, intenso. No qual a sensação de perigo iminente se alterna com um raio de sol iluminando o rosto de uma criança e a parede de um quarto. É um filme que pode ser apreciado pela pessoa que quer se ater a tiros, violência, traição e vingança, e também pela pessoa que enxerga a beleza do detalhe sutil que o diretor impinge ao longo da projeção.

 

 

 

Não é um marco do cinema. Mas chega muito perto.

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Eu acho que parece' date=' e digo isso como o mais rasgado dos elogios. [img']smileys/06.gif" align="middle" />

 

 

 

Acho que tu não entendeste o que eu quis dizer. Não que em Namorados para Sempre ele esteja ruim, por isso nem parece o mesmo, mas pq ele parece efetivamente duas pessoas totalmente diferentes em um e outro filmes, como um ator capaz de encarnar personalidades variadas.

 

 

 

Edit: Aliás, bem-vindo de volta. 06.gifJack Ryan2012-01-16 10:17:25

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Ahhh bom. Aí sim. Mas vou te dizer que nem me surpreendeu isso. Eu vi Garota Ideal e tinha visto ali uma das atuações mais impressionantes da década passada, e depois vi Namorados Para Sempre e essa sensação apenas aumentou: O Gosling é o melhor dos "novos" atores dessa geração. Drive apenas sacramentou isso pra mim. E todas absolutamente diferentes entre si (O Depp tinha que ganhar uns conselhos dele). Realmente virei fazóide do guri.

 

 

 

Valeu 06.gif Se bem que nem era questão de ter saído, mas postar menos mesmo. O fórum tava paradinho...

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Este filme é sensacional. Um belíssimo filme, melancólico, violento e muito bem orquestrado pelo diretor Nicolas Winding Refn (grata surpresa) a partir do eficiente roteiro de Hossein Amini (a partir da obra de James Sallis) que sabe ser muito inteligente, explorando o potencial de uma narrativa relativamente simples, mas bem costurada e amarrada e dos seus personagens. Uma produção fria e sombria amparada também por um brilhante trabalho de fotografia e de uma trilha sonora tão estranha e exótica quanto o próprio filme. Mas a "alma" do filme (ou a falta dela) reside de maneira hipnótica na inspirada e econômica composição de Ryan Gosling, que faz do personagem central, um dublê que ocasionamente utiliza suas habilidades no volante para colaborar com a prática de crimes, um sujeiro frio e introspectivo, mas ainda assim admirável pela sua integridade, ética e moral, mesmo que a sua maneira. De qualquer forma, porém, os eventos que sucedem em sua vida a partir do momento em que ele conhece Irene (Carey Mulligan) são tristes justamente por não permitir um mínimo de esperança que permitam que ele escape da sua natureza sombra, o que lhe "obriga" a não brincar em serviço, mas sem disparar um tiro sequer. Uma espécie de "Taxi Driver" moderno, mas igualmente violento e com uma marcante pitada de desesperança. 10/10Thiago Lucio2012-01-16 21:10:38
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"A film fan complained about the Ryan Gosling thriller last October, after finding the trailer was misleading. Sarah Deming filed a law suit against the film's distributor claiming it featured "very little driving"

 

 

 

 

 

A pobre da Sarah Deming caiu direitinho nesta "propaganda enganosa",com certeza é "very little driving" agiu corretíssimo ao buscar amparo jurídico no ordenamento,lançando mão da aplicação das garantias subjetivas hermeneuticas à luz do caso concreto; pondo em prática o exercício de cidadania ensejado no ordenamento e inerente ao individuo que vive em sociedade,e, que para tal, deve respeitar o espaço do outro. Buscou a representatividade nos direitos fundamentais da pessoa humana em respeito a democracia. :DD

 

_________

 

 

 

 

 

Drive é um superestimado que deu certo graças a atuaçao arrebatadora do Gosling combinada com alguns elementos estilisticos sofisticados e fotografia, dando um ar contemporaneo - cult-wtf.

 

 

 

Ousado, de fato, porém muita embalagem,muita casca para pouco conteúdo.Mas que apesar de tudo ainda assim merece ser visto, afterall.Parafraseando Tarantino : "Nice try!"

 

 

 

Um falso heroi/psicopata (alterego?) que nao pega em armas mas quando pega...e tbm incorruptível, claro.E o negocio dele é so dirigir.OK.Mas no filme isso é um mero detalhe.

 

 

 

As atuaçoes sao muito boas, assim como a trilha sonora,a atmosfera e as pingadas cenas de ação são tbm interessantes já o roteiro não.

