Jump to content
Forum Cinema em Cena

Leaderboard


Popular Content

Showing content with the highest reputation since 08/12/19 in all areas

  1. 5 points
    Jorge Soto

    19 Dias de Horror

    @Questão @Jailcante @Gust84 @Big One @SergioB. Bora achar quantos e quais filmes de terror tem aqui...😁 tem mais de 40..
  2. 5 points
    Jorge Soto

    Quarentena do Coronavirus

    Em tempos de isolamento social eis um joguinho ideal pra passar o tempo... @Jailcante @Questão @SergioB. @Tensor @Big One @Gust84 @primo @Senhor Incrivel @Star Lord @[email protected] Stark a imagem abaixo tem 66 filmes referenciados e basta encontrá-los. Pra jogar interativamente basta acessar o link abaixo, ler as regras e ver quantos pontos foram marcados. https://www.popcorngarage.com/
  3. 4 points
    Tensor

    Ninguém por Perto (Tensor, 2021)

    Sim, dirigirei um longa =P Esse fórum já ocupou um lugar bastante especial na minha vida, então é um prazer poder compartilhar essa notícia aqui com vocês. Não estamos usando verba do governo, é um investimento pessoal da produtora que possuo com outros dois sócios, a Lore Studio, com a parceria da Machina Filmes, ambas de Porto Alegre. Então vai ser um trampo bem exaustivo, mas que todos estão indo com muito amor. A intenção é rodar ele em Agosto (pode mudar um pouco pra antes ou depois) e pegar o circuito de festival de 2021, se tudo der certo. Ontem criamos a página do filme, não tem muita coisa, só uma breve sinopse. Mas se tiverem interesse acompanhem que eu vou atualizando o projeto. É possível que fim de semana que vem a gente tire algumas fotos pra testar maquiagem e coisas do tipo. Em algum momento vamos abrir um financiamento coletivo, provavelmente o catarse, pra ver se juntamos uma grana a mais pra ajudar nos custos de produção. Ainda estamos elaborando a melhor data pra isso. Enfim, feliz de compartilhar isso aqui :} Eis a página: https://www.facebook.com/ninguemporperto/ Vou colocar aqui a sinopse resumida da página. Sinopse Ninguém por Perto é um thriller pós apocalíptico que conta a história de Sara e Ana, duas mulheres que precisam sobreviver em um mundo onde não há mais nada e, juntas, tentar entender como se pode extrair uma vida disso. Até um misterioso homem surgir, atribuindo propósito ao que aconteceu e acreditando que os três estão conectados em uma missão para repovoar o planeta. Sem ninguém por perto para ajudar, Sara e Ana precisam encontrar forças para sobreviver nesse mundo e do viajante sinistro que surgiu em suas vidas.
  4. 4 points
    Tensor

    Os Vingadores 4: End Game

    Na real esse papo do Moore surpreende pouco e o motivo é claro: ele não assiste. Se assistisse não falaria tanta bobagem. O Questão já apontou o discurso de alguns filmes mas nem precisava ir tão longe. Vai em Iron Man, primeiro filme desse universo, e já estamos vendo o drama de alguém diante do legado bélico que ajudou a produzir. Um discurso que não poderia fugir mais do que é a base do governo americano hoje (e infelizmente o nosso). Antes tentaram atacar o monopólio da Disney e o que isso representa, e honestamente acho um ataque super importante. Agora estão direcionando ao conteúdo que representa o sucesso máximo desse monopólio. Só que tem esse problema, o tipo de crítica do Moore não se relaciona com o tipo de arte criada na Marvel Studios. Não estou comparando a complexidade, mas a visão ideológica de Moore e o que costumamos ver nos filmes da Marvel são muito semelhantes. E o motivo do MCU fazer tanto sucesso não é por uma alienação do público (ou sim, mas aí saímos do assunto MCU e vamos discutir porque o público prefere filmes populares à cinema experimental) mas sim por ser o melhor tipo de blockbuster produzido hoje. Ready Player One, Alita ou o novo Exterminador do Futuro não vão fazer menos dinheiro porque a Disney está hipnotizando o seu público, mas sim porque eles são inferiores ao que a Marvel costuma fazer. E fora o fator universo compartilhado que nunca vai afetar quem nunca se permitiu dar uma chance a experiência. E com certeza é o caso dele, Scorsese e outros aí. O grande problema é que eles resolveram atacar a qualidade dos filmes, no caso do Moore foi pior, associar a alta desses filmes à crescente dos governos fascistas pelo mundo em um dos comentários mais esquizofrenicos que já vi. Seria bem mais interessante se elaborassem um comentário mais profundo sobre a indústria de cinema americana. Qual o máximo alcance que um filme pode ter sem ser tóxico com os que estão ao seu lado? Mas isso aí poderiam ter feito desde o final dos anos 70 quando Tubarão saiu. Legal discutir agora, só que centralizar na marvel studios é desonesto.
  5. 3 points
    Jorge Soto

    Filmes Sessão da Tarde

    nestes tempos covidianos de quarentena e eventualmente sem o que fazer, ando fuxicando novos softwares de edicão pras minha atividades e me deu na louca de fazer uma paródia de 1 min de um crássico de sessão da tarde.... a ver se adivinham, enjoy...🤣 testefim.mp4
  6. 3 points
  7. 3 points
    conan

    Star Wars Ep. IX - A Ascensão Skywalker

    O pior é que este filme, sim, detonou a família Skywalker, e não o ep VIII. Fuderam com o arco do Anakin. O sacrifício final serviu para nada. A profecia de que ele seria o escolhido para trazer o equilíbrio na força era mentira. A busca do dom de salvar a vida, que acabou levando Anakin para o lado negro da força, é totalmente dominado pela Rey sem mais nem menos. Se Anakin tivesse o conhecimento que a Rey passou a ter do nada (e depois o Ben Solo aprende do nada também), ele não teria sido seduzido pelo lado negro. É um amontoado de conveniências e coicindencias que jogam o legado da série no lixo. E a galera chorando porque o Luke morreu numa das cenas mais fodas de toda a saga... É dureza!
  8. 3 points
    Liv A.

    Mulher Maravilha 1984

    Estive na CCXP19 só pela Gal, e não me arrependi! Ela é linda num nível de outro mundo, super simpática e carismática (como já imaginava). Não entrei no painel mas fiquei a dois metros de distância dela no aquário do omelete. Patty Jenkins tb é ótima, disse que o filme não é para ficar apenas lembrando de coisas legais dos anos 80, mas que foi feito como um filme dos anos 80, na fotografia, trilha sonora...e Kristen Wiig sempre foi a primeira opção para viver a Mulher-Leopardo. Bom, isso tudo vocês podem ver pelo Youtube. Só deixo minhas impressões de que a Warner está caprichando, tinha o maior e melhor stand da CCXP e tudo em torno de MM84 está in-crí-vel. Alguém se lembra da Kah, daqui do fórum? Ela estava lá tb e entrou no painel, disse que foi o maior, melhor e mais barulhento e emocionante, mais até do que o de Star Wars. Realmente, eu estava de fora e ouvia o barulho, quando a Gal entrou no palco parecia que tudo ia desmoronar! Filme mais aguardado de 2020, meus caros. O hype está na estratosfera. Sem mais. 😘
  9. 3 points
    Gust84

