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Showing most liked content since 12/15/2016 in all areas

  1. 5 points
    Gust84

    Liga da Justiça (2017) #2

    Assistido em IMAX. Eu geralmente quando tento "analisar" um filme, tento tirar da conta minhas expectativas, e seu contexto pra formar minha opinião. Coisa que pra esse filme ficou impossível. Eu não sei exatamente como, mas essa DC films vive na berlinda, e ao meu ver sofre muito mais com fogo amigo (RICK) do que com as tais críticas da mídia, ou dos "marvetes". Eles simplesmente não conseguem trabalhar em paz! Vivem com críticas e vazamentos de notícias, sendo obrigados a soltar trailers, imagens e o que mais for de maneira antecipada, corrida só pra suprir a sede do pessoal, que geralmente esculacha, o que pressiona ainda mais o trabalho a ser realizado, virando uma bola de neve. O que me passou é que dentro dessa realidade onde, aparentemente eles não acertam em "nada" (eu sou um que não gostei de praticamente nenhum cartaz e material de divulgação, nem dos trailers), o filme se sai bem até demais. Não tem o gosto amargo dos outros filmes da DC (com exceção da Mulher Maravilha) ao sair da sala de cinema. Tem certa coesão, tem um elenco que o que falta de habilidade compensa com carisma e alguma química. Alguns dos heróis tem um visual bacana (Batman é de uma concepção inacreditável e me impressiona com tantos filmesjá feitos, ninguém reproduzir esse visual antes). O elenco principal com certeza absoluta abraçou o projeto mesmo com todos os problemas e cada um claramente dá o melhor de si. Não senti aquela obrigação e falta de vontade de Suicide Squad, por exemplo. Bataffleck, segue sendo o melhor Bat/Bruce de todos, e digo sem medo nenhum de errar. Achou seu tom que estava sendo construído em BvS, carrega experi, lidera o pessoal, consegue vender algumas piadas, e é o cérebro da equipe, como em qualquer HQ que lemos/líamos. Gal Gadot é um mistério pra mim. Não sabe atuar direito, mas ela sorri e eu sorrio junto. Os demais personagens conseguem criar personalidades distintas e com um certo arco dramático, com exceção do Aquaman, que achei descartável sua construção, seu universo, seu visual e sua personalidade. O flash achei ele no limite do limite do aceitável para o humor, e que só funcionou muito pelo seu talento como ator. Sobre a obra em si ela tem problemas. Estruturais, pra variar. Seu ritmo é um pouco confuso e a montagem tem uns cortes meio bruscos entregando a dupla direção e que tem mais coisa por trás do mostrado. Tem algumas cenas com tons mais estranhos. A primeira cena em que a Mulher Maravilha salva o pessoal do ataque terrorista começa com uma música, quando os bandidos tomam o banco/museu, que soa quase pastelão, pra, no momento que ela entra em cena voltar os acordes mais grandiosos, numa quebra de ritmo que pra mim, apareceu. O filme tem uma sede de mostrar imagens, e momentos, mas esquece de fazer cinema. Tenta montar quadros "inesquecíveis" o tempo inteiro e não monta uma cena inesquecível. Não tem um plano marcante, uma batalha mais criativa, uma união de poderes. E isso num universo pouco povoado e nessa meia luz fica mais pobre ainda. Não obstante a aspectos técnicos existe uma reviravolta roteirística, que muda o tom do Universo inteiro da qual todos sentem a falta e precisam do Superman, e não vimos em nenhum momento isso, fora com as pessoas dizendo neste filme. Passamos 2 filmes vendo ele, na realidade com relutância do planeta terra em aceitá-lo, com problemas no Congresso, e essa era a novidade desse Superman dos cinemas, a tal "nolanização" dele. Como seria a Terra com um alienígena por aí? Não sei até onde foi a pressão externa ou dos criadores, mas essa mudança de tom achei desnecessária, ou deveria ter sido melhor construída pelo menos no BvS, que mal nos importamos (audiência) com a sua morte, e nem o pessoal da terra daquele universo se importou direito, na realidade. Batman falando que eles precisam do "Clark", por exemplo, que ele mal conheceu no último filme é forçado pra mim. Precisa como, cara pálida? viraram amigos aos 40 do segundo tempo do último filme! E digo isso porque seu renascimento, ainda que feito de maneira "pobre" foi muito bem realizado, no seu segundo momento, no Kansas e tem uma carga emocional boa que , se fosse melhor trabalhada antes, seria ainda muito mais legal. E aí que está a curiosidade: Com todos esses problemas que eu vi, eu achei o filme divertido de verdade, achei que de alguma maneira acertaram o rumo das coisas e pra onde podem ir. Só acho que falta cinema nesses filmes. Eles tem que parar de ler os haters e trabalhar tranquilo pra realizar algo original, ainda que adaptado das HQS. Hoje o MCU tem cara própria, além das HQS, e isso por que os caras apostaram contra muita coisa até terem essa carta branca do público. E outra deram sorte, tiveram a liberdade criativa por que não tinham personagens icônicos pra o pessoal meter bala. Quando foram lançar um homem de ferro, quem fucking ligaria para o que ia sair na tela? Herói Série B da Marvel. E daí o MCU virou esse monstro. Teve essa liberdade criativa. Infelizmente a DC não tem isso, na realidade tentou fazer isso com o lanterna e deu ruim. Mas, não tem como a DC achar sua essência no cinema no meio dessa bagunça. Falta pensar mais em filme como filme, com começo meio e fim. Filmes de ação, com roteiros de filmes de ação. Os personagens icônicos são o algo mais, não a BASE. Não dá pra pensar que por que eles tem o Superman e o Batman isso é o suficiente pra entregar "qualquer" coisa. Uma cena de ação, não fica melhor por que é o Superman socando alguém e não um qualquer. Fica melhor quando melhor escrita e dirigida. E os fãs tem que tentar dar a chance deles tentarem algo novo, não algo que alguém está esperando. Tenho certeza que se dessem o tempo certo e eles esquecerem essa tal corrida com o MCU, fariam algo muito melhor e com menos problemas aparentes. Com o rumo das coisas melhorando como agora, é só esperar ele. Matt Reeves. Confio de olhos fechados. Esse cara vai surpreender a todos, podem printar aqui que esse filme do Batman vai dar boa. O melhor Batman na mão de um cara como ele, é muito difícil dar errado. E daí, Junto com a Mulher Maravlha, vai despressurizar esse DCU de vez pro pessoal trabalhar em paz. Me perdoem o textão, mas não consigo ser muito prolixo, haha. Desculpem a bíblia, mas tentei falar do filme e entrar no debate que rolou por aqui.
  2. 4 points
    SergioBenatti

    Blade Runner 2049

    Primeiras impressões dos jornalistas: Blade Runner 2049 First Reactions Erik Davis: BLADE RUNNER 2049 is sci-fi masterpiece; the kind of deep-cut genre film we don’t see anymore. Visually mind blowing, absolutely fantastic. The story is great, the score is great, the Gosling is great & the real star, imo, is Ana de Armas, who steals the film. Floored by this one. Jenna Busch: Blade Runner 2049 was one of the most mind-blowing films I’ve seen. It’s breathtaking and transportive. Denis Villeneuve has a masterpiece. Eric Eisenberg: Denis Villeneuve is unquestionably one of the elite working directors & there’s no excuse if Deakins doesn’t win the Oscar Jordan Hoffman: Good news! BLADE RUNNER 2049 is a terrific continuation and expansion of the orig. Wasn’t hoping for much, ended up LOVING it. (Even Leto!) Scott Menzel: Blade Runner 2049 is a rare sequel that actually improves on the original. Great Performances & Visually Breathtaking. Villeneuve nails it. Steven Weintraub: Everyone bow down to Denis Villeneuve. He’s done the impossible and delivered a huge home run with ‘Blade Runner 2049’. Loved it. Even if you have no interest in the film, the breathtaking Cinematography by Roger Deakins is worth the price of admission. He’s a God. Ali Plumb: It’s my pleasure to say I loved Blade Runner 2049. Long and slow – in a very good way. A lot to think about. Drew Dietsch: See Blade Runner 2049 on the biggest screen with the best sound possible. This is transportive filmmaking. It completely drew me in.
  3. 4 points
    Gust84

