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Star Wars

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Os Jedis, Darths, Siths e até os Condes... Todos entram aqui pra falar de Star Wars!

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  1. SW Dúvidas

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  2. Notícias

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  3. Boba Fett - O Filme?

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  4. Spin-off: Obi Wan

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  5. Star Wars: Episódio I

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  6. Star Wars: Episódio IV

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  7. Star Wars: Episódio V

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  8. Games Star Wars

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  9. Star Wars: Episódio II

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    • Visto MANDY      Na trama situada em 1983,  Red (Nicolas Cage) é um lenhador pacato, que vive com a sua esposa Mandy (Andrea Riseborough) em uma isolada cabana nas montanhas. Certo dia, enquanto anda pelas montanhas, Mandy acaba cruzando com o culto liderado por Jeremiah Sand (Linus Roache), que logo torna-se fascinado por ela. Com a ajuda de criaturas sobrenaturais, Sand e seu culto sequestram Mandy e o marido, mas quando ela se recusa a adora-lo, o lunático retalha, o que ira levar Red em uma sangrenta jornada de vingança contra aqueles que destruíram a sua vida.  Quando foi lançado no ano passado, esse MANDY causou certo "aue" nos festivais por onde passou, gerando elogios que iam desde o surrealismo do projeto, até a atuação de Nicolas Cage. Após conferir o filme, que de fato adota uma estética onírica desde o princípio, especialmente pelo uso de cores estouradas e filtros das cores azul, vermelho e roxo, dando um aspecto quase teatral ao projeto, não vi nada demais nesse segundo longa metragem de Panos Cosmatos. Sim, a atuação canastra de Nicolas Cage, que há muito tempo se esqueceu como atuar, se encaixa dentro do que o filme pede dele, mas dai pra uma boa atuação, tem uma grande distância. O uso da violência e da nudez não é nada que ninguém já não tenha visto em um filme do Rob Zombie (de quem Linus Roache, que vive o vilão, é parceiro habitual, alias), e já vi obras se utilizarem da estética surrealista que Cosmatos adota aqui de forma muito mais assertiva. Tentando ser uma fusão dos thrillers de vingança dos anos 1970 (ainda que a trama se passe na década de 1980), com cinema experimental, MANDY não conseguiu despertar mais do que tédio em mim, mas suponho que haja quem goste. Pra não dizer que não gostei de nada, Roache vive aquele tipo de vilão repulsivo e com complexo de deus que realmente desperta o ódio do espectador, e queremos que o personagem do Nicolas Cage despache ele da forma mais cruel possível, mas fora isso, não sobrou muita coisa pra mim.   Visto VIGÍLIA NAS SOMBRAS     Na trama, Ellen (Elizabeth Taylor) vive juntamente com o seu segundo marido John (Laurence Harvey) e sua melhor amiga Sarah (Billie Whitelaw). Sofrendo de insônia crônica desde que sofreu um colapso nervoso meses antes, Ellen jura ter visto durante uma noite de tempestade, um cadáver com a garganta cortada na casa ao lado, que está abandonada. Mas após a polícia vasculhar a casa, eles não encontram sinal de cadáver algum. Será que a mulher de fato testemunhou um crime, ou será que haveria alguém tentando leva-la á loucura de vez?  Lançado em 1973, VIGÍLIA NAS SOMBRAS traz Elizabeth Taylor vivendo o tipo de papel que na época estava sendo reservado á muitas das grandes estrelas do cinema da década de 40 e 50, ou seja, a da mulher de meia idade mentalmente instável. O roteiro escrito á quatro mãos por Evan Jones e Tony Williamson vale-se de elementos de obras clássicas como Á MEIA LUZ,  e JANELA INDISCRETA para construir a sua narrativa, com direito a policial irônico que começa a ficar de saco cheio das chamadas da protagonista, e vizinho que coincidentemente decide renovar o jardim, logo no dia em que a vizinha alega ter visto um cadáver. O roteiro segue burocrático e sem grandes surpresas até o terceiro ato, até entregar uma sangrenta e interessante reviravolta, que subverte o que se espera desse tipo de história, mas dai já é tarde demais pra salvar o filme. A direção de Brian G. Hutton não ajuda, sendo por demais burocrática, não dando nenhum charme a mais que o projeto necessitava para se destacar. Mesmo Elizabeth Taylor, uma atriz que não precisa provar a própria competência, parece no piloto automático aqui, fazendo de Ellen o tipo de "mulher louca" que mais irrita do que gera empatia. Enfim, VIGÍLIA NAS SOMBRAS não passa de um thriller bem esquecível, com uma premissa que não apenas é pouco original, como executada de forma burocrática e pouco interessada, apesar do interessante e irônico plot twist reservado para o final da obra.   