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Robocop (2013 dir Jose Padilha)

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Mas por pouco tempo. O video confirmou aquele boato que surgiu tempos atrás que dizia que Murphy passaria por varias versões até chegar ao final, e que esta vista acima sera somente a primeira.

 

Observem tambem que pelo visto, nenhum efeito sera acrescentado a mão esquerda do personagem, que deve ser mesmo humana.

 

Em tempo, não9 tenho nada contra o novo visual do personagem, difeente da grande maioria, embora ache que essa mão nua esteja mesmo sobrando.

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Atriz de "" diz que José Padilha é "gênio".

 

 

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Em entrevista ao site "Collider", a atriz Abbie Cornish disse que o cineasta brasileiro José Padilha é um "gênio" e que ele é o motivo principal pelo qual o remake de "RoboCop" será bom. Abbie está no elenco da produção que conta ainda com o Wagner Moura e Gary Oldman.

"Tem sido muito divertido fazer 'RoboCop'. O elenco e a equipe são grandes e eu tive oportunidade de conhecer pessoas incríveis", disse Abbie que ficou muito próxima de Gary Oldman.

"Ele é hilário, gostaria que ele fosse um membro da minha família", explicou ela. Abbie contou ainda que aceitou fazer parte do filme porque "RoboCop" remete a sua infância.

"É um filme muito nostálgico porque traz à tona memórias da minha infância. Eu assisti muitas vezes, Meu irmão e amigos adoravam. Tem sido uma das melhores experiências minhas em um filme. É como ser criança em uma loja de doces", comparou Abbie que teceu elogios também a Wagner Moura.

Abbie e Wagner estarão em "Fellini Black and White" no qual o ator interpretará o cineasta italiano Federico Fellini. "Nós tínhamos que fazer um filme juntos e eu espero que seja logo no primeiro semestre. O filme tem personagens incríveis e eu estou muito animada sobre ele", ressaltou a atriz.

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RoboCop | Imagem revela o EM-208
Humanoide seria o precursor do policial do futuro

O remake do diretor José Padilha para RoboCop ganhou uma nova imagen. A foto, publicada em uma conta no Tumblr, mostra um EM-208, projeto precursor do policial do futuro na nova versão:

 

Robocop-EM-208.jpg

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Paul Verhoeven diz ter esperanças para novo ROBOCOP
23/04 - 16h49
 
por Larissa Padron

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Paul Verhoeven está sumido das telas e, principalmente, de Hollywood há um tempo. Mas o diretor está no Festival de Tribeca para lançar Tricked, seu último filme, realizado de uma maneira mais experimental, com a ajuda de pessoas que enviaram a ele ideias para desenvolver a história.

 

Em entrevista concedida ao site The Hollywood Reporter, o diretor explicou o motivo deste sumiço: “Eu decidi depois de O Homem Sem Sombra (2000), que foi o primeiro filme que eu fiz que eu pensei que eu não deveria ter feito. Ok, ele fez dinheiro, mas ele realmente não tem a ver comigo. Eu acho que muitas outras pessoas poderiam tê-lo feito. Eu não acho que muitas pessoas poderiam ter feito Robocop daquela forma, ou mesmo Tropas Estrelares. Mas O Homem Sem Sombra eu acho que havia 20 diretores em Hollywood que poderiam ter feito. Eu me senti deprimido comigo mesmo depois de 2002”.

 

Sobre os remakes de seus clássicos, Verhoeven declarou não ter gostado de O Vingador do Futuro, lançado no ano passado, mas disse que tem esperanças para RoboCop, que tem direção do brasileiro José Padilha (Tropa de Elite) e estreia em fevereiro do ano que vem.