    Dunkirk (Christopher Nolan)

    Gostei sim. Principalmente em se tratando de Nolan. Todos sabem que não gosto muito dele. Na realidade Eu acho que ele é um Diretor muito bom, mas a hype em cima dele essa legião de seguidores me incomodam muito. O colocam num patamar que, ao meu ver ele ainda não chegou e nem sei se chegará. O Nolan parece ter ouvido as críticas, principalmente, de sua última obra e nos libera de ouvir incontáveis horas de diálogos expositivos, se preocupando simplesmente em nos mostrar a história, ainda que em ato "único", através de 3 perspectivas diferentes, não só de ambiente, mas de tempo. Mesmo que demoremos um pouco pra nos habituar e nos situar nas 3 frentes da história, após pegarmos no tranco, as mudanças são fluidas e orgânicas na maioria das vezes. A ausência de diálogos, muito bem vinda por sinal, ainda não tira as características principais do diretor, tendo ainda aquele controle absoluto da obra, deixando claro para nós expectadores que absolutamente cada frame do filme fora pensado e não colocado ali por acaso. Outra caraterística de seu trabalho que são as montagens paralelas, geralmente no climax dos filmes, aqui tomam conta de toda a projeção quase soando pretensioso. E essa frieza e controle do diretor, junto com o pouco desenvolvimento de personagens me trouxeram a impressão do filme ser um pouco "oco". Acredito que a escolha de não desenvolver tanto os personagens foram intencionais por alguns motivos sendo os principais: Primeiro, ele decide aqui (acertadamente) em não dar cara aos vilões, não existe um antagonista, uma figura pra odiar, alguém pra apontar o dedo tornando a ameaça quase que sobrenatural. E segundo, por não criar este antagonista não precisar ter uma figura de "heroi", mas sim apenas de inúmeras facetas diferentes de encarar este perigo iminente. Isso funciona, mas tem seu preço. De alguma maneira, isso nos distancia um pouco do filme e da imersão nos tornando expectadores de certa distância, a ponto de não nos envolvermos o suficiente emocionalmente com a trama. Tecnicamente o filme é embasbacante, vi em IMAX e tanto sua trilha sonora, como sua mixagem de som é absurda, esta, muito eficaz e tem aquele ruído crescente de seus filmes quase que por todo o tempo para criar o clima do que está acontecendo, bem como do que os personagens estão passando. Tiros, motores, vento, ondas, etc. Não sabemos distinguir o que é mais perigoso e o que vem a seguir. As cenas de ação no céu são muito bem conduzidas. O filme é muito bonito, brilhante e achei a fotografia bem bonita também. Acho que faltou um pouco de gente/sujeira/sangue/caos pra nos colocar ainda mais dentro da pele destes soldados. 400 mil pessoas é muita gente e nos falta essa noção as vezes. Ainda que eu tenha essas ressalvas, eu achei o melhor trabalho do Nolan em anos. É um filme coeso, passa rápido, sem que a gente se adiante ou queira que acabe, com um refinamento no fechamento do filme como um produto que é redondo. Gostei bastante e acho que estamos a um passo do Nolan finalmente se "humanizar", haha.
  4. 4 points
    Jorge Soto

    Shazam (2016)

    eita, Shazam não é meu forte..manjo pouco e não tenho propriedade pra opinar sobre esse gatinho, Primão.. mas torço pra que esse Shazam não seja o dos Novos 52 PS: traduição do roteiro acima: Um borrão azul e vermelho corta o céu. BILLY BATSON Minha nossa, o que é aquilo? O borrão azul e vermelho aterrissa em um estrondo. É o Superman! BILLY BATSON Oh, é essa putinha. Segure minha cerveja Sr Malhado. SR MALHADO Miau? BILLY BATSON SHAZAM! Um raio acerta Billy e o transforma no maior mortal da Terra, o Capit... err, Shazam! SHAZAM Tá de volta pra levar mais um coça não é? SUPERMAN Uh oh! Superman rápidamente coloca os óculos como um covarde. SHAZAM Ei, pra onde ele foi? Com licena Sr Kent, você viu pra onde o Superman foi? SUPERMAN Desculpe, não. Espera, seu traje possui um capuz? SHAZAM Não sei, ele tem? Shazam se vira para o Superman ver melhor. Superman o chuta nas costas como um covarde. SUPERMAN (Alisando o bigode)
  5. 3 points
    primo

    Os Vingadores 3: Guerra Infinita

    palavra linda essa "planejamento" Veja como é até bom de falar: pla-ne-ja-men-to. Lindo.
  6. 3 points
    SergioBenatti

    Liga da Justiça (2017) #2

    Não sou especialista nesse tipo de produção, mas eu adorei o filme. Não entendo essa nota baixa, parece má vontade. Gostei da rapidez, de como ele não perde tempo com origens, de como ele resolve rixas românticas apenas com insinuações, por exemplo; gostei da química entre os atores (alguns só têm carisma - como a Gadot - outros têm talento RealOficial como o Ezra Miller); gostei do figurino; da atmosfera mais bem humorada... Mas, gente, esse vilão é uma bosta! Um antagonista sintético, convencional, bobo, com voz gutural sem criatividade. O antagonista é o responsável para que a história de fato exista, então teria de ser melhor construído. Pra mim, é o grande senão do filme, junto com a trilha sonora do Danny Elfman - que é o mesmíssimo trabalho de sempre.
  7. 3 points
    Cir-El

    Liga da Justiça (2017) #2

    Legal GUST84. Muitos pontos que você colocou, senti também. Dois pontos que você colocou e que achei interessante: " tem uns cortes meio bruscos entregando a dupla direção e que tem mais coisa por trás do mostrado. Tem algumas cenas com tons mais estranhos." isto foi o que mais me "tirou" a imersão do filme. Foi a parte que mais me deu desconforto e por isso que sai com a sensação de que queria ver o produto de um diretor (mesmo que fosse do Snyder de forma mais pesada). Não sei se todos tiveram essa mesma impressão, mas pra mim era escancarada a hora em que a cena mudava e dava pra perceber nitidamente que eram cenas refilmadas... "deveria ter sido melhor construída pelo menos no BvS, que mal nos importamos com a sua morte, e nem o pessoal da terra se importou direito, na realidade" O Superman é um caso claro de como a Warner se viu obrigada a mudar o tom do personagem de forma brusca. Dá pra perceber que o Snyder tinha planos de fazer essa trajetória do Clark relutante, passando pelo falso-Deus controverso e ressurgindo como o Superman de fato. Mas, nos tempos atuais onde o imediatismo impera, não há chances de um arco de personagem demorar mais de um filme. Tem que ser resolvido logo. O herói tem que nascer pronto. Nesse aspecto, fica totalmente distante comprar a idéia de que o Superman é de fato o grande herói do mundo. Em BvS ele aparece em noticiários e eu acho a premissa interessante, pois mostra como a população reage ao Superman (em Homem de Aço, também mostra essa perspectiva de como o mundo é afetado pelo alienigena). Em Liga da Justiça, parece que eles esquecem e dizem (porque não mostram a população de fato - aliás, parece até que não existem civis no mundo...kkkk) que todos choram sua perda e como ele foi a inspiração da humanidade. Mas, cinema não dá pra ficar só falando...é necessário mostrar ações que fazem com que o espectador compre a idéia (e não dá pra gerar isso só mostrando o Superman salvando uma familia no meio da luta).
  8. 3 points
    Jailcante

