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Forum Cinema em Cena

Robocop (2013 dir Jose Padilha)


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O problema não é tanto os remakes em si, mas o propósito e a maneira como são filmados.

 

Dentre os inúmeros exemplos de remake lixo, pelo menos dois são brilhantes e superam em muito (pelo menos em fama) os originais. É o The Thing do Carpenter e a Mosca do Cronenberg. Adoro os dois filmes e eles entram fácil em qualquer lista minha de ficção/horror. Os filmes originais não são tão marcantes...

 

Agora o problema é muito maior quando o cara vai fazer refilmagem de um filme consolidado e aclamado. O cara tem que ser MUITO autoral e criar uma coisa nova. Ele praticamente tem que reiventar a roda...

 

Não vi o Robocop ainda, mas pelo que vi um dos problemas é que não foi um filme tão autoral assim

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O problema não é tanto os remakes em si, mas o propósito e a maneira como são filmados.

 

Dentre os inúmeros exemplos de remake lixo, pelo menos dois são brilhantes e superam em muito (pelo menos em fama) os originais. É o The Thing do Carpenter e a Mosca do Cronenberg. Adoro os dois filmes e eles entram fácil em qualquer lista minha de ficção/horror. Os filmes originais não são tão marcantes...

 

Agora o problema é muito maior quando o cara vai fazer refilmagem de um filme consolidado e aclamado. O cara tem que ser MUITO autoral e criar uma coisa nova. Ele praticamente tem que reiventar a roda...

 

Não vi o Robocop ainda, mas pelo que vi um dos problemas é que não foi um filme tão autoral assim

eu acho que o culpado disso tudo é o Verhoeven.....

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O problema não é tanto os remakes em si, mas o propósito e a maneira como são filmados.

 

Dentre os inúmeros exemplos de remake lixo, pelo menos dois são brilhantes e superam em muito (pelo menos em fama) os originais. É o The Thing do Carpenter e a Mosca do Cronenberg. Adoro os dois filmes e eles entram fácil em qualquer lista minha de ficção/horror. Os filmes originais não são tão marcantes...

 

Agora o problema é muito maior quando o cara vai fazer refilmagem de um filme consolidado e aclamado. O cara tem que ser MUITO autoral e criar uma coisa nova. Ele praticamente tem que reiventar a roda...

 

Não vi o Robocop ainda, mas pelo que vi um dos problemas é que não foi um filme tão autoral assim

 

A esses remakes citados eu acrescentaria "A Bolha Assassina" e "Greystoke", oriundos duma epoca onde remakes eram raros e, por isso mesmo, bem-vindos pelo hiato entre eles e seus originais (década de 50). Reinventando os mesmos, traziam interesse a obras a muito esquecidas. Em contrapartida, hj remakes sao feitos as pencas e em carater industrial, sem proposito ("Conan","Vingador do Futuro"), nao raramente com hiato proximo de seus originais ("Deixe ela Entrar", "Funny Games") ou infantilizados de modo a cobrir uma faixa etária maior ("Robocop"). Por isso q hj de cada 10 remakes, apenas 1 presta. E olhe lá. Mas o q pode ser problema pra uns pode nao sê-lo pra outros. Ai é questao de gosto.

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Poisé Soto... agora é moda. Se bem que eu adoraria um remake pra agora do Hobbit!  :lol:

 

Eu até curti o novo Vingador do Futuro. Não supera o original (apesar deste ter envelhecido muito mal), mas é bem competente e divertido. A refilmagem da Hora do Espanto também entra nessa. Adoro o original, o ícone por excelência dos filmes de horror dos anos 80. Mas o novo filme é bem bom. Estas duas refilmagem são filmes competentes, nada memorável que justifique a nova versão, mas não são de se jogar no lixo. São divertidos! Imagino que o novo Robocop deve entrar nesta categoria.

 

Agora o remake do Conan, cruz credo!  :angry:  :lol:

 

E olha que Robocop tem matéria de sobra para novas versões. Imagina um Robocop nas mãos do Cronenberg, e com o cara tendo liberdade para avacalhar no bom sentido o universo homem/máquina?

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 CONAN, no caso do THE THING, o Carpenter fez praticamente uma outra historia (bem mais fiel ao conto original), já que o original do Hawks pega somente alguns personagens, o cenário da historia e o fator alien, pois o alienígena do filme original não tem nada a ver com o conto, o do Carpenter sim.

 

  Já no caso de THE FLY do Cronenberg (que gosto muito, embora ache um pouquinho superestimado), ele foi bem mais fiel a estrutura narrativa do original (que é inferior, mas ainda um ótimo filme). O esqueleto básico da historia é o mesmo. Mesmo ponto de partida e de chegada,  mas Cronenberg fez alterações para que ela se encaixasse nos pontos que realmente lhe interessavam (guardadas as devidas proporções, a mesma coisa que o Padilha fez neste ROBOCOP).