 

“Tenho a sensação de que fazer este tipo de coisa idiota, isto é O Vingador do Futuro, Robocop, Superman, Homem-Aranha, é completamente absurdo. Não se trata de qualquer coisa que tenha qualquer realidade, a menos que você coloque. E você tem que colocar a sua própria personalidade nele. Mas eu sinto que se você levar essas coisas muito a sério, então você tem um problema também," disse o diretor. "Eu sinto que você precisa saber que a história é uma loucura. Implantação de memórias não é algo completamente louco, mas meio louco. Eu acho que se você começar a levar isso muito sério, como se fosse a realidade da vida, então você está realmente em um território perigoso. E eu acho, certamente, que isso [no remake de] O Vingador do Futuro não funcionou. Eu estou esperando que RoboCop usará um pouco de loucura de vez em quando”.

 

O diretor também foi questionado sobre o relativo fracasso do remake de O Vingador do Futuro, que arrecadou apenas US$ 59 milhões nos Estados Unidos, enquanto o de Verhoeven, em 1990, arrecadou quase US$ 120 milhões. “Foi divertido [ver isso acontecer]. Também porque eles eram arrogantes em entrevistas. Tanto o produtor quanto Colin Farrell, ambos criticaram [o filme anterior]. Colin Farrell chamou de kitsch, e pessoas me contaram isso imediatamente, é claro".

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O remake de RoboCop está passando por refilmagens em Toronto, no Canadá (o diretor José Padilha, que já reclamou de sua relação com o estúdio MGM, deve estar de saco cheio). E pintaram novas fotos do “policial do futuro”.

O filme inicialmente estrearia em 16 de agosto de 2013, mas passou para 7 de fevereiro de 2014 – deve chegar ao Brasil duas semanas depois.

O sueco Joel Kinnaman faz o papel principal. Abbie Cornish, Michael Keaton, Gary Oldman, Jackie Earle Haley e Samuel L. Jackson são outros nomes do elenco.

 

01.jpg

02.jpg

http://fabricadequadrinhos.com.br/index.php?noticia=23258

 

 

Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz... Epic Fail?

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O remake de RoboCop está passando por refilmagens em Toronto, no Canadá (o diretor José Padilha, que já reclamou de sua relação com o estúdio MGM, deve estar de saco cheio). E pintaram novas fotos do “policial do futuro”.

 

O filme inicialmente estrearia em 16 de agosto de 2013, mas passou para 7 de fevereiro de 2014 – deve chegar ao Brasil duas semanas depois.

 

O sueco Joel Kinnaman faz o papel principal. Abbie Cornish, Michael Keaton, Gary Oldman, Jackie Earle Haley e Samuel L. Jackson são outros nomes do elenco.

 

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http://fabricadequadrinhos.com.br/index.php?noticia=23258

 

 

Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz... Epic Fail?

 

Nada oficial ainda... Fotos assim, de bastidores, sem tratamento, ficam complicadas para tirar alguma ideia...

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 Notícias da Comic Con

 

 

RoboCop

O painel de RoboCop  começa já com um vídeo, que inicialmente tem o formato de um programa de TV. Samuel L. Jackson aparece de peruca cor acaju como um apresentador de TV de direita, defendendo que os robôs fabricados pela OCP nos EUA, e exportados para outros países e usados em intervenções militares no exterior, deveriam ser empregados nos próprios EUA, para evitar mortes de policiais em ação. "Por que temos robofobia?", pergunta ele ao espectador.

O programa é intercalado com imagens de noticiário da ação em Teerã, no Irã, mostrando o robô Ed-209 (remodelado mas "bípede" como o do filme original) e outros androides agindo contra uma guerrilha. Tudo parece sob controle até que uma bomba explode na rua e um homem-bomba salta do terraço de um prédio sobre o Ed-209 - o que mostra que o uso dos robôs não é tão perfeito quanto parece.

Ao som do tema da trilha sonora do filme original, o diretor José Padilha - em sua primeira vez na convenção de San Diego - sobe à mesa com o elenco. O brasileiro pontua que a trama do filme se espelha na realidade. "Nós logo veremos robôs e não só teleguiados sendo usados em guerras. O primeiro filme já enxergava isso, o que é um grande mérito. Primeiro vamos usar máquinas em intervenções e no exterior, e logo elas virão para dentro dos EUA", diz. "Este é o mundo em que vivemos", emenda Michael Keaton, que no filme vive o presidente da OCP, um personagem "que eu não vejo como um vilão mas como um antagonista", diz o ator.