    Liga da Justiça (2017) #2

    Revi o filme ontem, e somando umas coisa que li e reli, vou masturbando mentalmente aqui (me permitam recriar uma "tese-da-tese" hehe): Não creio que o problema entre Snyder/WarnerDC foi por causa do tom do filme. Próprio Snyder disse várias vezes que faria um filme mais ameno. Várias das piadas que estão no filme, já estavam no trailers iniciais, então já era algo Snyder tinha filmado. Flash como alívio cômico, falando várias piadinhas, era algo que ele já tinha colocado. O Batman falando "eu sou RYCA!" também, e várias outras coisas. Então, creio que o problema entre os envolvidos não foi exatamente esse. Problema deve ter sido algo que o Snyder colocou no filme, que a Warner não queria mais. Talvez nos esboços e filmagens originais, o estúdio deixou passar, mas depois de ter visto o corte inicial dele, deve ter encrencado e se negado a continuar com aquilo. Creio muito nisso, até porque sei que Snyder não consegue executar muito bem, as ideais que tem (bom planejamento, mas execução falha), aí deixou os executivos de orelha em pé. Então, vamos lá... Minha tese (Spoiler da Liga aqui): Ontem, li uma crítica (acho que no UOL, sei lá), que a mulher reclamou que não conseguia ver o filme da Liga porque o Superman tava com "botox" nas maioria das cenas e isso irritava ela. Falou que, em quase todas, se via que teve o efeito pra tirar o bigode dele e que ficou ruim esse efeito. Quando li essa crítica, achei que ela exagerou, porque eu tinha notado o "botox" em poucas cenas quando vi o filme na primeira vez. Mas nessa segunda vista, eu fui assistir já tentando prestar mais atenção nisso, e realmente vi que ela tinha razão. O Superman tá com "botox" na maioria das cenas. Algumas ficaram bem grosseiras (a cena inicial, a do final com Flash, e outras), mas outras até que ficou bom e não se nota na primeira olhada. Só que notei dessa vez, e vi que o efeito rolou na maioria, quase totalidade, das cenas dele. Aí, fica a pergunta: As cenas do bigode são, nitidamente, cenas que o Whedon filmou, então, o que o Snyder filmou do Supeman que ficou no filme? Cadê essas cenas? Foi tudo pro lixo? Pelo jeito sim (nem trailers ele aparece, então não dá pra saber mesmo o que rolou). Assim, acabei pensando que o que deve ter causado o descontentamento do estúdio deve ter sido como o Snyder lidou com o Superman no filme. Não devem ter aprovado o jeito que ficou e resolveram levar pra outro rumo. Então, conhecendo bem o Sr. Snyder, e somando com aquela cena do BvS (o tal o "sonho" do Batman, lembram?), acho que ele teria esticado bem a parte do "Superman do mal" nesse filme. É a conclusão que cheguei. No filme da Liga atual, o Batman leva logo a Lois pra ver o Superman, e ele logo se recupera depois de ressuscitar. A cena dele sendo mal/descontrolado, acabou sendo breve e até leve, quase cômica. A versão Snyder creio que essa parte seria mais longa. Superman ficaria descontrolado por mais tempo bagunçando tudo (destruindo lugares mil, mas não sei se ele chegaria a matar alguém. Será Snyder?), e a Liga tendo que lidar com isso. Pelo "Snyder time" seria, no mínimo, uns 45-50 de filme, creio, de Superman mal/descontrolado. Só nos 15 min. finais é que Batman lembra do que o Barry falou pra ele no filme anterior (na cena de sonho) e aí leva a Lois pra reencontrar o Superman, e aí ele se regenera. Com certeza, essa regeneração (conhecendo Snyder, como conheço) não iria funcionar muito bem. Acho que ficaria forçado dependendo do tipo de coisa que o Superman apronta enquanto vilão do filme (analisando a cena do BvS, com certeza, não seria pouca coisa). Vale dizer que no filme atual, o Batman credita a uma fala da Mulher-Maravilha, o fato dele resolver usar a Lois Lane pra curar o Superman. Ou seja, a cena do filme anterior (com o Barry falando que a "Lois era a chave"), foi totalmente ignorada. Estúdio realmente não tava nem querendo passar perto de um Superman do mal... Acho que filme do Snyder seria: 50-45 min de introdução de personagens, uns 30 min até resolverem ressuscitar o Superman (claro que teria todo aquele debate moral, que Snyder iria esticar até o talo), uns 45-50 min de Superman do mal aprontando, e 15 min dele recuperado depois de rever a Lois (acho que a cena de recuperação seria longa, uns 10 min. no minimo, então "Superman do bem" só teria em uns 5 min. de filme, com ele fazendo algo heroico ali no fim pra destruir o Lobo). Até o fato de Snyder ter escolhido o Lobo do Esterpe como vilão, e não o Darkseid, já mostra que o filme teria "outro vilão" mais forte e notável, assim o Lobo da Esterpe seria uma "sub-ameça" que funcionaria com outro personagem do lado, mas estúdio tirou esse outro "vilão", e aí o Lobo sozinho não funciona mesmo (e isso foi uma das coisas que todo mundo mais reclamou). Bem, minha tese-da-tese é essa. Eu, realmente, acho que o que rolou foi que o estúdio não curtiu o que o Snyder fez com o Superman aí teve que refazer toda parte da história envolvendo ele. Chamou o Whedon pra consertar a coisa e colocar o cara como ele é (outro Superman vilão que nem o Injustice, por favor não. Se foi isso que rolou, então aprovo o que o estúdio fez, e não quero nem passar perto de uma "versão Snyder" desse filme).
  9. 3 points
    Mozts

    Mulher Maravilha 2

    Pois é, me dá até um senso de orgulho que essa é a nossa Diana. Ainda sim a WB, que já renegou a empresa do Brat Ratner, deveria entrar de vez com a filosofia da Gadot. Chama a Jenkins e Gadot e faz uma declaração na linha "Nossa WONDER WOMAN lidera a batalha contra o abuso e nós, Warner Bros., seguiremos seu exemplo moral com esperança que toda Hollywood faça o mesmo." Talvez percam dinheiro no curto prazo, pois terão que quebrar contratos com a Rat-Pac Dune, mas antes isso que falhar na sequencia do Wonder Woman, filme de maior sucesso do DCEU. Além disso, estariam dando um gás para mudança positiva em Hollywood. Um exemplo para outras empresas ligadas à Rat-Pac Dune e etc. Em termos de marketings, pago para ver um comentador falando mal de um movimento desse.
  10. 3 points
    Big One