    Os Vingadores 4: End Game

    Eu entendo o posicionamento tanto do Moore, quanto do Scorcese, em que pese eu não concorde 100% com eles, por que ambos os comentários, são válidos, mas carecem de uma avaliação um pouco mais abrangente do cenário/contexto em que estão colocando suas posições. Em resumo, concordo que está havendo um banalização da cultura, uma facilitação, seja narrativa ou de linguagem, que trouxe inúmeros consumidores pra esse nicho, que hoje se tornam uma parcela "exigente" do mercado, ainda que sequer tenham de fato conhecimento ou bagagem pra cobrar algo. Essa inversão de valores, em que a arte está sendo feita sob encomenda, e não, sendo realizada e impactando ou gerando o debate após sua apreciação é o cerne de toda essa questão. Ocorre é que na hora de expor isso, fica muito no papo de "na minha época era melhor que isso", o que, na minha opinião faz perder muito o peso desses argumentos. Num exemplo concreto, como consumidor de quadrinhos desde a minha infância, hoje pra mim é muito difícil conversar com alguém que quer falar comigo sobre isso, que eu não veja que tenha esse "backround" comigo, me sinto exposto, não sei se posso evar a sério, ou se posso de fato argumentar como eu penso, já que nossa cultura fora colocada na vitrine, hoje todo mundo conhece, consome, ou gosta de alguma maneira desses personagens. Não sei se vocês passam por isso, mas nossa "tribo" sempre foi fechada, foi nossa. Ver o uso assim, e o pessoal de fora ditando as regras é bizarro. E hoje isso está desenrolando até um efeito contrário, porque também está afetando o cinema. MILHÕES de pessoas foram levadas a consumir o cinema agora por causa desses filmes, e o impacto que isso gera transforma até a avaliação disso. Minha relação com o cinema não é a mesma de quadrinhos, não gosto de um por causa do outro e vice versa, então vejo como possível enxergar que alguém que só consome filmes de hqs, vê um coringa e EXIGE que o filme seja ARTE, SEJA RECONHECIDO, "OLHA SÓ COMO EU CONSUMO COISA SÉRIA, MIMIMI", quando na realidade, é um filme comum. Um drama e um estudo de personagem, que pra não ir longe ou ser muito cult, Scorcese abordou em taxi driver de forma muito melhor. Concluindo, os dois estão certos, mas estão se sentindo "lesados" ou com gente infiltrada que não deveria estar ali de fato. Orgulho ferido. Scorcese está puto porque o cinema era dele e ele sabia o que fazer com seu público, e conversar com eles através de sua arte, e hoje ele não entende metade de quem está na sala de cinema, e que hoje realizadores dão importância a esses intrusos, e Moore por sua vez está exatamente assim, sobre os quadrinhos, dos quais ele culpa o cinema que expôs e transformou muito do pessoal que gosta de hq, trazendo gente não "preparada", ou algo do gênero. Enfim, me alonguei e não sei se me fiz claro.
  10. 3 points
    primo

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    tem spoiler Fui assistir ao filme na última sexta e fiquei muito satisfeito, apesar das ressalvas! Como boa parte de tudo já foi dita aqui, vou citar aspectos mais particulares da experiência. Por isso, pode soar estranho. Nova York é paixão antiga, e a atmosfera vendida em “Taxi driver” povoa minhas principais referências. Gosto muito mesmo. Mas tenho junto o desejo pela manutenção daquela originalidade que Gotham e Metropolis alcançaram nessas tantas décadas de suor dos artistas. Ver as torres gêmeas no cartaz do Reeve é quase uma dor. Por isso, foi infeliz nostalgia ver o trio de funcionários receber o carimbo “Wall Street” no texto. Porém, relembro: isso é coisa minha. O filme é muito bom. A patroa teve que escutar de mim um sussurrante “a vizinha e ele nunca estiveram juntos, então...” interrompido pela frustração de ver o diretor desenhar isso depois. Esse é um exemplo das ressalvas. Há momentos em que o Todd Philips escorrega na casca pisada pelo Nolan, mas o visual e o clima cinemão podem maquiar o tombo. É aquela banana da confusão entre a boa didática e o didatismo. Quando isso veio na primeira sequência, bateu a má vontade, mas, passou. Refiro-me ao líder dos garotos dizendo “Ele é fraco” enquanto chuta o protagonista e a outros momentos da primeira metade. Talvez eu estivesse cobrando demais? Não sei. Em outro ponto, um mascarado na TV vem me dizer que o alvo da revolta é o sistema. Sério? O problema do didatismo é que tira o foco da construção real de uma “explicação”. Sim, é preciso contextualizar em um filme assim. Na minha opinião, mesmo que o foco seja o Fleck, faltou mais cuidado (um pouco) nos fatos que geraram a revolta popular. Um exemplo bom seria a mídia citar a autodefesa no trem. O espectador sabia, mas achei que faltou vender para o cidadão (e a gente assistir vender) a postura escrota de três caras ricos. Na falta disso, essa escalada teve pitadas leves de roteirismo facilmente evitáveis. Coringa é um filme que me conduziu. Foi forte pra mim. Fleck entrou ao vivo na TV, e meu coração disparou lembrando "Tróia" e o temor pelo inevitável destino de Hulk Bana contra o Brad Pitt. A comédia é muito bem executada. Destaque para o beijo na convidada e o anão tentando abrir a porta. Alguém citou que o anão está nos quadrinhos, inclusive. O que não vi citarem foi a relação entre a escada e o Ledger. A cena mais emblemática do ator antes do Coringa é descendo os degraus da arquibancada enquanto canta e dança “Can't take my eyes off you” após deslizar pelo poste (o pequeno Bruce é quem desliza agora, bela homenagem ao antigo Batman). Durante o trailer, pensei: imagina se o diretor coloca o Coringa para ser perseguido por policiais exatamente ao descer as escadas, a exemplo do que ocorre no estádio em “Dez coisas que eu odeio em você”... E ele fez! Coincidência? Talvez. Outros dois paralelos: ele consegue escapar malandramente escorregadio, e temos exatamente dois policiais o perseguindo, um gordo e um magro. Por falar em “não conseguir tirar os olhos de você”, Ledger e Phoenix conseguem tirar um dos olhos de seu desafeto com itens de escritório (um lápis lá, e uma tesoura aqui). A primeira bala no De Niro gera também um reflexo interessante com o atirador. Enquanto vemos de longe a mancha vermelha no olho atingido, um losango, a câmera mostra na exata sequência apenas um dos olhos do Coringa, manchado em mesmo formato pela maquiagem azul. Afinal, temos no Phoenix o espelho do que De Niro foi em “O rei da comédia”. Também não vi citarem que os seguidores do Coringa o retiram desacordado da viatura com trejeitos de médicos em um parto. Essa foi mais óbvia, mas achei bem legal.
  11. 3 points
    Gust84

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    Pra muitos a polarização bizarra do Brasil que estamos vivendo hoje que se torna impossível debater de forma relevante, se deu início nas passeatas pela tarifa de ônibus de 2013. Pra mim foi com o tropa de elite 1. A mensagem do Padilha de mostrar que o mundo era uma merda e achou que ia chocar o Brasil com aquela realidade, só fez o pessoal passar pano pra tortura de policial, e não enxergar o tamanho dessa cagada, o obrigando a desenhar na sua sequência e mesmo assim grande parte da sociedade não entendeu. Se existe de fato um paralelo entre coringa é tropa de elite, esse paralelo é perigoso se colocarmos no senso geral. Tipo a galera se cagando de rir na cena pós assassinato, do anão na porta.
  12. 3 points
    Questão

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    Acho que o que chamou tanta atenção primeiro foi pelo fato da própria força do Coringa como ícone cultural. Segundo, que de acordo com o que andam dizendo, o Coringa surge como uma espécie de anti herói social, e não como um vilão de fato, com suas ações violentas sendo quase justificadas pela obra. No caso do massacre em TDKR, é bom lembrar que o vilão até era o Bane, mas o assassino se apresentou como "O Coringa", inclusive pintando o cabelo antes do massacre. Em tempo, não acho que os filmes são culpados por esse tipo de ação violenta. Mas acho válido o debate no que diz respeito sobre as formas que a mensagem do filme pode ser interpretada, da mesma forma, pegando um exemplo citado pelo PRIMO, que se discutiu no passado as diferentes interpretações que poderiam ser dadas a um filme como TROPA DE ELITE.
  13. 3 points
    Questão

    Superman - O Homem de Aço 2 (20??)