O protagonista Joel Kinnaman diz que, ao contrário do filme original, desta vez Alex Murphy não morre, e sim é salvo no último minuto e "basicamente precisa ser amputado do pescoço para baixo". Ele diz que veremos o Policial do Futuro com e sem visor. "Eu precisei apurar minha atuaçao de mandibula. Quando eu fico puto no filme, eu baixo o visor, mas durante missões de reconhecimento e interacões em geral, Alex fica com o visor levantado."

Nos EUA o assunto dos teleguiados e do desarmamento civil continuam em pauta, e Padilha recebeu palmas quando foi perguntado sobre a ameaça do arsenal futurista. "A tecnologia não é algo ruim por si só, mas ela é usada por humanos. A arma não atira sozinha, você não deve ter medo da arma, e sim do homem que dispara a arma", diz. No filme, a OCP tenta humanizar a máquina ao adaptar Alex Murphy, para tornar a interação com criminosos menos unilateral do que na geração de robôs anteriores. É por isso que, além da cabeça, eles conservam a mão direita de Alex, com a qual ele cumprimenta as pessoas.

Depois da primeira apresentação, um trailer completo então é mostrado. Começa com aquelas mesmas imagens de Teerã, e com o personagem de Keaton defendendo, diante do Senado dos EUA, que sua criação não sente raiva nem fadiga. Quando um senador pergunta o que eles sentem, o CEO da OCP é forçado a reconhecer: não sentem nada. E em seguida vemos o Ed-209 metralhar um menino em Teerã que estava com uma faca na mão.

O filme original é referenciado duas vezes: quando a OCP analisa potenciais designs para o RoboCop, o visual clássico aparece num monitor, e ao final do trailer Murphy solta o clássico comando "vivo ou morto, você vem comigo". Algumas coisas mudaram, porém; descobrimos no trailer que o policial quase morreu não num confronto com bandidos, mas porque plantaram uma bomba no seu carro, na garagem de casa. A relação com a esposa também é nova: numa cena, a mulher de Murphy para diante da moto do RoboCop e diz que ele precisa conversar com o seu filho. No visor do policial, vemos que ele analisa a situação, julga que o filho não é uma ameaça imediata, e arranca com a moto.

Trechos mostram o treinamento do RoboCop - que se move muito mais rápido, claro, que o original, e com uma mira certeira tão rápida que fica difícil acompanhar - e o personagem de Gary Oldman, cientista da OCP, diz que "a máquina basicamente opera e o cara dentro dela é só um passageiro". Relances rápidos mostram interações do RoboCop com o filho, cenas de ação sobre moto e outros designs do RoboCop em laboratório (o visual todo preto é o único que vai à rua no trailer). No geral, o filme parece se apoiar muito mais na mensagem e no lado emotivo do que o longa de 1987.

 

FONTE: OMELETE

 

 Parece que terá diferenças significativas no que diz respeito a relação de Alex Murphy com sua família. No original, todos acham que ele morreu, e ele não tem muitas lembranças da família.

 

 Eu confio no Padilha. Mas tá faltando um trailer pra pegar confiança no projeto (ou para derrubar tal confiança).

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 Notícias da Comic Con

 

 

RoboCop

O painel de RoboCop  começa já com um vídeo, que inicialmente tem o formato de um programa de TV. Samuel L. Jackson aparece de peruca cor acaju como um apresentador de TV de direita, defendendo que os robôs fabricados pela OCP nos EUA, e exportados para outros países e usados em intervenções militares no exterior, deveriam ser empregados nos próprios EUA, para evitar mortes de policiais em ação. "Por que temos robofobia?", pergunta ele ao espectador.