    Mulher Maravilha 2

    Faz todo o sentido do mundo. Um filme com empoderandbro feminino e um assediador bebendo champagne e lucrando rios de dinheiro. Palmas pra Gado!!!!
  11. 3 points
    "Baby Driver" é uma divertida matinê onde o roteiro batido não é o que interessa, mas sim o som e música, que são é mais um personagem ativo da estrutura do longa. Divertido,é mais um musical travestido de filme de aventura com personagens bem carismáticos. 9-10 "Dave Made a Maze" é um primor de originalidade e absurdo tremendamente divertido. Absurdo do naipe de "Quero ser John Malkovitch" e tão divertido quanto o oitentista "Labirinto" ou "Maze Runner", versão Hermes e Renato, claro. O filme tem muitas leituras, o que o faz a grata surpresa da semana. 9-10 "Guardians of Night" é um divertido pipoca russo que entorna "Kingsman" com as franquias "Underworld" ou até "MIB". Bem feito que parece até ser dirigido por qualquer diretor ianque genérico do gênero. 8-10 "El Guardian Invisible" é um bom e eficiente thriller de serial-killer que, muito bem feito, poderia ser muito melhor se não se rendesse aos cacoetes ianques do gênero. Espécie de "Silencio dos Inocentes" espanhol, deixa-se ver de boa a despeito de seus poucos defeitos. 8,5-10 "Starred Up" é um bom thriller prisional que se sustenta no seu grande (e desconhecido) protagonista principal, que parece ser uma força da natureza. "Prison Break" britânico que te prende até o final, os coadjuvantes tentam segurar bem a peteca, mas são facilmente ofuscados pelo primeiro. 8,5-10 "La Distancia Más larga" é um bonito road movie venezoelano que flerta muito com "Central do Brasil". O diferencial é a foderosa ambientação com paisagens lindas da Gran Sabana e dos Tepuy Roraima, na fronteira BR/VE. Pra quem ja conhece a região (eu!) vai ter gostinho a mais. E pra quem não, fica a vontade de conhecer a região. 8,5-10 "O Efeito Aquático" é uma deliciosa comédia francesa que parece ter sido feita nos USA pelo enredo redondinho e alto astral. Mas é o tom europeu que dá a liga e faz engrenar além da conta e o torna superior aos genericos ianques 8-10 "Los Insólitos Peces Gato" é uma fofuchis dramédia que parece ser "Pequena Miss Sunchine" mexicana, porém com maior carga dramática. Dificil destacar alguém superior em todo aquele maravilhoso elenco. 8,5-10 "The Limehouse Golem" é um bacana thriller de época que é muito bem feito e ambientado, tipo "Mulher dePreto". Ele é bem bom, pecando apenas quando se afasta da trama policial que conta...e isso ocorre várias vezes. 8-10
  12. 3 points
    Cir-El

    Superman - O Homem de Aço 2 (20??)

    Bom..depois de X2, o que eu mais gostei dos mutantes foi Primeira Classe. Quando ele fala de cores, eu interpreto e faço um paralelo com os filmes dos XMen. Depois de um XMen 3 sombrio, ele trouxe uma clima mais leve pra XMen: Primeira Classe (inclusive em abandonar os trajes de couro preto pra colocar cores nos uniformes). Se for por esse caminho com o Superman, eu topo (sem contar que, diferente do Snyder onde todos os filmes dele tem raio azul, céu alaranjado em chamas, e seres de 2 metros de altura...acho que veremos cenas de ação com um visual mais bonito) E não acho problema em beber da fonte-Donner. Homem Aranha, do Raimi, fez isso... Mulher Maravilha fez isso....entre outros e isso não trouxe problema algum para esses filmes. O problema de Superman: O Retorno foi o Singer não ter se decidido entre uma continuação, um remake, uma homenagem...é tudo isso e nada disso...não tem identidade (além da falta de ação, má escolha de atores, quimica zero entre os atores, roteiro fraco..etc). Resumindo: o filme não é ruim porque bebe de Donner. É ruim porque estragou a água que pegou.
  13. 3 points
    Gust84

    Os Defensores (série)

    Assistida a série inteira, e o que me passou é que todos os pontos altos das séries da Marvel continuam altos, os médios seguem médios e os fracos também. Demolidor e Jéssica sobram na série, na atuação, no carisma e na performance. Ainda dou destaque pro demolidor, Charlie Cox traduziu das HQs o personagem na sua essência e ele é um dos meus favoritos de todos (na Marvel só perde pro aracnídeo). O peso que ele carrega nas costas, suas reflexões, suas paixões, tá tudo ali. Jéssica me fez ter saudade da série dela, e acho que casou muito com o dd. São os universos que vi mais química, em se tratando de personagens. Não consegui terminar o punho de ferro por achar tudo um saco na série, mas pulei do 6 pro último ep antes de seguir os defensores e aqui, felizmente ele está menos irritante, mas ainda não o suficiente. No mais, tecnicamente a série é muito boa, com bons stunts, sem muita enrolação (ótimo o ritmo de 8 EPS). Vi só um pouco uma necessidade de conectar todos os universos um pouco demais, quase forçado, mas nada que me quebrasse a experiência. Elenco de apoio muito bom no geral com destaque para GAO STICK e ALEXANDRA. Minha única dor no coração é Elektra. Ela faz tudo certo, o dd reage como tem que reagir, ela chuta bundas, mas pra mim ainda é estéril. Falta feromônio , falta carisma. O que gal gadot nos arrancou na marra mesmo com "falta de aparência" em WW, essa atriz me tira da inserção mesmo fazendo tudo certo. Não dá, falta Mojo. Mas no geral o que gostei é que me parecia estar caindo gradativamente o nível das séries Marvel. E defensores parece ter feito os realizadores voltar nos trilhos.
  14. 3 points
    Adoro ver um filme em que, enquanto estou vendo, vejo quadros e movimentos fluidos e bonitos que soam quase naturais. Como se o filme te carregasse e te tirasse qualquer esforço além do necessário pra entendermos todos os aspectos da obra. Planeta dos Macacos- a guerra faz isso de forma tão orgânica, tão fluida que é assustador. Que diretor é esse Matt Reeves? Nos carrega, sem pressa, em cada cena para que vejamos e possamos entender tudo da melhor maneira. Nos comove quando necessário, nos aflige quando quer e assim por diante. Ajudando esse trabalho excepcional de direção está ainda a trilha sonora que é muito bonita, assinando o filme de cabo a rabo sem soar invasiva e o CGI. QUE CGI É ESSE? Ouso dizer que chegamos no limite do que pode ser verossímil, quando bem trabalhado. As texturas, os movimentos, os olhares, a luz, é tudo muito real. Tudo é muito bonito. Tomadas na floresta, em cavernas, na escuridão e na praia, todos com um ângulo muito bonito, muito marcantes. Nesse aspecto eu acho que a primeira metade do filme é um deleite. Sobre o filme em si, temos aqui um fechamento perfeito para o arco dramático do Caesar, ele nos carrega, nos motiva a querer conhecer essa história e esse mundo. Já é um personagem icônico, e neste filme tem como apoio, como sempre o Maurice, que aqui tem um papel que eu não diria mais fundamental, mas mais presente não só no plano dos ideais que ele e seu líder tanto almejam pra sua espécie, mas agora participando e servindo como um grande conselheiro em questões muito mais íntimas do personagem principal. A menina Nova, transmite tudo aquilo que vimos no trailer, mesmo com pouco tempo de tela vê-la em ação é um alívio, um respiro nessa história densa. Com muito carisma e sem dizer uma palavra, entendemos tudo o que passa na cabeça desta menina e nos mostra que, pelo menos, nessa faixa de idade o talento das meninas em relação aos meninos para atuar é absurdo. Ela , Eleven e Laura estão aí pra chutar bundas e em silêncio, hehe. E, fechando os destaques do filme, temos o Woody Harrelson, (único personagem do núcleo humano com certa relevância) com um arco também bem definido e que acho que consegue extrair o máximo de seu personagem com o que lhe é oferecido. Um ponto negativo na obra seria no seu terço do meio, em que talvez o ritmo se arraste um pouquinho sem um motivo aparente já que está tudo certo pra trama andar e fechar a história. Além disso, não sei se pelo título em si, mas não existe uma guerra. Pelo que eu pude entender, na realidade ela já existiu e o que acompanhamos na projeção é o ato final de uma guerra que já durava um bom tempo. Todos já estão cansados, sem esperança, e querendo colocar um fim em tudo cada um de seu jeito. Essa ausência de mais ação pode quebrar muito a expectativa de sua audiência. Por fim, é tão bom ver um filme tenso, dramático que levanta tantas questões importantes até hoje na nossa sociedade, dentro de um roteiro coeso em que não parece querer abraçar o mundo. O debate trazido de forma fluida desse jeito é tão bom, tão recompensador que faz os problemas do filme ficarem mais ralos. Impressionante o que os realizadores desse projeto conseguem fazer nos contando tudo sem personagens "humanos de fato". Enfim, muito bom, e recomendo fortemente a assistir.
  15. 3 points
    Big One