    Não sei se é por ai. Como você disse, o Flash e o Arqueiro, que são os principais heróis do Arrowverse estão no mesmo universo. Eles colocaram a Supergirl em outro universo por que ela nem sempre foi da CW (a primeira temporada passou na CBS, que cancelou a série, e dai a CW pegou pra ela). Tanto que eu me pergunto se vai acontecer nessa adaptação de CRISE NAS INFINITAS TERRAS a mesma coisa que aconteceu no material original, onde ao fim da história, todas as diferentes realidades acabam virando uma só (o objetivo da história original era esse, já que a DC achou que ter trocentos universos havia se tornado confuso demais). No mais, acho que funciona o esquema de manterem alguns heróis em realidades diferentes, mas não acho que foi por isso que o universo compartilhado da DC/CW funcionou. Acho que funcionou pelo mesmo motivo que o MCU funcionou no cinema, existe um planejamento e preocupação com coesão desse universo de modo a fazer com que essas séries funcionem juntas. Ter alguns heróis em realidades diferentes é o de menos. Já o universo compartilhado do Snyder deu errado não por que seguiu o modelo da Marvel de botar todos no mesmo universo, mas sim por uma falta de coesão. Basta perceber o quanto as visões do Snyder e da Patty Jenkins para Mulher Maravilha eram muito diferentes. Não tinha uma coesão para se criar um universo compartilhado. Fora que a progressão dramática de filme pra filme não funcionava, coisa que o MCU deu aula, e mesmo a CW (apesar de todos os meus problemas com as formas como eles contam as suas histórias) também soube fazer melhor.
  14. 3 points
    Gust84

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    PUTAQUEOPARIO Só entra no fórum pra escrever essas merdas.
  15. 3 points
    Tensor

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    Só lembrando: vencer um Leão de Ouro não significa uma disputa direta com qualquer filme do MCU (ou até mesmo do DCU), o cinema que o festival costuma valorizar é radicalmente diferente desses, e dá até pra dizer que despreza, de modo geral. Não importa o quão bom blockbuster tu seja, nunca, na história do festival, um filme assim foi premiado com o Leão de Ouro. E arrisco a dizer que nunca será. Joker não me parece ter sido concebido pensando nos valores de um blockbuster (falo dos realizadores, o estúdio sei que está ansiosissímo pelo lucro comercial). Joker parece querer falar sobre algum desconforto social, emular uma linguagem de cinema semelhante aos filmes do Scorsese, isso sim características recorrentes em festivais como os de Veneza e outros por aí. E nesse sentido parece que se deu muito bem. Mas não vamos muito além disso. Senão vamos diminuir a importância de certos filmes meramente por não terem as características que esses festivais exigem. Se alguém me falar que E.T. é menos marcante que "O Estado das Coisas" (vencedor do ano) ou, Mad Max: Fury Road está abaixo do saudoso venezuelano "Desde Allá", ou até falar que o queridissímo "The Dark Knight" significa menos pro cinema do que "The Wrestler", do Aronofsky... Joker teve uma conquista importante, sem dúvidas. Mas talvez tenha sido o único filme de herói a ambicionar esse tipo de prêmio. Eu acho que ele pode abrir uma porta legal, talvez Marvel e DC tentem a partir de agora mais filmes experimentais e desconectados pra almejar esse tipo de coisa. Mas esse tipo de coisa não é necessariamente melhor ao que ta sendo feito hoje. E POR FAVOR, não me venham dizer que por ter ganho essa estatueta é o filme de herói mais importante da história.
  16. 3 points
    DIRETOR AFIRMA QUE VIOLÊNCIA DO FILME SERÁ “UM SOCO NO ESTÔMAGO”! Coringa fez uma belíssima estreia no Festival de Veneza neste fim de semana, e durante o evento, o diretor Todd Phillips e o astro Joaquin Phoenix concederam entrevistas falando sobre o processo criativo para trazer o longa da DC à vida. Alguns dos comentários que mais se destacaram entre a reação do público foram relacionados com a violência perturbadora do filme. E para o cineasta, a violência buscada por Coringa não era parecida com o que se esperaria de um filme violento. “É tudo tom. Acho que um dos maiores trabalhos de um diretor é você ser o fornecedor do tom, e esse filme sempre foi escrito para ter um tom de raiva controlada, e acho que a violência faz parte dessa raiva controlada. Acho que tivemos muito cuidado com isso”, compartilhou Phillips em uma coletiva no festival. “Muitas pessoas assumem ou acham que vai ser um filme muito violento… mas isso aqui vai afetar você de maneira diferente – quero dizer, você pode assistir a um filme como John Wick 3, lá há uma quantidade muito maior de violência, mas acho que esse filme pode afetá-lo de maneira diferente, e tentamos pintá-lo com o pincel mais realista possível. Então, quando ela acontece, parece um soco no estômago. Mas, novamente, tudo foi apenas um ato de equilibrar o tom.” Coringa gira em torno do icônico vilão da DC Comics, que está sendo representado nas telas grandes pela quarta vez, e dessa vez numa abordagem totalmente diferente. E isso foi o que levou o ator Joaquin Phoenix a aceitar o papel para o personagem. “Acho que estava interessado, na verdade, na luz de Arthur, por falta de uma palavra melhor”, Phoenix revelou. “Não era apenas o tormento, era também a alegria, era a luta dele para encontrar a felicidade e se sentir conectado e sentir calor e amor. Essa é a parte do personagem em que eu estava interessado e acho que valeu muito a pena explorar. Eu não penso em personagem como atormentados. Eu nunca meio que defino personagens dessa maneira. É somente quando eu faço entrevistas é que eu recebo essas perguntas, mas nunca penso neles dessa maneira.” Phoenix ressalta que acha bem difícil definir a experiência do filme em algumas palavras, e explica que houveram várias maneira diferentes de olhar para o personagem durante a filmagem. “Para mim, para nós, são quase oito meses, para explorar essa pessoa”, Phoenix continuou. “É muito difícil destilar essa experiência em uma frase sonora ou apenas em uma definição de quem é a pessoa. Ele era muitas coisas para mim em momentos diferentes. Quem ele foi nas primeiras semanas de filmagem, completamente diferente do que ele era no final. Era algo que estava em constante evolução. Acho que nunca tive uma experiência como essa. Gosto de estar aberto a diferentes possibilidades enquanto trabalho. Tento não tomar decisões concretas sobre o assunto quando estou trabalhando. Mas com esse, era impossível, e também, meio que chato, se você fizesse isso [risos]. Toda vez que fazíamos isso, nós nos olhávamos, como se houvesse algo errado. E quanto mais imprevisível, mais emocionante era para nós e também mais inspirador. E continuamos tentando encontrar algo novo a cada momento.” Em entrevista ao Associated Press, Phillips discutiu este aspecto da origem do vilão: “Ele não cai num tonel de ácido e sai rindo nesse filme. Isso é coisa de quadrinhos.” “Ele não cai num tonel de ácido e sai rindo nesse filme. Isso é coisa de quadrinhos.” Gotham é o tonel de acido😎 Eu sei que o objetivo do filme é contar uma história "original" sobre como uma pessoa mentalmente perturbada pode se tornar ainda mais perigosa quando entra em contato com situações e comportamentos terríveis como a insensibilidade e violência da sociedade, e escolheram um personagem rico e complexo como o Coringa para ser o protagonista dessa história. O filme é mais uma versão da origem do Coringa como a Piada Mortal e muitas outras que já existem. Essa nova origem contada no filme parece ser uma das mais fortes, impactantes e emocionantes, conforme a crítica! Meu receio é justamente esse. Tão alçando o filme a um patamar estratosférico que eu não vou esperar algo inferior ao que o Nolan já fez, ou até Scorcesse em Taxi Driver, que resumidamente trata do mesmo.. Isso que é relativo de pessoa pra pessoa. Aí que reside o contraponto a qualquer excesso de expectativa, pelo menos com a minha. Até porque pra mim nem Logan ou Ultimato foram tudo aquilo.. 🙄
  17. 2 points
    Jorge Soto

    Mulan (Live Action)

    Magina
  18. 2 points
    SergioB.

    O Que Você Anda Vendo e Comentando?