 

   Agora o problema é muito maior quando o cara vai fazer refilmagem de um filme consolidado e aclamado. O cara tem que ser MUITO autoral e criar uma coisa nova. Ele praticamente tem que reiventar a roda

 

  Não vi o Robocop ainda, mas pelo que vi um dos problemas é que não foi um filme tão autoral assim          

 

  Aqui a gente entra numa questão bem mais complicada. O que exatamente é "Ser autoral"? Pra mim, é quando o diretor consegue colocar a sua marca no filme, através de elementos narrativos e estéticos que marcam o filme como sendo seu, sem que a pessoa tenha que sequer olhar o nome do diretor nos créditos pra saber que o filme é dele. E isso o Robocop do Padilha com certeza tem. Então, se o filme tem um problema, não é falta de autoralidade.

 

  Mas veja o filme, e confira por si mesmo.

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Poisé Soto... agora é moda. Se bem que eu adoraria um remake pra agora do Hobbit!  :lol:

 

Eu até curti o novo Vingador do Futuro. Não supera o original (apesar deste ter envelhecido muito mal), mas é bem competente e divertido. A refilmagem da Hora do Espanto também entra nessa. Adoro o original, o ícone por excelência dos filmes de horror dos anos 80. Mas o novo filme é bem bom. Estas duas refilmagem são filmes competentes, nada memorável que justifique a nova versão, mas não são de se jogar no lixo. São divertidos! Imagino que o novo Robocop deve entrar nesta categoria.

 

Agora o remake do Conan, cruz credo!  :angry:  :lol:

 

E olha que Robocop tem matéria de sobra para novas versões. Imagina um Robocop nas mãos do Cronenberg, e com o cara tendo liberdade para avacalhar no bom sentido o universo homem/máquina?

Nossa, nao acredito que li isso, considero os remakes de A Hora do Espanto e O Vingador do Futuro bombas homéricas sem quakquer personalidade ou ssimoles diversão.

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Na minha sessão só tinha pivetada, q certamente curtiu bem mais do q eu. E creio q não seja por qq msg velada q seja. Qq boa intençao nesse aspecto termina diluida pela barulheira-videogame de cenas de ação genéricas como pelo romancezinho piegas e mal resolvido do herói. Não dá pra falar de td ao mesmo tempo e, no final das contas, não dizer nada. Importante é, mas tratado com profundidade de pires. Quer se levar a sério, mas termina sendo mais do mesmo. Quem sabe se tivesse acescentado algo de jumor negro o resultado fosse melhor. Sem falar q criticar a midia/cobiça corporativa a mto deixou de ser algo "transgressor". É clichê.

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   Concordo com a LIV. Pra infantil o filme não serve. Dizer que "a pivetada curtiu o filme" é um indício de que o filme é infantil é bastante equivocado, principalmente se lembrarmos que o filme original, mesmo com toda a violência visual, também era muito popular entre "A pivetada".

 

 As criticas que o filme faz realmente não são inovadoras, mesmo para um blockbuster, mas poucos filmes mainstream fazem tal crítica de modo tão direto como este, vide a sequência final com o Samuel. L Jackson. Cenas como aquela não é algo que se vê em todo blockbuster ianque. Não é inovador, mas pra comum também não serve.

 

  O filme aborda as questões tanto quanto o formato comercial que está inserido permite.

 

  Quanto ao romance (que não é nem um romance, e sim um conflito famíliar), ele é de fato mal resolvido. Mas não existisse pieguice nenhuma ao meu ver, ele é sim mal explorado. Justamente por que acho que o Padilha ficou com medo que tal aspecto da narrativa pudesse se tornar piegas (o que não é desculpa).

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E a exploração da mídia nem é a única questão política que o filme levanta né, tem tb a crítica à forma como os EUA "pacificam" outros países. Fora as questões filosóficas homem vs. máquina, consciência humana e livre arbítrio. Dentro do que é possível ser aprofundado num blockbuster, acho que ele foi bem competente. O antigo tb fazia críticas políticas referentes àquela época, este as renova à sua própria maneira.

 

Não é um filme de ação genérico sem personalidade como foi remake de O Vingador do Futuro, não mesmo, está anos-luz à frente.