    Alien Covenant

    Podiam ter seguido com Prometheus...quem diria que Alien iria se tornar o novo Terminator...franquia ladeira abaixo. O Ridley deveria pegar ficar só de produtor.....todo dia agradeço dele nao ter dirigido Blade Runner 2049.
  16. 2 points
    Pois é, não é que tinha. Mas não era só o caroço, não. Era a fruta, as folhas, a raiz... árvore inteira.
  17. 2 points
    SergioBenatti

    Duna (Denis Villeneuve) reboot

    Não. Quero muito ver. Lendo livro, o que mais me chamou a atenção é a dificuldade (do cinema em geral) de "filmar o pensamento" dos personagens, pois, como todo mundo que leu pode perceber, grande parte da comunicação, da antecipação do futuro, os ensinamentos da doutrina
  18. 2 points
    Mozts

    Liga da Justiça (2017) #2

  19. 2 points
    Cir-El

    Liga da Justiça (2017) #2

    A página Television & Movies, fonte que anunciou a data do trailer de Liga da Justiça e novidades do universo de séries da DC, divulgou ontem algumas possíveis informações sobre o futuro do Universo Estendido DC, por enquanto são RUMORES: O contrato de Kevin Tsujihara, CEO da Warner, acaba em 2018, e é pouco provável que ele volte, visto que, dos filmes onde trabalhou, apenas 2 foram sucessos de critica e bilheteria. O DCEU continua com seu planejamento, não vão haver intervalos e nem reboots, o universo já está praticamente estabelecido. Flashpoint, se acontecer, não servirá como reboot. Pode arrumar pequenas falhas, mas uma das tramas principais na narrativa é a historia do Batman, e isso envolve o futuro de Ben Affleck no DCEU. Mulher Maravilha 2 está acontecendo, Shazam está acontecendo, Aquaman está acontecendo. Uma das únicas duvidas é The Batman, que deveria iniciar suas produções em fevereiro, mas ainda sofre com alguns problemas. Henry Cavill continua, ele poderá aparecer em Flashpoint e em um filme junto do Shazam. Depois da renovação do contrato, novos filmes serão acertados e teremos as sequências de Homem de Aço. Foi confirmado que a versão Snyder de Liga realmente existe, a versão sem uso de CGI tem aproximadamente 2 horas e 10 minutos. A versão com CGI tem 2 horas e 50 minutos. É muito provável que não seja divulgada, há muito a se terminar e a trama tem muitas diferenças do filme de Joss Whedon. Ela pode confundir muito os fãs. Teremos uma versão estendida de Liga, mas não será a versão de Snyder, teremos algumas cenas dele adicionadas e algumas de Whedon, mas nada que transforme o filme em um “Snyder Cut”. Legião do Mal terá um enorme desenvolvimento no DCEU, eles serão a legião dos vilões e em algum momento do universo, irão lutar contra seus respectivos heróis. Arraia Negra estará na Legião, Coringa de Jared Leto também pode fazer parte. A Legião do Mal está acontecendo. Não é um filme, estão os construindo. A Warner está construindo algo muito bom para a San Diego Comic Con 2018, em relação a Legião. Eles desejam continuar plantando sementes do grupo em cada filme. As coisas serão mais calmas até Aquaman chegar.
  20. 2 points
    Mozts

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb Profundamente satírico, engraçado e inteligente. É impressionante o avanço do diretor até aqui. O elenco deve ser um dos melhores conjuntos da história. "Gentleman, you can't fight in here, this is the war room" Hilário. 2001 - A Space Opera Talvez o filme mais icônico de Kubrick e com razão. É loucura como fizeram esse filme antes mesmo do homem ir a lua. Deve ser uma experiencia e tanto no cinema. O conjunto audio-visual poem no chinelo maioria dos sci-fi. A influência do filme é abundante e inegável. É impressionante como um filme tão enigmático pode dizer tanto.
  21. 2 points
    primo

    Os Vingadores 3: Guerra Infinita

    legendado
  22. 2 points
    Jorge Soto

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    "Spacewalk" é um bacana e emocionante thriller scy-fy russo que comeca feito "Os Eleitos" e termina feito "Gravidade" ou "Apollo 13', versão bolchevique. É incrivel como os russos tão caprichando nos seus blockbusters, no caso, bem patriotico e eficiente. 8,5-10 "The Beguiled" é uma refilmagem de época que flerta mais com o terror psicológico que com os dramas envolvidos no filme original. Dá pro gasto (pela parte técnica, principalmente) e o elenco estelar manda até bem, mas ainda prefiro o filme setentista do Clintão. 8-10 "Good Time" é um mix modernoso de "After Hours" e "Run Lola Run" que dá pro gasto. E o vampirinho anêmino aqui mostra uma veia interpretativa acima da média, por incrivel que pareca. Opcão indie modernosa bem eficiente. 8,5-10 "Il Padre D´Itália" é um simpático road movie italiano que nada mais é uma metáfora sobre a responsabilidade da paternidade. Trilha sonora oitentista show. 8-10 "The Divine Order" é um suíco bem simpático sobre feminismo, direitos civis, etc do naipe do "Sufraguettes". Só peca pelo desfecho rolar muito precipitado após a construcão do longa bem cadente. 8,5-10 "Paradise Trips" é um belga divertidinho que funciona tanto como road-movie como filme de redencão familiar. O tiozinho e o menino carregam esta producão nas costas facim facim, sacou bicho! 8-10 "Monsieur and Madame Adelman" é um bom romance que não tem nada de romatizacão, e isso conta a favor. Na boa, o filme é um enorme flashback (com pegadinha final) cujo formato em forma de livro (com prólogo, capitulos, etc) o impede de ser massante. No caso, um bom livro. Hollywood ja temo remake em mente... 9-10
  23. 2 points
    Gust84

    Ant-man and The Wasp

    Só vi agora! Curioso um dublê deficiente, deveriam explorar mais isso em questões de representatividade e inclusão! Muito massa!
  24. 2 points
    Gust84