    Do mestre japonês Masahiro Shinoda, vi esse "Sob as Cerejeiras em Flor", filme de 1975. Um ladrão abrigado nas montanhas ataca uma comitiva na floresta de cerejeiras (que, dizem, sua floração tem o poder de enloquecer as pessoas) e sequestra uma mulher, tomando-a como esposa. Mal sabe ele o que lhe aguarda. A mulher é vaidosa, mimada, e terrivelmente sádica, fazendo-o pagar todos os pecados. É pena que depois da metade, o filme dê uma mudada de escopo. A linha principal - de um casal pérfido que efetivamente se merece - é muito melhor do que a segunda parte, quando o casal sai da floresta e vai para a cidade, bem como seu ingresso na comitiva de ladrões. A natureza é perigosa.
  19. 2 points
    Jorge Soto

    Obituários (in memoriam)

    pois é, acho muita sacanagem as materias estampando sua morte com uma imagem de um dos seus poucos fracasssos, sendo que o conjunto da obra dele o beneficia. Kiefer Sutherland, Michael Douglas , Jim Carrey e muitos outros deram suas condolências, sinal que o diretor foi de grande relevãncia no século passado.. mas não, ele dirigiu Batman & Robin..aff “Hoje cedo, um dos meus melhores amigos e parceiros no cinema, Joel Schumacher, faleceu após uma longa batalha com o câncer. Sua alegria, espírito e talento vão continuar vivos em meu coração e em minha memória para o resto da minha vida. Joel me deu oportunidades e lições de vida valiosas, fazendo filmes como ‘Os Garotos Perdidos’, ‘Linha Mortal’, ‘Tempo de Matar’ e ‘Por um Fio’. Sua marca na cultura moderna e no cinema vai viver para sempre. Eu vou sentir sua falta, meu amigo.” “Joel Schumacher faleceu. Ele via coisas mais profundas em mim do que a maior parte das pessoas, e viveu uma vida maravilhosamente criativa e heroica. Eu sou muito grato por ter tido ele como amigo.” “Que grande perda, Joel, tão talentoso e compassivo. Trabalhar com você em Um Dia de Fúria foi uma das melhores experiências da minha carreira. Descanse em paz, Joel Schumacher.”
  20. 2 points
    ah, fio...eu ja não emprestop pq sei muito bem que é pedir pra nunca mais rever suas coisas... ja perdi muita coisa assim, agora aprendi a lição..nunca mais! nem disco, dvd e cd empresto.. mão-de-vaca mesmo.. so pra quem é ponta firme mesmo...e olhe lá😎
  21. 2 points
    Jailcante

    Mulher Maravilha 1984

    Quem diria que a maior inimiga da Mulher Maravilha hoje, não é a Mulher Leopardo, mas a...
  22. 2 points
    SergioB.

    Qual Livro Você Está Lendo?

    F I N A L M E N T E !!! A desconstrução dos super-heróis, segundo Alan Moore. Watchmen: O poder não como natureza, mas como uma questão política.
  23. 2 points
    -Rogério-

    Patrulha do Destino (Série)

    Facilmente a melhor coisa produzida com heróis da DC nos últimos anos.
  24. 2 points
    Questão

    19 Dias de Horror

    Não tive vontade ver esse "Os Orfãos", e olha que não sou remake Hater, mas "A Volta do Parafuso" já teve tantas versões (até uma brazuca, que também não assisti) e a original OS INOCENTES de 1960 é tão boa que tem que ter um ótimo chamariz pra me incentivar. Esse ano, O Mike Flanagan vai lançar mais uma versão, inclusive, em forma de minissérie pela Netflix, e essa eu devo conferir, pois gostei muito de A MALDIÇÃO DA RESIDÊNCIA HILL que o diretor fez ano passado. O primeiro já é ruim o suficiente pra mim. Hehehehe Visto PREDADORES ASSASSINOS Na trama, Haley (Kaya Scodelario) é uma jovem nadadora afastada de seu pai Dave (Barry Pepper) desde que este se divorciou de sua mãe. Quando uma grande tempestade atinge a sua cidade, a jovem vai checar se o seu pai está bem, apenas para encontrar Dave ferido no porão inundado de sua casa de infância. A coisa piora quando a jovem descobre que crocodilos ferozes invadiram o porão, e que a força cada vez mais devastadora da tempestade prendeu ela e o pai em casa. Agora, pai e filha precisam por as suas diferenças de lado para sobreviverem a tempestade e aos crocodilos sanguinários, que se tornam ainda mais perigosos na medida em que a casa alaga. Dirigido por Alexandre Aja, responsável por filmes como VIAGEM MALDITA, HORNS e A NONA VIDA DE LOUIS DRAX, e escrito por Michael e Shawn Rasmussen, que escreveram ATERRORIZADA para John Carpenter, PREDADORES ASSASSINOS é um survival horror que até possui alguns méritos, mas falha no principal nesse tipo de narrativa, que é manter o publico preso na situação desesperadora enfrentada por seus personagens principais. Aja não é exatamente novo em contar histórias de terror que giram em torno do isolamento, vide o ótimo VIAGEM MALDITA, remake do clássico de Wes Craven que foi o primeiro projeto do diretor francês em Hollywood. Infelizmente, o filme de Aja falha em criar real tensão ou pungência emocional, apesar de conseguir um ou outro bom momento de ação, devido ao bom trabalho na criação dos lagartões assassinos, em uma boa mistura de CGI e efeitos práticos. Não ajuda também que o roteiro escrito a quatro mãos seja esquemático em demasia e o texto seja expositivo e piegas, embora não chegue a ofender a inteligência do espectador. PREDADORES ASSASSINOS entretanto, tem um grande trunfo na figura da jovem Kaya Scodelario. De ascendência brasileira, a atriz ficou conhecida por fantasias de gosto meio duvidoso e aventuras Teen, como o remake de FURIA DE TITÃS e os filmes da franquia "Maze Runner", mas tem aqui a chance de mostrar o seu domínio de cena ao demonstrar grande entrega física e intensidade nas cenas de maior tensão, em uma atuação que lembrou trabalho semelhante realizado por Blake Lively no (muito melhor) AGUAS RASAS, outro survival horror envolvendo uma fera aquática. No fim das contas, PREDADORES ASSASSINOS é um bom passatempo, mas do tipo que se esquece logo em seguida, o que se torna ainda mais decepcionante, já que Alexande Aja já se mostrou capaz de bem mais. Visto HORAS DE MEDO Na trama, uma família de classe média se muda para uma nova casa em um condomínio isolado. Mas o que deveria ser uma noite tranquila, onde o maior drama era o desejo da filha adolescente Isa (Manuela Velles) de ir a uma festa ao invés de ter o primeiro jantar em família na casa nova, se transforma em um pesadelo quando a casa é invadida por três criminosos. Enquanto o patriarca Jaime (Fernando Cayo) é levado pelo líder do grupo para esvaziar as contas da família nos caixas eletrônicos, as mulheres ficam em casa sob a guarda dos criminosos restantes, mas eles são extremamente instáveis. Este Home Invasion espanhol se destaca muito mais por sua boa direção do que por seu roteiro, que embora simples, acaba sendo também um pouco apelativo e gratuito. comandado por Miguel Angel Vivas, que também escreve o roteiro ao lado de Javier Garcia Arredondo, HORAS DE MEDO tem como grande destaque a escolha estética de ser filmado através de vários planos sequência. Isso poderia fazer do longa metragem um mero objeto de exibicionismo de seu diretor, mas a direção de Vivas é elegante sem chamar a atenção demais para si mesma, nos puxando para dentro da história e de todo o calvário que está sendo enfrentado por aquela família, intensificando assim o suspense e a angustia presentes na narrativa. O elenco tem carisma, e consegue dar naturalidade as relações e conflitos existentes naquela família O roteiro, entretanto, não sabe dar qualquer significado maior a sua violência, ando a ela apenas valor de choque. Claro, não estou aqui criticando a violência em um filme de terror, o que seria incoerente, mas sinto que sequências como a do estupro de uma personagem ou mesmo o desfecho absolutamente niilista da obra não parecem colaborar com nenhuma espécie de arco dramático de qualquer personagem, e o filme se leva a sério demais para ser divertido. No fim das contas, HORAS DE MEDO é um filme interessante por suas escolhas estéticas e de direção, mas de resto, foi apelativo demais para o meu gosto. Visto A CAÇADA Na trama, doze desconhecidos acordam no meio do campo sem fazer ideia de onde estão ou como chegaram lá. O que o grupo não sabe é que todos eles foram escolhidos por membros de uma rica elite liderados pela psicótica Athena (Hillary Swank) para serem caçados como animais, inclusive recebendo armas para tornar a disputa mais emocionante. Enquanto a luta de classes assume contornos mortais, a misteriosa Cristal (Betti Gilpin) começa a perceber evidências de que podem não ter sido escolhidos ao acaso, ainda que ela não se importe muito com isso. A CAÇADA despertou certa polêmica antes de seu lançamento devido a ter sido criticado pelo Presidente Trump e ter sido adiado devido a uma das várias tragédias armadas que ocorrem nos Estados Unidos. Mas a tal polêmica inclusive usada no material de marketing é totalmente inexistente no filme dirigido por Craig Zobel, pelo menos em um nível amplo pois a tal guerra de classes presente na premissa serve também de metáfora para o conflito entre democratas e republicanos nos Estados Unidos, mas isso não é aprofundado o suficiente para gerar qualquer tipo de discussão mais séria, o que não é um problema. De fato, o roteiro escrito pela dupla Nick Cuse e Damon Lindelof, recentemente premiados por seu trabalho na minissérie WATCHMEN da HBO se apresenta como uma sátira politica, que mesmo superficial, é extremamente divertida, que se utiliza da violência insana e quase cartunesca para tecer críticas para todos os lados, seja a cultura armamentista e xenófoba do atual governo americano, mas também a hipocrisia existente na cultura do "politicamente correto". O 1º ato do filme também é digno de nota pela forma como estabelece a imprevisibilidade da narrativa ao apresentar falso protagonista atrás de falso protagonista até estabelecer a real personagem principal. No geral, A CAÇADA não deve ficar na memória de ninguém, mas tem algumas tiradas satíricas muito boas, e se não funciona totalmente como terror social, funciona como Terrir de ação.
  25. 2 points
    Lá nos States tá rolando rumor que o Cavill tá esperando só terminar a produção da season 2 do The Witcher pra só daí focar em MoS 2... mas são só rumores, claro, uma vez que nem ele ou a Warner oficializam nada a respeito.
  26. 2 points
    Liv A.