Visto VICTOR FRANKENSTEIN       Na trama, um corcunda de circo autodidata em medicina (Daniel Radcliffe) é resgatado pelo cientista Victor Frankenstein (James Mcavoy), do circo onde era maltratado. Victor cura a deformidade do corcunda, e o rebatizando de Igor, torna-o seu assistente. Entretanto, á medida em que vai tomando conhecimento da natureza dos experimentos de seu salvador de reanimar matéria morta, Igor começa a se perguntar até onde está disposto á ir por fidelidade á Frankenstein, ao mesmo tempo em que a dupla é caçada por um obcecado inspetor de polícia (Andrew Scott).  Excetuando talvez a história de Drácula, nenhuma outra história de terror foi tão contada e recontada nas mais diferentes mídias do que a do cientista que ao tentar vencer a morte, criou um monstro. A ideia de renovar essa história ao conta-la do ponto de vista do assistente corcunda de Frankenstein, Igor (que não existe no romance original de Mary Shelley, tendo sido criado para os filmes da Universal) tinha os seus atrativos, ao contar a história desse corcunda que já vê o cientista como um "deus", mas que poderia vir a questionar os métodos de seu criador. Claro, parte da proposta vai pela janela nos primeiros minutos de filme, quando sem grande dificuldade, o cientista cura a corcunda de Igor, resolvendo tudo com um colete ortopédico, e tirando do personagem o ícone que deveria representar. Ainda assim, o roteiro de Max Landis poderia ter rendido algo minimamente palatável se soubesse exatamente que história exatamente quer contar, o que claramente não é o caso, já que o filme transita de forma esquizofrênica entre o horror de ação, o thriller vitoriano, e a ação pura, com vilão estilo James Bond, entregando uma mistura indigesta entre o SHERLOCK da BBC, o SHERLOCK HOLMES de Guy Ritchie, e o pavoroso VAN HELSING de Stephen Sommers. O único que parece se divertir aqui mesmo é Mcavoy, que vive o cientista do título de forma deliciosamente efusiva. Mas no geral, é uma bomba, que nem mesmo a ciência de Frankenstein salva.
    • Segue minha humilde crítica da primeira temporada de PATRULHA DO DESTINO         Segunda série produzida pelo serviço de Streaming da DC Comics, vinda no rastro da relativamente bem sucedida TITÃS (onde a equipe fez a sua estréia em live action em uma participação especial) PATRULHA DO DESTINO surge com uma identidade completamente diferente da série irmã, e não, não é preciso ter assistido TITÃS para conferir PATRULHA DO DESTINO. Diferente da equipe do Robin, a DC aposta aqui em uma equipe completamente desconhecida do grande público (e nichada mesmo entre os fãs de Hqs) para entregar um produto narrativamente e esteticamente bastante ousado, e que se destaca entre as tantas séries do subgênero que tem surgido, embora é bom avisar, talvez não seja para todos os gostos.   A trama acompanha um grupo de pessoas protegidas pelo Dr. Niles Caulder (Timothy Dalton), um cientista que ao longo dos anos salvou um grupo de pessoas de experiências de quase morte, que deu poderes a ela, mas também as transformou em párias sociais, incapazes de levar vidas normais. Formam o grupo Rita Farr (April Bowlby) uma renomada atriz da década de 50, que após ser exposta a gases vulcânicos incomuns enquanto filmava um filme no Congo, teve toda a estrutura molecular de seu corpo tornada elástica, Larry Trainor (Matt Boomer), um piloto de testes que durante um voo, entrou em contato com uma entidade cósmica, tendo 95% de seu corpo queimado, ficando preso a essa entidade, Cliff Steele, (Brendan Fraser) um piloto de Nascar, que após sofrer um grave acidente, ficou com apenas o cérebro intacto, passando a viver dentro de um corpo robótico super forte, e a misteriosa Crazy Jane (Diane Guerrero), uma garota com um passado traumático, que após ser cobaia de experimentos, desenvolveu 64 personalidades, cada uma com um poder diferente.  