    Liga da Justiça (2017) #2

  25. 2 points
    Um roteirista prestigiado de cinema (Hugh Grant), autor de um grande sucesso que influencia inúmeras pessoas, vive uma grande crise criativa, sem dinheiro e emprego e tecnicamente obrigado a se mudar para E.U.A para dar aula em uma universidade de jovens aspirantes. Pretensioso, arrogante e machista ele de cara arruma intriga com a diretora(Allison Janney)do local. Entretanto a incursão de uma aluna mais velha mãe solteira(Marisa Tomei) a contra gosto o faz questionar a si próprio e sua relação com os alunos. O eterno grande garoto Hugh Grant continua mantendo o seu velho charme e humor na medida certa, Para mim e disparado sua melhor colaboração com o diretor Marc Lawrence que foram 4, uma comedia leve na medida e com elenco codjuvante (J.K Simmos, Bella Heathcote, Chris Elliott historia) que dão o ritmo a historia e claro Marisa Tomei sempre arrasando como sempre recomendo
  26. 2 points
    Mozts

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Primeiro vez que vejo esse filmaço. Collateral Filme tenso, subverte clichês, com ótima trama e atuações. Tom Cruise em um de seus melhores papéis. Os aspectos visuais do filme são excelentes. Provável o melhor trabalho de Michael Mann.
  27. 2 points
    Gust84

    Blade Runner 2049

    Assistido. Sou do time que gostou muito. Mas fui seduzido pelo trabalho de direção, fotografia e edição de som. Quanto a trilha, acho que ela fez o papel inverso, do que normalmente vemos nos filmes. Neste filme ela é a "manta" para os demais sons, texturas. O que é a chuva? O vento? A neve? As panelas? Os drinks? Os tiros? O silêncio? É de cair o queixo. A trilha é só um empurrãozinho a mais pra tudo. Esse Dennis Villeneuve é ridículo! É uma direção contemplativa, orgânica! Nos carrega com uma segurança, sem movimento demais, o 3D fica absolutamente imersivo. A fotografia também dispensa comentários. Eu gostei das atuações contidas, e explico. Acho que mostra um contraste com os humanos, quase como os robôs do Matrix, mas que nos estimula a perceber pequenos detalhes de atuação e quando (no caso do Gosling, e da luv, principalmente) estoura, naqueles momentos o impacto é maior! A duração do filme não me incomodou e adorei todas as discussões e questões trazidas nesse filme que são só apontamentos pra que o debate ocorra, sem tentar problematizar E responder. Apenas trás alguns conceitos ou ideias que valem a reflexão. Filmaço aço pra mim.
  28. 2 points
    Questão

    Liga da Justiça (2017) #2

    Também sou contra o Flash viajar no tempo pra trazer o Super de volta. O nível de complicação que isso traz é absurdo. Acho que o poder de viagem no tempo do Flash até pode aparecer na trama, mas sem grande importância (pessoalmente, eu nem incluiria viagem no tempo nesse filme, deixando isso pro filme solo do Flash). Em tempo, rumores dizem que além da trilha clássica do Superman de 78, o tema clássico que o Elfman compôs pro Batman do Tim Burton também pode ganhar uma versão remixada. https://www.flickeringmyth.com/2017/10/danny-elfman-reportedly-using-his-classic-batman-theme-in-justice-league-score/ Ia curtir pra caramba!
  29. 2 points
    Gustavo Adler

    Blade Runner 2049

    Bem, vamos dissecar. Não achei o vilão ruim, muito pelo contrário, achei excelente. Foi unidimensional? De certa forma sim, mas ele era só um peão para a ideia de o que é ter uma experiência e vida verdadeira, e o que é ser um boneco, uma vida de plástico. Será que há vida em um plástico e se ela possui direitos ou pode ser explorada? O vilão cumpriu o papel do cínico hardcore que se beneficia disso. Se desse mais dimensões a ele, precisaria desenvolve-lo e aí acho que o filme perderia tempo (talvez não, poderia usar o desenvolvimento desse personagem para explorar esse beco vida em um plástico x direitos a sua própria vida, como um personagem em conflito que procura sana-lo tratando de não reconhecer a vida dentro dos replicantes). E por esse motivo tbm não acho que faltou um melhor desenvolvimento da replicante fodona, ela cumpriu seu papel (inclusive como replicante). O que faltou pra mim considerar como uma obra prima foi a poesia que tinha no primeiro. Não achei ruim o diálogo, muito pelo contrário, por exemplo quando o dono da empresa Wallace (o vilão) faz o diálogo a respeito da falta do paraíso, construiu anjos mas faltou o paraíso, achei perfeita mas a cena em que ela foi construída foi uma tradução literária do significado que a metáfora tinha e não a construção da imagem da metáfora que dava a visão do jogo poético que ela significa ( comparando com a frase do primeiro "grandes momentos perdidos no tempo como lágrimas em uma chuva" enquanto o personagem esta na chuva. Ou mesmo o lindo diálogo entre darcken e a replicante reachel que serviu até pra em palavras trazer o sentido que o filme tratava o fato de uma ser construída vida em uma maquuma). O filme tem cenas riquíssimas que carregam muita mensagem. Mas faltou cenas que os diálogos acrescentassem ou completassem o sentido vislumbrado. Explorasse mais dimensões do seu sentido, e vice versa. O final do blade runner pegando a neve com a frieza triste de quem sabe que é fake mas que vai superando isso e se resolvendo, finalmente encontrando a paz foi maravilhosa mas merecia umas palavras que explorassem o sentido lógico da poesia, como muito bem fez o Ridley no final do primeiro. Já na cena em que ele pega a neve achando que era o filho, achei perfeita, atuação magistral, deu pra ver que aquela recorríeis de sentir a neve em suas mãos como real (em contraste com a cena em que ele ta de namoro com a holograma na chuva em que a chuva não toca na holograma).
  30. 2 points
    J. de Silentio

    Blade Runner 2049

    No Rotten, por enquanto, há 37 críticas: 36 positivas e 1 negativa. E mesmo essa negativa não é tão preocupante para os fãs, pois seu autor tampouco gosta do Blade Runner de 82. Vejam: "It looks great and boasts solid performances from an underused cast, but (like the original) it's a triumph of style over substance". Com o Big disse, difícil segurar o hype.
  31. 2 points
    Mozts

    Stranger Things (Netflix)

    Até o Capitão já tá cansando das referências...
  32. 2 points
    Cir-El

    Flashpoint (2019)

    Dúvido muito que a Warner faria um filme/evento pra rebootar o universo DC. Seria gastar grana numa coisa que eles poderiam simplesmente chegar e dizer: "galera, o que vocês viram ficou no limbo...já era..", como a própria Warner fez com o Superman do Bryan Singer que era pra ter sequência, ficou no vai não vai e por fim fizeram Homem de Aço. Ou outras empresas, como a Sony com o Homem Aranha do Garfield... Lembrado que em nenhum dos filmes que eu citei, houve prejuízo para o público por terem começado do zero. Portanto, não acho que a Warner fará Flashpoint pensando em reboot. Deverá ser uma história do Flash, usando a saga da HQ, porém, mais episódica. Também tem a questão de que, fazer um reboot implicaria trocar os atores? A Warner trocaria Gal Gadot nesse momento? Pra mim, é fora de cogitação...
  33. 2 points
    As pessoas estão impacientes esta semana.
  34. 2 points
    Questão