    Mulher Maravilha 1984

    Se te incomoda tanto a aparência dela, por quê vive postando aqui? Ela não existe pra te satisfazer, se você fosse CEO da WB talvez pudesse opinar e escolher uma atriz que preenchesse todas as suas fantasias e fosse um mero objeto sexual. Gal Gadot, além de simpática, linda e carismática , já provou ser perfeita para a personagem. Ficar criticando o físico de uma mulher (ou qualquer pessoa) só comprova que é superficial e preconceituoso. Neste caso específico, há uma grande dose de machismo e misoginia. E não venha rebater porque quem está te dizendo isso é uma mulher que há muito tempo se ofende com este tipo de postagem, eu tenho lugar de fala, você só deve ler com atenção, refletir e, quem sabe, rever seus conceitos. Infelizmente duvido que isso aconteça, afinal é um sujeito de meia-idade e já se mostrou irredutível em outras ocasiões. Ainda bem que algumas pessoas evoluem, eu mesma lamentavelmente já fiz comentários preconceituosos aqui há muito tempo, mas a vida me fez enxergar as coisas de outra forma.
  27. 2 points
    Big One

    Mulher Maravilha 1984

    Na capa da Vogue Gal Power
  28. 2 points
  29. 2 points
    Tensor

    Oscar 2020: Previsões

    Embasbacado até agora. Nada se compara com o que aconteceu ontem. Surreal. Tava com amigos e foi uma festa só. Parasite atinge a todos. Ele é primoroso como narrativa envolvente, é primoroso como denuncia social. Que engajamento que esse filme conquistou. Por um momentinho até a internet, que é esse antro de coisa escrota, tava únida. Histórico demais. E consegui minha melhor média da vida: 3 erros apenas.
  30. 2 points
    SergioB.

    Oscar 2020: Previsões

    @Jailcante, olha só, você que também segue o Dalenogare...Eu relatei a ele que estou com dificuldades de encontrar o curta "St. Louis Superman", e ele me informou que o curta estreia nos Estados Unidos nesta semana e fica disponível online a partir do dia 4 de fevereiro, portanto, antes do Oscar. Cinéfilos, tenham fé!
  31. 2 points
  32. 2 points
    Tensor

    Oscar 2020: Previsões

    Fiquei com 75% também. Oh tristeza.
  33. 2 points
    SergioB.

