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    • Bom, minha experiência com "Projeto Gemini" e de quase todo mundo fica prejudicada pois não vi o filme "comme il faut", em 120 quadros por segundo, no cinema adequado em 3D+. Então, não senti diferença de campo nenhuma na Fotografia. É uma pena. Azar o meu que não moro em Los Angeles ou Nova York, pois queria ter essa experiência de vídeo-game.  Já a parte do rejuvenescimento, que podemos apreciar, é muito dahora, mas depois a gente se acostuma e só acha "legal". É um bom filme de ação! O plano da Moto é inacreditável!!!!! Eu me diverti. Achei bacanudo o CGI, e tudo o mais.  Mas quero o Ang Lee dos anos 1990 e começo dos 2000 de volta, por favor?! "Banquete de Casamento"; "Comer,Beber,Viver"; "Razão & Sensibilidade"; "Tempestade de Gelo"; "Brokeback"; o maravilhoso e subestimado "Lust:Caution"...É possível? Por que os fãs de cinema vão perder a sensibilidade desse homem pra ganhar um outro diretor de ação? Que ele crie então um clone mais novo de si mesmo. Que faça o que ele fazia na juventude. Um Gemini da vida real.   
    • Mas o filme todo é assim, tanto a construção das cenas, a construção do personagem, a construção do treinamento (percebe que o treinamento a imagem que da é de que são pessoas dedicadas que tem que treinar arduamente e ter disciplina? nunca abordando como um ambiente opressor mas sim como ócios do oficio. As cenas que mostram o comandante ralhando com seus comdandados é sempre numa justificativa de que o trabalho é árduo e precisa estar preparado se não pede pra sair, mas nunca aborda a questão da policia ser treinada em uma lógica de guerra, os soldados serem treinados a tratar seu próprio povo como inimigos a serem eliminados, isso é dado como natural, como se fosse natural que surgissem pessoas que precisariam ser abatidas, que seriam inimigas do bem. E percebe como essa visão se encaixa na conduta policial durante suas ações nas comunidades).     A minha opinião é que o tráfico ilegal É o sistema (tem um jornalista italiano que denunciou a márfia italiana que lançou um livro denunciando que o tráfico de cocaina que sustentou todo o crescimento econômico ocidental). Mas o primeiro filme não trata como sendo o sistema e nem como parte, e o segundo:    Sim, mas isso no Tropa 2 e pecebe que ele trata como um sistema fechado? o governador corrupto, o marfioso, a policia corrupta. A discussão não passa de bandidos com poder de márfia que é capaz de financiar a carreira de um político e subornar alguns policiais.  A discussão nunca nem ao menos se permite usar pra deixar em aberto que talvez todo o modelo de sociedade moderna tenha em sua natureza algo que de condições pra esses fenômenos e nem mesmo que esses fenômenos seja o sistema de forma mais escancarada.    Sei lá, a impressão que eu tenho é que o Padilha é o Clint Eastwood brasileiro(me veio a mente aquele filme dele cuja a atriz principal é a Angelina Jolie).   Mas ai nem a hq e nem o filme tratam como vilão, como alguém a serviço da mídia.  Em nenhum momento da aparição do Murray ele fala pela empresa que o contratou, em nenhum momento ele fala o que a sua empresa quer que ele diga, em nenhum momento pareceu que o personagem estava atendendo uma ordem, etc.  E em nenhum momento o personagem exercendo sua profissão trata o Arthur mal de uma forma que pareça atípico do trabalho normal e que se espera de um comediante como ele (é só lembrar do Jô Soares. Pra ter uma ideia, o Murray nem chega aos pés de ser tão cartunesco como aquele comediante escroto que me esqueci o nome e nem faço questão de lembrar, que foi processado por uma piada escrota contra a profissão de doadora de leite materno).   Sim, mas nem tudo que é resutado (negativo) do sistema é anti sistema, e o Coringa é resultado negativo mas que não é anti-sistema.    Brecha a gente pode ver, porque arte é isso. Mas a forma com que foi abordado os antagonistas, mais uma vez, repito, as pessoas com que o Capitão Nascimento combatia eram sempre tratados como necessário combater como um inimigo, um mal, e não como um ser humano. O capitão nascimento e sua função como agente que perseguia e combatia o crime como algo positivo e necessário. O que acho que de fato o Padilha fez foi tentar criar um choque para a abordagem que, pra ele, ao meu ver, era exagerada, só isso.  Agora poucos dos quais o Coringa combatia eram coisas que pareciam humanas mas que eram más e que se fazia necessário combate-las. Nem os policiais, talvez os playboys, mas ainda sim, ali foi mais uma ação de reflexo, um resultado inexperado suas mortes do que algo desejado.  E sobre o Onibus 174, bem, realmente parece uma coisa meio esquisito esse filme ser do mesmo diretor do 174, mas eu vi a muito tempo, não me lembro muito bem, mas me parece claramente a visão de alguém que vê os problemas mas não quer ou não sabe se aprofundar, se radicalizar neles   Massa, você me deu uma boa oportunidade de como no Filme de Tropa de elite os antagonistas do personagem principal não dá muita dúvida de que precisam ser combatidas.  