    Mulher Maravilha 2

    Fora a possibilidade de passagens da narrativa poderem se passar em outros períodos históricos, pois ainda não sabemos o que Diana andou fazendo entre o fim da 1ª Guerra Mundial e os dias de hoje.
  35. 2 points
    "Message From the King" é um nervoso thriller de vingança que poderia ter sido feito pelo Neeson, Reeves ou Willis. Mas aqui é o "Pantera Negra" fazendo bico da Marvel pra chutar bundas em territorio americano. Curiosidade é o elenco tão diversificado quanto eclético, com gente de todas franquias possiveis..SDA, HP, Crepúsculo, SM, etc.. 8,5/10 "Insubstituível" é uma bela comédia dramática que flerta com "Garota Desconhecida" ao tratar a medicina de forma humana e sensivel. Francois Cluzot ta fadado a interpretar doentes, se em "Intocaveis" era o tetraplégico aqui ta no bico do corvo com um tumor.. 8,5/10 "Operation Mekong" é um bom exemplo de cinema de ação chinês que não se furta a chupinhar positivamente o melhor de "Rambo", "Predador", "Missing in Action", etc e tal.. atente pra foderosa sequência final, de quase meia hora inipterrupta de pura pauleira. 8,5/10 "Disorder" é um thriller francês que lembra bastante o noventista "O Guarda-Costas", com Kevin Costner. O grande diferencial aqui é a pegada intimista, o suspense e tensão crescente até seu curioso desfecho. 8/10 "Jasper Jones" é uma deliciosa e nostálgica crônica de amadurecimento, uma espécie de "Conta Comigo" australiano. Tenha a caixa de lenço próximo do final. 9/10 "Shot Caller" é um foderoso filme de prisão que não dava nada. Seu ritmo é ágil e mesmo sua narrativa não linear impede de te manter colado na tela pra ver a via-crucis do protagonista principal, que tem uma transformação de personagem tremenda. Pensa em "Carlito´s Way" tocado como "Carandiru" e "Um Sonho de Liberdade"... Surpresa indie desta semana. 9/10 "Asura" é um bom exemplar da nova safra de thriller criminal da Coreia. Tem um quê de "Fogo contra Fogo" e os "Infiltrados". Apesar de excessivamente longo, a o fodástica meia hora final compensa a espera. 8,5/10
  36. 2 points
    primo

    Mulher Maravilha

    O problema da opinião de James Cameron sobre Mulher-Maravilha Cineasta vê a heroína como um retrocesso NATÁLIA BRIDI “Não há um tipo certo ou errado de mulher poderosa”, respondeu a diretora Patty Jenkins sobre a declaração de James Cameron sobre Mulher-Maravilha ser um retrocesso para personagens femininas fortes. Segundo o cineasta, Sarah Connor, a heroína da sua franquia O Exterminador do Futuro, é um exemplo melhor para as mulheres “por não ser um ícone de beleza e ser forte, problemática, uma péssima mãe”. Assim como a sua versão para Ripley em Aliens - O Resgate (1986), Cameron tende a buscar a força das suas personagens em traços masculinos e na maternidade. Não há nada de errado nessa abordagem, desde que ela não seja limitadora. Ao assumir na sua crítica que a sua versão do que é uma mulher poderosa era a certa, o diretor determina que personagens representativas não podem fugir dessa classificação. Acontece que, como Jenkins coloca na sua resposta ao diretor, progresso é quando as mulheres assumem todas as facetas humanas, assim como personagens masculinos já fazem - “Se as mulheres sempre precisam ser difíceis, duronas e perturbadas para serem fortes, e não estamos livres para sermos multidimensionais ou celebrar um ícone para mulheres do mundo todo por ela ser atraente e amável, não chegamos muito longe, não é mesmo?”. Essa é a grande questão. Mulheres existem das mais variadas formas e cores, com as mais variadas índoles e personalidades. Podem ser boas ou más, bonitas ou feias, gordas ou magras, generosas ou egoístas, inteligentes ou estúpidas, vaidosas ou desleixadas, fortes ou fracas, com as axilas depiladas ou não. Não importa. O cinema enquanto expressão artística humana precisa integrar todas essas variações para criar personagens melhores e mais completas. E isso inclui, ao contrário da reclamação de Jessica Chastain no festival de Cannes, a inclusão de todas as visões sobre o feminino, sob diversas perspectivas, incluindo as perturbadoras. Martin Scorsese, por exemplo, deixa claro ao rever sua filmografia que tinha problemas para se relacionar com o sexo oposto. A criação italiana e católica não permitia que visse as mulheres como iguais, dividindo-as entre santas e vagabundas (no momento em que se tornava sexualizada, a mulher perdia a sua santidade). Como artista que é, porém, o cineasta usou o cinema para lidar com essa questão - Quem Bate à Minha Porta?, de 1967, é sobre um jovem que não consegue lidar com o fato da sua namorada ter sido estuprada no passado. As mulheres não são os centros das suas história, mas sob a sua perspectiva masculina ele revela muito sobre a relação entre os gêneros. A personagem de Margot Robbie em O Lobo de Wall Street (2013), altamente sexualizada e ao mesmo tempo uma mãe amorosa, mostra como a sua relação com as personagens mudou ao longo dos anos. É disso que o cinema como arte e como entretenimento precisa: de todos os olhares. Mesmo a discordância com uma visão acrescenta algo à discussão, a uma evolução de pensamento. Quando Cameron assume que a sua visão é a correta está apenas descartando outro olhar para se "autocongratular". Na mesma entrevista ao The Guardian, o cineasta diz que não entende o porquê de Hollywood não conseguir fazer personagens femininas fortes “de verdade”: “Há muitas mulheres no poder em Hollywood e elas guiam e moldam os filmes que são feitos. Não posso explicar isso. Por que quantas vezes preciso demonstrar a mesma coisa de novo? Sinto que estou gritando em um túnel de vento”. Dizer que Mulher-Maravilha foi um retrocesso é, como Jenkins escreve, não entender o que a personagem é e representa. Isso independe do gênero do público, ainda que a diretora ressalte que ser uma mulher é definitivo para a compreensão absoluta da importância do filme. A representatividade gera sensações diferentes e tem consequências práticas, seja nas prateleiras das lojas de brinquedo, seja nas meninas que descobrem como é ser uma heroína. Ela é um ícone idealizado como muitos heróis e é nessa simplificação ideológica, nesse exemplo de bondade, que está o seu alcance com os mais variados tipos de pessoas, adultos ou crianças. O filme de Jenkins é um marco não por ser perfeito, mas pela relevância. Um blockbuster no mundo dos super-heróis dirigido por uma mulher para coroar uma nova era do cinema e da TV. A representatividade feminina nas telas não é mais uma exceção como na época em que Leia, Uhura e, claro, Ripley e Sarah Connor eram exemplos contados nos dedos. Mad Max: Estrada da Fúria foi um marco com suas mulheres de todos os tipos, Rey despertou uma legião de fãs de Star Wars e Supergirl mostra para meninas como pode ser legal usar uma capa. Agents of SHIELD, Game of Thrones, The Handmaid's Tale, Jessica Jones, os exemplos são variados, todos com personagens diferentes, com públicos diferentes. Somos muitas, James Cameron.
  37. 2 points
    Jorge Soto