    Oscar 2020: Previsões

    PREVISÕES JANEIRO/2020 : Lista Final BEST PICTURE 1. Once Upon a Time in Hollywood 2. Parasite 3. 1917 4. The Irishman 5. Jojo Rabbit 6. Joker 7. Marriage Story 8. Ford v Ferrari 9. Little Women 10. The Two Popes BEST DIRECTOR 1. Quentin Tarantino - Once Upon a Time in Hollywood 2. Sam Mendes - 1917 3. Bong Joon-Ho - Parasite 4. Martin Scorsese - The Irishman 5. Todd Phillips - Joker BEST ACTOR 1. Joaquin Phoenix - Joker 2. Adam Driver - Marriage Story 3. Antonio Banderas - Pain & Glory 4. Taron Egerton - Rocketman 5. Leonardo DiCaprio - Once Upon a Time in Hollywood BEST ACTRESS 1. Scarlett Johansson - Marriage Story 2. Renée Zellweger - Judy 3. Charlize Theron - Bombshell 4. Cynthia Erivo - Harriet 5. Lupita Nyong`o - Us BEST SUPPORTING ACTOR 1. Brad Pitt - Once Upon a Time in Hollywood 2. Al Pacino - The Irishman 3. Joe Pesci - The Irishman 4. Tom Hanks - A Beautiful Day in the Neighborhood 5. Song Kang Ho - Parasite BEST SUPPORTING ACTRESS 1. Laura Dern - Marriage Story 2. Margot Robbie - Bombshell 3. Jennifer Lopez - Hustlers 4. Scarlett Johansson - Jojo Rabbit 5. Florence Pugh - Little Women BEST ORIGINAL SCREENPLAY 1. Marriage Story 2. Once Upon a Time in Hollywood 3. Parasite 4. 1917 5. Knives Out BEST ADAPTED SCREENPLAY 1. Jojo Rabbit 2. The Irishman 3. The Two Popes 4. Little Women 5. Joker BEST CINEMATOGRAPHY1. 1917 - Roger Deakins2. Once Upon a Time in Holywood - Robert Richardson3. The Irishman - Rodrigo Prieto4. Joker - Lawrence Sher5. The Lighthouse - Jarin Blaschke BEST COSTUME DESIGN1. Once Upon a Time in Hollywood - Arianne Phillips2. Dolemite is My Name - Ruth E. Carter3. Rocketman - Julian Day4. Little Women - Jacqueline Durran5. The Irishman - Sandy PowellBEST PRODUCTION DESIGN 1. Once Upon a Time in Holywood - Barbara Ling e Nancy Haigh2. 1917 - Dennis Gassner3. Jojo Rabbit - Ra Vincent4. The Irishman - Bob Shaw5. Parasite - Lee Ha-jun BEST FILM EDITING1. Ford v Ferrari - Michael McCusker2. The Irishman - Thelma Schoonmaker3. Joker - Jeff Groth4. Once Upon a Time in Hollywood - Fred Raskin5. Parasite - Jinmo Yang BEST VISUAL EFFECTS1. Avengers: Endgame2. The Lion King3. Star Wars: The Rise of Skywalker4. Alita: Battle Angel5. The Irishman BEST MAKE UP AND HAIRSTYLING 1. Bombshell2. Rocketman3. Joker4. Judy5. Once Upon a Time in Hollywood BEST ORIGINAL SCORE1. Joker - Hildur Guonadóttir2. 1917 - Thomas Newman3. Little Women - Alexandre Desplat4. Marriage Story - Randy Newman5. Star Wars: The Rise of Skywalker - John Williams BEST SOUND MIXING1.19172. Ford v Ferrari3. Rocketman4. Star Wars: The Rise of Skywalker5. Once Upon a Time in HollywoodBEST SOUND EDITING1.19172. Ford v. Ferrari3. Avengers: Endgame4. Star Wars: The Rise of Skywalker5. Once Upon a Time in Hollywood BEST SONG1. "(I`Gonna) Love me Again - Rocketman2. "Into the Unknown" - Frozen 23. "Stand Up" - Harriet4. "Glasgow" (No Place Like Home)" - Wild Rose5. "Spirit" - The Lion King BEST ANIMATED FEATURE1. Toy Story 42. Frozen 23. How to Train Your Dragon: The Hidden World4. Missing Link5. I Lost My Body BEST INTERNACIONAL FEATURE FILM1. Parasite - Coreia do Sul2. Pain & Glory - Espanha3. Les Misérables - França4. Atlantics - Senegal5. Those Who Remained - Hungria BEST DOCUMENTARY FEATURE1. Apollo 112. American Factory3. For Sama4. One Child Nation5. Honeyland BEST ANIMATED SHORT FILM1. Kitbull2. Hair Love3. The Physics of Sorrow4. Dcera (Daugther)5. Sister BEST LIVE ACTION SHORT FILM1. Brotherhood2. The Neighbor`s Window3. Nefta Football Club4. Refugee5. Little Hands BEST DOCUMENTARY SHORT SUBJECT1. Fire in Paradise2. Learning to Skate in a War Zone (If You are a Girl)3. In the Absence4. St. Louis Superman5. Walk Run Cha-Cha
  34. 2 points
    Não é de hoje que os filmes de guerra caíram num lugar-comum, seja pelas exibições de um patriotismo descabido ou pelas épicas contemplações sobre as futilidades da batalha. Recentemente, o controverso “Dunkirk” (de Christopher Nolan) elevou o gênero a um novo patamar de urgência e imersão. E agora, no filme “1917” (2019), o diretor Sam Mendes não apenas se inspira nessa fresca abordagem como a amplifica nos quesitos de intensidade e alma. A história se passa na Primeira Guerra Mundial, na qual os soldados britânicos Schofield (George MacKay) e Blake (Dean-Charles Chapman) precisam atravessar o território inimigo para levar um aviso sobre uma armadilha a um enorme grupo de soldados. Aqui, a boa e velha “corrida contra o tempo” ganha um ar de proximidade e perigo iminente graças à acertadíssima opção do diretor em idealizar tudo como um longo e angustiante plano-sequência. Muito além do mero exercício de estilo, o roteiro é hábil, bem construído, e equilibrado entre a ação incansável e os quase sombrios momentos de “respiro”. Os personagens são realistas e estabelecem uma bela simbiose no meio do caos, sendo possível entende-los com o pouco que nos é apresentado. Os jovens soldados interpretados com competência por MacKay e Chapman se destacam em uma provação que parece ter durado anos e anos... numa narrativa que engloba aproximadamente um exaustivo dia. Já os veteranos Colin Firth, Mark Strong e Benedict Cumberbatch fazem papéis menores que se tornam marcantes no sentido de transmitir nas entrelinhas o cansaço e frieza adquiridos após uma longa experiência com a guerra. Além da excepcional fotografia e da incisiva trilha sonora, as várias cenas de ação podem nos causar arrepios legítimos. Destaco a tensão claustrofóbica de um momento que se passa num abandonado refúgio subterrâneo, os desdobramentos ocorridos em uma cidade destruída que é quase a representação do inferno, e a já memorável sequência na qual um soldado desarmado precisa correr pelo centro de uma batalha em andamento. Daria um capítulo à parte a análise de elementos e até reviravoltas que ficam de fora do nosso campo de visão... “1917” não é um filme para quem prefere os velhos padrões grandiosos e melodramáticos dos antigos clássicos de guerra. Essa é uma história de abordagem quase íntima, sobre o que mais importa em uma guerra que não leva a humanidade a lugar algum: a mera sobrevivência do indivíduo e de suas memórias, em meio a um horror que é efêmero e cíclico ao mesmo tempo. Sam Mendes não mediu esforços para entregar uma obra que também possa sobreviver ao teste do tempo, e acertou o tiro em cheio! Nota: 10
  35. 2 points
    Questão

    Um Lugar Silencioso: Parte 2

    Pode ser divertido, mas em primeira instância a impressão que dá é que virou um filme "pós apocaliptico padrão". Mas vou dar uma chance ao Krasinsky
  36. 2 points
    Sabia o Barão Zemo vai estar no "Controle" de um dos heróis (me parece que do Sam Wilson. Por conta disso talvez veremos ele como Capitão América somente na segunda temporada). ANOTEEEEM!😉 off
  37. 2 points
    Gust84

    Mulher Maravilha 1984

    Eu estive na CCXP, na quinta e na sexta feira e quase pensei em fazer um tópico pra dividir a experiência. Pra gente que é fã vale muito a pena a ida, de verdade. Eu apesar de gostar muito dos filmes, não me empolgo muito nos painéis, ou pra ver os grandes estúdios. Realmente o stand da Warner tava muito bonito, mas não achei o melhor da feira nem a pau. Me empolgo na sessão de hq´s e das coisas da nossa época das hqs. Conversei com Roger Cruz, Mike Deodato, Neal Adams além de outros artistas.
  38. 2 points
    Adam Sandler ganha prêmio de melhor ator pelo longa ‘Uncut Gems’ Adam Sandler ganha prêmio de melhor ator pelo longa 'Uncut Gems' (Crédito: Divulgação) Estadão Conteúdo 04/12/19 - 16h26 - Atualizado em 04/12/19 - 16h46 22 A National Board Review – NBR -, associação de críticos de cinema fundada nos Estados Unidos em 1909, divulgou nesta quarta-feira, 4, uma lista com os seus ganhadores. A surpresa ficou para Adam Sandler, que inesperadamente ganhou na categoria de Melhor Ator, em que concorria com ninguém menos que Joaquin Phoenix, de O Coringa. O reconhecimento foi dado ao ator pela sua atuação em Uncut Gems, Dramédia que conta a história de Howard Ratner (Sandler), um joalheiro de Nova York prestes a falir, que tem uma oportunidade de se recuperar financeiramente caso consiga vender uma pedra não lapidada vinda diretamente da Etiópia, que contém uma série de minerais preciosos. O filme, que ainda não tem data de estreia certa no Brasil, tem sido um grande sucesso de crítica. No entanto, ninguém poderia imaginar que ele conseguiria tirar o troféu de Coringa, que atingiu recordes inesperados nas bilheterias de cinema por todo o mundo. FONTE: ISTOÉ INDEPENDENTE
  39. 2 points
    WB: "Filho, compreenda, não sabemos nem se vamos manter o Superman atual, imagina ainda se iríamos desenterrar um defunto do passado. Vá falar com o JJ, que a gente tá ocupado aqui contando a grana que veio do Coringa." hehehe
  40. 2 points
    Jorge Soto

    Os Vingadores 4: End Game

    Particular mente nem senti esse "ataque" a mim, até porque acho uns filmes da marvel bem nhéé..😁 mas me incomoda essa generalização banal de demonizar o entretenimento popular ao pseudo cinema/quadrinho cult que o Moore faz. Patriotismo no cinema existe desde os primordios no cinema. Superman surgiu na esteira do Star Wars, final da década de 70, auge da Guerra Fria, Reagan..Brejnev..Imperador, Estrela da Morte, rebeldes, etc.. catso, ninguém viu aí a Guerra do Vietnã ou expansão do poderio americano no oriente e agora, extremo oriente. Ou se viu, desencanou, preferiu ver o Apocalipse militar pelas lentes do Copolla ou do Michael Cimino. A diferença na declaração do Moore é que ele é fã assumido de Star Wars, blocbuster pipoca, e era jovem demais pra ver pêlo em ovo naquela época..😂
  41. 2 points
    Questão