 

 

 

 

 

"Bitch, please"[meme]

 

Taxi Driver>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Drive

 

 

 

Como disse Taranta : "NICE Try"

 

 

 

Drive = "É uma cilada Bino!"

 

 

 

Calvin2012-01-30 20:08:34

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  • 2 weeks later...
  • 1 month later...

Melhor filme do ano... e vai ser difícil alguém superá-lo. Estilo de filme setentista, com o típico anti-herói, que só trocou o cigarro pelo palito de dente, motivado pela preservação de algo que ele considera bom, sagrado e que não pode ser manchado pela trilha de sangue que essa decisão lhe trouxe. A maravilhosa cena do elevador é a ilustração perfeita desse mote.

 

Refn comanda o filme sempre com uma elegância estilística impecável. Seja nas cenas com os carros, em que o way of work do progonista é destrinchado de uma forma fetichista (fora que nos [poucos] momentos em que é exigida ação, o filme faz juz aos clássicos de perseguição automobilística dos 70) ou na estilizadas, mas não menos chocantes, cenas de violência, tudo isso regado a uma trilha sintetizada, meso-oitentista, meso-leste europeu (o único momento instrumental clássico é na hora da epifania do protagonista, em que por um instante eu achei que ele iria ligar o foda-se like a Taxi Driver - que é uma das inspirações mais evidentes de Drive). O diretor, no entanto, jamais deixa de se afastar do coração do personagem principal (um show de interpretação de Ryan Gosling). Os sorrisos que Gosling deixa escapar quase envergonhado, já nos levava a entender bastante o personagem principal, mas é na linda sequência do passeio com Irene e Benicio que tudo fica claro (ainda mais com a sensacional "A Real Hero" de fundo)...

 

Filmão, filmão, filmão...
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DRIVE - 9,0/10,0

 

 Excelente exemplar de filme de gênero, uma verdadeira trágedia anunciada c/ação e violência meticulosamente inseridas no melhor estilo "jogo de gato e rato" (com inversões entre quem é quem).

 

 Trilha sonora interessantíssima e atuações perfeitas, com destaque para Albert Brooks (insano) e Ryan Gosling que vai se firmando como um dos melhores atores de sua geração numa atuação minimalista, contida e baseada no olhar. A direção de arte também manda muito bem.

 

 A trama é desenvolvida sem demora, com muitos silêncios, frases suspensas, olhares, o que pode incomodar aqueles que vão ao cinema esperando um filme explosivo, cheio de ação. Tudo é contado sem pressa. Mas, quando a situação foge do controle para o protagonista "a coisa" pega legal, com violência inesperada e explícita e o ritmo da narrativa acelerado, mal  dando tempo de respirar.

 

 Recomendadíssimo!! 16

 

 PS: a cena inicial onde somos apresentados ao personagem de Ryan é GENIAL!
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  • 3 weeks later...

Quem for esperando um blockbuster com cenas e mais cenas de ação, vai encontrar um filme de silêncios perturbadores; Drive passa longe da verborragia, não tem diálogos "espertinhos" mas compensa com um protagonista visceral, daqueles que mexem com o espectador e em torno de quem todos os demais personagens orbitam. Bravo!

 

 

 

 

 

 

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  • 1 month later...

 

 

 

 

Quem for esperando um blockbuster com cenas e mais cenas de ação, vai encontrar um filme de silêncios perturbadores; Drive passa longe da verborragia, não tem diálogos "espertinhos" mas compensa com um protagonista visceral, daqueles que mexem com o espectador e em torno de quem todos os demais personagens orbitam. Bravo!

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Não vi este filme. Mas vi outro com a porta humana Ryan Gosling (é visceral no sentido de eu querer arrancar minhas vísceras) e um desejo desesperador de ser cult forçadamente. Não funcionou, exceto nos primeiros minutos onde o RG não fala nada e atua como dublê de ator (não por acaso, claro). É claro que não é uma bomba, mas extremamente superestimado, lento e chato.

 

 

 

Mr. Scofield2012-05-16 06:51:58

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Ser contido é diferente de ser uma porta humana. O bom na interpretação de Gosling é justamente essa postura de que nada o atinge, mas que podemos sentir que lá no fundo existe uma profusão de sentimentos que não conseguimos distinguir direito (e o mistério na sua figura é fundamental para o grau de transcendência que o personagem atinge ao final do filme), mas que são o que o definem...

 

Não sei se o filme que ser ou é cult, essas definições pouco me importam. Só tenho certeza que ele já é uma pérola do cinema contemporâneo...
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