    Liga da Justiça (2017) #2

    FOTÓGRAFO TRANSFORMA CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS NOS HERÓIS DO FILME! Ensaio foi pensado para inspirar as crianças! Com a missão de inspirar crianças com necessidades especiais e mostrar que elas são a “Verdadeira Liga da Justiça”, o fotógrafo Josh Rossi e sua esposa Roxana – que também é estilista – saíram com a missão de encontrar seis crianças para criar um ensaio fotográfico extremamente fofo. Segundo o fotógrafo o projeto tem como objetivo inspirar as crianças, mas também mostrar que sua deficiência é o que a faz mais forte, assim sendo, cada criança fotografada possui algo em comum com o herói que ela representa no ensaio. Por exemplo, o garoto que foi escolhido para ser o Ciborgue está determinado a aprender a usar com sua perna mecânica, enquanto o menino que representa Flash sofre de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, o que faz com que ele ame correr o tempo todo. Confira abaixo o vídeo dos bastidores do ensaio: Pára com isso senão eu choro com toda essa fofurice bem intencionada..
  38. 2 points
    Mozts

    The Batman (Matt Reeves)

    Quando teve o grande leak alguns anos atrás, eu admito que não só ví as fotos como até repassei algumas. Pouco tempo depois a Jennifer Lawrence, mais famosa dentre as vítimas, deu uma entrevista sobre o assunto que me fez por a mão na consciência. Eu sou fã da moça. Adoro seu trabalho, sua naturalidade em tela, ví todos seus filmes, a maioria mais de uma vez, sou fã de Hunger Games e Winter's Bone é um filme especial para mim, me trás uma catarse muito profunda e de meses em meses revejo. Tudo dela que conheço é seu trabalho e com isso ela só me agradou. Então por que diabos eu invadi a privacidade dela dessa forma? E uso esse termo para pegar leve, pois o análogo não-digital desse crime seria um abuso bem grave. Imagine despir alguém contra sua vontade em público? No mundo digital parece que não há consequências, mas foi de fato isso que aconteceu. Muitos tentam jogar a culpa na vítima. Se ela não queria que olhassem por que tirou a foto? Por que ela colocou na cloud sabendo que não é seguro? São justificativas sem pé nem cabeça. Se alguém hackear seu internet banking, a culpa é sua por colocar o dinheiro no banco? É claro que não né. As vezes no fundo, de forma quase inconsciente, existe aquele senso de "justiça". Esse pessoal é um bando de multi-milionário, acima dos problemas verdadeiros, em uma bolha paradisíaca enquanto levantamos 6 horas da manhã para vencer prestação do carro, eles são muito sortudos e merecem algo de ruim não é mesmo? É lógico que não, não somos Robin Hood, nem estamos "enfraquecendo o status-quo" com esses vazamento. Fappening não é "hacktivismo". E as vezes só que falta é o lado humano da coisa, então deixo link para entrevista da Jennifer Lawrence: https://www.vanityfair.com/hollywood/2014/10/jennifer-lawrence-photo-hacking-privacy
  39. 2 points
    Mozts

    Os Defensores (série)

    Terminei numa noitada só. Gostei. Não ví Iron Fist, não lembro direito de Luke Cage, e segui numa boa.
  40. 2 points
    ótima resenha, Gust! Condensou bem os fatores que eu considero mais importantes no longa. Realmente tem uma conveniente enrolada ali no meio do filme, que parece até usar acidentalmente a captura de movimentos como muleta para desviar a atenção sobre a (quase) falha, pois ocorre justamente durante interação da força-tarefa de Caesar nos arredores do covil do "Kurtz". boa!
  41. 2 points
    primo

    Mulher Maravilha 2

    sensacional! E até uns problemas com a "Justiça".
  42. 2 points
    primo

    Mulher Maravilha 2

    Boa! e gostei muito dela naquele filme com o Affleck E imagina a força disso em um filme onde Diana questiona sua relação com a própria mãe..
  43. 2 points
    Cir-El

    Liga da Justiça (2017) #2

    É verdade... embora seja consciente e DENTRO DA PROPOSTA DOS FILMES faça sentido o Snyder deixar um pouco de lado. Homem de Aço começou de um argumento do Nolan e do Goyer em uma visão mais "realista" (entre aspas mesmo) do Superman no mundo moderno e o impacto de ser um alienígena (algo que os filmes antigos não trabalham) e o roteiro do Goyer tenta deixar explícito, inclusive na forma em que o personagem olha para a humanidade no momento crucial do filme. E isso foi motivo de críticas. Batman v Superman é uma proposta calcada em uma história específica (Cavaleiro das Trevas, do Miller) e que é de uma época em que as HQs não compartilhavam a mesma atmosfera dos filmes do Donner. O Superman não foi tão bem aceito nesse contexto... Por outro lado, Mulher Maravilha bebe muito na fonte, e os dois primeiros atos do filme são lindos de se ver... na cena do beco, deu pra escorrer uma lagriminha...rsrs Então, acho que seria interessante a DC Films (com Geoff Johns à frente) pensar um pouco nisso. Será que pra inovar, pra fazer algo diferente, precisa se distanciar tanto daquilo que os fãs mais querem e sentem no coração? Refletindo...
  44. 2 points
    É natural que se sintam incomodados, pois precisam lidar com essa diferença diariamente, sendo atacados verbalmente, tendo portas fechadas ou vendo outras pessoas lidando com barreiras por motivos parecidos. Não digo que eles precisam ignorar essa realidade e não digo que precisam se acostumar ou sequer levantar bandeira o tempo todo. Mas, é claro que, hoje, o debate avançou, e o esclarecimento precisa continuar. Talvez esse dia nunca chegue, mas o lado que mais sofre tem ainda mais "direito" de colocar em pauta na medida em que os ataques de quem tem preconceito estão livres para, ainda, ocorrer.
  45. 2 points
    primo

    Liga da Justiça (2017) #2

    lembrancinha após visita a universo paralelo
  46. 2 points
    Jorge Soto

    Sexta-Feira 13 (Friday the 13th)

    Horror da vida real: Documentário conta a história violenta do ator por trás do Jason de Sexta-Feria 13 Kane Hodder é amado pelos fãs de terror como o homem por trás da máscara do assassino Jason Voorhees nos filmes de Sexta-Feira 13, começando na sétima sequência da franquia, de 1988.Em um novo documentário intitulado To Hell and Back, no entanto, Hodder conta sua própria história de terror. No início de sua carreira como dublê, ele sofreu graves queimaduras em uma cena perigosa – com o corpo fragilizado e deformado, enfrentou muito preconceito para voltar a fazer cinema.Uma das franquias mais tradicionais do terror, Sexta-Feira 13 já conta com uma dúzia de filmes produzidos desde 1980. O último longa, de 2009, funcionou como uma espécie de recomeço para a saga de Jason Vorhees. Confira o trailer do documentário:
  47. 2 points
    Jorge Soto

    Guardiões Da Galaxia Vol. 2

    o que você colocou nesse chá?
  48. 2 points
    primo

    Mulher Maravilha 2

    Pode ser também! Por mim, fica igualmente aprovado! Mas em um primeiro momento, eu cogitei assim: 1.Elas são citadas no segundo solo, com algo ali para doutrinar o público e tal. 2.O terceiro solo já começa com as moças como antagonistas e termina na paz, com ressalvas. 3.Fazem o papel do Exército dos Mortos em Liga 3.
  49. 2 points
    Jailcante

    Alien Covenant

    E daria pra confiar em Blomkamp? Ainda mais querendo uma 'sequel' travada que não ia levar a nada. Mas enfim... Acho que a série chegou num lugar que não dá pra onde ir mais. Então, melhor seria deixarem o Scott como produtor, chamar um outro diretor e tentar fazer a ligação desses prequel com o Alien original de forma digna (porque esse Alien Covenant deixou a bagaça mais longe uma da outra).
  50. 2 points
    Em Constantine ele tá brincando de ser gostoso, nossa senhora
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