    Doutor Sono (Mike Flanagan)

    Visto DOUTOR SONO Na trama, trinta anos após os eventos no Hotel Overlook, Danny Torrance (Ewan McGregor) se tornou um alcoólatra. Após um terrível incidente, Danny passa a buscar a sobriedade, e alguns anos depois, parece encontrar a paz, trabalhando como enfermeiro em uma clínica para pacientes terminais, usando a sua "iluminação" para ajudar os pacientes a fazerem a passagem. Mas Quando Danny conhece Abra Stone (Kyliegh Curran), uma pré adolescente com as mesmas habilidades que ele, que está sendo perseguida por um grupo de vampiros energéticos conhecido como o Verdadeiro Nó, que se alimentam dos iluminados, Danny deve enfrentar os seus traumas para proteger Abra. Venho acompanhando a carreira de Mike Flanagan com curiosidade desde o seu primeiro filme, ABSENTIA. Trazendo na maioria das vezes personagens definidos por traumas do passado, e uma preferência por narrativa dividida em camadas temporais e sensoriais, a filmografia de Flanagan evoluiu de filme para filme, até alcançar um nome do gênero para se prestar atenção com HUSH: A MORTE OUVE, e atingir a excelência com a minissérie da Netflix A MALDIÇÃO DA RESIDÊNCIA HILL. Mas foi em 2017, quando dirigiu também para a Netflix o thriller JOGO PERIGOSO, uma adaptação bastante complexa de um romance de Stephen King, que Flanagan ganhou a chance de enfrentar o seu maior desafio até o momento; dirigir a adaptação de DOUTOR SONO, sequência do clássico O ILUMINADO. O desafio maior não era apenas dirigir a sequência tardia de um clássico do cinema dirigido por um mestre como Stanley Kubrick, mas promover uma reconciliação entre a atmosfera mais niilista e desesperaçosa que Kubrick imprimiu em sua adaptação de O ILUMINADO (notoriamente odiada por Stephen King) com a sequência literária escrita por King que ia contra muito daquilo que foi estabelecido pelo famoso diretor na película de 1980. Era um grande sinuca de bico, mas apesar de alguns percalços, Flanagan se mostrou a altura do desafio, entregando uma sequência que respeita e honra o clássico de Kubrick, mas que também resgata muito dos elementos emocionais que eram caros a King, para construir a sua própria história. Primeiramente, deve-se dizer que diferente de sequências que retomam clássicos, como STAR WARS: O DESPERTAR DA FORÇA e JURASSIC WORLD, DOUTOR SONO não é uma continuação que se baseia na nostalgia, ao apresentar uma narrativa de natureza muito diferente do filme original (o que também ocorria com suas contrapartes literárias), ao usar o terror mais como um motor para o drama, do que propriamente torna-lo o cerne da narrativa. O roteiro de Flanagan trabalha com calma a sua história, inicialmente nos apresentando um prólogo que mostra como foram os primeiros meses de Wendy Torrance e o pequeno Danny (Alex Essoe e Roger Dale Floyd) após a tragédia do Overlook, e como o menino aprendeu a lidar com os fantasmas que o perseguiam com a ajuda do espírito de Dick Halloran (Carl Lumbly). Depois desse prólogo, Flanagan desenvolve todo o seu 1º ato em três narrativas paralelas, que acompanham a decadência e recuperação de Danny; a descoberta dos poderes da pequena Abra, que desenvolve desde pequena uma conexão com Torrance; e por fim o recrutamento de Andy Cascavel (Emily Alyn Lynd) para o verdadeiro Nó por sua enigmática líder, Rose: A Cartola (Rebecca Fergunson). Esse 1º ato é competente em construir o universo do filme, ao mesmo tempo em que desenvolve o trio principal formado por Danny, Abra e Rose, até que essas três histórias se cruzam ao fim do 1º ato em uma sequência angustiante que traz a participação especial de Jacob Tremblay. Na direção, Flanagan demonstra uma direção elegante, que consegue manter a própria identidade em sequências mais oníricas, como aquelas que trazem um duelo mental entre Abra e Rose, mas que também referência Kubrick (especialmente nas sequências envolvendo Danny) sem com isso soar uma condução esquizofrenica. De fato, muitas das reconstituições dos planos de Kubrick feitos por Flanagan surgem extremamente interessantes justamente por não serem gratuitos, e sim funcionarem como uma inversão do que foi visto no primeiro filme, como aquela onde acompanhamos uma entrevista de emprego de Danny, tal como o seu pai anos antes, ou aquela que traz Danny sentado em um bar durante o 3º ato da narrativa. Além disso, apesar de possuir duas horas e meia de duração, o diretor conduz um ritmo muito bom para a narrativa, mesmo durante as passagens mais tranquilas, já que constrói com habilidade uma atmosfera densa e melancólica, que nunca nos permite assumir que os personagens estão seguros. DOUTOR SONO também se beneficia de ter um elenco extremamente competente, que compreende muito bem os seus personagens. Ewan McGregor dá uma vulnerabilidade tocante para Danny, ao retrata-lo como um homem não só assombrado por seus traumas de infância (e os fantasmas literais que ele carrega em sua mente) mas por seus próprios erros na vida adulta. A jovem Kyilegh Curran também concede muito carisma e veracidade a Abra Stone, retratando a garota como estando compreensivelmente deslumbrada com a extensão cada vez maior de seus poderes, e até desenvolvendo certa arrogância a partir de certo ponto, mas sem nunca tornar-se antipática (como ocorria com a sua contraparte literária). Mas quem rouba mesmo a cena é Rebecca Fergunson ao fazer de Rose uma vilã sedutora e cruel, que não apenas lidera, mas tem o respeito de seus seguidores, pelos quais ela tem uma relação genuína de afeto. E é curioso observar que ainda que diferente da maioria dos filmes do gênero, onde o vilão tem o domínio da situação até o 3º ato, Rose e seu grupo são muitas vezes surpreendidos por Danny e Abra (que se torna cada vez mais poderosa), a ameaça em torno da personagem nunca é esvaziada, o que credito muito mais ao trabalho de Ferguson do que ao próprio roteiro. No elenco de apoio, destaca-se a presença de Carl Lumbly como Dick Halloran, que consegue replicar os trejeitos que Scatman Crothers deu ao personagem em 1980, mas que consegue tornar o personagem seu ao dar a Halloran uma autoridade que não estava presente no filme original, devido a sua nova condição. Na parte técnica, destaca-se o trabalho de direção de arte, que não apenas reproduz com extrema competência os clássicos cenários do Hotel Overlook no climax da narrativa, mas concede personalidade aos principais ambientes da trama; reparem por exemplo como o quarto de Danny permanece um ambiente vazio e sombrio, mesmo depois de anos vivendo no lugar, denunciando a desconexão do personagem com o lugar onde vide, ou como o quarto de Abra é decorado com bonecas de super heroínas e guerreiras de mangá, refletindo não só a personalidade combativa da garota, que diferente de Danny aprecia os poderes de sua iluminação, mas suas figuras culturais de referência. Ainda é importante citar o trabalho dos Irmãos Newton na trilha sonora, que trabalharam em todos os projetos do diretor desde OUIJA: A ORIGEM DO MAL, que criam aqui uma trilha bastante funcional, que é eficiente sem chamar a atenção demais para si mesmo, além de darem uma bela repaginada para o clássico tema de O ILUMINADO feito por Wendy Carlos E Rachel Elking em 1980 Apesar de muitos acertos, o filme também dá as suas derrapadas. O filme utiliza a personagem de Andy Cascavel para nos dar o contexto do funcionamento do Verdadeiro Nó, o que é uma manobra didática, mas feita de forma natural, mas a personagem perde completamente a importância após o 1º ato, denunciando assim a sua função mecânica para o enredo. E se o climax no Hotel Overlook traz um arrepio na espinha dos fãs do filme de 1980, e traz vários momentos recompensadores (discordo daqueles que apontam que é puro fan service) é inegável que em seus minutos finais, que trazem o desfecho, esse 3º ato não apenas perde o foco da história que estava contando, como ai sim, nesses minutos finais entrega um fan service ao livro O ILUMINADO que narrativamente não faz muito sentido, o que por acontecer justamente na conclusão, acaba tendo um peso maior para o publico. Apesar desses deslizes, o saldo final de DOUTOR SONO ainda é muito positivo. Flanagan conseguiu ser extremamente respeitoso e reverente ao clássico de Kubrick, ao mesmo tempo em que inseriu muito da carga emocional que King sentiu falta no primeiro filme (e que vem do próprio trabalho de Flanagan como diretor, para quem conhece os seus filmes). Não vai ser um clássico como O ILUMINADO, e nem é tão aterrorizante quanto ele, mas não precisa ser. O filme é sim, uma continuação orgânica, que tem a coragem de seguir o próprio caminho (mas sem temer olhar para o passado) com personagens carismáticos, em uma obra que consegue apelar para a emoção do público. No fim, para um projeto que tinha muita chance de dar errado, Flanagan mandou muito bem, renovando o meu interesse por seus projetos futuros.
  42. 2 points
    conan