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perdi meu tempo assistindo essa merd....de filme.....vazio, insípido.....um típico enlatado americano, igual a quase tudo que sai por lá.....padilha com sua habitual mão pesada marreta suas supostas "mensagens" com a delicadeza de uma betoneira....deveriam mudar o título do filme e não usar o nome do clássico de Verhoeven

 

O filme trata o publico como idiotas, tudo explicadinho para não perder a próxima cena....padilha entra por um terreno perigoso....no filme de oitenta e sete robocop tem a chance de executar o vilão quando invade a fabrica de drogas, mas por ser um policial que segue as leis ele para......ja no novo filme robocop é o policial, juiz, juri e executor......será um robocop fascista.......?

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  • 2 weeks later...

Assisti hoje e achei mediano. Gostei de ver ele andando, virando e fazendo sons das engrenagens de um robô. A armadura preta não atrapalhou. Senti falta do tema original, tocou, mas poderia ter tocado mais bem como senti falta de cenas dele combatendo o crime.

 

O drama familiar é sofrível, atraplha esse lenga, lenga. Nao gostei dele já saber quem era. Prefiriria ele ir descobrindo aos poucos. O Samuca está bem, mas aparece muito, deceriam diminuir um pouco a participação dele.

 

O final decepciona e a briga dele com o ED está igual ao do Robocop 2.

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Rapaziada.

 

Assisti o tal Robocop de Padilha, minhas considerações.Tive sorte de assistir uma seção após as 21:00, pivetada quase ZERO, menos sorte teve o amigo Soto.

Ao contrário do robocop de 1987 que é transformado em uma máquina e digamos, aos poucos retoma a sua "humanidade" durante o filme, inclusive em tomadas de decisões, este de Padilha vai pelo caminho contrário, pegam o que sobrou de humano (diga-se de passagem muito pouco) e com o passar do filme ele se torna cada vez mais uma máquina, o mesmo é até pasmem, DESLIGADO a distância, não gostei. Curti demais as duas cenas em que ele é desmontado/montado, ver o que sobrou de humano dentro da máquina foi no ponto de vista cinematográfico genial, para mim foi pertubador, chocante ver que não sobrou quase nada realmente do Alex, esta imagem ainda me pertuba até hoje falo sério, ponto pro Padilha. Assim como o Bigone, também senti falta do Robocop nas ruas combatendo o crime, a unica cena que o mesmo entra em serviços é quando é apresentado a população e prende aquele sujeito que está na plateia, de resto, a ação do Robocop se resume a caçar seus algozes, será que não houve tempo no filme pra combater o crime? Provavelmente não pois grande parte foi ocupada pelo drama familiar piegas no meu ponto de vista. As referências ao filme de 87 estão lá,ED, vivo ou morto voce vem comigo, etc. Outra coisa que achei completamente diferente dos dois filmes, em 87 Robocop é construido e sem qualquer tipo de treinamente já sai as ruas para justificar o custo aos cofres públicos (hahahha), já o de Padilha passa por um treinamente "(parecido com um ambiente de video game digamos) antes de encarar as ruas de Detroit, sei!.

As comparações são inevitáveis com certeza, mas, enfim, o filme é legalzinho, valeu a pipoca, o refri, as entradas e o combustível, não tem lugar na minha estante/rack, mas será revisto sem compromisso em algum telecine da vida.

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Um filme que parece tal qual seu personagem, não sabendo o que ele realmente é. É José Padilha lutando para sobressair-se à máquina (hollywoodiana, no caso) e mostrar algum traço, qualquer coisa, que vagamente o público identifique como sendo seu. Felizmente ele é bem sucedido em boa parte - especialmente em todas as cenas que o Samuel L. Jackson aparece, e que não sei como tem gente que queria menos dele no filme - contudo fica a impressão de um filme que não tem uma identidade específica: não é burocrático o suficiente para ser considerado como um filme blockbuster típico; não é autoral o suficiente para ser ovacionado como um filme original que fala alguma coisa. Aliás, penso que Padilha até tenta, mas aquilo que o caracteriza como um diretor bad ass está diluído aqui, formatado de forma tal para não chocar a platéia PG-13. Particularmente, gostei bem do que vi, mais do que imaginei que ia gostar. E não adianta, a comparação com o clássico de Verhoeven é inevitável. Num mundo sem o filme de 1987, este talvez poderia ser, guardadas as devidas proporções, o Tropa de Elite yankee. 

 

4/5

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  • 1 month later...

Tem Alien vs Predador, Freddy vs Jason e Batman vs Superman. Robocop vs Exterminador do Futuro seria apenas mais um crossover. Qual o problema nisso?

 

Alien Vs Predador foram filmes no máximo divertidos, mas com qualidade extremamente questionável...

 

Freddy Vs Jason é a mesma coisa...

 

Batman Vs Superman, ainda não sabemos...

 

Porém todos esses personagens fazem parte de um mesmo universo...