Primeiro é importante salientar que nada do filme aponta como o personagem Wayne sendo hostil e sim a figura. Tipo, o Wayne não faz nenhuma ação ou atitude realmente anti-ética. Não expressa nenhuma opinião de querer o mal para o outro e suas ações não apontam para isso, até mesmo apontam pro sentido contrário. Agora sua figura sim, é hostíl, hostil a indiferença que ele tem (sem saber que tem) ao que passa a mãe e o Arthur, é repugnante essa pretensão de querer salvar pessoas e Gotham como se a vida dos outros fossem cachorros abandonados que precisam de um lar, vamos adotar....  Mas em nenhum momento o Wayne verbaliza ou se comporta a confirmar o que a ponta essa figura, como, por exemplo, a de fazer caridades para cuidar de pessoas carentes que precisam do seu cuidado. Sim, ele tem ongs filantrópicas, mas pessoalmente você não encontra nenhuma ação dele que possa apontar racionalmente: "ali, olha como ele é escroto" Agora compara com o Tropa de elite 1, me diz um antagonista do policial que você pode dizer que: "olha, aquele ali pode ser uma boa criança que está sendo torturada, talvez um estudante que tá precisando pagar a passagem pra ir a escola" ou "um jovem que vende drogas a varejo que poderia tar vendendo qualquer outra coisa e que isso não necessariamente o faz ser uma pessoa ruim". Não, ali ou são pessoas com má intenções FOREVER ou são pessoas que são, no mínimo, cumplices safadas. E a ação do Capitão e do Matias era de ou exageradas mas que é preciso ou exageradas que deveria ser evitadas, mas nunca se quer questionam se a policia deveria mesmo combater esses jovens. É sempre em tom de afirmação mas denunciando a forma abusiva.  E percebe que enquanto o Coringa é muito mais aberto a você ver o Wayne como uma boa pessoa ou uma má pessoa, já que nos Tropa de Elite essa abertura é muito mais estreita?   Bem, no primeiro filme eu só vejo o Matias como ascenção de um herói abusivo, vamos dizer assim.  E sim, de fato é uma vingança e o filme trata meio com tom melancólico esse reinicio do ciclo de violência. Eu concordo que ele trata a questão com dor e tristeza, e usa o Matias pra mostrar isso, uma boa pessoa de boas intenções que, no fim, se ve fazendo os mesmos abusos e agindo por vingança pra combater o mal. Mas em nenhum momento o filme da abertura pra questionar a policia, a missão, a função do que eles estão fazendo ali. O Matias nunca, nunca em tempo algum (nem mesmo quando está em um ambiente onde toca a música policia dos titãs, e detalhe, que ao meu ver, essa inserção da música no filme é meio que um deboche a próprio sentido da música) é uma figura que questiona o papel da polícia e se essas pessoas devem realmente ser combatidas. O segundo, sim, vai procurar questionar se outras além dessas devem ser combatidas de fato, que esses é apenas uma estrutura. Mas de novo, sem questionar a função da polícia e sua atuação, e trata a milícia como um erro da polícia e não parte natural mas exagerada e sem medo de se expor de uma estrutura opressiva que treina seus funcionários a lerem o mundo sob essa ótica.    Eu percebi também esse didatismo, mas não me incomodou.  Inclusive essa cena dos garotos roubando o cartaz e chutando o Coringa me pareceu até a reforçar o carater cartunesco que o Questão aponta que o filme da pros seus antagonistas. Ali parecia mesmo que os garotos eram otários sádicos.  Mas nem considero um pecadilho, considero como parte estrutural dos filmes de hoje, dentro do contexto de filme entretenimento do qual os filmes estão inseridos.  E achei meio que orgânico
    • Ela tem carreira musical até.  Eu acho os dois ótimos  atores,  de verdade. 
    • FILME TERÁ GRANDE VILÃ DO SIMBIONTE NOS QUADRINHOS! No ano que vem, Venom retornará aos cinemas com sua sequência, onde Eddie Brock e seu violento simbionte terão que enfrentar ninguém menos que o Carnificina. Contudo, parece que ele não será o único vilão do filme, já que a Shriek, uma clássica vilã do personagem, acaba de ser confirmada.De acordo com o Deadline, a Sony já está ativamente à procura de uma atriz para interpretar Frances Barrison. Nos quadrinhos, a vilã é uma mutante – algo que deve ser modificado para que a personagem se encaixe no universo da Sony. Ela é descrita como uma traficante que, após um evento traumático, desenvolve novas habilidades.Ainda segundo o site, o estúdio está em busca de “vários tipos de atrizes“, o que significa que não estão se atendo a uma faixa etária ou uma etnia específica. Além disso, aparentemente a Sony está de olho em atrizes mais desconhecidas.Venom 2 será dirigido por Andy Serkis. Já foi confirmado que Tom Hardy, Michelle Williams e Woody Harrelson devem retornar aos papéis de Eddie Brock, Anne Weying e Cletus Kasady, mas ainda não sabemos detalhes sobre a trama ou sobre os atores que interpretarão novos personagens.   🤣
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