O programa é intercalado com imagens de noticiário da ação em Teerã, no Irã, mostrando o robô Ed-209 (remodelado mas "bípede" como o do filme original) e outros androides agindo contra uma guerrilha. Tudo parece sob controle até que uma bomba explode na rua e um homem-bomba salta do terraço de um prédio sobre o Ed-209 - o que mostra que o uso dos robôs não é tão perfeito quanto parece.

Ao som do tema da trilha sonora do filme original, o diretor José Padilha - em sua primeira vez na convenção de San Diego - sobe à mesa com o elenco. O brasileiro pontua que a trama do filme se espelha na realidade. "Nós logo veremos robôs e não só teleguiados sendo usados em guerras. O primeiro filme já enxergava isso, o que é um grande mérito. Primeiro vamos usar máquinas em intervenções e no exterior, e logo elas virão para dentro dos EUA", diz. "Este é o mundo em que vivemos", emenda Michael Keaton, que no filme vive o presidente da OCP, um personagem "que eu não vejo como um vilão mas como um antagonista", diz o ator.

O protagonista Joel Kinnaman diz que, ao contrário do filme original, desta vez Alex Murphy não morre, e sim é salvo no último minuto e "basicamente precisa ser amputado do pescoço para baixo". Ele diz que veremos o Policial do Futuro com e sem visor. "Eu precisei apurar minha atuaçao de mandibula. Quando eu fico puto no filme, eu baixo o visor, mas durante missões de reconhecimento e interacões em geral, Alex fica com o visor levantado."

Nos EUA o assunto dos teleguiados e do desarmamento civil continuam em pauta, e Padilha recebeu palmas quando foi perguntado sobre a ameaça do arsenal futurista. "A tecnologia não é algo ruim por si só, mas ela é usada por humanos. A arma não atira sozinha, você não deve ter medo da arma, e sim do homem que dispara a arma", diz. No filme, a OCP tenta humanizar a máquina ao adaptar Alex Murphy, para tornar a interação com criminosos menos unilateral do que na geração de robôs anteriores. É por isso que, além da cabeça, eles conservam a mão direita de Alex, com a qual ele cumprimenta as pessoas.

Depois da primeira apresentação, um trailer completo então é mostrado. Começa com aquelas mesmas imagens de Teerã, e com o personagem de Keaton defendendo, diante do Senado dos EUA, que sua criação não sente raiva nem fadiga. Quando um senador pergunta o que eles sentem, o CEO da OCP é forçado a reconhecer: não sentem nada. E em seguida vemos o Ed-209 metralhar um menino em Teerã que estava com uma faca na mão.

O filme original é referenciado duas vezes: quando a OCP analisa potenciais designs para o RoboCop, o visual clássico aparece num monitor, e ao final do trailer Murphy solta o clássico comando "vivo ou morto, você vem comigo". Algumas coisas mudaram, porém; descobrimos no trailer que o policial quase morreu não num confronto com bandidos, mas porque plantaram uma bomba no seu carro, na garagem de casa. A relação com a esposa também é nova: numa cena, a mulher de Murphy para diante da moto do RoboCop e diz que ele precisa conversar com o seu filho. No visor do policial, vemos que ele analisa a situação, julga que o filho não é uma ameaça imediata, e arranca com a moto.

Trechos mostram o treinamento do RoboCop - que se move muito mais rápido, claro, que o original, e com uma mira certeira tão rápida que fica difícil acompanhar - e o personagem de Gary Oldman, cientista da OCP, diz que "a máquina basicamente opera e o cara dentro dela é só um passageiro". Relances rápidos mostram interações do RoboCop com o filho, cenas de ação sobre moto e outros designs do RoboCop em laboratório (o visual todo preto é o único que vai à rua no trailer). No geral, o filme parece se apoiar muito mais na mensagem e no lado emotivo do que o longa de 1987.

 

FONTE: OMELETE

 

 Parece que terá diferenças significativas no que diz respeito a relação de Alex Murphy com sua família. No original, todos acham que ele morreu, e ele não tem muitas lembranças da família.