 

Já Robocop Vs Terminator, nunca li a HQ, mas é muito estranha a ideia...

 

Se ganhasse vida eu assistiria, mas sem grandes expectativas...

 

Robocop Vs Exterminador

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Acho muuuuuuuito difícil sair esse crossover de Robocop e Terminator nos cinema, porque não é algo que faz muito sentido mesmo (ok, os dois são máquinas, mas e?) e não é algo que o público faça muita questão de ter. E teria muito trabalho pra fazer já que teria que rebootar as duas séries já pensando nesse crossover, e as duas séries foram/estão sendo rebootadas, mas separadas e em estúdios diferentes (MGM e Paramount), que nem sequer pleitearam tal crossover (ainda bem). 

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  • 1 year later...
robocop_41-750x380.jpg

José Padilha revela que trocou Hércules por ‘Robocop’ em reunião de estúdio

Publicado em 15/07/2015 por Renato Marafon
 
 

O cineasta brasileiro José Padilha (‘Tropa de Elite’) revelou em uma entrevista à Folha de S.Paulo que foi sua ideia dirigir o novo Robocop.

“Ninguém me convidou”, revelou. “Fui chamado para uma reunião na MGM. Eles queriam que eu fizesse um filme sobre o 
 [
‘Hercules: The Thracian Wars’
, com 
Dwayne Johnson
]. E na sala tinha um pôster do primeiro 
. Aí, falei pros caras: ‘
 eu não quero fazer, mas esse aí, sim’, e apontei para o cartaz.”

Na verdade, o estúdio já estava desenvolvendo o reboot de RoboCop, mas, desde a recusa de Darren Aronofsky (‘Cisne Negro’), o projeto estava sem diretor.

“Ele chegou a escrever um roteiro, mas já tinha desistido do longa, que estava livre”, explicou 
Padilha
.

Quando questionado pelos executivos da MGM quais eram suas ideias para o filme, o cineasta respondeu:

“Minha ideia era fazer um filme em um futuro próximo, tipo 2030. Os drones [aviões não tripulados, comandados remotamente] são substituídos por máquinas e robôs que tomam as decisões de atirar ou jogar bombas sozinhos.”

 

Robocop‘ custou US$ 100 milhões e arrecadou US$ 242 milhões mundialmente.

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  • 1 month later...

‘Robocop’, de José Padilha, pode ganhar sequência

Publicado em 12/09/2015 às 22:03 por Renato Marafon 
 

Robocop‘ custou US$ 100 milhões e arrecadou US$ 242 milhões mundialmente, um valor mediano. Mesmo assim, a Sony Pictures tem interesse em iniciar uma nova franquia. Segundo o Den of Geek, o estúdio ainda tem planos para uma sequência da refilmagem dirigida pelo brasileiro José Padilha.

O site afirma que a Sony não trata o projeto como uma prioridade, mas está recebendo ideias de roteiristas para uma novo aventura do policial vivido por Alex Murphy, o Robocop.

Se ‘Robocop 2‘ acontecer, será graças à arrecadação na China, onde o filme fez US$ 50 milhões (contra os US$ 58 milhões dos EUA).

O caso é similar ao de ‘O Exterminador do Futuro: Gênesis’ (Terminator Genisys), que encontrou seu público na China: considerado um fracasso nas bilheterias norte-americanas, a ficção científica arrecadou US$ 82,8 milhões por lá – Saiba mais!

Recentemente, o cineasta brasileiro José Padilha (‘Tropa de Elite’) revelou em uma entrevista à Folha de S.Paulo que foi sua ideia dirigir o novo Robocop.

“Ninguém me convidou”, revelou. “Fui chamado para uma reunião na MGM. Eles queriam que eu fizesse um filme sobre o 
 [
‘Hercules: The Thracian Wars’
, com 
Dwayne Johnson
]. E na sala tinha um pôster do primeiro 
. Aí, falei pros caras: ‘
 eu não quero fazer, mas esse aí, sim’, e apontei para o cartaz.”

Na verdade, o estúdio já estava desenvolvendo o reboot de RoboCop, mas, desde a recusa de Darren Aronofsky (‘Cisne Negro’), o projeto estava sem diretor.

“Ele chegou a escrever um roteiro, mas já tinha desistido do longa, que estava livre”,
explicou 
Padilha
.

Quando questionado pelos executivos da MGM quais eram suas ideias para o filme, o cineasta respondeu:

“Minha ideia era fazer um filme em um futuro próximo, tipo 2030. Os drones [aviões não tripulados, comandados remotamente] são substituídos por máquinas e robôs que tomam as decisões de atirar ou jogar bombas sozinhos.”

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