    Doutor Sono (Mike Flanagan)

    Eu entendo. Mas a crítica é por ter desvirtuado o tom, e não por ser algo ruim. Discordo completamente sobre a Wendy do filme. Dizer que é um retrato misógino é desconsiderar que muitas famílias são disfuncionais daquele jeito. Os personagens do livro são chatos. É uma família perfeitinha, mas que é corrompida pelo vício e pelo hotel. A família do filme é mais densa. Um pai autoritário e abusivo, uma mãe submissa e um filho autista. Por que uma mulher forte abriria a mão da vida pessoal para seguir o marido por 6 meses longe de tudo e todos? O filme apresenta a receita para o desastre, e desde o início fica claro "isso não vai dar certo" O filme apresenta personagens vulneráveis isolados do mundo, sozinhos com um lunático em potencial. O livro é um novelão, cheio de lero lero em família, uma narrativa clichê de homem bom se corrompendo e com redenção no final, e é muito mais explícito quanto ao terror, é quase um terror infantil. O filme nunca deixa claroo que são as aparições no hotel e o modo como Jack se insere naquele universo. Ainda acho que é dor de cotovelo por ter transformado o livro em algo muito melhor.
  43. 2 points
    Questão

    Doutor Sono (Mike Flanagan)

    Na verdade, em termos de estrutura e acontecimentos, o filme e o livro são até bem parecidos na maior parte (embora tenha suas diferenças). O problema do King com o filme não é bem sobre o que acontece e sim na construção dos personagens(e aqui obviamente vai ter SPOILERS a frente, então só avisando...) Dito isso, o King colocou muito dos próprios problemas dele com o alcoolismo no Jack do livro. No livro, o Jack é um personagem mais afetivo com a família, e o hotel vai enlouquecendo e afastando ele aos poucos, funcionando como uma grande metáfora ao alcoolismo. Tanto que no fim, o Jack recupera a razão e se sacrifica, explodindo o hotel pra família poder escapar. É um final mais otimista (embora ainda trágico) de um homem que escolhe a família ao inves do mal na conclusão. No filme do Kubrick, o Jack já é um cara mais distante da família desde antes de chegar no hotel (pelo menos do que é mostrado). Nem o Danny e nem a Wendy patecem se sentir confortáveis perto dele em qualquer momento. O lance do alcoolismo tá presente, mas não tem o mesmo peso, e no fim, o Jack cede completamente ao mal, e o hotel segue de pé, em um fim.bem mais pessimista. Guardadas as devidas proporções, eu prefiro o filme do Kubrick ao livro do King, mas consigo compreender a birra do King com o filme, já que o Kubrick mexeu em aspectos da história que eram bem pessoais pro King.
  44. 2 points
    Gust84

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    Eu vou te falar que eu havia gostado da concepção de um coringa GANGSTA. A idéia era boa e inovadora. Mas a realização não deu muito certo né. O filme inteiro do esquadrão é uma derrota.
  45. 2 points
    Gust84

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    Visto. FILMAÇO. Não acho que terá relação com mais nada da DC. Depois posto com calma minhas impressões. Alguns pequenos aspectos me incomodaram na questão coringa/hq/ etc, mas não diminui em nada como filme. É um filme pesado, com cheiro, com textura e com conteúdo. Lembra muito táxi driver. Joaquim fez algo do nível Daniel Day Lewis .
  46. 2 points
    Supera, Arlequina!🤣 trailer legendado
  47. 2 points
    Questão

    Rambo V: Last Blood (2019)

    Pra mim a franquia é algo genérico desde o segundo filme. O único rambo que tem uma identidade mesmo, pra mim, é o filme original.
  48. 2 points
    Questão

    Coringa - Joker (Joaquim Phoenix)

    "Querida encolhi as crianças" você quer dizer. Se vai falar uma bobagem como essa ai, pode ao menos escrever o nome do filme certo na sua bobagem?. Engraçado, o Pablo que é um dos seus "críticos de verdade" não se sentiu incomodado com ULTIMATO, e diz que se emocionou. Eu, que sou formado em cinema, não me senti incomodado e me emocionei. Mas o Pablo deve ter sido comprado pela malvada Disney? E eu com certeza devo ser um Marvete que odeia a DC e "filmes adultos", por que cometi o pecado de gostar de VINGADORES: ULTIMATO e me emocionar com ele. É tão difícil para você aceitar que muita gente pode gostar de VINGADORES: ULTIMATO e você achar o filme muito ruim, e que ninguém está errado por gostar ou não? Sabe qual é o verdadeiro "cerne do problema"? O que é realmente preocupante? É qualquer pessoa com mais de doze anos de idade ficar com birrinha de um estúdio em relação ao outro. Isso é problemático. Eu faço de tudo pra ignorar esse sujeito, mas é tanta besteira que PQP.
  49. 2 points
    Tais Cristina

    Viuva Negra

    Pelamordedeus, espero que não a sexualizem desse jeito! A Natasha (pelo menos no MCU) já provou que é muito mais do que corpo e rosto bonitos, e merece ser tratada com respeito. Se eles fizerem esse tipo de coisa com ela, vai ser escroto e ridículo. Deixem ela como está, mesmo, e, se for pro filme ser +18, que seja pela violência, pelas cenas de sangue e tal, e não por esse tipo de coisa pra satisfazer nerd punheteiro!
  50. 2 points
    SergioB.

    Oscar 2020: Previsões

    MELHOR FILME DO ANO!!!! Fantástico, sublime, mágico, extraordinário! A Palma de Ouro em Cannes não poderia estar em melhor mãos. Estou sem palavras e sem fôlego diante de tamanho talento. Penso em "Teorema" de Pasolini, penso nos irmãos Coen, penso em Claude Chabrol. Será que algum diretor no mundo sabe preencher a parte central de um enquadramento tão bem quanto Bong Joon-Ho? Não é estático de um jeito Wes Anderson, é completamente teatral e fluído. "Parasite" é maravilhoso! Há uma dimensão de chão, remetendo ao título, com os atores rastejando nos cenários, se escondendo por debaixo dos móveis...ai, é sublime demais. Oscar pra Coreia do Sul em Filme Internacional: Fato! Consigo vislumbrar uma indicação a Melhor Roteiro Original e a Melhor Diretor. É impossível essa obra-prima passar batida pela Academia. Não satisfeito em fazer o melhor filme do século, até agora, Bong Joon-Ho agora faz mais um.

Announcements

×
×
  • Create New...