 

 Eu confio no Padilha. Mas tá faltando um trailer pra pegar confiança no projeto (ou para derrubar tal confiança).

 

bem, acho que pode vir coisa boa por ai, mas com chances reais de vir uma bomba.

 

Mas a priori gostei de certas mudanças, ou melhor das premissas que justificam certas mudanças.

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Padilha diz ter sentido falta de traficantes filmando Robocop O carioca afirmou ter feito o filme da mesma maneira que faz no Brasil, mas percebeu que algo estava faltando

 

 

Durante coletiva, o diretor brasileiro José Padilha brincou sobre como foi filmar sua adaptação cinematográfica para a história de Robocop. O carioca afirmou ter feito o filme da mesma maneira que faz no Brasil, mas percebeu que algo estava faltando.

"Só senti falta dos traficantes e dos policiais corruptos ao redor, mas acho que isso era porque estávamos no Canadá", disse aos risos o diretor de "Tropa de Elite" e "Tropa de Elite 2 - O Inimigo Agora é Outro".

Mais tarde, durante o painel sobre o filme, dois vídeo sobre a produção foram divulgados. O primeiro deles mostrava o ator Samuel L. Jackson fazendo uma apresentação da Omnicorp, mostrando máquinas de guerra atuando em cidades islâmicas. Vários robôs assustavam pessoas e, na confusão, uma criança termina metralhada. Jackson então passa a discutir sobre como máquinas devem ser tratadas como descontroladas, mesmo com a inteligência artificial em potencial.

Já no segundo vídeo, o ator Joel Kinnaman mostra a origem do Robocop: um homem de família se despede de seus entes queridos e, ao entrar em um carro que explode, fica com 70% de seu corpo queimado. A partir daí, as próteses do robô são montadas. Com uma tela touchscreen, o personagem escolhe as armaduras. O traje clássico, de 1987, é exibido, mas Alex Murphy quer algo novo. No final das cenas exibidas, a mulher tenta impedir Robocop de permanecer como soldado.

Análise de Padilha

"Queria fazer Robocop perfeito, do jeito que era. Queríamos mostrar uma sociedade em que robôs convivem com humanos", disse o diretor ao descrever o seu desejo com o longa. "É um filme com ação, mas é um filme que diz algo, que fala sobre o exército, mostra o futuro. Você encontra muita ironia também, se um policial atira em uma criança você pode julgá-lo, mas e se for em uma máquina?"

Para o cineasta, "fazer um filme é sempre fazer um filme, não importa onde, não importa o tamanho e o orçamento". "É sempre uma questão de dirigir os atores, de colocar a câmera no lugar certo", contou.

O filme propõe uma discussão de até que ponto o soldado é um homem e até que ponto ele é controlado pela máquina. O filme também traz as relações com a família e filhos propostas na primeira versão do filme. A cena de transformação de um homem em um soldado também se assemelha a vivida pelo ator Peter Weller.

Padilha também esboçou uma análise sobre o primeiro filme original do policial ciborgue, dizendo que continha humor e também uma crítica ao fascismo. "A relação entre fascismo e robótica vai ser muito mais forte desta vez. Se você tem robôs lutando em guerras, não existe uma pressão para retirar as tropas e acabar com o conflito, como aconteceu no Iraque. Essa é uma questão que já foi aberta pelo uso de drones. Se temos robôs agindo e ninguém está vendo o que eles estão fazendo, não se pode atribuir responsabilidade, não temos a pessoa que apertava o botão para liberar a bomba."

"Mais tempo com Alex Murphy"

Também presente no evento, o ator Joel Kinnaman, que interpreta o personagem-título, discorreu sobre as mudanças do filme de Padilha em relação aos outros já feitos sobre o personagem.

"Desta vez, vamos mais fundo com Alex Murphy [nome do herói antes de virar Robocop], passamos mais tempo com ele quando está trabalhando como policial disfarçado e quando está com sua família", disse o ator. "A questão agora é: ele é uma propriedade? Ele depende desta corporação que o criou e isso fez dele muito forte, mas também muito vulnerável."