O grupo vive isolado na mansão de Caulder (carinhosamente chamado de Chefe), mas incentivados pela rebelde Jane, recebem furar o isolamento onde vivem, visitando a cidade próxima. Sem controle de seus poderes, o grupo acaba causando o caos generalizado, e atraindo a atenção do poderoso e insano Eric Morden, o Sr. Ninguém (Alan Tudyk), um poderoso meta humano capaz de manipular a realidade, e que tem uma rixa antiga com Niles. Após um primeiro confronto desastroso, o Chefe é sequestrado pelo Sr. Ninguém, e agora os quatro párias que não fazem a mínima noção do que é ser um herói precisam resgatar o seu mentor, contando com a ajuda do Ciborgue (Joivan Wade), um jovem herói já estabelecido, que tem uma amizade antiga com Niles, sendo muito mais próximo dele do que do próprio pai.  Com essa premissa inicial, que desconstrói o subgênero dos super heróis rindo de suas convenções, e não raramente apelando para o surrealismo, PATRULHA DO DESTINO pode lembrar produtos como DEADPOOL (O vilão Sr. Ninguém quebra a quarta parede diversas vezes ao longo da série, assumindo a função de narrador), GUARDIÕES DA GALAXIA (não há como pensar em personagens mais disfuncionais e despreparados para formar uma super equipe quanto os membros da Patrulha), e mesmo o surrealismo de LEGION (coisas como baratas profetas do apocalipse, cultos que cantam "Ring my Bell" para invocar entidades, e portais dimensionais localizados na garganta de burros são coisas absolutamente normais na série). PATRULHA DO DESTINO não tem medo do absurdo, e abraça com gosto o absurdo, sabendo do potencial cômico que ele possui, algo que seus próprios personagens também parecem ter consciência.  Mas no meio de toda essa loucura, a série da DC consegue nos fazer ter empatia com esses personagens ao coloca-los diante de dramas absolutamente humanos, equilibrando todo o humor nonsense com drama genuíno. Cliff (que ganha um trabalho de voz soberbo de Fraser sendo o grande motor cômico da série) dá ao Homem Robô (que como a grande maioria de seus colegas, nunca é chamado por seu nome de super herói) esconde por trás de seu tamanho e enxurrada de palavrões um sentimento de culpa em ter falhado como pai com sua filha, que ele agora tenta compensar com sua relação com Jane. Larry, que também ganha um competente trabalho de voz de Boomer (e um brilhante trabalho de expressão corporal do dublê) surge como um dos mais angustiados membros da equipe, enquanto a sua relação com o Espirito Negativo, a entidade alienígena que ocupa o seu corpo, funciona como uma metáfora para a não aceitação de Larry da própria homossexualidade.   Outra que merece os parabéns é April Bowlby,  que desenvolve um lindo arco dramático de redenção para Rita e seu envolvimento no lado podre de Hollywood, construindo de forma natural o caminho da Mulher Elástica da mais relutante entre os membros da equipe para a líder do grupo. Mas quem rouba a cena é Diane Guerrero com sua Crazy Jane, em um trabalho digno de James McAvoy em FRAGMENTADO. Com pequenos trejeitos corporais e de voz, Guerrero consegue transitar entre as diversas personalidades que Jane (a personalidade dominante) desfila ao longo dos quinze episódios, indo da pequena Baby Doll, passando pela violenta Hammerhead, a patricinha manipuladora Karen, entre outros. O episódio situado dentro da mente da personagem é um primor de televisão, não só pela delicadeza dos pesados temas que trabalha, mas pela entrega de Guerero que valeria um Emmy para a atriz. É só uma pena que Guerrero não tenha mais chance de brincar "desarmada" com as personalidades de Jane, tendo em vista que em alguns casos, o penteado da personagem mude magicamente quando ela se transforma, algo que acho que a atriz não precisava.   Joivan Wade, por sua vez, entrega um Ciborgue carismático, que consegue equilibrar o lado nobre e leve de seu personagem, com a angustia de estar se transformando mais em maquina do que homem (diferente da versão apresentada por Zack Snyder em LIGA DA JUSTIÇA), e é interessante observar que enquanto ao longo dos episódios, os membros da Patrulha claramente não tem ideia do que estão fazendo ao se envolverem no "lance de herói", mas aos poucos vão descobrindo a sua força interior, o Ciborgue, um herói tradicional de "primeira página" como o vilão o classifica a certa altura, vai descobrindo as suas próprias fragilidades, e como o jogo de "heróis e vilões" é mais complexo e cinzento do que ele está preparado para lidar. Timothy Dalton faz um grande trabalho como Chefe, fazendo de Niles Caulder aquele senhor que inspira confiança com um sorriso e um olhar gentil, mas que nas entrelinhas oculta um lado sombrio, que vai se revelando aos poucos ao longo da temporada. Por fim, Alan Tudyk diverte-se a beça como o Sr. Ninguém, entregando um personagem metalinguístico que apesar de zoar o subgênero dos super heróis, não pode deixar de ama-lo.    