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Forum Cinema em Cena

Harry Potter

Você é fã de Harry, Hermione, Ron, Dumbledore, Hagrid, Malfoy e cia.? Então este fórum é Hogwarts!


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  1. Furos e Incoerências 1 2 3 4 8

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    • O ator confirmou "sem querer" a um jornal alemão que ele tá no filme.. Feige pira😂 “Eu provavelmente não vou te contar, mas deixa pra lá,” disse ao jornalista tentando despistar sem sucesso, “De qualquer forma, algumas pessoas ficaram um tanto surpresas sobre o que me levaria para um projeto do tipo. Mas para mim, a coisa era bem clara: eu preciso conhecer o diretor — e eu realmente gostei muito dele. Ele foi divertido, humilde, tudo que você quer de um diretor. E com a história de líderes de torcida Teenagers – As Apimentadas que ele fez anos atrás, que eu acho é muito bom. Então eu concordei, mesmo que eu não esteja interessado nessas grandes adaptações de quadrinhos como um ator num geral.” “Vamos colocar desse jeito: o diretor é um cara legal e agora eu pelo menos experimentei como é filmar um longa da Marvel,” disse o ator, “Mas não acho que eu precise dessa experiência uma segunda vez.” https://m.faz.net/aktuell/stil/trends-nischen/warum-bill-murray-einen-marvel-film-gedreht-hat-17600425.html
    • Visto TEM ALGUÉM NA SUA CASA      Na trama, a pequena cidade de Osborne vem sendo assombrada por um serial killer que está perseguindo os adolescentes locais, não só matando as vítimas usando mascaras que replicam os seus rostos, mas jogando os segredos mais sombrios delas na internet. Diante dessa onda de crimes, a jovem Makani (Sydney Park) passa a temer por sua vida, já que ela mesma tem um segredo sombrio que esconde mesmo de seus amigos mais próximos.   Dirigido por Patrick Brice (da franquia "Creep") a partir de um roteiro de Henry Gayden (de Shazam) que por sua vez adapta o romance de Stephanie Perkins, TEM ALGUÉM NA SUA CASA é um Slasher bastante convencional produzido pela Netflix, que conta uma história básica sem grandes inventividades estéticas ou narrativas, e nem exagerar muito no Gore. Mas o problema não é esse. O problema é que o filme de Brice não consegue nos entregar personagens cativantes, ou mesmo nos fazer crêr na amizade existente entre o grupo protagonista (nesse sentido, os filmes da trilogia "Rua Do Medo" lançada esse ano fizeram  um trabalho bem melhor). O lance do assassino expor as vítimas era interessante até, mas o roteiro nunca faz nada com isso. Fica a impressão que TEM ALGUÉM NA SUA CASA nunca se decide se quer ser um filme mais dramático ou mais cômico, e por ficar no meio do caminho, acaba não sendo muita coisa. Dá pra assistir, mas sairam slashers bem melhores só esse ano.
    • Putz, Serjao..esse filme nao funcionou meeeesmo comigo! ele comeca de um jeito e termina de outro, sao dois filmes em um só... é isso! Se tivesse mantido a pegada do comeco eu teria curtido mais..porque depois ficou bem sem nocao, a metamorose da personagem pra mim so foi ate antes da metade, viajado demais... curti mais o filme anterior da diretora..aquele que os veganos adoram🤣
    • Nightdrive é um indie que entorna Depois de Horas e De Volta pro Futuro (sim, isso mesmo!) num caldo só, e a liga funciona a contento esmo co as limitacoes desta simplória producao! Sim, o baixo orcamento é nítido mas o carisma dos dois atores principais carrega esta película nas costas. É um filme que fala de escolhas e decisoes, e o faz da forma mais realista possível, o que pode nao agradar a maioria. Eu curti o desfecho, pois eu teria tomado a essa decisao. E só pelo final corajoso ja valeu a bizoiada. 8.5-10   Mayday é um bacana drama indie que flerta com realismo fantástico ao contar a estória duma mina que acorda numa "Terra do Nunca sem homens"! Sim, Alice no Pais nas Maravilhas e Sucker Punch ja deram essa deixa, mas aqui a pegada é mais intimista e lúdica. O legal é a simbologia dos personagens principais e o uso da fábula pra superacao de traumas. As mina (desconhecidas) mandam em na atuacao, mas o filme peca quando quer viajar demais na maionese, surtando quando encaixa na trama um musical ao som de Love is Blue, do Liberace. 8-10  
    • 338) "N`aum vou nem falar nada!!" Estou perplexo com o brilhantismo de "Titane", Palma de Ouro em Cannes. Caramba! A introdução cronenbergiana é feita de forma belíssima esteticamente, mas se fosse só isso, uma atualização do estilo do canadense, seria um filme menor. O que me pegou de jeito é ser um filme que engana. Na primeira meia-hora pensamos que seria um filme de horror, um slasher, matança aleatória surrealista; mas depois, não, o filme mergulha de um modo quase freudiano no tema existencial da metamorfose. Jamais esperaria por isso! Um pai que procura um filho perdido/ uma criança que anseia um pai.  Julia Ducournau arrasou na escalação do elenco. O excelente Vincent Lindon dá um show, trazendo camadas interessantíssimas a respeito da sexualidade desse homem. A certa altura da vida, o personagem não precisa mais de sexo, não precisa sequer ser gay, precisa só egoicamente de si, de seu corpo envelhecido mas trabalhado no doping. A atriz principal, Agathe Rousselle, está excelente neste seu primeiro longa, e, vou escrever porque tá na cara, mas muitos não querem ver, ela está "a cara" da própria diretora! Alterego, sim. E mais uma vez a sexualidade exerce um papel decisivo, pois se no início imaginamos automaticamente uma lésbica, temos depois de trabalhar nossa ideia de binariedade, de androginia, pois o que teremos é um menino, um homem grávido.  As cenas de dança são espetaculares! Primeiro, a irônica dança em um Salão do Automóvel, satisfazendo o machismo dos frequentadores. E a última, tão ambígua, ganhando os olhos reprovadores dos bombeiros sem camisa, por imaginarem verem ali um homem gay dançando lascivamente, quando na verdade trata-se, talvez, de uma mulher...Quando na verdade, a bem da verdade, é a mesma pessoa, só uma pessoa,que eles provavelmente delirariam se vissem a primeira dança... E o final é um pai com seu filho, aceitando-o, sem julgamentos, amorosamente. Tudo o que vier.  Whoal, pra esse filme! Salve a França selecionando um filme tão ousado como seu candidato! "Titane" faz avançar o cinema. A diretora deu à luz uma coisa estranha e bela, assim como já tinha feito no seu maravilhoso "Raw".
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