Kinnaman admitiu ter visto o primeiro filme com o "policial do futuro" "umas 30 vezes, muito antes de conseguir o papel". "Eu já tirava de letra o andar robótico. Mas quando coloquei a armadura, senti que a ideia do que seria a robótica no futuro dos anos 1970 era muito diferente da atual"

Também participaram da coletiva os atores Abbie Cornish, Samuel L. Jackson e Michael Keaton, que também têm papeis no filme. Atualmente, a adaptação cinematográfica de Padilha está em fase de pós-produção e está prevista para estrear no Brasil em fevereiro de 2014.

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Robocop mais light?

 

 

 

Saiba o que foi mostrado do novo ROBOCOP na Comic-Con
20/07 - 09h48
 
por Renato Silveira

 

img51ea8a5ce9dd6.jpegAconteceu ontem, dia 19 de julho, o painel do remake de RoboCop na San Diego Comic-Con 2013. Algumas novidades e cenas do filme foram apresentadas ao público, mas o vídeo não foi disponibilizado na internet.

De acordo com a revista Total Film, que esteve presente no evento, um trailer foi exibido e mostrou que foi mantida a discussão entre o uso de tecnologia avançada e questões morais, presente no longa original.

O ator Joel Kinnaman, que participou de um debate com o público, revelou que Murphy não chega a morrer antes de ser transformado no RoboCop, nesta versão. Ele ainda disse que a forma como o personagem fica ferido é diferente do filme original, onde o policial é fuzilado por uma gangue.

Outra diferença diz respeito ao visor do RoboCop: ele desce e cobre o rosto de Kinnaman apenas quando o protagonista está em ação. Segundo Kinnaman, é aí que a máquina assume o controle de Murphy. No resto do tempo, seu lado humano é mais forte. Quanto à armadura em si, ela é realmente mais “leve” e menos intimidadora que a original (que deverá ser vista no filme, mas apenas como forma de homenagem), além de ser totalmente preta, como as primeiras fotos dos set mostravam.

O diretor José Padilha e o ator Samuel L. Jackson também estavam presentes na Comic-Con e disseram que o novo filme mantém a sátira política usada por Paul Verhoeven no longa de 1987. No remake, os comentários são direcionados ao uso de robôs e drones – veículos não tripulados – pelas Forças Armadas em guerras. Um tema explorado é justamente quando e se um robô sabe quando parar, já que teoricamente não sente cansaço, nem tem sentimentos de compaixão, culpa ou remorso.

Já Michael Keaton disse ao público que seu personagem não é um vilão tradicional. Ele interpreta Raymond Sellars, o homem por trás da empresa que cria toda a tecnologia usada para o policiamento da cidade. Gary Oldman por sua vez interpreta o cientista que ajuda a transformar Murphy em RoboCop e serve como uma espécie de mentor para o policial do futuro.

RoboCop chega aos cinemas brasileiros em 21 de fevereiro de 2014

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O que mais me incomoda nesse novo visual do Robocop é que ele não passa a impressão de ser um "robô", mas sim de um cara usando uma armadura.

 

O Robocop de 87, ao contrário, chegava a ser até meio pertubador em relação ao visual. Você realmente acreditava que era uma máquina alí.

 

Tenho curiosidade mas sinceramente não boto muita fé no filme.

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 Boa entrevista do Padilha falando sobre o filme.

 

 

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=Gx8MGyhrVJU

 

Vocês também pararam a imagem em 1:55 ou só eu reparei nisso ?  B)

 

 A armadura nova não me incomoda. O visual das maquinas de hoje são mais "leves" mesmo. É só ver computadores e celulares, que quanto mais avançado se tornam, menos "massudos" ficam. Acho legal isso se refletir no Robocop.

 

Vide os celulares de hoje em dia que estão cada vez mais menores .... leves . :D

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