Ao longo de 14 episódios, PATRULHA DO DESTINO desfila situações e personagens absurdos como Danny: A Rua, uma rua senciente teleportadora que aceita todos que são diferentes, ,Flex Mentallo, um fisioculturista capaz de alterar a realidade dobrando os seus músculos, e por ai vai, ao mesmo tempo em que trata de temas extremamente importantes como a autoaceitação, a luta contra o trauma do abuso, isso em uma trama cheia de reviravoltas, cheia de humor auto referencial (não, eles não perdem de vista o suposto plágio dos X Men), mas sem nunca perder de vista o coração e o drama que move seus personagens. É uma pena que aos 45 do segundo tempo, a série entregue um fim de temporada, que perde o equilíbrio entre o coração e a galhofa, o drama e o bom humor, apresentando um desfecho corrido e excessivamente galhofeiro, que não faz jus aos ótimos (alguns brilhantes) 14 episódios que vieram antes, ainda que diferente de TITANS, a série encontre uma conclusão. Aparentemente, as séries do Streaming da DC tem problemas de conclusão. Mas apesar dessa "caca" na saída, não tem como desabonar o excelente trabalho que PATRULHA DO DESTINO fez ao longo de sua trajetória. Apesar de não ter gostado do final, torço por uma segunda temporada (a série ainda não foi renovada) por que o nível que os produtores estabeleceram aqui não foi brincadeira.
    • Tudo factível, meu amigo. Em Best Picture, a mais ousada, o coloquei em 10º. As minhas apostas verdadeiramente destemidas são as de "Waiting for the Barbarians", que ninguém fala.
    • Semana olímpica para o esporte olímpico brasileiro tomar chão de onde está: * Henrique Avancini ficou em quarto lugar na etapa da Copa do Mundo de Mountain Bike, na República Tcheca. Desde o primeiro post das previsões, eu alerto sobre essa sina de quartos-lugares. Estou louco para dar um Bronze para o atleta de Petrópolis. Mas não posso negar a realidade. Tomara que ele cresça. É muito importante isso para o ciclismo brasileiro. Quem também está fazendo história no Ciclismo, é Anderson "Andinho" Ezequiel, mas no BMX. Ontem, sagrou-se bicampeão Pan-Americano, em uma prova de alto nível. Nosso inacreditável Bronze no último Mundial de 2018, vai tentar um lugar novamente no pódio daqui a 1 mês, em julho, no Mundial da Bélgica. Antes, tem etapa da Copa do Mundo na França, competição em que ele não tem figurado bem. Semana da Realidade, dos pés no chão: Dois ótimos atletas, boas pessoas, prevejo finais olímpicas para ambos. Mas medalha não. * Isaquias Queiroz compete pouco, ao longo do ano. É difícil comparar o nível de seus desempenhos, são muito espaçados. Neste final de semana, ele e Erlon de Souza competiram em um torneio internacional pela primeira vez no ano, e pela primeira vez após a morte do treinador Jesús Morlán. Na prova da Canoa  C1 1000m, a prova olímpica, Isaquias terminou em sétimo (reclamando, no dia anterior, da semifinal,  que havia muito vento), em prova vencida pelo atleta cubano Cordova, depois o theco Fukza, depois o polonês Kaczor , depois a lenda alemã Sebatian Brendel. São os mesmos atletas de sempre. E é muito ruim vê-lo atrás de todos eles, e, em tempo, foi muito atrás, na verdade!  Erlon, nesta prova, pegou final B, terminando em 17º no geral. As pretensões para a prova do C2, que eles não remaram nesta Etapa da Polônia da Copa do Mundo de Canoagem, que muitos, inclusive eu, os reputavam com o Ouro em Tóquio, agora ficaram em suspenso. Pois se tem dois atletas fortes no momento, de um mesmo país,  capazes de remar forte a prova de 1000m, são cubanos, não brasileiros. A realidade aponta para isso. Isaquias se recuperou mentalmente, hoje de manhã, para vencer, a prova do C1 500m, que não é olímpica. No instagram, ele, sempre simpático, agradeceu a torcida, e prometeu melhorar: "vamos melhorar esse resultado com fé em Deus", escreveu. A próxima etapa da Copa do Mundo já é na semana que vem, na Alemanha. Mundial em agosto. Vamos torcer. Semana da Realidade, dos pés no chão: riscarei o Bronze dele, por enquanto no C1 1000. E rebaixarei o Ouro, do C2 1000, para a Prata. * Semana passada, povo desesperado com os resultados do Vôlei de Praia brasileiro, que não pegou medalha aqui em Itapema. Calma! O que eu disse no post acima?  