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Forum Cinema em Cena

Críticas e Publicações do Cinema em Cena

Discuta as críticas de nosso editor, Pablo Villaça!


569 topics in this forum

  1. Revista SET 1 2 3 4 42

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  2. 300 1 2 3 4 6

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  3. Lua Nova 1 2 3 4 9

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  4. Crepúsculo 1 2 3 4 7

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  5. Deixa Ela Entrar 1 2 3

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  6. Watchmen 1 2

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  7. A Origem 1 2 3 4

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  8. Mamma Mia! 1 2 3 4

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  9. O Grande Truque 1 2

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  10. Eclipse 1 2 3 4 5

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  11. Na Estrada

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  12. Valente

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  13. Presságio 1 2 3 4

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  14. Intocáveis

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    • Aqui no Brasil tem um monte de gente confiante. Kkk
    • Ficção retratando os anos finais da ditadura comunista na Albânia. "Vida, Jogo e Morte de Lul Mazrek", do sempre candidato ao Nobel, Ismail Kadaré.
    • "Le Petit Soldat"/ "O Pequeno Soldado", filmado em 1960, mas lançado só em 1963. Revi por causa de "Bom Trabalho". Lembrava mais de Anna Karina, por motivos óbvios, sendo fotografada, e então a frase icônica: "A Fotografia é a verdade. E o cinema é a verdade 24 vezes por segundo". Foi bom ver um filme depois do outro para registrar outra semelhança entre Godard e o filme da Denis no emprego do voice-over. Godard é um mestre dos diálogos, do texto, um escritor maravilhoso. No filme da Denis, pra se livrar da literatura, quase não há troca de palavras, mas há o voice-over com Denis Lavant; sendo que ambos os protagonistas deixam claro para o espectador no início de seus filmes a mesma sensação de fastio da ação, e que era chegada a hora da reflexão ("O tempo da ação passou, agora começa o tempo da reflexão. Estou envelhecendo..."). Achei bem legal essa semelhança, pois serve de mote para justificar a narração em ambos os filmes. Uma coisa que eu não esperava era perceber como esse filme do Godard cresceu para mim! Deve ser porque tô mais velho, mais esperto. Mas neste filme de 1963, temos um Godard "de centro", fugindo dos extremos, representados pelos Movimentos Pró-Libertação da Argélia e o serviço de Contra-Terrorismo. O protagonista se vê envolta nessa disputa ideológica, preso nela por causa de sua súbita paixão pela personagem de Anna Karina (uma mulher de menos de 25 anos, limite da beleza feminina, como sentencia a frase machista do filme), mas o que ele quer, sobretudo, é, vejam só, "fugir para o Brasil", como um romântico. No limite, fugir da decisão de ser contra ou pró alguma coisa. O maravilhoso monólogo final revela um Godard com sentimentos indecisos quanto a questão Argelina. "Eu me sinto muito orgulhoso por ser francês, mas também sou contra o nacionalismo. Defender idéias e não territórios. Amo a França porque amo os filmes de Bellay e de Luis Aragón (...) Michel Subor, excelente. E voz maravilhosa também. O som tecnicamente é que me pareceu irremediavelmente ruim.  No fundo, no fundo, dois filmes sobre como um homem pode fugir do colonialismo francês.  
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