Que era preciso analisar por dentro. Que, no feminino, não era caso de desespero, pois era normal perder para americanas, bem como era normal uma dupla brasileira desqualificar a outra, pois se conhecem muito. Nesta semana, na etapa da China, Bronze para Rebecca/Ana Patrícia vencendo Ágatha/Duda. Ou seja: as duas duplas brasileiras nas semifinais. Novamente, Agatha/Duda perderam para americanas na semifinal. Normal! Deve-se comemorar! São duas duplas entre as quatro! Duas possibilidades de medalha. Ambas as duplas acumularam muitos pontos e estão bem à frente das rivais na corrida olímpica. No masculino, excelentes resultados. Prata e Bronze. Ou seja: Mais uma vez, duas duplas brasileiras nas semifinais. André e George venceram facilmente a dupla norte-americana mais forte da atualidade para ficarem com o terceiro lugar. E Evandro/ Bruno Schmidt perderam de virada, no Tie Break, para a dupla do momento, os noruegueses Mol e Sorum. Muito provavelmente, serão nossos representantes em Tóquio, pois acumularam muitos pontos na corrida. O mais importante: O jogo mostrou que Evandro e Bruno podem fazer frente aos noruegueses. Dessa vez, perderam; foi o primeiro confronto entre eles. Mas, algo me diz, não será o último. Semana da Realidade, dos pés no chão: Continuo prevendo duas medalhas no Vôlei de Praia. Uma em cada naipe.  Mas se o pódio olímpico for esse aí de baixo, não me surpreenderia nada; com holandeses em quarto. (FOTO: FIVB)   * Ninguém presta atenção no boxe olímpico. Mas em mais um Torneio internacional, Grand Prix Usti Nade Labem, disputado desde 1971, na República Tcheca, o Brasil foi muito bem. Foram 10 medalhas! Quatro Ouros, Duas Pratas, e Quatro bronzes. Mais uma vez, Bia Ferreira, foi Ouro, nos 60kg! Dessa vez, derrotando a perigosa atleta turca, por unanimidade, 5x0. Teve muito nível a categoria, não foi "bolinho". Eu sou meio precavido mas...vou acabar elevando a cor da medalha dela. Ela só ganhou Ouro este ano! Há quantas semanas escrevo repetidamente que ela foi Ouro em algum torneio? Quem também foi Ouro foi Abner Teixeira, na categoria 91kg. Outro atleta que, repetidamente, tem vencido torneios. Graziela de Jesus, na 51kg, dessa vez, foi Bronze. Não sei...Mas o Boxe pode surpreender, heim? Pode vir mais de 1 medalha. Na Semana da Realidade, dos pés no chão: Continuo prevendo Beatriz Ferreira com 1 medalha, mas de valor maior. Um esporte que vai revelando pouco a pouco novas oportunidades.   *  O resultado da semana foi sem dúvida do Skate, modalidade Street.  Pâmela Rosa, campeã da Etapa de Londres da Street League, enquanto Rayssa Leal, a "Fadinha",  de apenas 11 anos, foi Bronze. Letícia Bufoni, a mais experiente, ficou em quarto. Ou seja, das 4 melhores, três brasileiras. Foi a primeira vitória da Pâmela em um torneiro SLS. Mas, pelo pouco que entendo, se a Letícia tivesse acertado pelo menos uma das suas manobras mais ousadas, ela teria vencido. No masculino, o resultado mais ingrato, 4º lugar de Kelvin Hoefler, empatando em pontos com o terceiro colocado. Prevejo ele com o Bronze. Esta etapa de Londres foi a primeira valendo pontos para a Corrida Olímpica. Na verdade, por acordo, o Brasil já tem automaticamente 3 vagas, em cada naipe. Resta saber de quem serão. Semana da Realidade, dos pés no chão: Continuo prevendo duas medalhas do Skate modalidade Street, uma em cada naipe. Mas potencialmente 3.
    • De certa forma, foi o que tivemos em PLANETA DOS MACACOS: A GUERRA. Tava todo mundo esperando que ia ser um super épico de humanos contra macacos, e acabou que em termos de escopo, acabou sendo um filme até menor que o filme anterior do Reeves na franquia, O CONFRONTO, que acho um filme muito mais com cara de blockbuster do que o fecho da trilogia do Cesar. Não acho que vai ser um filme de baixo orçamento (muito longe disso). Não creio que seja uma produção no tamanho de um JOHN WICK 1, por exemplo. Mas tenho certeza que vai ter um escopo muito menor que o TDKR, por exemplo.
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